O Estado do País 2015

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esse autor defende sempre que não se faça nada... a espécie adaptar-se-á por si. Se morrer no caminho, é a vida. As crise são a vida, não haver crise é morte do sistema de acumulação.
 
A crise é a vida... como era bom quando os agentes se regulavam a eles próprios até que os habitantes se fartaram do mercado livre. A espécie não se conseguiu adaptar aos predadores turisticos e ripostou.

Tuk Tuk proibidos de entrar em alguns bairros históricos
 
Essa das limitações dos tuk tuk faz lembrar aquela característica de muitos portugueses, que preferem continuar pobres do que se adaptar às mudanças ( que acabam por ocorrer, quer eles queiram quer não) , também conhecido como " pobretes mas alegretes "...

E é sempre de registar comunistas a defender interesses instalados, mas sempre foi assim o comunismo ( trazem os pobres na lapela mas só tem a miséria para lhes oferecer) .
 
na mesma linha do que aconteceu antes das eleições, a campanha de desinformação e criação de falsidades sobre o PCP prossegue.
 
Tenho uma questão para o Agreste, caso saiba ou possa responder..


O jornal Avante é um jornal sério, visto e revisto à lupa, pelo comitê central antes de ser publicado, certo?


Então porque é que na edição de 29 de outubro, vem lá que o presente governo (psd/cds) não vai devolver a sobretaxa de irs em 2016?


Fonte:


http://www.avante.pt/pt/2187/assembleiadarepublica/137648/


É que eu levo muito a sério estas coisas.. :)
 
As insuspeitas suspeitas do PCP ao PS... delicioso... claro, no Jornal AVANTE:

"No âmbito das investigações aos alegados abusos sexuais a menores, o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa pediu à Assembleia da República, quarta-feira passada, para levantar a imunidade parlamentar ao deputado Paulo Pedroso a fim de poder ser ouvido como arguido pelo Ministério Público. o que aconteceu, ficando depois o deputado em regime de prisão preventiva, após várias horas de interrogatório.
O pedido entregue pelo juiz Rui Teixeira, responsável pelas investigações em curso, foi analisado pela comissão de Ética com parecer favorável, tendo o plenário da AR votado por unanimidade o levantamento da imunidade ao parlamentar e ex-ministro socialista.
Na base da detenção estarão alegados testemunhos orais e escutas telefónicas que indiciariam o envolvimento de Paulo Pedroso no processo.
As escutas, enquanto instrumento da investigação, foram já admitidas pelo Procurador-geral da República, escusando-se no entanto a confirmar que estas tenham sido feitas ao secretário-geral do Partido Socialista, Ferro Rodrigues, e ao líder da bancada parlamentar, António Costa, adiantando apenas que «foram feitas com o respeito intransigente de tudo o que a lei ordena a esse respeito».
Paulo Pedroso é o sétimo suspeito a quem foi aplicada a medida de coacção de prisão preventiva, depois do apresentador Carlos Cruz, do advogado Hugo Marçal, do ex-provedor-adjunto Manuel Abrantes, do médico Ferreira Diniz, do ex-embaixador Jorge Ritto e do antigo funcionário da instituição Carlos Silvino.
Para ser ouvido está ainda o apresentador de televisão Herman José, já notificado pelas autoridades judiciais."

http://www.avante.pt/pt/1539/temas/786/?tpl=395
 
Mais um pobre diabo que deve ter sido sujeito a intensa violência psicológica, anos a fio, por parte da provavelmente ríspida, agressiva e castradora mulher, até que não teve outro remédio senão auto-defender-se com uma arma de fogo. Espero que seja imediatamente ajudado, apoiado psicologicamente, e que a esposa, se sobreviver, seja afastado do lar, para que não volte a violentá-lo psicologicamente e a forçá-lo a defender-se de novo.

http://www.dn.pt/sociedade/interior...ca-hospitalizada-em-estado-grave-4862107.html
 
na mesma linha do que aconteceu antes das eleições, a campanha de desinformação e criação de falsidades sobre o PCP prossegue.

No dia em que o PCP retirar o tapete ao PS, nós logo vamos ver quem é o falso. Mas alguém acredita, que a esquerda patriótica vai fazer alguma coisa pelo país, nem em sonhos. Basta falares com as pessoas na rua que notas isso. Vejo é muita gente a gozar com esses prometidos 600 € de salário mínimo prometido pelo PCP. Nem em sonhos, camarada nem em sonhos. :lmao:

Cada vez mais, vejo as pessoas que têm negócios muito preocupadas com a esquerda, a retracção económica já se começa a notar e vamos ver se a esquerda patriótica não atira novamente o país para a recessão, ou será com essa esquerda patriótica é que o país vai crescer 10% ao ano. É bem capaz, da esquerda patriótica, fazer cair a taxa de desemprego a pique, pior é se a taxa sobe com a esquerda patriótica e aumenta a precariedade. :rolleyes:

Os alicerces da esquerda são tão fortes, com um ventinho forte, aquilo deve abanar por todos os lados. :huhlmao:
 
No dia em que o PCP tirar o tapete a este PS, a direita volta a conquistar a maioria e o PS tem o mesmo destino que o PASOK da Grécia; o Bloco de Esquerda tornar-se-á a principal força política de esquerda em Portugal.

