O Estado do País 2015

  • Thread starter Thread starter Orion
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Não vejo nada de chocante ou que motive chacota no vídeo do Professor Arroja.

O que diz o Professor? Que as mulheres do BE estão sempre «esganiçadas» contra tudo e contra todos e que têm uma postura agressiva. É mentira? Não é. Depois faz uma análise muito assertiva e interessante dos símbolos da Esquerda. É mentira? Não é. Essa informação encontra-se em mil e um livros sobre interpretação de símbolos.

Mas Pedro Arroja não pode falar. E porquê? É católico, liberal, de Direita. Um crime para os jacobinos. Esta é a nova censura que se instalou no espaço mediático português e nas redes sociais. E é mais perversa que a censura salazarista pois não é oficial. É difusa, subtil, oculta e as massas assumem que vivem em democracia e com liberdade de expressão. Não vivem em Portugal pois o espaço mediático é dominado totalmente pela Esquerda. E não por uma Esquerda europeia, moderna, democrática. Por uma Esquerda extremista que tomou conta da linguagem, dos símbolos e das imagens, e assim assaltou a mente das massas. É esta a grande vitória de Álvaro Cunhal.
 
fantasias constitucionais de quem não desiste e está agarrado ao poder como uma lapa. Encontrada uma maioria de deputados, essa maioria forma um governo, bom, mau, útil, inútil... não cabe ao presidente governar. Porque se assim fosse, podiamos chegar ao absurdo de não existir governo por 10 anos se essa maioria de deputados não fosse do agrado do presidente.


E a Constituição, temos pena.
Para a esquerda, a mesma só é boa quando o TC declara inconstitucional cortes determinados por um governo legítimo ( para que o país não vá a falência) e baseando - se em princípios abstratos.

Além do mais, se o PR ( seja qual for) decidir renunciar ao cargo, está no seu legítimo direito.
 
Manual para sobreviver em Portugal...

- Declarar-se ateu ou agnóstico. Os católicos estão condenados no espaço mediático. Se um Ministro mencionar o nome de Deus, é condenado e alvo de chacota. Nunca mais o vão largar. Será gozado pelos humoristas do espaço público, que como se sabe são quase todos simpatizantes da extrema-esquerda ou da esquerda jacobina. Falou em Deus? Declarou-se católico e crente? Foi à missa? Beato, rato de sacristia, padreco. Não interessam a partir daí as acções, os comportamentos, as atitudes. É um reaccionário beato, ponto final, portanto não presta. Em Portugal não há espaço para crentes. Curiosamente, nos países que a Esquerda tanto idolatra, a música é outra. No Reino Unido a Rainha é chefe da Igreja Anglicana e vejo as pessoas participarem muito mais na vida religiosa que em Portugal. Na Noruega quem manda na Igreja Luterana? Não é a Casa Real? No Sul da Alemanha parte da população é profundamente católica e é praticante a um nível que não se encontra nem no Minho. Sucede o mesmo na Áustria e no Norte de Itália, mais duas regiões profundamente católicas.
 
  • Gosto
Reactions: james
Eu não vejo nada disso e tu só vês por puro preconceito. Leio o Arroja há anos e vejo exactamente o contrário do que tu dizes. Não se podem agora criticar mulheres? Se é assim temos um machismo de sinal contrário. Se ouvires bem o comentário ele diz o mesmo de homens da Assembleia da República, ou seja, que é um problema dos dois sexos que é mais notório em mulheres de Esquerda porque têm tido mais espaço mediático. O Carrilho era de Esquerda, certo?
 
«Pára-raios na Igreja
é para mostrar aos ateus que o crente,
por mais que o seja,
não tem confiança em Deus!»

António Aleixo.
 
Manual para sobreviver em Portugal II...

- Um político nunca deve defender qualquer medida que implique auto-controlo, disciplina. Medidas que impliquem uma melhor gestão dos recursos públicos, racionalização, poupança, mesmo sem qualquer prejuízo do acesso a esses serviços por parte dos cidadãos, são logo catalogadas de medidas radicais ultra-liberais, fascismo, salazarismo. Não se discute a substância das medidas. Não, isso não se discute. Basta adjectivar de salazarismo ou fascismo, neo-liberal ou reaccionário de Direita, repetir diariamente o mantra e a discussão está morta. Não vale a pena argumentar, discutir números, ter bons argumentos, apresentar dados. É fascista, ponto final, não há discussão possível. E dizem isto inchados de arrogância e julgando-se ter uma superioridade moral e intelectual.
 
  • Gosto
Reactions: james
«Pára-raios na Igreja
é para mostrar aos ateus que o crente,
por mais que o seja,
não tem confiança em Deus!»

António Aleixo.

