O Estado do País 2015

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Eu por mim só defendo que seja auto-sustentável, hoje e no futuro, e que seja opcional para a FP, como já o é... O resto não me interessa muito, embora na prática por um valor equivalente não consegues aceder a seguros privados exactamente iguais, embora isso possa variar de caso para caso claro.
Compreendo perfeitamente. No caso militar não há possibilidade de não ter, penso eu. Penso que é inegável o pagamento da ADM.
 
os transportes públicos deviam ser gratuitos... contra o automóvel privado e poluição nas areas metropolitanas.

Um pastor de Trás-os-Montes tem que pagar para o pessoal andar no metro de Lisboa, grande justiça social, estou a ver...
 
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Um pastor de Trás-os-Montes tem que pagar para o pessoal andar no metro de Lisboa, grande justiça social, estou a ver...
Obviamente que seria ridículo... Quem utiliza, paga, senão temos outros a pagar por nós num sistema insustentável.

Há determinadas orientações políticas (e pessoas que as seguem) que acham que o dinheiro nasce sem receitas e aumentando despesas, com um ódio enorme aos abastados. Devem ter recurso a impressoras de notas.

E não se esqueçam: quem vive bem só pode ser má pessoa e todas as boas pessoas estão na classe mais pobre da sociedade. A bondade das pessoas vê-se pelo património delas.
Só quem não tem escrúpulos se daria ao luxo de ganhar bem. É imoral ! Se fosse eu, doaria tudo ! (Muitas vezes quem o diz são recalcados que, no fundo, queriam estar nesse lugar).

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Toda a gente quer ganhar o seu vencimento ao final do mês, e quanto mais, melhor. Ninguém minta quanto a isso. O dinheiro é muito importante na nossa vida. Daí a que algumas pessoas exaltem a sua raiva contra os ordenados de quem ganha melhor, é outra coisa.

Alguns grupos sociais acham que por ganharem menos do que o ordenado mínimo os outros também não têm direito de ganhar mais. Outros grupos sociais mais bem-sucedidos vêem o inverso: todos deveriam ganhar um melhor vencimento.
 
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Um pastor de Trás-os-Montes tem que pagar para o pessoal andar no metro de Lisboa, grande justiça social, estou a ver...
Mas é o que acontece atualmente (pelo menos em parte), porque são empresas que geram buracos, e para os cobrir entra o nosso orçamento (impostos)! São empresas deficitárias, mas com elevada % de greves, regalias aos familiares, e renovação de frota automóvel para as chefias! Quem paga? Pagamos todos, claro!

Eu não discordo da existência de passes sociais, mas o preço dos restantes bilhetes deve ser tal que compense as dívidas, sem necessidade de injetar dinheiro.
 
Interessante a tática do atual Governo ( que segundo JS, afinal não é de esquerda) :
O Ministro da Saúde prometeu isentar todos os utentes que vão às urgências, referenciados pelos centros de saúde ou pela linha de saúde 24.
O mais curioso da história é que essas medidas já foram aprovadas na vigência do anterior Governo.

Verdadeiramente hilariante! :lol::lol::lol:
 
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12 de Dezembro de 2014:

Mais à frente no debate, e acossado por críticas da oposição, nomeadamente de Jerónimo de Sousa, do PCP, Passos Coelho deu mais explicações. "A crise podia ter agravado as desigualdades, mas não agravou", assegurou, citando dados do Eurostat. "Vê-se bem, na distribuição do rendimento, aonde é que a quebra foi mais elevada: foi nos rendimentos mais elevados".

http://www.jornaldenegocios.pt/econ...ldade_social_nao_foi_agravada_pela_crise.html

12 de Dezembro de 2015:

Passos Coelho apontou também o que disse serem os “dois grandes problemas” do país. Um, “consolidar o caminho de desendividamento e de recuperação económica”; outro, “o combate às desigualdades sociais”.

Sobre este último, o ex-primeiro-ministro justificou: “Somos um país profundamente desigual e as coisas não melhoraram com a situação difícil que vivemos nos últimos anos”.

http://economico.sapo.pt/noticias/passos-diz-que-portugal-e-profundamente-desigual_237292.html
 
Interessante a tática do atual Governo ( que segundo JS, afinal não é de esquerda) :
O Ministro da Saúde prometeu isentar todos os utentes que vão às urgências, referenciados pelos centros de saúde ou pela linha de saúde 24.
O mais curioso da história é que essas medidas já foram aprovadas na vigência do anterior Governo.

Verdadeiramente hilariante!

Há que mostrar trabalho, mesmo que seja copiar o que já existe, só para passar a imagem que este governo está a "reduzir impostos" mas que não passa duma falácia. Também com tanta gente cega em Portugal, basta tirar um pouco de areia para os olhos e os portugueses saltam de alegria. :D

http://expresso.sapo.pt/politica/2015-12-12-Adalberto-promete-o-que-ja-existe

Também quem é transferido dos centros de saúde para os hospitais também está isento das taxas moderadoras.

Cada "redução" é feita assim pelos portugueses, Adalberto :uau:; Centeno :uau: , Costa :uau:. :huhlmao:
 
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Grande post no Insurgente sobre salário mínimo:

FAQ sobre o salário mínimo nacional
http://oinsurgente.org/2015/12/11/faq-sobre-o-salario-minimo-nacional/

Está lá tudo, desmonta as várias falácias muito usadas, explica porque é que prejudica os mais jovens, desqualificados ou inexperientes, porque é que favorece as grandes e instaladas empresas e prejudica as novas e pequenas, porque é que os políticos e sindicatos gostam tanto disso, porque é que prejudica as regiões mais pobres em relação às mais ricas. E porque isso tudo prejudica a criação de emprego.