Não acho que isso vá ser tão linear. A meu ver, o PCP e o BE deverão derrubar o governo ao mesmo tempo. Não acho que o BE deixe o PCP ficar com os louros de uma posição radical contra a austeridade, derrubando o governo (tentando ficar bem na fotografia). Onde ficaria o BE se não acompanhar o PCP? Junto do PS e criticando o PCP? Num limbo entre o PS 'mau' e 'austeritário' e o PCP 'bom' e 'zeloso pelos interesses dos portugueses'? Ambas as opções parecem-me pouco prováveis. Será sim um caos em que vão voar as críticas mútuas. E o PS terá sempre o trunfo de dizer que o BE nunca esteve interessado em ter mais responsabilidades no governo nem tentou seriamente ajudar os portugueses.

Este governo de esquerda parece-me uma confusão administrativa. Todas as medidas serão ponderadas em termos de futuros ganhos políticos. Acrescento também que o PCP pouco acrescentará ao governo. O BE lá passará os seus projetos-lei. Fora isso tem mais semelhanças com o PCP do que diferenças.
 
Última edição:
É curioso ver e ouvir muitas pessoas (e na comunicação social também) a falarem do que pode vir (ou não) a acontecer nos próximos tempos na política portuguesa esquecendo-se completamente do panorama internacional que, na minha opinião, tem muito mais influência e importância do que saber quem vai governar o nosso país (e aqui falo nomeadamente do futuro cada vez mais incerto da Europa). Penso que convém sublinhar que qualquer mudança lá fora irá ter repercussões directas no nosso país (independentemente de quem vier a estar no poder).
 
É curioso ver e ouvir muitas pessoas (e na comunicação social também) a falarem do que pode vir (ou não) a acontecer nos próximos tempos na política portuguesa esquecendo-se completamente do panorama internacional que, na minha opinião, tem muito mais influência e importância do que saber quem vai governar o nosso país (e aqui falo nomeadamente do futuro cada vez mais incerto da Europa). Penso que convém sublinhar que qualquer mudança lá fora irá ter repercussões directas no nosso país (independentemente de quem vier a estar no poder).

Nem tanto.. Tem-se falado muito da nossa relação com o exterior:
- compromissos com a nato.
- Cumprimento do tratado de lisboa.
- cumprimento com as restantes regras da UE
- compromissos com a cplp.


Os factores externos à nossa economia são importantes, mas não uma desculpa para tudo. É nossa responsabilidade adoptar políticas, que nos permitam crescer sem nos tornar ainda mais dependentes dos outros. Com isso pusemo-nos a jeito no governo sócrates. O despesismo tem sempre factura no bico, e normalmente são sempre os próximos a pagar.

Os credores internacionais estão muito atentos às nossas políticas, a qualquer momento podemos voltar a descer abaixo de lixo, e com isso subirem os juros da dívida pública, mas também os custos de financiamento privado.


Isto só para dizer que está tudo interligado, mas cabe a nós, fazer o melhor para não piorar ainda mais. Uns países parecem resistir melhor às crises, que outros, e isso diz tudo!
 
Nem tanto.. Tem-se falado muito da nossa relação com o exterior:
- compromissos com a nato.
- Cumprimento do tratado de lisboa.
- cumprimento com as restantes regras da UE
- compromissos com a cplp.


Os factores externos à nossa economia são importantes, mas não uma desculpa para tudo. É nossa responsabilidade adoptar políticas, que nos permitam crescer sem nos tornar ainda mais dependentes dos outros. Com isso pusemo-nos a jeito no governo sócrates. O despesismo tem sempre factura no bico, e normalmente são sempre os próximos a pagar.

Os credores internacionais estão muito atentos às nossas políticas, a qualquer momento podemos voltar a descer abaixo de lixo, e com isso subirem os juros da dívida pública, mas também os custos de financiamento privado.


Isto só para dizer que está tudo interligado, mas cabe a nós, fazer o melhor para não piorar ainda mais. Uns países parecem resistir melhor às crises, que outros, e isso diz tudo!

Tenho que discordar quando diz que o exterior não é importante porque isso me fez lembrar quando a Grécia tentou mudar de políticas e simplesmente Bruxelas não deixou que isso acontecesse (aliás, na actual conjuntura desta Europa nota-se que a tendência será sempre para políticas de direita e com tendência para o esvaziamento da esquerda e de alguma extrema-esquerda. Existe pouco espaço de manobra política no seio de quase toda a União). Não estou com isto a querer defender partido A ou partido B (até porque não me revejo totalmente em nenhum deles). Apenas a alertar para o facto de, quem quer que venha a governar, vai ser sempre um governo "moldado" às necessidades de Bruxelas. Ou seja eu penso que ninguém tem o verdadeiro poder de conseguir mudar alguma coisa votando porque as actuais circunstâncias nunca o irão permitir. Mas pronto, foi um pequeno aparte até porque esta discussão nem é sobre política international.
 
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