Islândia - Julho/Agosto 2019

Tópico em 'Natureza e Viagens' iniciado por David sf 10 Ago 2019 às 11:59.

  1. criz0r

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    Cumulonimbus

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    Uma viagem para a agenda, sem dúvida. :thumbsup:
     
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  2. David sf

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    02/08 – Glaciares (211km)

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    O dia amanhece debaixo de nevoeiro. Nos próximos dias, sob influência anticiclónica e com vento fraco (apenas junto ao mar soprava com alguma intensidade), as zonas junto à linha de costa estiveram sempre sob nevoeiro ou neblina, mas entrando-se um pouco para o interior da ilha o Sol brilhava a grande intensidade. A diferença de temperatura também era enorme, com 8ºC à cota 0 junto ao mar e 15ºC à cota 500 a uns poucos quilómetros de distância.

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    A 5km do hotel, e mais afastado do mar, visito a Stjórnarfoss, a primeira foss do dia.

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    Junto a ela uma interessante formação basáltica.

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    Parto para Este, sempre com alternância de zonas mais enevoadas com outras mais limpas, e parando em quase todos os locais onde a estrada tinha berma (raros):

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    Paro na Dverghamrar, uma outra formação basáltica que se diz habitada por duendes.

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    Vários quilómetros mais a Este, entro na região de Vatnajokull, onde existe grande parte do gelo permanente existente no país, e consequentemente os maiores glaciares. Neste maciço situa-se o ponto mais alto do país, o Hvannadalshnúkur, com 2110m de altitude.

    Quando comecei a avistar o maciço havia algumas nuvens baixas mas os cumes estavam a descoberto.

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    Ao longo da manhã, e conforme me fui aproximando, a neblina foi-se paulatinamente dissipando, mas ainda não dava para ver o primeiro glaciar, o Svinafellsjokull, na sua plenitude.

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    Fui então primeiro ao Parque Natural de Skaftafell, onde se podem fazer umas caminhadas e visitar mais uma foss, a Svartifoss:

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  3. David sf

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    Quando voltei ao glaciar já as nuvens se tinham totalmente dissipado.

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    Mas o ponto alto do dia, senão de toda a viagem, foi na minha opinião o glaciar de Jokulsárlón e a praia adjacente, a denominada Diamond Beach, já explico porquê.

    Este glaciar, o maior voltado para a costa Sul, termina num lago. Durante o degelo, vários icebergs vão-se soltando para a lagoa, originando uma das vistas mais curiosas do país.

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    Essa lagoa está ligada ao mar por um canal com uma extensão de cerca de 500m. Os icebergs são transportados até ao mar por este canal e depositam-se na Diamond Beach.

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    O contraste do negro da areia com o branco do gelo fazem desta praia o local mais inédito onde estive.

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    A acção erosiva do mar sobre os icebergs vai formando pequenos pedaços de gelo que se espalham pela praia e que se assemelham a diamantes, daí o nome da praia.

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    Faço-me de novo à estrada até à Guesthouse onde iria passar a noite.

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    O dia acaba na Guesthouse Holmur, uns 50km a Este da Diamonds Beach, localizada numa quinta aproveitada para turismo rural, e com vista para 3 diferentes glaciares.

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  4. João Pedro

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    Magnífica viagem David! :w00t::palmas: Está na minha lista... :D

    Paisagens belíssimas. Algumas fazem-me lembrar o oeste norte-americano, o Arizona especialmente que tive a sorte de explorar algumas vezes. Outras, especialmente estas últimas com árvores, não se parecem nada com a imagem que temos da Islândia, mais depressa diria que eram cá! :lol:

    Reservaste os alojamentos antes de ires, certo? E o combustível? É caro? Consegues estimar quando gastaste para dar a volta à ilha?

    Venha lá o resto da reportagem ;)
     
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  5. David sf

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    Reservei os alojamentos antes de ir, no Booking.
    O combustível é caro, aproximadamente o mesmo preço que em Portugal.
    O orçamento ficou ligeiramente acima dos 2000€.
     
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  6. João Pedro

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    OK, não me parece mau para uma experiência inesquecível :D Obrigado :)
     
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  7. David sf

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    03/08 – Eastfjords (350km)

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    Manhã com bastante neblina, não se vê nada acima da cota 200m, aproximadamente.

    A costa oriental da ilha apresenta uma paisagem diferente, menos vulcânica, mais típica da Noruega, com vários fiordes e mais verde (o mesmo se passa na costa Oeste). Como são as áreas mais distantes do rifte, são também as mais antigas e onde o vulcanismo está actualmente menos activo.