Cheira-me que tens mais consideração pela moirama que pelos católicos, por outras coisas que li no fórum. É estranha esta simpatia da extrema-esquerda pelo Islão acompanhada pelo ódio aos católicos. Eu não me considero católico, tenho muitos anticorpos contra a Igreja católica, mas respeito e acho que a espiritualidade faz incontornavelmente parte da nossa vida e é importante para nos ajudar a ter auto-controlo e para sermos melhores pessoas. Há aqui algo que talvez a Psicanálise explique, uma espécie de revolta contra tudo o que é da comunidade, contra a Tradição, contra os seus, que é transversal a toda a Esquerda portuguesa, um ódio a Portugal e a tudo o que se identifica como nosso.
 
  • Gosto
Reactions: james
este sim é o arroja...




Estás a tentar ridicularizar alguém de quem não gostas por ser católico e de Direita. Não discutes ideias. Portanto estás a fazer exactamente o que disse nuns posts anteriores. É por causa destas atitudes e comportamentos que não é possível termos um espaço de discussão pública saudável. Se quiseres também posso entrar por aí e se calhar tu e muitos socialistas não vão gostar nada do que terei para troçar de gentes do PCP, BE e PS.
 
Preparem as carteiras.

A Contribuição Audiovisual (CAV) pode passar a ser cobrada nas facturas dos telefones, deixando de pesar na tarifa da electricidade. A medida, que não constava do programa eleitoral do Partido Socialista e foi acrescentada na proposta de programa de Governo que resultou dos acordos com o PCPe o Bloco de Esquerda, visa baixar o preço da electricidade.

No capítulo “Energia mais limpa e mais barata”, os socialistas propõem retirar a CAV da factura da energia eléctrica e “incorporá-la no universo das comunicações sem perda de receita para a RTP”. Ao Diário Económico, Eduardo Cabrita, deputado do PS, explicou que o objectivo da medida é “conseguir baixar a tarifa da electricidade que, no fundo, atinge os mais pobres”. A forma como essa cobrança será feita ainda está a ser “estudada”, mas a ideia é fazer passá-la pela tarifa aplicada em telefones fixos e móveis, o que compõe um “leque mais alargado”, uma vez que existem mais telefones do que contadores. A medida não esclarece se um consumidor ou uma família com mais do que um contrato com um operador ficará sujeito ao pagamento da taxa mais do que uma vez.

A Associação dos Operadores de Comunicações Electrónicas (APRITEL) remete para mais tarde qualquer análise a esta iniciativa que estará na agenda de um eventual Governo socialista, mas defende a “transparência na criação de impostos, taxas e contribuições, considerando que estes, ao serem desenhados, devem ter como objectivo o desenvolvimento da competitividade das empresas e, consequentemente, um impacto positivo junto do consumidor final”. Dos três operadores de telecomunicações, que teriam de acomodar este valor nas facturas dos seus serviços, apenas a Vodafone se mostrou disponível para reagir, considerando “prematuro comentar esta proposta, na medida em que desconhece os seus contornos e o conteúdo”.

A presença da CAV na factura da electricidade, criada pelo Governo de Durão Barroso em 2003, é há muito contestada, nomeadamente pelos municípios aos quais é cobrada esta taxa a propósito da energia consumida, por exemplo, por semáforos ou bombas de água. De fora ficam apenas os clientes com consumo inferior a 400 quilowatt/hora (kWh) por ano.

Em Outubro de 2013, CAV é aumentada de 2,25 euros para 2,65 (mais IVA a 6%) e passa a ser a única fonte de financiamento público da RTP, que deixa de contar com a indemnização compensatória do Estado. A decisão do ex-ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, visava tornar o financiamento da estação públicamais transparente e fazer com que os portugueses tivessem uma percepção directa de quanto custa este serviço.

Mas os socialistas não foram os primeiros a defender esta medida. Antes, já o ex-secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, tinha defendido a deslocação da taxa para os sectores que têm relação directa ou indirecta com o audiovisual, mais precisamente as telecomunicações. A ideia acabou por ficar na gaveta, sendo logo em seguida afastada por Poiares Maduro.

De acordo com os objectivos financeiros estabelecidos no contrato de concessão do serviço público de rádio e televisão, assinado em Março, a RTPdeverá arrecadar este ano, através da CAV, 167 milhões. Em 2016, este montante cresce para 168,7, no ano seguinte para 170,6 e, em 2018, para 172,5.


http://economico.sapo.pt/noticias/p...41.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter


O que vem a seguir? As minhas apostas: IVA dinamarquês a 25% ou taxa única de IVA de 20% para todos os produtos, aumento do IRS, aumentos do IMI e imposto sucessório, mais um colecção de novas taxas e taxinhas. Aguenta? Ai aguenta, aguenta!
 
O que vem a seguir? As minhas apostas: IVA dinamarquês a 25% ou taxa única de IVA de 20% para todos os produtos, aumento do IRS, aumentos do IMI e imposto sucessório, mais um colecção de novas taxas e taxinhas. Aguenta? Ai aguenta, aguenta!

Haja esperança para que em Junho, no decorrer de novas eleições, volte tudo a estar como estava...
 
Estado
Fechado para novas mensagens.