Aviação

Tailândia confirma agora ter detetado sinais do avião desaparecido a 8 de março


Publicado às 09.00



Radares militares da Tailândia detetaram na noite de 8 de março sinais de um aparelho não identificado logo após o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines dos radares, noticiou, esta quarta-feira, a imprensa local. Autoridades não falaram mais cedo porque não lhe foi perguntado especificamente.


Pelo menos 26 países participam nas buscas

Apesar da grande operação internacional de busca, as autoridades tailandesas não partilharam esta informação até terça-feira porque não foram especificamente questionados a este respeito, refere a edição matutina do diário Bangkok Post.

O sinal supostamente deteta uma viragem em direção ao Estreito de Malaca, apesar de ser um sinal intermitente que não incluía dados como o número de voo, indicou o porta-voz da Força Aérea da Tailândia, Montol Suchookorn.

"Não demos demasiada atenção ao sinal. A Força Aérea tailandesa só se ocupa das ameaças contra o nosso país, quando não representa ameaças para nós, simplesmente observamos sem tomar ações", disse o militar, segundo o jornal.

Estas novas informações questionam as práticas de alguns países que optaram por não partilhar dados em matéria de defesa, após o desaparecimento do avião com 239 pessoas a bordo.

O voo MH370 da Malaysia Airlines descolou de Kuala Lumpur na madrugada de 8 de março (00.41 horas locais ou 16.41 de 7 de março em Lisboa) e tinha previsto chegar a Pequim seis horas depois, mas desapareceu do radar 40 minutos após a descolagem.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=3766279

Francamente, anda meio mundo a procurar o avião e oculta-se informação ??:eek: :disgust:

Cá para mim já sabem o que aconteceu ao avião, mas não o revelam, ou pelo menos têm pistas importantes..:disgust:
 
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Pelo menos 26 países participam nas buscas

Francamente, anda meio mundo a procurar o avião e oculta-se informação ??:eek: :disgust:

Cá para mim já sabem o que aconteceu ao avião, mas não o revelam, ou pelo menos têm pistas importantes..:disgust:

Tens razão com essa informação podia se direcionar as buscas e poupava-se dinheiro ainda acabavam por vir procurar em portugal :lmao:

É verdade mas cada país tem a sua forma de gerir e podem ter recebido ordens para não contarem antes de verificarem, mas como o aparato está a ser tão grande acabou por vir ao de cima, não sou especialista mas faltam 20dias para as caixas negras ficarem sem os dados, provavemente foi um suicidio mas como já lá houve um grande podem ter decidido fingir serem levados por terroristas para outra zona e como aquilo de comunicações está desligado não há provas para culpar os pilotos logo as familias recebem inde minizações coisa que não aconteceu num outro suicidio que até o piloto deixou cartas de despedida :D
Para demorar tanto tempo a encontrar deve ter caido na água e é + dificil de encontrar as caixas o que mais ajuda essa teoria pois a maior parte da rota era em cima de terra
É interessante ver a lista de países intervenientes até está a coreia do sul mas não a do norte :D e a maioria eram chineses que iam no avião.
Será que querem mesmo ajudar ou é só para ficar na fotografia? :p
 
Os destroços não permitem saber muito. Um avião que cai no mar desfaz-se de forma igual a todos os que caem no mar. A zona é tão remota que levará dias até alguém lá chegar.
 
UMA EXPLICAÇÃO SIMPLES PARA O MISTÉRIO DO VOO MH370

terça-feira, 18 de Março de 2014 à(s) 21:23

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Boeing 777 da Malaysia Airlines Foto: Aero Icarus

Tem havido muita especulação acerca do voo 370 da Malaysia Airlines. Terrorismo, sequestro, meteoros e por aí adiante. E a comunicação social em geral não tem prestado um bom serviço de informação, eventualmente mais preocupados em explorar a mina que sempre é uma situação misteriosa.

A história conhecida já a sabemos: um 777 carregado parte de Kuala Lumpur com destino a Pequim. Noite quente e avião pesado. Após uma hora de voo, sobre o Golfo da Tailândia deixa de haver contacto com o avião, o que significa que o transponder e o radar secundário foram inativados. Dois dias mais tarde, sabe-se que radares militares detetaram o avião em direção a sudoeste, sobre a península malaia, em direção ao Estreito de Malaca.

E esta inversão na rota é a chave para uma explicação simples: o piloto dirigia-se para a pista de Palau Langkawi, a mais óbvia se uma emergência grave ocorresse perto do local da inversão de rota, uma vez que esta tem 13.000 pés de comprimento e a aproximação é feita sobre água e não com montanhas de 8000 pés de altitude, como sucederia se regressasse a Kuala Lumpur. Se considerarmos que algo de grave sucedeu a bordo, o piloto tomaria a decisão de se dirigir ao aeroporto mais seguro e mais próximo.

