Aquecimento Global

Tópico em 'Climatologia' iniciado por Minho 23 Set 2007 às 19:38.

  1. Kispo

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    Cumulus

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    Segundo os dados dos satélites não há aquecimento global há mais de 18 anos.... El Niño agora a fazer-se sentir!

    Já agora um excerto do Dr. Roy Spencer:

    "We now have the official NOAA-NASA report that 2015 was the warmest year by far in the surface thermometer record. John and I predicted this would be the case fully 7 months ago, when we called 2015 as the winner.

    In contrast, our satellite analysis has 2015 only third warmest which has also been widely reported for weeks now. I understand that the RSS satellite analysis has it 4th warmest.

    And yet I have had many e-mail requests to address the new reports of warmest year on record. I’ve been reluctant to because, well, this is all old news. (Also, my blog has been under almost constant “brute force login attacks” for the last month, from a variety of IP addresses, making posting nearly impossible most days).

    There are many things I could say, but I would be repeating myself:

    – Land measurements …that thermometers over land appear to have serious spurious warming issues from urbanization effects. Anthony Watts is to be credited for spearheading the effort to demonstratethis over the U.S. where recent warming has been exaggerated by about 60%, and I suspect the problem in other regions of the global will be at least as bad. Apparently, the NOAA homogenization procedure forces good data to match bad data. That the raw data has serious spurious warming effects is easy to demonstrate…and has been for the last 50 years in the peer-reviewed literature….why is it not yet explicitly estimated and removed?

    – Ocean Measurements …that even some NOAA scientists don’t like the new Karlized ocean surface temperature dataset that made the global warming pause disappear; many feel it also forces good data to agree with bad data. (I see a common theme here.)

    – El Nino …that a goodly portion of the record warmth in 2015 was naturally induced, just as it was in previous record warm years.

    – Thermometers Still Disagree with Models …that even if 2015 is the warmest on record, and NOAA has exactly the right answer, it is still well below the average forecast of the IPCC’s climate models, and something very close to that average forms the basis for global warming policy. In other words, even if every successive year is a new record, it matters quite a lot just how much warming we are talking about.

    Then we have scientists out there claiming silly things, like the satellites measure temperatures at atmospheric altitudes where people don’t live anyway, so we should ignore them.

    Oh, really? Would those same scientists also claim we should ignore the ocean heat content measurements — also where nobody lives — even though that is supposedly the most important piece of evidence that heat is accumulating in the climate system?

    Hmmm?

    (...)"

    [​IMG]

    [​IMG]
     
  2. Orion

    Orion
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    :p

    http://www.theguardian.com/environm...trarian-paper-unrealistic-inaccurate#comments

    Dr. Spencer and his colleague Danny Braswell made a number of basic math and physics errors in the article that call into question their conclusions.

    ...
    1. The model treats the entire Earth as entirely ocean-covered
    2. The model assigns an ocean process (El Niño cycle) which covers a limited geographic region in the Pacific Ocean as a global phenomenon
    3. The model incorrectly simulates the upper layer of the ocean in the numerical calculation.
    4. The model incorrectly insulates the ocean bottom at 2000 meters depth
    5. The model leads to diffusivity values that are significantly larger than those reported in the literature
    6. The model incorrectly uses an asymmetric diffusivity to calculate heat transfer between adjacent layers
    7. The model contains incorrect determination of element interface diffusivity
    8. The model neglects advection (water flow) on heat transfer
    9. The model neglects latent heat transfer between the atmosphere and the ocean surface.
     
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  3. james

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    Cumulonimbus

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    Eu continuo a afirmar que continuam a ser desvalorizados os fenómenos naturais, como o El nino, Lá nina, as correntes atmosféricas e marítimas, o vórtice polar , etc.. E a sua relacao com o aquecimento global.

    Aliás, eu acho que seria interessante estudar com mais pormenor as décadas de 40 e 50 do século passado, onde na Europa ( o nosso país incluindo) se verificaram fenómenos extremos de grande raridade. E tenho a percepção que isso ocorreu após um período em que não vinha acontecendo nada de especial nem estava um frio excessivo. Dá a impressão que " algo " despoletou 2 / 3 décadas meteorológicas de grande interesse, nomeadamente em termos de frio ( que atingiu também regiões onde não era frequente) , recordes de temperaturas negativas ou dois fenómenos, que na sua génese e desenvolvimento e intensidade, foram únicos, ou seja, o ciclone de 1941 e o tornado na Beira Baixa em 1956. Ah, e o Atlântico nessa época, também foi percorrido por um furacão em pleno mês de janeiro.

    Mas claro, sobre estas matérias, deixo para os mais entendidos, há imensa gente neste fórum imensamente habilitada para falar sobre isto.
     
  4. Orion

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  5. Orion

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    Second hottest February on record sparks fresh concerns over climate change (Nova Zelândia)

    http://www.stuff.co.nz/national/774...ord-sparks-fresh-concerns-over-climate-change

    Top End swelters through hottest February on record as wet season dries up (Austrália)

    http://www.abc.net.au/news/2016-02-27/top-end-swelters-through-february-in-dry-wet-season/7204872

    Nota dos australianos:

     
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  6. Orion

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  7. Pek

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  8. Orion

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    #1433 Orion, 16 Mar 2016 às 22:53
    Última edição: 16 Mar 2016 às 22:58
  9. MeteoFan™

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    A mim faz-me imensa confusão, is meios de Comunicação Social, estarem sempre a falar do mesmo.

    Parece que só agora é que existe Aquecimento Global...

    Alarmismo a roçar o populismo, não contem comigo.

    Solucionar ou pelo menos amenizar os problemas.

    É como a história do "verão mais quente desde mil nove e troca o passo"...

