Coimbra pode estar “perante a cheia centenária”, avisa presidente da câmara.
Ana Abrunhosa admite que Coimbra pode estar “perante a cheia centenária”, que inunde a Baixa da cidade.
Prevê-se um “pico muito grande” pelas 15h desta sexta-feira, mas a cheia poderá estar confirmada por volta das 8h-9h, afirmou, em conferência de imprensa transmitida pela SIC Notícias.
O tabuleiro inferior da Ponte do Açude, que liga a Baixa à zona de Santa Clara, na margem esquerda do rio, já está encerrada.
Amanhã não há aulas e a presidente autarquia aconselha a que se evitem “deslocações desnecessárias” e que se sigam as “indicações das autoridades”.
Ana Abrunhosa revelou que estão a retirar pessoas acamadas e que vivem na rua da zona de possíveis cheias e, relativamente ao dique no Mondego, sublinha que “há partes frágeis” e que “a probabilidade de ruturas é grande”, mas são “zonas já alagadas”, em que a população já saiu de casa.
“Montemor-o-Velho e Soure vão ser muito afetados”, admitiu.
Há risco de inundações rápidas em Lisboa, Setúbal e Oeste. O rio Mondego inundou um canal de rega em Montemor-o-Velho. Os desabamentos em encostas preocupam as autoridades, mas as atenções estão agora centradas na barragem da Aguieira e nos diques do Mondego, depois de um troço da autoestrada A1...
expresso.pt
Em atualização
Coimbra em alerta: Presidente da Câmara avisa para risco de "cheia centenária"
A presidente sublinhou que a situação afeta não só as zonas mais rurais, que já estão inundadas, mas também novas áreas da cidade, que têm grandes probabilidades de ser alagadas.
Podemos estar perante uma cheia centenária", afirmou Ana Abrunhosa, presidente da Câmara de Coimbra, destacando a gravidade da situação.
"Com base nas informações da APA (Agência Portuguesa do Ambiente) e do IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera), a Barragem da Aguieira está praticamente a debitar toda a água, e o Rio Ceira também está a trazer uma grande quantidade de água. Vamos ter o que se chama de chuva intensa durante a noite. Por isso, queremos alertar a população, principalmente da zona urbana da Baixa, mas também de Santa Clara e de toda a zona ribeirinha, para que protejam os seus bens e fiquem atentos, pois a probabilidade de ocorrer uma cheia como a que aconteceu há 100 anos, ou até mais grave, é muito grande", explicou Ana Abrunhosa.
A presidente sublinhou que a situação afeta não só as zonas mais rurais, que já estão inundadas, mas também novas áreas da cidade, que têm grandes probabilidades de ser alagadas.
"A partir das zonas mais rurais já temos algumas áreas inundadas, mas estamos a falar também de novas zonas da cidade que, infelizmente, também podem ser afetadas", afirmou.
A presidente sublinhou que a situação afeta não só as zonas mais rurais, que já estão inundadas, mas também novas áreas da cidade, que têm grandes probabilidades de ser alagadas.
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