O Estado do País 2015

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Femnazi incoming.

Se há coisa que desprezo é este feminismo cego.

E está no seu direito. Já eu, desprezo 'fachos', racistas, xenófobos, misóginos, machistas e outros 'istas' afins, sejam eles mais ou menos encapotados. Que se ache que é normal dizer-se que em Portugal não nascem crianças porque 'os homens querem mas as mulheres Portuguesas têm problemas na cabeça' diz muito...
 
o patriarcado do fórum...
a nova constantinopla...
o problema está na cabeça das mulheres...
há uns 3 mil anos que as tentam controlar.



Mas elas são teimosas!
Ultimamente tem havido bastantes homens a tentar colocar-lhes juízo na cabeça. Inclusivamente com armas de fogo. Não vai a bem, vai a mal.
 
Para que não haja mais conflitos:

O facto de não haver diferenças significativas entre a fecundidade das mulheres e dos homens vem contrariar um mito. “É grande em Portugal a tendência de culpabilizar as mulheres da baixa taxa de fecundidade, porque querem estudar, trabalhar ou ser como os homens. Ver que não existem muitas diferenças é um sinal de progresso”, considerou António Barreto, presidente do conselho de administração da FFMS.

De acordo com o inquérito, para 67% das mulheres e 68% dos homens que decidiram não ter mais filhos a razão principal foram “os custos associados”. Para 48% das mulheres e 59% dos homens, “a dificuldade em conseguir emprego” foi outra razão.

http://www.publico.pt/sociedade/not...-querem-tantos-filhos-como-no-passado-1614109
 
o patriarcado do fórum...
a nova constantinopla...
o problema está na cabeça das mulheres...
há uns 3 mil anos que as tentam controlar.

Mas por acaso não deixa de ser interessante que o ateísmo, sendo o comunismo a força política que mais ativamente o espalha, também nunca deu grande valor à vida humana (incluindo as mulheres). Fora isso, até os ateus estão a construir igrejas:



http://www.bbc.com/news/magazine-21319945

Duas perguntas. Será o ateísmo uma nova religião/culto? E será que tu, Agreste, serias capaz de aderir a um movimento desse género? :lol:
 
o salário médio em portugal são 600-700 euros. Isso é pouco mais que o limiar da pobreza. O indexante de apoios sociais está congelado desde 2009. 412 euros é o valor que o Estado considera mínimo para sobreviver.

E acrescento mais os brutais ataques aos direitos sociais feitos por este governo. Realmente comparar a situação social das famílias no Reino Unido com Portugal é o mesmo que comparar alhos com bugalhos, não fazendo qualquer sentido. Enfim, juventudes partidárias doutrinadas...
 
Vim dar uma volta a Inglaterra e por cá quase todos os casais têm dois filhos. Muitas mães optam por ficar em casa ou trabalhar a partir de casa, ou em part-time. Vê-se que aqui as crianças são bem cuidadas e são muito importante, e é falso que só os imigrantes as têm, o que vejo é crianças com fartura nos casais ingleses. O que vou vendo em Portugal é outra coisa, e o problema está na cabeça das mulheres portuguesas porque os homens querem ter filhos mas as mulheres não.

O que te leva a crer que "o problema está na cabeça das mulheres"?

Pergunto sem ironia, apenas para compreender melhor o teu ponto de vista.
 
Mas por acaso não deixa de ser interessante que o ateísmo, sendo o comunismo a força política que mais ativamente o espalha, também nunca deu grande valor à vida humana (incluindo as mulheres).

Se fores ver a internacional socialista de 1914 vais reparar que foram feitos apelos aos trabalhadores para não se alistarem e recusarem a guerra que os capitalistas queriam impor. Quantos trabalhadores morreram vestidos de soldados?
 
recusarem a guerra que os capitalistas queriam impor.

Guerra para lucrar, em escala industrial, é algo novo na história da humanidade. Guerra para obter mais poder, esse sim, é o motivo que está presente desde tempos antigos.

Eu partilho o ateísmo holandes... aquele que transforma igrejas vazias em bibliotecas. Um dia chegaremos às mesquitas.