A inativação dos transponders e comunicações é perfeitamente explicável por um incêndio a bordo. E o mais provável seria um incêndio elétrico. Em caso de incêndio a primeira resposta é retirar os painéis eletricos principais e restaurar os circuitos um a um, até encontrar o defeituoso. Se retiraram os painéis, o avião ficou "silencioso". Com certeza foi algo de muito grave o que sucedeu, o que ocuparia a tripulação com o controlo do avião e extinção do incêndio. Voar, navegar e comunicar é a mantra para uma situação destas.

Há dois tipos de incêndios. Um incêndio elétrico pode não ser muito rápido nem forte e pode ou não haver fumo incapacitante. Contudo, existe a possibilidade, dado o espaço temporal, de sobreaquecimento de um dos pneus do trem da frente à descolagem, que começou a arder lentamente. Avião pesado, noite quente, nível do mar, rolagem de descolagem longa. Sucedeu um acidente similar com um DC8 da Nigéria. Depois, um incêndio provocado por um pneu, produziria fumo horrivelmente incapacitante. Os pilotos têm acesso a máscaras de oxigénio, mas não com incêndio. Poderiam até ter um filtro de fumo, mas dura apenas alguns minutos, dependendo do nível de fumo.

O que provavelmente sucedeu foi que a tripulação foi vencida pelo fumo e o avião continuou em piloto automático na última rota definida, até ter ficado sem combustível, ou o incêndio consumiu o aparelho e se despenhou. A ser possível encontrar os seus destroços será ao longo dessa última rota. Em qualquer outro local será perda de tempo.

Teorias de sequestro não têm consistência, até prova em contrário. Seria necessário uma grande logística para desligar intencionalmente os sistemas de comunicação automáticos, o que é muito mais facilmente explicável por um sério problema elétrico, eventualmente causado por incêndio.
Para mais, ações terroristas são normalmente reclamadas pelos seus autores/autores morais, o que não sucedeu no caso.

Quanto às alegadas flutuações na altitude do aparelho, dado que não havia informação de transponder e a informação existente é apenas de radares primários a mais de 200 milhas de distância, podem estar afetados de erro devido às condições atmosféricas, pelo que não são totalmente confiáveis. Ainda assim, podemos aceitar que o piloto tenha subido a 45.000 pés, num esforço para apagar o fogo, buscando o menor oxigénio possível. É um cenário aceitável. Contudo, manter o avião a 45.000 pés não seria fácil, uma vez que a aeronave estaria muito próximo do seu limite de sustentação. A entrada em perda é perfeitamente possível e as rápidas taxas de descida registadas podem ser explicadas por uma situação destas, com recuperação a 25.000 pés. O piloto pode também ter tentado mergulhar para extinguir as chamas. Já subir a 45.000 pés num cenário de sequestro não faz qualquer sentido.

Estimando que o avião queimou cerca de 20 a 25% do combustível na descolagem e subida até altitude e velocidade de cruzeiro, será de admitir que tivesse combustível para seis ou mais horas de voo, o que explicaria os pings de dados inmarsat recebidos durante várias horas.

O voo contínuo agora conhecido, até ao tempo admissível de esgotar o combustível, só confirma que a tripulação estaria incapacitada e o voo continuou até às profundezas do Oceano Índico.

http://portadembarque04.blogspot.pt/2014/03/uma-explicacao-simples-para-o-misterio.html
 
Malásia reconhece que Boeing 777 despenhou-se no Índico

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, admitiu esta segunda-feira que o avião da Malaysia Airlines desaparecido há mais de duas semanas se despenhou no Oceano Índico.

O governante não se referiu aos destroços detectados no mar, que ainda não foram definitivamente identificados, mas disse que as mais recentes análises aos dados de satélite indicam que o último sítio onde o avião foi detectado foi a sobrevoar o mar, ao largo da cidade australiana de Perth.

“Estamos a falar de um lugar remoto, longe de qualquer ponto de aterragem. Por isso, é com grande tristeza que vos informo que de acordo com estes dados a voo terminou a sua viagem despenhando-se no Oceano Índico”, disse em conferência de imprensa o primeiro-ministro.

Najib Razak explica que a informação lhe foi prestada pela "UK Air Accidents Invstigation Branch", com base em análises inéditas feitas aos dados existentes.

Antes da conferência, as famílias de passageiros e tripulantes tinham sido informados pessoalmente de que já foram abandonadas, oficialmente, quaisquer esperanças de encontrar sobreviventes.

“Para os familiares estas últimas duas semanas têm sido terríveis. Esta notícia é ainda mais triste. Peço aos meios de comunicação que respeitem a sua privacidade e lhes dêem espaço neste tempo tão difícil", apelou.

Não foram adiantadas quaisquer teorias sobre a razão do desaparecimento do avião da Malaysia Airlines, na noite de 8 de Março.

O voo fazia o trajecto entre Kuala Lumpur e Pequim e transportavam 239 pessoas.
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=26&did=142999

Resta agora saber o porquê de o avião se ter despenhado tão a Sul e bem fora da sua rota...
 
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