Floresta portuguesa e os incêndios

O Partido Socialista adora aproveitar-se destas tragedias para criar mais burocracia e novos tachos. Isto tudo mete nojo.

Acho que esse mal é geral... Tem que haver sempre tacho para os amigos!
 
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Governo prevê ampliar floresta pública nos próximos anos

O Governo defendeu esta quarta-feira a ampliação da área florestal de domínio público, através da identificação das terras sem dono conhecido, rejeitando qualquer intenção de privatizar a floresta portuguesa, nomeadamente o Pinhal de Leiria.

"Nos próximos anos, a floresta pública irá aumentar a sua expressão face ao que existe hoje", afirmou o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, indicando que actualmente o Estado é apenas proprietário de 2% da floresta em Portugal.

No âmbito de uma reunião extraordinária do Conselho Florestal Nacional, que decorreu em Lisboa com todas as entidades públicas e privadas que interagem no sector florestal, o ministro Luís Capoulas Santos disse que o Sistema de Informação Cadastral Simplificada, que está já a ser implementado como projecto-piloto em dez municípios afectados pelos incêndios e que se prevê que seja depois alargado a todo o país, vai permitir "identificar o património sem dono conhecido, que, uma vez identificado, passará para a esfera pública e irá ampliar a floresta pública".

"O Governo não tem a mínima intenção de privatizar a pouca floresta pública que existe, pelo contrário, temos intenção de ampliar a floresta pública em Portugal", reforçou o governante.

O Sistema de Informação Cadastral Simplificada entrou em vigor a 1 de Novembro como projecto-piloto em dez municípios das regiões Norte e Centro de Portugal continental, permitindo o registo dos prédios rústicos e mistos de forma gratuita durante um ano.

O registo destes terrenos será feito através do Balcão Único do Prédio (BUPi), um instrumento físico e virtual, da responsabilidade do Instituto dos Registos e Notariado (IRN), que vai agregar a informação registal, matricial e georreferenciada relacionada com os prédios.

http://www.jornaldenegocios.pt/empr...ica-nos-proximos-anos?ref=HP_Ultimosdestaques

O projecto-piloto do cadastro integra dez municípios atingidos pelos fogos em Junho deste ano e em 2016, designadamente Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Penela, Sertã, Caminha, Alfândega da Fé e Proença-a-Nova.



No caso de terrenos sem dono conhecido, a lei determina a publicitação e o registo provisório e inscrição na matriz dos prédios identificados como sem dono conhecido.



"Qualquer interessado pode pronunciar-se relativamente à identificação de prédio como prédio sem dono conhecido, no prazo de 180 dias sobre a data da publicitação do anúncio", lê-se na lei, indicando ainda que os terrenos sem dono conhecido vão ser "inscritos na matriz e registados, provisoriamente, a favor do Estado durante 15 anos".



Após a implementação do Sistema de Informação Cadastral Simplificada nos dez municípios do projecto-piloto, o Governo vai apresentar à Assembleia da República "um relatório de avaliação do presente regime, com vista à sua eventual extensão a todo o território nacional", de acordo com a lei em vigor.
 
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Repórter TVI: "Pedrógão como nunca foi visto"
Uma reportagem de Ana Leal, com imagem de Nuno Quá e edição de imagem de João Pedro Ferreira


São imagens exclusivas que a TVI teve acesso, retiradas de câmaras instaladas nos Bombeiros de Pedrógão Grande e que filmaram o incêndio de 17 de junho, que culminou com a morte de 65 pessoas.

Pela primeira vez também, o comandante dos bombeiros de Pedrógão quebrou o silêncio.

Num posto de vigia dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande, foram instaladas as quatro câmaras com visibilidade para todo o concelho. As únicas que conseguiram filmar em tempo real e de forma ininterrupta a tragédia que deste verão.


http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/pedrogao-grande/reporter-tvi-pedrogao-como-nunca-foi-visto
 
PROIBIDO SUBSTITUIR OUTRAS ÁRVORES POR EUCALIPTO NAS ÁREAS QUEIMADAS

O Governo aprovou hoje em Conselho de Ministros um decreto-lei que trava a plantação de eucaliptos em áreas ardidas ocupadas antes por outras espécies de árvores.

Este decreto-lei determina o regime transitório a que ficam sujeitas, no território continental, as ações de arborização e rearborização com recurso a espécies florestais.

O objectivo é “promover a existência de uma adequada composição dos povoamentos florestais, evitando a rearborização com espécies do género Eucalyptus sp. em áreas ocupadas anteriormente por outras espécies”, segundo o comunicado do Conselho de Ministros de 16 de Novembro.

Segundo o Governo, esta medida ajuda a melhorar o “equilíbrio entre as diferentes espécies florestais” e “garantir as atividades das várias fileiras florestais, bem como a biodiversidade”.

http://www.wilder.pt/historias/proibido-substituir-outras-arvores-por-eucalipto-nas-areas-queimadas/
 
PROIBIDO SUBSTITUIR OUTRAS ÁRVORES POR EUCALIPTO NAS ÁREAS QUEIMADAS

O Governo aprovou hoje em Conselho de Ministros um decreto-lei que trava a plantação de eucaliptos em áreas ardidas ocupadas antes por outras espécies de árvores.

Este decreto-lei determina o regime transitório a que ficam sujeitas, no território continental, as ações de arborização e rearborização com recurso a espécies florestais.

O objectivo é “promover a existência de uma adequada composição dos povoamentos florestais, evitando a rearborização com espécies do género Eucalyptus sp. em áreas ocupadas anteriormente por outras espécies”, segundo o comunicado do Conselho de Ministros de 16 de Novembro.

