Tempo, Clima e Variabilidade Climática, Dia 14 e 28 Março

Tópico em 'Climatologia' iniciado por Vince 12 Mar 2008 às 23:00.

  1. Vince

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    Furacão

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    Para os interessados, uma palestra sobre Clima e Variabilidade Climática que decorrerá na próxima sexta-feira dia 14 de Março às 18:00 na Biblioteca-Museu República e Resistência/Cidade Universitária em Lisboa.


     
  2. Mário Barros

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    De certeza que tudo se resume ao aquecimento global e CO2 :angry::angry:

    Mas boa notica Vince :thumbsup::thumbsup:
     
  3. Vince

    Vince
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    Furacão

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    Como não sabes, podes absteres-te de comentar o que não conheces e evitar mais um dos muitos comentários sobre o CO2. Uma boa ideia era ires na sexta e aí já poderias dizer qualquer coisa e falarmos todos sobre o assunto. Até lá, respeita quem faz a palestra que tem muitos anos de estudo e trabalho dedicados à meteorologia e climatologia ;)
     
  4. Mário Barros

    Mário Barros
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    Furacão

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    Mas eu aplaudo aliás até devia haver mais palestras destas :):)
     
  5. AnDré

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    Então vamos lá aproveitar as palestras para aprendermos mais um bocadinho!:)

    Vince, é só aparecer lá às 18:15 e entrar não é?
     
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  6. jpmartins

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    Cumulonimbus

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    Que pena Lisboa ficar a tantos km.:(
     
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  7. AnDré

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    Para os interessandos aqui vai uma espécie de tópicos daquilo que foi a palestra de hoje, denominada por: Tempo, Clima e Variabilidade Climática, toda ela na voz de Henrique de Oliveira Pires.

    Começou-se por definir a palavra clima, como uma sintese de condições do tempo, num determinado local e área temporal. “Os extremos não fazem parte do clima”.
    Seguiu-se a diferenciação entre Tempo e clima. Tempo é toda a condição individual registada meteorologicamente, p.ex: estado do mar, temperaturas máximas e minimas. Pluviosidade no decorrer de uma hora, de um dia, uma semana. O palestrista comparou Tempo a uma árvore, sendo o clima uma floresta.

    Falou-se da importância da radiação solar, dos equinócios, da variação da temperatura de 11000 em 11000 anos devido à mudança dos eixos da terra.
    Ainda referente ao clima, segundo o professor, a variação climática não pode ser inferior a 20000 anos, uam ve que se têm de completar o ciclo dos eixos. “Comparar 10 anos com clima, é o mesmo que comparar a temperatura do dia com a temperatura da noite”. “O que existe são fluxos e não alterações do clima”.
    O professor explicou o fenómeno da causa efeito: Assim como o frio aumenta a probabilidade de cair neve e uma superficie branca aquece menos, com calor não neva e uma superficie escura aquece mais, produzindo ainda mais calor.

    Na comparação com as normais (distriuição de Gauss) de 30 anos, é climaticamente errado falar-se de anomalias. O termo correcto é flutuações! Porque como refiriu ao início, o clima não se resume a um pequeno leque de anos.
    Para ilustrar melhor isto, o senhor fe a seguinte previsão para 2 de Agosto de 2011:

    "Céu pouco nublado ou limpo. Vento fraco, soprando moderado a forte de NO na faixa costeira ocidental e durante a tarde. Na costa sul, o vento será de E ao nascer do sol, de sul ao meio dia e de SO ao fim da tarde. Neblinas ou nevoeiros matinais."


    Depois disse que isto é o nosso clima em Agosto. O facto de estar mais quente ou mais frio. De chover ou a humidade ser muito reduzida, são flutuações e não anomalias ou alterações do clima.

    Uma coisa que também foi referido foi que com o aumento da temperatura, aumenta a quantidade de água na atmosfera. Mas isso não implica que a seguir venha uma pequena idade do gelo. A contra-balançar o aumento das nuvens baixas que impedem a radiação solar decaquecer a superficie, as nuvens altas conservam a temperatura aumentando o efeito de estufa.
    Mais... Falou-se do clima em portugal, das nortadas, dos afloramentos, das perioridades...