    A primeira paragem é na cidade de Hofn (que por estranho que pareça, lê-se “erpn”). Como a maioria das cidades islandesas não tem muitos pontos de interesse, é uma cidade agradável mas pouco mais.

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    Seguidamente passo na reserva natural de Hvalnes, uma praia com paisagem lunar.

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    Apesar da neblina ainda se conseguem fazer algumas fotos.

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    Paragem seguinte na localidade de Djúpivogur, onde um artista local produziu várias esculturas de ovos de diferentes espécies de pássaros, proporcionalmente ao seu tamanho.

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    Uns quilómetros à frente, antigamente a estrada N1 inflectia para o interior da ilha, através de um caminho em gravilha que incluía a subida de uma montanha. Recentemente foi aberta uma estrada em asfalto ao longo da costa recortada, que aumenta a sua distância em 60km. Para atalhar caminho, e porque já estava um pouco atrasado, apanhei a antiga estrada de gravilha, cujo traçado é belíssimo e o pavimento está em bastante bom estado (até à subida, que tinha curvas bastante fechadas, fiz média de 70 km/h).

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    Após passar o alto da montanha, o Sol aparece.

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  8. David sf

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    Passo na guesthouse onde fiquei perto da cidade de Egilsstadir, a maior cidade da região (tem 2200 habitantes!) para fazer o check-in. Queria visitar Seydisfjordur, uma magnífica aldeia situada num dos fiordes mais profundos do país, mas queira ver como estava o tempo, pois com neblina não valeria a pena fazer cerca de 80km em estrada de montanha. Consulto a aplicação das estradas da Islândia e vejo através das suas webcams que o céu está limpo por lá e deste modo faço-me à estrada.

    O caminho para Seydisfjordur envolve a subida à cota 600, com esta vista sobre Egilstadir e o seu lago, onde segundo a lenda vive um monstro.

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    Após a subida, segue-se um longo planalto.

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    Que termina com uma excelente vista para Seydisfjordur, junto a uma queda de água.

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    Seydisfjordur é uma aldeia magnífica, como as fotos comprovam.

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    Volto para jantar em Egilstadir, com esta vista.

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    Ao fim do dia volto para a guesthouse, situada num local magnífico.

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  9. ALBIMETEO

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    Bem que estava nessas paragens nesta altura do ano :thumbsup:,muito bom amigo David :p.
     
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  10. David sf

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    04/08 – Lago Mývatn (311km)

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    O dia amanhece com bastante nevoeiro e os primeiros 30km são percorridos sem qualquer visibilidade. Hoje a nebulosidade entrou bem dentro da ilha e só quando já estou bastante afastado do mar é que começa a abrir.

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    Primeira paragem, assim que se começa a ver algo, numa queda de água junto à estrada.

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    Hoje volto a atravessar o rifte, na zona do Lago Mývatn, e conforme me vou aproximando a paisagem muda. Nesta zona a paisagem é verdadeiramente lunar, pois junta-se ao terreno vulcânico uma maior distância ao mar e uma altitude mais elevada (rondando os 500/600m).

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    Faço um desvio, na direcção do mar, para visitar a queda de água mais caudalosa do país, a Dettifoss. Enquanto conduzia até lá via as nuvens a aproximarem-se e tive receio que estivesse nevoeiro por lá, mas consegui safar-me por pouco.

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    A queda de água é absolutamente impressionante, uma vez que está associada a um estrangulamento da secção do rio, o que origina um grande aumento na velocidade da água. O spray era tanto que saí de lá encharcado como se tivesse estado a chover.

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    A cerca de 1 km de distância situa-se a mais serena Sellfoss.

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  11. David sf

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    Já em pleno rifte, a zona geotermal de Hverir, ocupando uma área enorme e com cores fabulosas.

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    Depois de Hverir, a estrada sobe por cerca de 2 km e tem-se esta vista para o Lago Mývatn.

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    Junto ao lago Mývatn existem diversas atracções de natureza geológica. A primeira onde estive foi a gruta Grjótagjá, uma gruta minúscula onde existe uma nascente de água quente.

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    Paragem seguinte na paisagem vulcânica de Dimmuborgir, com curiosas formações rochosas.

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    Contam os contos populares que trolls habitam estas cavernas.

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    E por fim mais um complexo de pseudocrateras nas margens do lago.

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    Passo a noite numa guesthouse a cerca de 30 km do lago Mývayn, a caminho do mar, junto a um outro lago. Como já estava mais próximo do mar, já estava tudo de novo nublado.

