IPMA - Novidades, dúvidas, sugestões e críticas

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Sim, eu verifiquei que a página do radar estava online, mas mesmo assim, os radares dinâmicos não deveriam de ficar "em baixo" tantas vezes..
O radar dinâmico deve usar uma boa parte dos recursos de computação e do servidor, penso eu, mas também podem estar a fazer algumas alterações/melhoramentos.
 
Boletins climatológicos (resumos) para Portugal continental e ilhas publicados com nova imagem/layout

Fevereiro 2026


Destaque para o regresso da ilha da Madeira à produção de boletins climatológicos.

Os boletins (incluindo o de janeiro 2026) será publicado já com nova imagem.

Boa notícia o regresso dos boletins climatológicos da Madeira. Agora só faltam os boletins dos quase 14 anos de interregno :D

E sobre os boletins deste ano de Portugal Continental, estamos a 11 de março e janeiro apenas tem publicado o resumo mensal (tal como fevereiro). Quando sai o boletim completo...?

Sobre a nova imagem, parece-me muito bem! :thumbsup: Só espero que não se perca informação com este novo formato. Confesso que fiquei assustado quando vi apenas 2 páginas, mas depois reparei que era o resumo, e não o boletim completo. Aguardo pelo documento final! :D
 
Boa notícia o regresso dos boletins climatológicos da Madeira. Agora só faltam os boletins dos quase 14 anos de interregno :D

E sobre os boletins deste ano de Portugal Continental, estamos a 11 de março e janeiro apenas tem publicado o resumo mensal (tal como fevereiro). Quando sai o boletim completo...?

Sobre a nova imagem, parece-me muito bem! :thumbsup: Só espero que não se perca informação com este novo formato. Confesso que fiquei assustado quando vi apenas 2 páginas, mas depois reparei que era o resumo, e não o boletim completo. Aguardo pelo documento final! :D
Obrigado pelo feedback Duarte :)
Este processo de re-branding fez com que se gerassem atarsos, mas irão sair, em princípio esta semana!
 
Obrigado pelo feedback Duarte :)
Este processo de re-branding fez com que se gerassem atarsos, mas irão sair, em princípio esta semana!

Normalmente as mudanças visuais demoram a "digerir", mas na minha opinião está muito giro.

Só não sou adepto da apresentação dos mapas divididos em concelhos, algo que já começou há uns meses, mas acredito que isso também esteja relacionado com dados que os municípios queiram e assim ficam logo ali com a informação. A malha utilizada anteriormente, sem divisões administrativas, era muito mais realista. Por vezes temos saltos de 2 e 3 patamares de valores entre concelhos vizinhos.
 
Boa tarde,

Passa-se algo com o termómetro da estação meteorológica de Montalegre desde esta manhã. Está com um desvio de cerca de 5°C a mais por comparação com as estações do N e NO... :intrigante:

Obrigado!
 

Anexos

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Boa tarde,

Passa-se algo com o termómetro da estação meteorológica de Montalegre desde esta manhã. Está com um desvio de cerca de 5°C a mais por comparação com as estações do N e NO... :intrigante:

Obrigado!
A estação parece já estar com os valores de temperatura normalizados. :thumbsup:
 
Setúbal já está na lista das EMA, permite acompanhar de 10 em 10 minutos as condições meteorológicas com um pequeno atraso de até 10 minutos, até 6 horas atrás.
Recorde-se que nestas tabelas estão registados os valores de rajada de vento e direcções, também do vento médio, acumulado de precipitação diária, ponto de orvalho, extremas da temperatura diária, pressão atmosférica e tendência.
 
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:lmao:
IPMA continua com o 'bug' da mudança para a hora de Verão. Inacreditável! :facepalm:
Os registos horários afixam a hora utc, a mudança da hora não é da utc é da hora legal.

Há anos que venho apontando este ridículo 'bug' nos registos horários, nos gráficos das estações e até, pasme-se, nas tabelas das EMA!!

Onde é que estão os registos horários da 1:00 utc de dia 29 ? Alguém sabe?

Não vou explicar outra vez... desisto, vejam as capturas de écran abaixo:
 

Anexos

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Não sei se é o tópico indicado, mas é um estudo interessante.

Desertificação do Rio Xévora​

O IPMA liderou uma candiatura sobre a problemática da desertificação em contexto transfronteiriço, tendo como área de análise a bacia do rio Xévora, localizada entre Portugal e Espanha.

A candidatura conjunta envolveu três laboratórios de Estado: o IPMA, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I. P. (INIAV).

A candidatura insere-se no âmbito do projeto 2024.02853.S4P24 do programa Science4Policy 2024 (S4P-24) — Concurso de Estudos de Ciência para as Políticas Públicas, promovido pelo Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas (PLANAPP), em parceria com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A bacia hidrográfica do rio Xévora enfrenta riscos crescentes de desertificação e seca, associados às alterações climáticas, nomeadamente ao aumento da temperatura média e à diminuição da precipitação. Apesar de se observar uma relativa estabilidade no uso do solo, a elevada variabilidade climática reforça a necessidade de uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos e agrícolas. Tal gestão deverá assentar na integração de dados hidrometeorológicos, observação por satélite e produtos de reanálise.

Os resultados obtidos apontam para a importância de reforçar a monitorização hidrometeorológica local, expandir plataformas integradas de dados e adotar ferramentas preditivas que permitam antecipar episódios de seca. Estas medidas são fundamentais para aumentar a resiliência regional, promover a sustentabilidade dos sistemas naturais e produtivos e apoiar processos de decisão mais informados.

Nota: "O conteúdo deste documento é da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não vincula nem compromete o PLANAPP – Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas".

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Acho um pouco estranho este mapa. Como é que o Interior Alentejano tem um risco tão elevado de desertificação e a Extremadura espanhola não?
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IPMA
 
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Como é que o Interior Alentejano tem um risco tão elevado de desertificação e a Extremadura espanhola não?
Talvez porque os usos dos solos de um e outro lado da fronteira são diferentes? Ou seja, políticas diferentes. Embora observando as imagens de satélite isso não seja evidente. :unsure:
 
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