    Ah, por fim a plateia alvo era constituída por pouco mais de 60 pessoas, com uma idade média a rondar os 45-50 anos (eu era aparentemente a cara mais jovem :hehe:), e todos eles aparentes leigos na matéria. como tal todos os temas foram tratados de forma breve, geral, mas com bons exemplos práticos.

    A próxima sessão o assunto é: “alterações climáticas” e será dia 28 de Março, no mesmo sitio à mesma hora. Fiquei curioso para ouvir o que será dito sobre isto!




    No final da palestra, apesar de já ser hora de jantar, não pude deixar de ir dar uma palavrinha aos senhores do IM sobre algumas duvidas que ja tinham surgido aqui no fórum, às quais vou responder agora nos tópicos devidos (por uma questão de organização).

    PS1: Depois de colocadas as minhas duvidas, o professor em tom sorridente disse: “Você é do fórum de meteorologia da internet, não é?” As pessoas em redor ficaram surpresas por existir um fórum onde se discute meteorologia. Talvez apareçam por cá!;)

    PS2: Nem por uma vez se falou em CO2.
     
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  8. AnDré

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    Boas pessoal.:D

    No passado dia 28 de Março de 2008, lá estive eu em mais um evento meteorológico. Naquela que foi a 3ª e última palestra, cujo tema era: “Tempo, Clima e Variabilidade Climática”, e da qual tentarei em seguida fazer um resumo imparcial daquilo que ouvi.

    Mais uma vez, toda a sessão foi presidida pelo meteorologista Henrique Oliveira Pires que começou por fazer um breve resumo das duas sessões anteriores, cujos temas foram O Tempo, e o Clima, e introduziu o tema desta sessão: Alterações Climáticas. Antes de começar, quero referir que desta vez a plateia estava mais composta. O interesse pelo tema é geral. No entanto penso que mais uma vez liderei o top jovem das presenças!

    Existem ou não alterações climáticas?​

    Foi assim que começou a palestra.

    Para responder a esta pergunta, o meteorologista diferenciou um clima estacionário de um clima não estacionário. Clima estacionário é um clima que obedece a uns parâmetros normais, no qual existe variação climática, ou seja, um determinado mês não tem necessariamente de ter a mesma temperatura média ou a mesma quantidade de precipitação.
    Um clima não estacionário é um clima irregular que muda constantemente, ou seja, um clima sobre o qual não se pode definir “normalidades”. Por exemplo, o facto deste ano o mês “y” ter sido o mais frio do ano, não quer dizer que para o ano não venha a ser o mais quente. No fundo é um clima sem estações onde tudo pode acontecer em qualquer altura do ano.

    Concluiu-se portanto que vivemos num clima estacionário.

    Depois, o professor diferenciou Alterações Climáticas de Variações Climáticas.
    Para existir uma alteração, significa que o processo anormal susceptível a alteração, tem de se repetir uma série de vezes de modo a que este possa fazer a diferença em valores estatísticos. Fenómenos isolados, ou cuja repetição seja ocasional ou em curto período, dá-se o nome de variação e não alteração.

    Assim sendo, o palestrista concluiu que em Portugal não se verificou até ao momento qualquer Alteração climática, mas apenas variações de clima.




    Falou-se posteriormente de tendências futuras para Portugal com base nas observações feitas. Em relação à temperatura, verificou-se um aumento generalizado desta em todo o território português. Um aumento na ordem da décima de grau. (Por exemplo, o geofísico de Lisboa, entre 1856 e 2000 apresenta uma tendência de +0.0108ºC/ano).

    E por causa das dúvidas das medições da temperatura devido ao urbanismo, o professor apresentou também 3 outros pontos de observação nos quais se fazem medições de temperatura desde 1956. São elas em Leixões, em Peniche e em Sines e todas elas a 250m da costa. As tendências apresentadas nestas 3 estações para o período 1956-2000 são:
    Leixões:+0,04ºC/ano.
    Peniche:+0,02ºC/ano.
    Sines: +0,04ºC/ano.


    Em relação à precipitação, a tendência é para um decréscimo ligeiro desta, em especial nas regiões do interior português. Chamou no entanto especial atenção para os meses de Março e Outubro, uma vez que estes são os meses que nos últimos anos têm registado uma alteração significativa em relação aos parâmetros normais anteriores. Em regra, o mês de Março está a ficar mais seco, ao contrário de Outubro que está cada vez mais chuvoso. Como disse, esta foi a única variação susceptível a alteração enunciada pelo meteorologista Henrique Pires.

