O Estado do País 2015

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Depois do presidente ter dito que 2 partidos são dispensáveis qualquer posição que tomem...
Depois do presidente ter dito que não aceitará outro governo além do de Passos Coelho...

e o PSD ainda vai ter maioria absoluta? só se for nas eleições do estado novo.


Acredita na fantasia que quiseres.

O teu grupo que deite abaixo o governo ( tem legitimidade para isso) e vejam depois o resultado ( para o PCP nem deve diferir muito, mas para o PS será catastrófico) .

" Piquem " o povo português e vejam se ele é assim tão de esquerda, como diz o teu líder, ac.
 
O povo não sabe, na sua maioria, a realidade do PCP. Um vez li o Avante e recordo artigos de elogio às ditaduras da Coreia do Norte e da Bielorrússia.

Portugal é um país de pequenos e médios proprietários. Quando o Costa meter o imposto nas heranças, o que fará o povo? Em Portugal há irmãos que se matam por causa das heranças. Quando virem o Estado vir buscar uma parte...

Nem é pela Igreja. Sendo um país de pequenos e médios proprietários, PMEs e pequenos comerciantes quando a máscara comunista do PS costista cair não haverá hipóteses algumas para a Esquerda chegar ao poder durante muito tempo.
 
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... o PSD ainda vai ter maioria absoluta? só se for nas eleições do estado novo.

Antes viver no Estado Novo que ver os comunistas no poder.

:(:facepalm:

É precisamente isto que temia. Extremismos!

É terrível saber que o PSD se tornou num partido da Direita quando essa não era a sua filosofia. E não... Estado Novo nunca mais!

Acho que o BE e o PCP tem de moderar a sua postura. Moderar MUITO! Acreditar nos compromissos europeus e internacionais etc. Não esquecer a nossa enorme extensão de águas atlânticas ok?Se forem governo prefiro acreditar que cresceram e se deixaram de ideais extremistas do género soviético. Não augura nada de bom imaginar uma sociedade sem classe média e com a indústria toda destruída (a não ser a do armamento, florescente e radiante na antiga União Soviética). A propósito que coisa é essa de dizer que são Trotskistas? Ai são? E eles o que dizem disso?

Agreste, você acredita mesmo em tudo aquilo que escreve? Hum... :intrigante:


No estado em que está o exército, nem o 25 de abril era hoje possível.

O quer dizer com isto? Há um tempo atrás coloquei um post que dizia: "nasci numa unidade militar em tempo de guerra". A sua critica, fortemente adjectivada, foi tal que o retirei. Então em que ficamos, quer exército aguerrido e pronto para batalha ou é só para "inglês ver". É que custa muito dinheiro! E eu sei o que é o verdadeiro serviço militar e o que é a miséria da guerra.


Um coisa é certa: Sou contra qualquer forma de extremismos, seja de esquerda ou direita!
 
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:(:facepalm:

É precisamente isto que temia. Extremismos!

É terrível saber que o PSD se tornou num partido da Direita quando essa não era a sua filosofia. E não... Estado Novo nunca mais!

Acho que o BE e o PCP tem de moderar a sua postura. Moderar MUITO! Acreditar nos compromissos europeus e internacionais etc. Não esquecer a nossa enorme extensão de águas atlânticas ok?Se forem governo prefiro acreditar que cresceram e se deixaram de ideais extremistas do género soviético. Não augura nada de bom imaginar uma sociedade sem classe média e com a indústria toda destruída (a não ser a do armamento, florescente e radiante na antiga União Soviética). A propósito que coisa é essa de dizer que são Trotskistas? Ai são? E eles o que dizem disso?

Agreste, você acredita mesmo em tudo aquilo que escreve? Hum... :intrigante:




O quer dizer com isto? Há um tempo atrás coloquei um post que dizia: "nasci numa unidade militar em tempo de guerra". A sua critica, fortemente adjectivada, foi tal que o retirei. Então em que ficamos, quer exército aguerrido e pronto para batalha ou é só para "inglês ver". É que custa muito dinheiro! E eu sei o que é o verdadeiro serviço militar e o que é a miséria da guerra.


Um coisa é certa: Sou contra qualquer forma de extremismos, seja de esquerda ou direita!




Subscrevo inteiramente este post, mas só faço um reparo. Não há problema em que o PSD seja de direita nem que o PS seja de esquerda, desde que moderados e respeitadores dos valores democráticos.
Não convém é que certos setores do PSD ou PS resvalem para os extremos, pois isso é muito mau para a democracia.

Nunca nenhum país se desenvolveu com radicais extremistas. Portugal deve continuar a ser uma democracia ocidental tolerante e humanista, como a maior parte dos portugueses desejam.
 
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foram vergonhosas as declarações de Cavaco que atraso de país, falta de mentalidade, pessoas que nem sequer imaginam as bases de uma democracia são eleitas presidentes da republica das bananas, tenho pena que o povo português tenha na sua generalidade uma falta de cultura tão grande quando comparada com a restante europa. Pena também que passos coelho tão preocupado com o País e sabendo que esta situação iria acontecer decidiu concorrer ás eleições com uma coligação ficando assim isolado mas a sede de poder é tanta que jamais psd teria ido sozinho
 
PR respeitou a Constituição e deu posse ao partido que venceu as eleições.

VERGONHA. E este país ter pseudo - democratas da esquerda da treta que simpatizam com ideologias autoritárias.