Segundo o Governo, esta medida ajuda a melhorar o “equilíbrio entre as diferentes espécies florestais” e “garantir as atividades das várias fileiras florestais, bem como a biodiversidade”.

http://www.wilder.pt/historias/proibido-substituir-outras-arvores-por-eucalipto-nas-areas-queimadas/

As leis só por si não se cumprem, continuamos a ver novas plantações ilegais de eucalipto um pouco por todo o lado.

Chega de leis! Era mais importante fazer cumprir as leis que já existem!
 
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Proteção Civil alerta para risco de incêndios nos próximos dias

A Proteção Civil alerta para um "período de tempo seco e subida de temperatura, para valores acima da média para esta época do ano".
A Autoridade Nacional de Proteção Civil alertou para o perigo de incêndios a partir de sexta-feira e durante os "próximos dias", face a previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) de uma subida de temperatura e à seca que o continente atravessa.
"Estão reunidas condições favoráveis à propagação de incêndios rurais na eventualidade de se verificarem ignições do material lenhoso, uma vez que o país atravessa um já longo período de seca e, além disso, existe ainda grande quantidade de material combustível acumulado e suscetível de arder rápida e violentamente nos espaços florestais", alerta a Proteção Civil em comunicado.

No documento a entidade recorda que em locais em que haja um elevado risco de incêndio não é permitida a realização de queimadas, e se o risco for muito elevado não são permitidas fogueiras para recreio, lazer ou cozinhar, nem utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos, nem queimar matos ou lançar balões (de mecha acesa) ou foguetes, entre outras medidas.
Na página oficial o IPMA prevê para sexta-feira, 17 de novembro, temperaturas máximas que podem chegar aos 22 graus, especialmente na zona sul do continente.

Para sábado está prevista nova subida das temperaturas entre um a dois graus.

IN TSF
16 DE NOVEMBRO DE 2017
 
As leis só por si não se cumprem, continuamos a ver novas plantações ilegais de eucalipto um pouco por todo o lado.

Chega de leis! Era mais importante fazer cumprir as leis que já existem!

Segundo a lei deste governo, aonde não arrebentar o eucalipto estavam outras árvores, aonde rebenta o eucalipto estava plantado lá, o eucalipto. :D

Aliás, em todas as imagens que passam nas tv's, vê-se aonde está o eucalipto a rebentar e aonde não está a rebentar. :rolleyes:
 
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Governo prevê ampliar floresta pública nos próximos anos

O Governo defendeu esta quarta-feira a ampliação da área florestal de domínio público, através da identificação das terras sem dono conhecido, rejeitando qualquer intenção de privatizar a floresta portuguesa, nomeadamente o Pinhal de Leiria.

"Nos próximos anos, a floresta pública irá aumentar a sua expressão face ao que existe hoje", afirmou o ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, indicando que actualmente o Estado é apenas proprietário de 2% da floresta em Portugal.

No âmbito de uma reunião extraordinária do Conselho Florestal Nacional, que decorreu em Lisboa com todas as entidades públicas e privadas que interagem no sector florestal, o ministro Luís Capoulas Santos disse que o Sistema de Informação Cadastral Simplificada, que está já a ser implementado como projecto-piloto em dez municípios afectados pelos incêndios e que se prevê que seja depois alargado a todo o país, vai permitir "identificar o património sem dono conhecido, que, uma vez identificado, passará para a esfera pública e irá ampliar a floresta pública

Interessante.. O estado perdeu 95% do pinhal de Leiria, 68% do parque natural da Serra da Estrela (maior parte é do estado) e quer ampliar a floresta pública? Se há coisa pior que o fogo, é o estado: nem bom empregado nem bom patrão!
 
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Não é fácil retirar os pinheiros, diria até que ninguém lhes toca. Pelo menos assim foi em 2003, também prometeram parques para depositar a madeira, mas depois a realidade é outra:
1- ninguém precisa de tanta madeira, não há mercado para meio milhão de hectares, nem máquinas suficientes para a sua remoção em tempo útil.
2- tempo útil? Sim, passados 3-6 meses, a Madeira apodrece, pesa metade seca e parasitada com bichos. O fim é tombar, quando deixa de suportar o próprio peso.
3- o preço do corte e transporte é por vezes superior ao que pagam pela madeira queimada. Alguém gosta de perder tempo, saúde e dinheiro?

Nota: os medronheiros voltam a brotar do fundo, há que cortar os troncos secos.
 
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Autarquia quer empreendimento construído com madeira ardida do Pinhal de Leiria
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Revelação feita pela presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande.

A construção de um empreendimento turístico com madeira queimada do Pinhal de Leiria é uma das medidas em equação para compensar os incêndios de 15 e 16 de outubro, revelou hoje a presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande. "Das reuniões com os secretários de Estado da Floresta e do Turismo, ficou a ideia de acoplar [ao Parque do Engenho] um empreendimento turístico, [construído] com as madeiras retiradas da mata, como marca do que tínhamos, para ficarem estas madeiras como símbolo do futuro", disse Cidália Ferreira, durante o debate "Reerguer das cinzas o Pinhal do Rei", promovido pela Câmara e Assembleia Municipal.

O Pinhal de Leiria só terá árvores como tinha "dentro de 75 anos" e para render como até este ano "será preciso esperar 150 anos. Nunca mais vamos ver o Pinhal de Leiria como o conhecíamos".

http://www.cmjornal.pt/portugal/det...truido-com-madeira-ardida-do-pinhal-de-leiria