Bisontes europeus regressam a Espanha

Tópico em 'Biosfera e Atmosfera' iniciado por Zoelae 3 Jun 2010 às 18:26.

  1. duero

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    Nimbostratus

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    Hemos de tener en cuenta una cosa mas: una raza doméstica que se hace salvaje se "AURA", es decir, comienza a tomar característica de uro.

    Eso sucedió en norteamerica con las vacas que introdujeron los españoles en Texas, que se hicieron salvajes y tomaron características aurinas.
    Aquellas vacas procedían de razas del Sur de España con grandes cuernos pero allí se hicieron salvajes y luego mezclaron con razas británica y fueron criadas medio salvajes.

    Son las TEXAS LONGHORN.

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  2. duero

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    Nimbostratus

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    LONGHORN EN OKLAHONA

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    Parece un uro propiamente.
     
  3. belem

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    Cumulonimbus

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    Sim, é possível, mas o ideal seria usar animais com um bom historial de uro genético, fenotípico e se possível até comportamental. Muitas dessas vacas são animais cruzados e já algo alterados, embora sem dúvida que consigam voltar a ser uros ( embora leve muito mais tempo). Para tornar isto mais rápido o ideal seria seleccionar as melhores raças, os melhores uros, vá...
    No estudo que vi sobre as raças do noroeste ibérico, quase todas são derivadas de cruzamentos, excepto a Maronesa. Claro que temos também a Sayaguesa, mas essa não foi usada no estudo.
    Não esquecer, que no caso das versões mais puras e selvagens, também houve uma selecção do Homem, mas não tendo em vista o cruzamento ( felizmente!) mas tão e somente a selecção dos exemplares com as melhores características dentro da mesma espécie, pretendidas para determinados propósitos.
    No nosso caso, pretendemos os melhores uros, então vamos procurá-los! :D
     
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  4. duero

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    Nimbostratus

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    Totalmente cierto y pienso que las mejores estan en la península.

    Los uros "recreados" hace décadas en alemania no sirven, son ainda menos uros que las razas ibéricas.
    Esos uros "recreados" ni siquiera tienen carácter pues no se defienden de los lobos.
    No solo es necesario el fenotipo sino tambien el carácter. Debemos recordar que el uro era salvaje y por tanto tenía que defenderse de lobos y osos y otros animales salvajes, incluso del lince, que bien puede cazar a "uros crianzas".
    Los uros recreados en alemania y holanda no se defienden de los lobos ni de ningún animal, cuando llega un animal salvaje huyen y dejan solas las crias. Fueron creados con razas de centroeuropa muy domesticas y con zonas sin lobos hace siglos.
    Nuestras razas del Noroeste tienen hábito a "vivir" con el lobo.
    Incluso el toro bravo puede luchar con los lobos.

    Sería bueno mezclar lo siguiente:

    razas cercanas al uro fenotípicamente (tudanca, sayaguesa, maronesa)
    razas grandes que den corpulencia (avileña ibérica)
    toro bravo que le de caracter y bravura para no huir de los lobos (toros mas bravos de España, Portugal y Sur de Francia).

    TUDANCA

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    SAYAGUESA

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    MARONESA

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    AVILEÑA IBÉRICA (mas alta que las anteriores)

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    TORO DE LIDIA (importante para dar bravura contra depredadores)

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    Lo extraño de todo esto es.........¿POR QUE LO HACEN EN HOLANDA Y ALEMANIA CON NUESTRAS RAZAS?
    Ahora llevan razas de aquí a allí para recrear el uro.

    ¿POR QUÉ NO SE HACE AQUÍ SI ES AQUÍ DONDE ESTAN ESAS RAZAS "AURICAS"?
     
  5. belem

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    Cumulonimbus

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    Muito bom o teu post!
    Completamente de acordo.
    É algo que tem que ser pensado e mais que isso, feito!
    Depois respondo melhor, que agora tenho que ir. :D
     
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  6. belem

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    Cumulonimbus

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    Sim, também estou de acordo.
    Tem que haver um equilíbrio para chegar às espécies de auroque.
    Em relação ao Tronco pré-histórico de uro mauritânico dentro do Noroeste peninsular( Bos desertorum, Bos primigenius opisthonomous ou Bos primigenius mauretanicus são todos sinónimos ) foram encontradas não 1 mas 3 raças: Cachena, Galega e Barrosã.
    Pode-se dizer que neste grupo as principais características fenotípicas são: cornos altos em forma de lira e pelagem de côr clara.
    Actualmente tanto a Barrosã como a Cachena têm essas características.
    A raça Galega teve muita influência também do uro mauritânico e só mais no fim é que recebeu um cruzamento com a raça Barrosã.
    Isto deveu-se à sua área limitada de expansão e influência de uma raça vizinha em clara expansão ( a raça Barrosã).

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    Uploaded with ImageShack.us

    Raça Cachena com características fenotípicas típicas do tronco mauritânico.


    As raças Arouquesa, Frieiriesa,Caldelana, Limiana, Vianesa derivam do mutante Bos primigenius estrepsicerus ou Bos taurus ibericus.


