Supuesto avión estrellado Gran canaria ... 
canarion1983
Falso alarme na costa de Grã Canária, onde a (falsa) queda de um avião foi notícia, às 15h00 desta quinta-feira. As notícias basearam-se numa imagem que, de facto, se assemelhava a um Boeing, mas não passava de um rebocador de um barco e do respetivo barco.
Um porta-voz dos serviços de emergência das Ilhas Canárias fez correr a notícia, via-Twitter – “queda de um avião no mar, a duas milhas da costa de Grã Canária” – e a mesma fonte viria a desmentir a informação logo a seguir.
“Alarme falso: não desapareceu qualquer avião perto da costa da Grã Canária”, informaram os serviços. “Confirmamos que não é um avião [que estaria amarado], mas um rebocador a puxar um navio”, acrescentaram, pouco mais tarde. Diversos órgãos de comunicação social deram conta, a meio da tarde, da queda de um avião na costa da Grã Canária, sendo que a informação era escassa. Não se sabia de que aparelho se tratava, de onde partira, onde deveria ter aterrado, quantos passageiros transportava.
Mais tarde, percebeu-se que a única fonte da falsa notícia fora uma imagem que tinha reais semelhanças com um avião pousado na água.
Fonte PTjorrnal

canarion1983
Falso alarme na costa de Grã Canária, onde a (falsa) queda de um avião foi notícia, às 15h00 desta quinta-feira. As notícias basearam-se numa imagem que, de facto, se assemelhava a um Boeing, mas não passava de um rebocador de um barco e do respetivo barco.
Um porta-voz dos serviços de emergência das Ilhas Canárias fez correr a notícia, via-Twitter – “queda de um avião no mar, a duas milhas da costa de Grã Canária” – e a mesma fonte viria a desmentir a informação logo a seguir.
“Alarme falso: não desapareceu qualquer avião perto da costa da Grã Canária”, informaram os serviços. “Confirmamos que não é um avião [que estaria amarado], mas um rebocador a puxar um navio”, acrescentaram, pouco mais tarde. Diversos órgãos de comunicação social deram conta, a meio da tarde, da queda de um avião na costa da Grã Canária, sendo que a informação era escassa. Não se sabia de que aparelho se tratava, de onde partira, onde deveria ter aterrado, quantos passageiros transportava.
Mais tarde, percebeu-se que a única fonte da falsa notícia fora uma imagem que tinha reais semelhanças com um avião pousado na água.
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