Seguimento Rios e Albufeiras - 2026

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Como assim, o que pode significar?
Antigamente quando o rio descia muito depressa, significava subida forte no dia a seguir.
Em 2001 lembro-me de o rio descer muito, era fim da tarde estava pouco acima do nível normal de verão. No dia a seguir, 8 da manhã estava na avenida principal, subiu mais de 10 metros em menos de 24h. Outros tempos claro, ainda sem algumas barragens que existem agora

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Alcântara estabilizou:

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Juntando a de Fronhas o qOut total está quase nos 1300

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E o Ceira, é possível medir a sua afluência ao Mondego?
não foi o tabuleiro que cedeu mas sim a zona de aterro
Ou encaixotam o aterro em paredões ou deviam prolongar a ponte. Qualquer das obras é ciclópica e muito demorada. Vão optar por consertar só localmente o buraco e reconstruir esse troço de aterro? Não se sabe ainda qual é a acção que vai ser feita.
 
E o Ceira, é possível medir a sua afluência ao Mondego?

Ou encaixotam o aterro em paredões ou deviam prolongar a ponte. Qualquer das obras é ciclópica e muito demorada. Vão optar por consertar só localmente o buraco e reconstruir esse troço de aterro? Não se sabe ainda qual é a acção que vai ser feita.
Às 20h temos Qout:

Ceira 400 m3/s
Fronhas 250 m3/s
Raiva 1200 m3/s

Deve manter-se perto dos 1900 m3/s em Coimbra
 

Coimbra pode estar “perante a cheia centenária”, avisa presidente da câmara.


Ana Abrunhosa admite que Coimbra pode estar “perante a cheia centenária”, que inunde a Baixa da cidade.

Prevê-se um “pico muito grande” pelas 15h desta sexta-feira, mas a cheia poderá estar confirmada por volta das 8h-9h, afirmou, em conferência de imprensa transmitida pela SIC Notícias.

O tabuleiro inferior da Ponte do Açude, que liga a Baixa à zona de Santa Clara, na margem esquerda do rio, já está encerrada.

Amanhã não há aulas e a presidente autarquia aconselha a que se evitem “deslocações desnecessárias” e que se sigam as “indicações das autoridades”.

Ana Abrunhosa revelou que estão a retirar pessoas acamadas e que vivem na rua da zona de possíveis cheias e, relativamente ao dique no Mondego, sublinha que “há partes frágeis” e que “a probabilidade de ruturas é grande”, mas são “zonas já alagadas”, em que a população já saiu de casa.

“Montemor-o-Velho e Soure vão ser muito afetados”, admitiu.



Em atualização

Coimbra em alerta: Presidente da Câmara avisa para risco de "cheia centenária"

A presidente sublinhou que a situação afeta não só as zonas mais rurais, que já estão inundadas, mas também novas áreas da cidade, que têm grandes probabilidades de ser alagadas.

Podemos estar perante uma cheia centenária", afirmou Ana Abrunhosa, presidente da Câmara de Coimbra, destacando a gravidade da situação.
"Com base nas informações da APA (Agência Portuguesa do Ambiente) e do IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera), a Barragem da Aguieira está praticamente a debitar toda a água, e o Rio Ceira também está a trazer uma grande quantidade de água. Vamos ter o que se chama de chuva intensa durante a noite. Por isso, queremos alertar a população, principalmente da zona urbana da Baixa, mas também de Santa Clara e de toda a zona ribeirinha, para que protejam os seus bens e fiquem atentos, pois a probabilidade de ocorrer uma cheia como a que aconteceu há 100 anos, ou até mais grave, é muito grande", explicou Ana Abrunhosa.

A presidente sublinhou que a situação afeta não só as zonas mais rurais, que já estão inundadas, mas também novas áreas da cidade, que têm grandes probabilidades de ser alagadas.

"A partir das zonas mais rurais já temos algumas áreas inundadas, mas estamos a falar também de novas zonas da cidade que, infelizmente, também podem ser afetadas", afirmou.


 
Última edição:
Os diques do Mondego tem sifões para água nesta situações ir para os campos de arroz, mais uma vez valeu de nada?
E faltam as 6 bombas que estavam no projeto a funcionar, onde está apenas uma e outra avariada. É o tipico deixa andar, ninguém se importa e vão empurrando o problema de entidade em entidade.