Eu tenho vergonha de ter essa gente no meu país e sim, são responsáveis pelo nosso atraso.

E não é por falarem grosso e serem mal educados que vão meter medo a quem quer que seja.
 
Relativamente ao discurso de Cavaco Silva, pode na minha opinião ser dividido em duas partes:

1 - A primeira parte uma indigitaçao natural daquele que foi o vencedor das eleições. É o procedimento habitual e o mais lógico, cabendo ao parlamento a validação ou não do governo. Nada a dizer (neste âmbito gostei de ver Mariana Mortágua ontem a defender este passo, como sendo o mais óbvio nesta primeira fase).

2 - A segunda parte do discurso foi um desastre... Aliás já não é a primeira vez que Cavaco estraga aquilo que à partida seria muito simples e que podia ser feito em 3 ou 4 minutos. O puxão de orelhas pela falta de entendimento de alguns partidos ainda é entendível... Já o resto foi muito para além das competências do presidente. Se alguns dizem que Cavaco é a marioneta de Passos Coelho e Portas, certamente ontem não lhes fez de todo o favor. Não é neste tom que resolverá o problema da estabilidade nos próximos anos.
 
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Temas de futebol ou de política são mesmo favoráveis a discussões mais acesas..

Aqui o importante a sublinhar é que o PR mais não fez do que aquilo que a constituição lhe permite.

Pode-se criticar a mensagem do PR, mas também aqui a constituição o protege:
- Respeito pelos acordos internacionais, as obrigações como membro da união europeia e não só.

Este PR tal como todos os outros, convidou o presidente do partido da coligação vencedora. Para ser justos, teriam de ser criticados todos os anteriores PR.

Cabe agora à assembleia da república decidir. Querem mais democracia do que esta?

É normal que muitos de nós não esteja satisfeito com a decisão, mas quem disse que em democracia todos tenham de pensar igual? Quem pensa assim, não ama a democracia que tem.

Um aparte, para relembrar alguns pontos que tenho como certos:
- os portugueses não votaram numa coligação PS/CDU/BE, votaram em vários partidos e em 2 coligações (PàF e CDU);
- os portugueses votaram, uns por julgamento do governo em funções, outros acreditando no programa eleitoral de cada um. Que sentido tem o voto, quando agora alguns partidos querem renunciar a boa parte dos programas que apresentaram?
- os portugueses que votaram neste PR merecem respeito, são maioria! Assim como todos aqueles que votaram na coligação vencedora.

Quem não gosta está no seu direito, mas já agora pensem um pouco.. porque não se coligaram antes das eleições? Assim primavam pela transparência, sem medo das escolhas dos portugueses. O problema é que nunca conseguiram entender-se! Digo mais.. certamente que o PSD tinha mais votos se não tivesse feito coligação.
 
Não estou em Portugal. O que disse?

Já é socialista outra vez, pelo que duvido que continues a 'gostar' dele. E deu uma bela ensaboadela na Teresa Leal Coelho. Quer dizer, ontem à noite na TVI24 já era socialista outra vez, mas já passaram umas horas largas pelo que já pode ter mudado de ideias outra vez...
 
Já é socialista outra vez, pelo que duvido que continues a 'gostar' dele. E deu uma bela ensaboadela na Teresa Leal Coelho. Quer dizer, ontem à noite na TVI24 já era socialista outra vez, mas já passaram umas horas largas pelo que já pode ter mudado de ideias outra vez...


Políticos...
E conforme a direcção do vento...:D
 
Relativamente ao discurso de Cavaco Silva, pode na minha opinião ser dividido em duas partes:

1 - A primeira parte uma indigitaçao natural daquele que foi o vencedor das eleições. É o procedimento habitual e o mais lógico, cabendo ao parlamento a validação ou não do governo. Nada a dizer (neste âmbito gostei de ver Mariana Mortágua ontem a defender este passo, como sendo o mais óbvio nesta primeira fase).

2 - A segunda parte do discurso foi um desastre... Aliás já não é a primeira vez que Cavaco estraga aquilo que à partida seria muito simples e que podia ser feito em 3 ou 4 minutos. O puxão de orelhas pela falta de entendimento de alguns partidos ainda é entendível... Já o resto foi muito para além das competências do presidente. Se alguns dizem que Cavaco é a marioneta de Passos Coelho e Portas, certamente ontem não lhes fez de todo o favor. Não é neste tom que resolverá o problema da estabilidade nos próximos anos.

É exactamente isto sem tirar nem pôr. A única coisa 'normal' na intervenção do PR ontem foi a indigitação de PPC. Tudo o resto não foi digno de um PR de uma estado democrático. Mas sinceramente não sei por que motivo surpreendeu alguém que tenha estado atento a CS, ao seu percurso e intervenções. CS aproveitou a democracia para usufruir de uma vida política 'estável e duradoura' mas nunca demonstrou ter grande apreço pelo sistema político que fez dele quem ele, politicamente, é. CS é o mais político dos políticos não profissionais, como ele gosta de se intitular, julgando que engana alguém com meia dúzia de neurónios. Fala e comporta-se como se não tivesse nenhuma responsabilidade relativamente ao estado a que este país chegou quando, na verdade, nenhum político deste país tem mais responsabilidades que ele. Ontem, hoje e amanhã, como diz a canção.
 
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