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  12. remember

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    Cumulonimbus

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    @David sf excelente reportagem e fotos lindíssimas, deve ter sido uma viagem à maneira! :thumbsup:
     
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  13. David sf

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    05/08 – Norte (373km)

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    Este seria o dia menos atractivo da viagem, no que toca a paisagens naturais. A costa Norte da ilha é engraçada, seria um ex-libris em qualquer outro país, mas na Islândia, em comparação com tudo o resto que a ilha tem para oferecer, passa quase despercebida.

    O dia começa com uma visita a Husavík, cidade costeira de onde partem várias excursões de barco a preços exorbitantes para se ir ver baleias. Como tinha quase 400 km pela frente e não me apetecia gastar quase 100€ para uma viagem de barco de 2 horas, optei por apenas visitar a cidade, globalmente pouco interessante. O tempo nublado também não ajudou muito, e a brisa marítima que soprava gelada tornava desagradável andar na rua (o mar estava a 7ºC, imaginem o quão agradável era a brisa…).

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    Paragem seguinte na “foss” do dia, a Godafoss:

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    Após alguns quilómetros situa-se a capital do Norte, Akureyri. Não sendo uma cidade extremamente interessante, achei que entre todas as grandes cidades era a que tinha mais piada:

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    Saio de Akureyri por volta do meio dia e dirijo-me para Hvammstangi, onde iria pernoitar. Foi o maior percurso sem parar da viagem, 120km.

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    Durante este percurso o Sol espreitou durante uns 5km:

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    Hvammstangi é um vilarejo sem grandes motivos de interesse. É famoso pelas colónias de focas nas redondezas.

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    Viajei 20km pela pior estrada de gravilha onde andei (e que é famosa pelo seu mau estado, havia camisolas no posto de turismo à venda que diziam “I survive to road 711”) até à chamada “seal beach”. É certo que a estrada tinha alguns buracos, mas acho que algumas estradas asfaltadas em Portugal estão em estado bastante pior que esta...

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    Apesar de ser a praia das focas, elas neste dia não andavam por lá. Valeu a pena pela paisagem.

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  14. David sf

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    06/08 – Península de Snaefellsnes (352km)

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    Quando comecei a planear a viagem este seria o dia em que regressaria a Keflavík (onde fica o aeroporto) e fechava o anel. No entanto, após alguma pesquisas, decidi juntar um dia à viagem e fazer um desvio até à península de Snaefellsnes. E não me arrependi, pelo contrário, “falhar” esta península teria sido um grande erro.

    Este foi o dia mais preenchido, não só pela elevada quilometragem, mas também pela grande quantidade de locais que visitei.

    O dia amanheceu nublado em Hvammstangi, mas já com algum vento forte de Nordeste, pondo fim a um prolongado número de dias onde apenas houve brisas marítimas.

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    Os primeiros 150km do dia incluíam 2 troços em estrada de gravilha, num total de quase 100km. As estradas estavam em muito bom estado.

    Quando entro na península de Snaefellsnes já o sol brilha por entre nuvens altas. O vento limpou a nebulosidade baixa na costa Oeste. O segundo troço de estrada de gravilha atravessa paisagens espectaculares.

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    Primeira paragem em Stykusholmur, a cidade de onde parte o ferry para os Westfjords. Também não tem um interesse por aí além, mas a zona do porto proporciona umas vistas interessantes.

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    Vou percorrendo a costa Norte da península ao longo de uma estrada com vistas magníficas e atravessando alguns campos de lava. Na península de Snaefellsnes ainda existe vulcanismo activo:

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    A paragem seguinte é em Kirkjufell, cujo conjunto montanha + queda de água é o mais fotografado da Islândia.

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    Vou seguindo para Oeste, parando para almoçar uma sopa de peixe neste café em Rif, uma sugestão que encontrei em vários blogs e que partilho, não só pela comida, como pelo espaço em si:

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  15. David sf

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    Quase todas as localidades têm insufláveis fixos como este, para as crianças (e não só) saltarem:

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    Na ponta Oeste da península situa-se a praia Skardsvík, que curiosamente tem areia clara. Também achei curiosa a quase ausência de ondulação, situação transversal à maior parte das praias que visitei na Islândia.

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    Poucos quilómetros a Sul é possível subir à cratera Saxhóll, de onde se tem uma vista magnífica da região à volta e do principal vulcão da península, o Snaefellsjokull.

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    Paragem seguinte nas arribas de Djúplónssadur, esta de novo com areia preta e maciços basálticos.

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    Já na costa Sul, as arribas de Gatklettur, repletas de andorinhas do Ártico, umas aves bastante agressivas.

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    E a igreja negra, Budarkirkja.

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