    Então, mas se é, não quer dizer que houve, essas temperatura no tal ano X?

    É Cuomo as pessoas estranharem se faz frio no Inverno ou calor no Verão.Ou se o tempo é instável na Primavera e Outono.

    Não tenho pachorra.
     
  10. Orion

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    China's carbon emissions may have peaked already, says Lord Ster

    http://www.theguardian.com/environm...sions-may-have-peaked-already-says-lord-stern

    Algo muito difícil de se inferir. Até porque:

    China underreporting coal consumption by up to 17%, data suggests

    http://www.theguardian.com/world/20...ng-coal-consumption-by-up-to-17-data-suggests

    Não é à toa que as cidades com pior ar não estão na China mas sim na Índia e no Paquistão:

    http://www.businessinsider.com/these-are-the-cities-with-the-worst-air-pollution-in-the-world-2015-9

    O carvão é barato e permite um crescimento acelerado. As partículas decorrentes da queima devem alterar bastante a meteorologia regional e inevitavelmente global. Pessoalmente, não gostava de viver na Coreia do Sul que recebe diariamente a poluição chinesa (se bem que dá a volta ao mundo):

    [​IMG]

    Ambiente e economia não são propriamente conceitos que coexistem pacificamente.
     
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  11. Orion

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  13. Orion

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  14. luismeteo3

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    Portal do clima tem antevisão sobre temperaturas ou chuva até final do século
    • O portal do clima, preparado pelo instituto responsável pela meteorologia, vai disponibilizar informação com indicadores como temperatura ou pluviosidade, até final do século, úteis para a definição de projetos de empresas, administração pública ou local.

    [​IMG]
    O instrumento, no âmbito da resposta às alterações climáticas, vai estar disponível a partir de abril, mas já se encontra numa fase de experiência, e é lançado hoje pelo Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA), numa cerimónia a decorrer em Lisboa para marcar o Dia Meteorológico Mundial.

    "O principal objetivo é criar um conjunto de dados que possa auxiliar seja a administração local, nacional, empresas públicas e privadas, para terem informação que apoiem estrategicamente o seu 'core business'" (área de negócio), por exemplo, para a preparação de projetos de barragens, que vão fornecer água nos próximos 40 anos, tendo em conta a diminuição ou aumento da chuva, explicou à agência Lusa o diretor de Meteorologia e Geofísica do IPMA.

    Pedro Viterbo explicou que "todo o público, seja geral ou especialista, pode comparar a normal [o conjunto das condições meteorológicas] de hoje com a normal entre 2010 e 2040 e preparar tudo para se adaptar ao clima".

    O portal, que, segundo o especialista, "é bastante completo, tem 41 indicadores a relacionar a situação atual com o período futuro escolhido", e será útil para diversas áreas, da agricultura à saúde, turismo, gestão de risco de incêndio ou da aridez do terreno.

    Foram criados vários indicadores ou grandezas meteorológicas, por exemplo, aquela associada à temperatura que informa sobre máximos e minímos, mas também acerca do número de dias muitos quentes, com valores acima dos 35 graus Celsius.

    Além das barragens, outras situações são apontadas por Pedro Viterbo, como a atualização do regulamento da construção civil.

    "Não há uma única linha nesse regulamento que envolva alterações climáticas e não faz qualquer sentido, neste momento, termos um documento que não seja ajustável àquilo que vai acontecer nos próximos 30, 40, 50 anos", tempo de duração dos edifícios e período em que é esperado um aquecimento do clima, realçou.

    Os especialistas têm projeções climáticas para o século XXI, divididas em três conjuntos de 30 anos, a começar em 2011, e informação sobre os últimos 30 anos.

    Com base em cenários regionais sobre a Europa, os técnicos reuniram mais de uma dezena de cenários para Portugal, fazendo uma média entre eles o que reduz a incerteza.

    O tratamento dos dados, com a tecnologia científica atual, "dá-nos confiança de que estamos a dar o melhor produto, a melhor antevisão possível", concluiu.

    O portal do clima insere-se no programa Adapt, financiado pelo EEA Grants, que reúne Noruega, Islândia e Liechtenstein, e transfere para Portugal verbas para projetos em áreas como o mar ou a adaptação a alterações climáticas.

    O Dia Meteorológico Mundial, que hoje se comemora, é assinalado com uma sessão que conta com a presença da ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e, além da apresentação do portal do clima, resultado de uma associação entre o IPMA e a Agência Portuguesa do Ambiente, são assinados protocolos de cooperação científica, na área das energias renováveis, com a EDP Inovação, e na área do alerta precoce sísmico, com o Instituto Superior Técnico (IST).



    EA // SO

    Lusa/Fim
    http://24.sapo.pt/article/lusa-sapo...bre-temperaturas-ou-chuva-ate-final-do-seculo
     
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  15. luismeteo3

    luismeteo3
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    29-03-2016 13:47

    Gelo no Ártico atinge novos mínimos históricos neste Inverno
    Este é o segundo ano consecutivo em que o nível de gelo no Oceano Ártico atinge mínimos históricos no Inverno. O volume tem vindo a ser consecutivamente reduzido nos últimos 13 anos mas pode não influenciar a temperatura global.

    [​IMG]
    Os dados foram recolhidos através de imagens de satélite pelo centro de National Snow and Ice Data Center (NSIDC) da NASA e revelam que, a 24 de março, a extensão do gelo Ártico estava 431 milhas quadradas abaixo da média registada entre 1981 e 2010. A subida de temperatura global nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro é uma das razões apontadas pelos cientistas.
    ... http://tek.sapo.pt/multimedia/artig...inimos_historicos_neste_inverno-46790hzo.html
     
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