    No fim de tudo, o professor concluiu:
    Em Portugal, os fenómenos de tempo ou clima extremos são associados à variabilidade climática”, e não a alterações climáticas.


    De forma a desvalorizar o poder de sensibilidade térmica humana e valorizar os dados recolhidos pelos termómetros das estações meteorológicas, o meteorologista deu um exemplo de termodinâmica que acho importante enunciar:

    Pegamos em três bacias e enchemo-las com água: uma fria, outra morna e outra quente.
    Pomos as duas mãos, uma na bacia de água fria e outra na bacia de água quente.
    Seguidamente pomos as duas mãos na água morna. Concluiremos que a mão que estava na água fria irá sentir calor, e a que estava na água quente irá sentir frio.




    Falou-se seguidamente de Alterações/Variações Climáticas ao nível global, no qual o professor disse, que ao contrário das observações no território português cujos registos eram directa ou indirectamente da sua responsabilidade, os dados que a partir de agora apresentaria eram da responsabilidade da OMM.

    Começou por dar ênfase à concentração de CO2 na atmosfera, dizendo que este era essencial para a vida na terra, mas em quantidades adequadas assim como em tudo o resto na vida. Disse também que se estima que toda a natureza (incluindo o respirar do homem) é responsável por cerca de 280pmv de CO2 atmosférico, e que se as últimas observações dão conta de 385pmv de CO2 então algo estava a contribuir para esse aumento generalizado. Perguntou ironicamente se alguém tinha duvida que se esse aumento fosse de origem antropogénica? E que isso só ao nível ambiental era mais que suficiente para se arranjarem medidas para se diminuírem as emissões de CO2 sem termos de estar sempre a relaciona-las com as “alterações climáticas”.

    Na relação "CO2 vs aumento da temperatura", o professor chamou a atenção para não vermos isso como uma razão directa, “mas que o CO2 se relaciona com o variar da temperatura não há duvidas”.

    E explicou o seguinte:
    A água na atmosfera está em equilíbrio com a água dos oceanos. A água não acumula, mas o nitrato de carbono, responsável pela temperatura, tem vindo a acumular-se. Ao que parece, o aumento da concentração de CO2 aumenta a concentração de óxido nitroso (correcção quimica feita dia 01-03-2008, obrigado pessoal) e esse sim é responsável pelo aumento da temperatura, e daí o “aquecimento global”. Importante ainda de referir que aquecimento global não significa que todo o planeta esteja a aquecer ao mesmo tempo, mas que em média esteja a aquecer. Ou seja, podem haver zonas do globo mais frias, e outras mais quentes, mas em média há cada vez mais calor. “Não estamos a falar de unidades em graus, mas de décimas de graus, que a manter-se a tendência, poderão ascender à unidade ao longo do século.
    Depois, mostrou alguns gráficos com cenários futuros, uns mais quentes outros mais mornos, tendo em conta o desenvolvimento socio-económico ao nível mundial. No entanto todos eles apontam para um aumento generalizado da temperatura. Mais uma vez ele disse que não significa que a temperatura suba linearmente e que daqui para a frente seja tudo quente, ou a aquecer. Em média tendemos para o aquecimento, o que não quer dizer que não hajam anos mais frescos que outros.


    No final da palestra, o senhor Rui Moura, autor de Mitos climáticos, que assistiu atentamente às 3 sessões, deu os parabéns ao professor Henrique Pires, dizendo que tinha aprendido muito naquelas três sessões, mas que tinha algumas duvidas, as quais fez questão de expor:

    Começou por dar atenção à pressão atmosférica dizendo que “um aumento da pressão atmosférica é antinómica ao aquecimento global”.
    Em resposta o professor Henrique Pires, disse que a massa atmosférica não varia, o que significa que é constante. Logo a pressão atmosférica não pode variar. Se nuns lados aumenta, significa que noutros lados diminui. Dizer-se que a pressão está a aumentar/diminuir ao nível mundial, implica alterar a constante do gradiente de pressão.
    Disse ainda que é errado associarmos anticiclones ao frio, uma vez que ao nosso largo temos um exemplo daquilo que é um anticiclone quente: o AA.