    E no terceiro grupo temos isolada a Raça Maronesa, que deriva directamente do Bos taurus brachycerus, que não sofreu qualquer cruzamento e manteve-se isolada geneticamente, possivelmente, digo eu, devido ao isolamento do local onde vive.


    http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/9c/Bos_primigenius_map.jpg

    Na P. Ibérica, tendo em conta a suas origens mais primitivas, aparentemente é referido o Bos primigenius primigenius. A hipótese de termos potencialmente uma população de Bos primigenius mauretanicus sob a forma de raças primitivas existe, mas não sei se serão originárias de populações nativas da P. Ibérica ou não. Será que a P. Ibérica tinha alguma espécie ou subespécie de auroque diferente da maior parte da Europa? Não sei.
    Seja como for, seria muito interessante recuperar ambas as subespécies e investigar mais.
     
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  7. duero

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    Nimbostratus

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    Siempre pense que cachena y barrosa era la misma vaca, solo que cambiaban los nombres, pero que eran lo mismo, cachena el nombre en España y barrosa en Portugal.

    "Será que a P. Ibérica tinha alguma espécie ou subespécie de auroque diferente da maior parte da Europa? Não sei."

    Nao acredito estranho. A P.I. ten:

    -especie diferente de lince (o iberico Lynx pardinus).
    -subespecie diferente de lobo (signatus)
    -subespecie/especie diferente de cabra montes (capra hispanica, diferente da dos Alpes).
    -subespecie diferente de gato montes (mas grande que el europeo).
    -subespecie diferente de liebre
    -subespecie diferente de aguila real
    -subespecie/especie diferente de aguila imperial.
    -subespecie/especie diferente de rebeco.

    La Península ibérica tiene el mayor número de endemismos botanicos y animales de Europa.

    Mismo hasta tiene un abeto propio ibérico.
     
  8. belem

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    No estudo científico que postei, Cachena e Barrosa estão apresentadas separadamente. Mas acredito que sejam muito próximas e praticamente idênticas.
    São numerosos os bovinos destas raças, que apresentam traços de enorme rusticidade, sendo muito semelhantes aos seus antepassado selvagens em vários aspectos.
    Quanto à possibilidade da existência de um outro auroque nativo da P. Ibérica acho possível mas ainda não tenho referências sobre isso.
     
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    Nimbostratus

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    No hay encierros de toros en Portugal? Lo veo extraño cuando Portugal tambien es país de "touradas".
     
  11. belem

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    Cumulonimbus

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    Sí, los hay. :D
     
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    En que ciudades portuguesas hay encierros de toros? Gustaria de ver siquiera por televisión.
     
  13. belem

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    En youtube « Largadas de touros em Portugal» tienes muchos videos para mirar.:)
     
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  14. duero

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    Nimbostratus

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  15. Pek

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    Fecha de la Noticia: 16 de agosto del 2010

    Nace un bisonte en la Reserva de San Cebrián de Mudá

    La reserva ha visto nacer al primer ejemplar en peligro de extinción tras la llegada de una manada salvaje de siete bisontes.

    El Bisonte Europeo ha demostrado sus ganas de vivir en la Cordillera Cantábrica con una velocidad asombrosa, incluso saltándose las normas de la propia naturaleza y especie para convencer a palentinos primero, que son los que les han acogido y a todos los españoles, de que su sitio puede estar aquí.De hecho, La reserva del bisonte europeo de la localidad palentina de San Cebrián de Muda ha visto nacer al primer ejemplar de esta especie en peligro de extinción tras la llegada de una manada salvaje de siete bisontes europeos procedentes de los bosques polacos de Bialowieza y Pszczyna en el mes de junio.

    Si hace unos meses se comía las escobas y otros matorrales productores de fuego como si de una desbrozadora se tratase, diciéndonos que es útil y que puede ayudarnos a combatir el abandono del campo, si hace unos meses se emboscaba en un pequeño recinto donde es difícil verle, diciéndonos que su carácter es más parecido al del corzo que al del león, y que es un animal tímido y nada peligroso pese a su tamaño, hoy envía la tercera señal y fuera de tiempo biológico (suelen parir en primavera) una hembra ha traído su retoño, gestado en la libertad de los bosques polacos, a nacer a España.

    La Asociación para la Conservación del Bisonte Europeo en España ha trasladado las felicitaciones que ha recibido de toda Europa a la Montaña Palentina, al ayuntamiento de San Cebrián de Mudá, a la Junta de Castilla-León y a la sociedad española que está siguiendo esta reintroducción con esperanza por la ayuda prestada a la especie emblemática más grande de Europa a escapar de un destino fatal y a seguir el camino junto a nosotros y nuestros hijos.

    Noticia publicada en El Norte de Castilla, 16 de agosto de 2010

    http://www.nortecastilla.es/20100816/local/palencia/mace-bisonte-reserva-cebrian-201008161842.html

    Foto de madre y cría. Fuente: El Norte de Castilla

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