luismeteo3
Furacão
Se as pessoas usarem os princípios básicos da permacultura, o fogo e a sua propagação será extremamente mitigado.
Edit: http://www.permacultureprinciples.com/pt/
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Quanto ao resto... Pedir ajuda aos bombeiros?João Soveral, da Confederação dos Agricultores de Portugal, não tem dúvidas: “Foi um problema de protecção civil, não de desordenamento.” Não que este não exista, mas “é o ponto de partida, não é o ponto de chegada, não foi este ano que o território ficou desordenado, já era assim”, acrescenta. Por isso, cabia à protecção civil agir em conformidade, o que não aconteceu: “Depois de Pedrógão fechavam estradas e evacuavam aldeias por tudo e por nada, neste domingo não fizeram isso em lado nenhum, houve dezenas de relatos de estradas abertas rodeadas pelo fogo, na mata de Leiria podia ter ocorrido uma tragédia semelhante à de Junho porque só se cortaram estradas muito tarde.”
@Orion deixa-te disso. Vamos lá contribuir para um debate positivo em relação ao futuro da floresta. Eu já contribui, convido-te a deixares a picardia à malta de esquerda e a usares todo o teu know-how para uma discussão saudável.
Tras consultar estas fuentes llegó a la conclusión de que la mayoría de los incendios son provocados por personas muy cercanas a la zona en la que se producen y casi siempre por motivos relacionados con los usos tradicionales del monte como quemar la maleza. Este trabajo le permitió comprobar que son "los intereses económicos muy pequeños" e individuales y no las conspiraciones y las especulaciones urbanísticas o madereras. Y recorrer algunas de las zonas devastadas por las llamas y hablar con sus protagonistas le hizo reafirmar esa conclusión.


@Pedro1993 ela regenera-se. Até um dia que se farte realmente de nós. Excelente foto![]()

Esse é outro grande problema, a dispersão. Portugal está cheio de aldeias e pequenos povoados dispersos no meio da floresta com acessos difíceis longe de nacionais e com ruas estreitas. Os bombeiros muitas vezes para salvar as casas deixam arder a floresta, mas chegasse a um ponto em que o fogo atinge tamanha dimensão e velocidade que fica impossível de controlar, acabando por apanhar outras aldeias que até estavam distantes do ponto de ignição e aparentemente seguras. No Domingo foi isso que aconteceu. É impossível ter um carro de bombeiros e meia dúzia de homens em todas as aldeias, não há meios suficientes e se fizerem uma lista são centenas as aldeias afectadas.Concordo com tudo o que disseste a 100%! Outra questão complicada são os pequenos povoados dispersos dentro da floresta.
Lá está, como se resolve? Ou se reagrupa povoados, o que levaria a grandes contestações de certa forma compreensíveis, outra possível solução que me lembrei seria a construção uma rede de abrigos subterrâneos (como nos Estados Unidos existe para os tornados) para protecção de pessoas em zodas de grande risco. Obrigado pela resposta!Esse é outro grande problema, a dispersão. Portugal está cheio de aldeias e pequenos povoados dispersos no meio da floresta com acessos difíceis longe de nacionais e com ruas estreitas. Os bombeiros muitas vezes para salvar as casas deixam arder a floresta, mas chegasse a um ponto em que o fogo atinge tamanha dimensão e velocidade que fica impossível de controlar, acabando por apanhar outras aldeias que até estavam distantes do ponto de ignição e aparentemente seguras. No Domingo foi isso que aconteceu. É impossível ter um carro de bombeiros e meia dúzia de homens em todas as aldeias, não há meios suficientes e se fizerem uma lista são centenas as aldeias afectadas.
“É evidente que predominará sempre o pinheiro bravo, pois estamos a falar de solos muito pobres, em praticamente todas estas matas, mas, de qualquer maneira, há hoje novas soluções que queremos que o ICNF estude e [que] nos apresente”, disse.
E para não levantar suspeitas falava com um primo meu de uma ilha distante para gerir o negócio 