O Estado do País 2015

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Por um lado, a esquerda têm como referência o Syrisa. Lá eles gozaram com o povo(fazendo promessas irrealistas), voltaram a gozar inventando inimigos imaginários e voltaram a gozar, fazendo de um acordo desastroso e uma capitulação em toda a linha, uma vitória do género " se não fossemos nos seria ainda pior ". E o povo, qual carneirada, engoliu tudo e votou neles novamente.
Por cá, a esquerda quer fazer o mesmo, partindo do princípio que tem um grande rebanho fiel. Pelo menos, já conquistou com as suas promessas tipo pai natal, uma parte do rebanho.
 
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o meu partido ainda não existe pois não me sinto representado pelos existentes.
primeiro o que não iria fazer
eliminar feriados por carolice, o problema da produtividade esta nas horas em que se trabalha não nas outras.
colocar portagens em zonas sem alternativa, não falo da a29 ou a17 falo da a25 alguém me diga como chego a Vilar formoso sem passar na a25
as estatísticas melhoraram porque o país foi governado com um guião dado pela troika o que se fez foi cortar uma perna partida em vez de a por no sitio a dor passa mas não se fica em melhor situação
constantes leis que violavam a constituição,
entre muito mais.
agora o que o meu partido ia fazer.
estabilidade fiscal tanto para empresas como singulares
benefícios para quem um vinculo estavel com o trabalhador
dar ao sector privado as mesmas regalias que ao publico e não o contrario
diminuir o iva para produtos com produção 100% nacional
parar obras inuteis e eleitoralistas e manter o que já existe
controlar as contas e ir terminando as pps e as idas aos mercados quem tem 10 não pode gastar 20
controlar os subsidios e verificar a real necessidade de quem recebe. colocar a população prisional a realizar trabalho comunitário, de qualquer maneira têm de pagar a sociedade pelos seus actos
e isto é so uma amostra
 
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o meu partido ainda não existe pois não me sinto representado pelos existentes.
primeiro o que não iria fazer
eliminar feriados por carolice, o problema da produtividade esta nas horas em que se trabalha não nas outras.
colocar portagens em zonas sem alternativa, não falo da a29 ou a17 falo da a25 alguém me diga como chego a Vilar formoso sem passar na a25
as estatísticas melhoraram porque o país foi governado com um guião dado pela troika o que se fez foi cortar uma perna partida em vez de a por no sitio a dor passa mas não se fica em melhor situação
constantes leis que violavam a constituição,
entre muito mais.
agora o que o meu partido ia fazer.
estabilidade fiscal tanto para empresas como singulares
benefícios para quem um vinculo estavel com o trabalhador
dar ao sector privado as mesmas regalias que ao publico e não o contrario
diminuir o iva para produtos com produção 100% nacional
parar obras inuteis e eleitoralistas e manter o que já existe
controlar as contas e ir terminando as pps e as idas aos mercados quem tem 10 não pode gastar 20
controlar os subsidios e verificar a real necessidade de quem recebe. colocar a população prisional a realizar trabalho comunitário, de qualquer maneira têm de pagar a sociedade pelos seus actos
e isto é so uma amostra


Também concordo, mas a coligação de esquerda não se propõe a fazer nada disso.
 
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Estás a falar de países com outro tipo de cultura democrática. Nenhum desses países tem partidos no poder com a natureza e os objectivos de um PCP. E com a corrupção interna ao nível do que existe no PS. É como comparar água com azeite. Não vás por aí.
a Dinamarca é governada pelo psd local e a esquerda radical e é um dos melhores paises em termos de qualidade de vida
 
Por acaso, as pessoas que a RTP entrevistou no Jornal da Tarde que iam à manifestação, mostra bem o povo inteligente que somos. Com o garrafão na boca e já estavam mais bêbados que nem um cacho. :lol:
 
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mas vamos ver o que dá o PR ainda tem de decidir e se der para o torto o costa morre politicamente o be e o pcp podem ter problemas e podem surgir novas forças de esquerda, há novas estatísticas que dão um aumento nas intenções do pan
 
fsantos então explica o que para ti um governo tem de fazer por realmente não compreendo a tua ideologia, achas que os partidos de esquerda não podem fazer o que estão a fazer que um partido minoritário devia governar. se isto continua-se a paf ia ser um fantoche pois a esquerda ia chumbar todas as leis do governo e passar todas a propostas que a oposição levasse a ao parlamento é isso que queres.
 
o Vince tens uma boa posição o problema é a maioria da população não estar informada de como se forma um governo e os politicos não ajudarem, a maioria vota na pessoa que prefere o passos o costa ou o jesus, quando ná verdade estão a votar nos candidatos ao parlamento da sua área, pior as pessoas não sabem que se votarem num partido que não eleger um deputado o seu voto vale zero pois o voto não conta para o nacional
 
Nos vivemos num regime que um misto de presidencial e parlamentar, e é nesse quadro presidente/ parlamento que se forma uma maioria que irá governar o país.