    Apesar de aparentemente o senhor Rui Moura não ter ficado plenamente satisfeito com a resposta, resolveu elaborar outra questão. Perguntou o porquê dos cenários climáticos não darem conta deste “regresso à normalidade” (ao nível da temperatura) no início do ano de 2008.
    O professor Henrique Pires, explicou que os cenários são feitos pelas observações actuais e suas tendências, e justificou mais uma vez que o facto o planeta estar com tendência em aquecer, não significa que este siga um comportamento linear. Mais uma vez disse “em média…” e chamou atenção para a variação climática que a tanto deu destaque na sua palestra.

    Entretanto e no meio destes esclarecimentos todos, a plateia foi saindo, uma vez que a hora já ia adiantada. Meia hora depois do final da palestra, estavam apenas no auditório, os meteorologistas Henrique Pires e Luís Pessanha, o senhor Rui Moura e eu, sentado numa cadeira a assistir a todas aquelas duvidas e respostas algumas das quais confesso não ter percebido muito bem, daí só ter escrito aquilo que percebi, tentando ser o mais correcto possível.

    Sei que no fim, e já num ambiente um pouco mais quente (ou frio, não sei bem:D), se falava de anticiclones polares móveis, de modelos e fórmulas físicas de previsão. Mas por falta de tempo tiveram de parar por aí, e seguir cada um o seu caminho.

    De qualquer forma foi interessante tal “confronto”.


    Peço desculpa pelo texto extenso mas quis transparecer aquilo que muitos gostariam de ter assistido, mas que por várias razões não puderam assistir.:thumbsup:
     
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  9. Thomar

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    AnDré, o meu muito obrigado :thumbsup: por teres tido a disponibilidade e o interesse de de ir às palestras, e partilhares connosco o que se discutiu lá!

    Nesta palestra discutiram-se assuntos muito interessantes. Mas vou só referer um ponto da palestra que me chamou à atenção, foi o facto de diferenciarem as Alterações Climáticas de Variações Climáticas! Sendo comum o pessoal aqui no fórum fazer algumas confusões... :D
     
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  10. rossby

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    Cumulus

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    Muito bem André :thumbsup:. Ainda bem que há alguém que foi lá para contar como foi :rolleyes:.

    No entanto, tenho algumas dúvidas ...:confused:
    "Nitrato de Carbono" ? . De certeza que foi isso que disse ? É que duvido que este composto exista na natureza e muito menos na atmosfera :eek:.

    Abraços insulares
     
  11. AnDré

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    Epá, eu espero não ter percebido mal, mas penso que fosse isso. :confused:
    Ou seria nitreto de carbono?!:huh:
    Epá era uma conjunção entre o nitrato e o Carbono, disso tenho quase a certeza absoluta.;)
    Mas eu vou tentar investigar!:)
     
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  12. iceworld

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  13. Vince

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    Obrigado André pela reportagem. Interessante a presença do Eng. Rui Moura, gostava de ter assistido. A resposta sobre as altas pressões foi exactamente o meu comentário aqui no forum ao artigo do Rui Moura onde ele abordava as altas pressões. Mas parabéns ao Rui Moura por ir à luta, adorava estar lá que tenho montes de dúvidas sobre a teoria dos AMP's de Marcel Leroux e se calhar até teria tido oportunidade de as ver esclarecidas à margem da palestra.

    Quanto ao nitrato de carbono, pode ter sido alguma pequena confusão no meio de tanta coisa e tantos termos para registar. No contexto em que falaste disso, água dos oceanos e água da atmosfera, penso que ele terá falado do aumento do vapor de água. Noutro parte, talvez tenha referido do Óxido Nitroso N2O a par do Dióxido Carbono CO2 e do Metano CH4. O Óxido Nitroso apesar de ter uma concentração imensamente inferior na atmosfera que o CO2 e o Metano, tem proporcionalmente um efeito de estufa muito superior por unidade, cerca de 310x mais do que o equivalente do CO2, devido ao maior tempo de vida na atmosfera.
     
  14. henriquesillva

    henriquesillva
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    Cumulus

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    Obrigado André, pelo excelente e minucioso relato:thumbsup::thumbsup:
     
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  15. psm

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    Nimbostratus

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    Novamente a jeito de brincadeira, tem-se que dizer á malta nos estados unidos, que nas festas não podem inalar o oxido nitroso.:D


    Muito boa reportagem!
     
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