O movimento reformista no Cristianismo tem o quê? 500 anos? O Islão tem mais 600 anos. Tendo em consideração a grande influência secular atual, que não havia na altura, pode-se cortar umas boas centenas de anos nesse prazo. Não haverá um movimento semelhante no Islão. Isso implicaria deixar que houvessem massacres em massa como houve na altura. Guerras já há. Mas ainda não se chegou ao nível necessário. A minoria mais expressiva do islão são os xiitas cujo bastião é o Irão. Se este país mudasse de orientação religiosa, aí sim, ficaria mais ou menos ao nível do Cristianismo a meu ver. Mas não estou a ver isso acontecer.

Mas há uma coisa que é preciso mencionar. Essas guerras nem têm a ver muito com religião. Os templários não eram propriamente pobres. Da mesma maneira no topo da pirâmide, os líderes religiosos do Islão têm outros objetivos sem ser a fé. E se formos descendo a pirâmide temos os combatentes. Muitos deles têm outras preocupações mais urgentes: sustento da família. No caso específico do EI, há a minoria fundamentalista. Depois há aqueles que estão interessados nas mulheres, nas armas e na chacina em si. Há de tudo. Basta ver o perfil de alguns autores de atentados terroristas.

Por fim, e para exemplificar o parágrafo anterior, o Corão tem versos beligerantes. Percebe-se as atuações dos grupos armados. O próprio 'profeta' deles fez muitas coisas iguais (matou, decapitou etc). No Cristianismo, do meu conhecimento, não há nenhum verso que incite a guerra para espalhar a religião. Quer no novo quer no antigo testamento. Se houver digam-me (os judeus na altura atacaram o território que atualmente é Israel para reclamar a terra não para espalhar a religião). Mas mesmo assim em tempos não muitos distantes, iniciaram-se guerras com esse intuito. Com que fundamentação? O cristianismo surgiu porque os judeus ficaram desiludidos, entre outros motivos, com a mensagem de paz. A religião judeo-cristã tem a mesma origem. A muçulmana não (apesar de muita gente defender isso; A esposa do Maomé, Fátima, era cristã mas depois converteu-se). E há muitas mais diferenças do que semelhanças entre as duas religiões (junto o judeísmo e o cristianismo).
 
O que vou vendo em Portugal é outra coisa, e o problema está na cabeça das mulheres portuguesas porque os homens querem ter filhos mas as mulheres não.

"(...) Contudo, de acordo com o último “Inquérito à Fecundidade e Família”, realizado pelo INE em 1997 e publicado em 2002, o número médio de filhos desejados quer pela mulher quer pelo homem era de 2,18. Isto quer dizer que se as pessoas tivessem os filhos que desejam não teríamos um problema de baixa natalidade. Este valor pode não estar exactamente actual, não deixa, no entanto, de ser uma referência. Esta possível contradição, entre o índice de fecundidade actual e o número de filhos desejados, constitui a melhor explicação do nosso trabalho. Se os portugueses pudessem, teriam famílias maiores, mas há razões que os impedem, e nelas se contam obstáculos que as políticas públicas podem remover ou limitar (...)."


Natalidade - o desafio português (Partido Popular)

Enfim, tudo serve como arma de arremesso político, no tempo do Salazar é que devia ser bom com tantos nascimentos que havia na altura ... :rolleyes:

"(...) O caminho já percorrido por alguns países é claro no sentido em que aponta: o decréscimo da natalidade não é irreversível. As políticas natalistas podem ter um impacto positivo na taxa de fertilidade. Países com a França, a Suécia, a Finlândia, a Dinamarca, a Holanda ou o Reino Unido sentem já os efeitos das políticas favoráveis ao crescimento demográfico que foram introduzindo. Porventura o único país europeu que mantém um índice de fecundidade relativamente elevado sem recurso a políticas particularmente dirigidas ao estímulo à natalidade é a Irlanda. Todos os outros países com índices de fecundidade claramente acima da média e, nalguns casos, com a França, próximos da barreira dos 2,1 filhos por mulher, têm políticas bastante consistentes de apoio à natalidade (...)."

Natalidade - o desafio português (Partido Popular)
 
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e porque não? as nações islamicas são as mais jovens do planeta... ninguém está para aturar aquilo, muito menos a mulheres. As religiões foram feitas para controlar as mulheres.

Os homens sempre tiveram medo das mulheres e inventaram as religiões para as controlar.
 
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