Pois o melhor é mesmo nem existir salário algum assim as empresas contratam toda a gente, e por isso que nos anos em que este foi congelado o emprego jovem mantém-se na mesma
Também quem é transferido dos centros de saúde para os hospitais também está isento das taxas moderadoras.
se toda a população for primeiro ao centro de saúde este entopem logo pois não estão dimensionados para tal tarefa. Mal se aguentam com a afluência normal, se o estado quiser que a população se dirija primeiro aos saps e afins tem de os dotar para isso
 
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Gosto muito mais do PPC líder da oposição do que do PPC PM. O PPC líder da oposição não manda ninguém emigrar, não chama ninguém de piegas e preocupa-se com as desigualdades sociais que o seu alter-ego ajudou a aprofundar significativamente. Deixa-te estar aí, filho, que estás muito bem. :)
 
Pois o melhor é mesmo nem existir salário algum assim as empresas contratam toda a gente, e por isso que nos anos em que este foi congelado o emprego jovem mantém-se na mesma.

Pois, porque os trabalhadores são acéfalos, e se não houver a mãozinha do Estado a dizer que eles têm que receber um ordenado, eles aceitam trabalhar de borla imediatamente.
 
Pois, porque os trabalhadores são acéfalos, e se não houver a mãozinha do Estado a dizer que eles têm que receber um ordenado, eles aceitam trabalhar de borla imediatamente.

Conheço uma rapariga que, durante um ano e meio, trabalhou num restaurante de um pulha, das 11 da manhã às 10h da noite (com pausa entre as 15h e as 17h) por trezentos euros mensais, de forma ilegal. Ou seja, sem descontos, sem baixa, sem subsídio de desemprego, sem coisa nenhuma. Dirás tu: 'trabalhou porque quis'. Digo eu:'Trabalhou porque tem uma filha e não tinha o que lhe dar de comer.' Num sítio civilizado e com gente bem intencionada, de facto não seria necessário um salário mínimo. Com a chico-espertice crónica neste país, se não existisse uma lei a definir o salário mínimo, havia 'empresários' a pagar em couves e batatas por jornadas de trabalho a tempo inteiro. O pior é que há sempre alguém suficientemente desesperado e que aceita.
 
Conheço uma rapariga que, durante um ano e meio, trabalhou num restaurante de um pulha, das 11 da manhã às 10h da noite (com pausa entre as 15h e as 17h) por trezentos euros mensais, de forma ilegal. Ou seja, sem descontos, sem baixa, sem subsídio de desemprego, sem coisa nenhuma. Dirás tu: 'trabalhou porque quis'. Digo eu:'Trabalhou porque tem uma filha e não tinha o que lhe dar de comer.' Num sítio civilizado e com gente bem intencionada, de facto não seria necessário um salário mínimo. Com a chico-espertice crónica neste país, se não existisse uma lei a definir o salário mínimo, havia 'empresários' a pagar em couves e batatas por jornadas de trabalho a tempo inteiro. O pior é que há sempre alguém suficientemente desesperado e que aceita.

Só prova que tenho razão. Mesmo havendo salário mínimo, é fácil de ser evitado. Mesmo existindo, ele não serve para nada.
E, sim, trabalhou porque quis, quis alimentar a filha. Se não houvesse salário mínimo, ela teria aceitado o emprego (para alimentar a filha, preferia essa situação do que não poder alimentá-la), mas pelo menos estaria de forma legal, descontaria para a SS e estava de alguma forma mais protegida.
 
Conheço uma rapariga que, durante um ano e meio, trabalhou num restaurante de um pulha, das 11 da manhã às 10h da noite (com pausa entre as 15h e as 17h) por trezentos euros mensais, de forma ilegal. Ou seja, sem descontos, sem baixa, sem subsídio de desemprego, sem coisa nenhuma. Dirás tu: 'trabalhou porque quis'. Digo eu:'Trabalhou porque tem uma filha e não tinha o que lhe dar de comer.' Num sítio civilizado e com gente bem intencionada, de facto não seria necessário um salário mínimo. Com a chico-espertice crónica neste país, se não existisse uma lei a definir o salário mínimo, havia 'empresários' a pagar em couves e batatas por jornadas de trabalho a tempo inteiro. O pior é que há sempre alguém suficientemente desesperado e que aceita.
Eu quero acreditar que como não gostas de injustiças, denunciaste a situação! Tens a ACT, a seg social, as finanças..
Basta fornecer dados que identifiquem a entidade "empregadora" e o trabalhador. A não ser que aches que isso é coisa de "bufos" ou que depois a amiga era dispensada da situação precária..

Na minha opinião se o restaurante lhe deu trabalho, é porque precisa do seu serviço. Logo é ilegal, não lhe pagar o devido e não fazer os descontos para a seg social ou finanças.

Eu encaminho diariamente 5 a 10 denúncias de todo o tipo. Algumas delas não são o que parecem (ilegalidades), por exemplo um trabalhador pode usufruir de subsídio de desemprego (subsídio parcial), de resto a maioria são baixas fraudulentas, lares ilegais, maus tratos em famílias, ou trabalho sem descontos, etc.. Algumas denúncias não contém dados suficientes para identificar os intervenientes, mas a grande maioria tem efeitos concretos. Não custa nada denunciar e manter anonimato.
 
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