A questão da legitimidade formal e constitucional, desde o início aqui no fórum está resolvida e é não é por aí que há problema.

O que se tem discutido e a legitimidade democrática e a coerência do acordo, que é algo completamente diferente e que numa democracia, e sempre passível de críticas.

Da minha parte, não acho que haja coerência neste acordo, o que implica uma fragilidade democrática do mesmo. Mas é somente a minha opinião.
 
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O eventual governo de António Costa não será de esquerda, será um governo PS. Todos os anteriores governos PS foram apelidados pelos partidos da extrema esquerda como "de direita", não sei porque anda tanta euforia à esquerda por haver outro governo PS.

Os acordo parlamentares que os partidos de esquerda assinaram hoje com o PS oscilam entre o frágil (BE) e o desacordo total (PCP). Pessoalmente quero que Costa seja empossado Primeiro Ministro, pelo que espero que Cavaco não leia o (des)acordo PS-PCP.

Como diz o @Vince o eventual governo PS é legítimo, mesmo representando apenas 32% do eleitorado, sendo único no mundo, pois é constituído exclusivamente pelo 2º partido mais votado. Por outro lado, é um embuste democrático a argumentação de que ele resulta do voto popular. Isso só aconteceria se o governo integrasse o Bloco e/ou CDU, aí poderia dizer-se que a votação nos partidos do governo era superior à da Coligação que sustenta o governo agora deposto. Neste modo o governo represente unicamente o 2º partido mais votado e que nem conseguiu atingir um terço dos votos expressos.

Exemplo (entre muitos) do embuste que nos estão a vender é a reversão das privatizações. Com excepção da TAP, que o PS sempre defendeu que deveria manter a maioria do capital público, e da EGF (o amigo Coelho já não está na Mota Engil), o programa eleitoral do PS nunca previu nenhuma reversão de privatizações já concretizadas, sendo que uma delas (barragens) até foi feita por outro governo socialista, onde António Costa era o nº 2. Este não é um ponto menor, vai custar centenas de milhões de euros aos contribuintes, e constava apenas de programas de governo sufragados por menos de 20% dos eleitores que foram votar.
 
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fsantos então explica o que para ti um governo tem de fazer por realmente não compreendo a tua ideologia, achas que os partidos de esquerda não podem fazer o que estão a fazer que um partido minoritário devia governar. se isto continua-se a paf ia ser um fantoche pois a esquerda ia chumbar todas as leis do governo e passar todas a propostas que a oposição levasse a ao parlamento é isso que queres.
Não a esquerda não ia riscar coisa nenhuma se o Costa em vez de olhar para o umbigo olhasse realmente para o que o país precisa. Deveria ter-se demitido após a derrota e abrir caminho a um entendimento com o PAF. Isso é que era de homem. Assim não passa de um pré-ex-primeiro ministro.
 
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O PR sabe que um governo de gestão é mau (ingovernavel, e até sujeito a leis criadas pela oposição).
O PR sabe que o governo PS seria demasiado frágil para governar. Talvez pudesse nomear um governo de iniciativa presidencial, mas sem o ser, isto é.. obrigando a maioria negativa a coligar-se caso queira governar.

Sem coligação o PS não tem por onde escapar. Reparem:
Quanto mais rápido implementar as medidas acordadas com CDU e BE, mais rápido o põem a andar. Por outro lado, se for demasiado lento, começam a pressionar com manifestações e ameaçar chumbar orçamentos. Se o PS tiver de ajustar alguma austeridade (pressionado pela UE) devido a desequilíbrios nas contas, vai ser o carmo e a trindade, levam nega dos comunistas, restando depois a chantagem à coligação paf, que por sua vez lhe faz o "manguito"!

Ai costa, a vida costa..
 
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