O Estado do País 2015

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não serei eu a apoiar benefícios ou isenções a qualquer religião. Não conheço este projecto mas parece tratar-se de uma operação de requalificação da zona.
 
O que o Costa quer é incompatível com as regras da própria UE. Portanto se insistir acabará tudo em tribunal e o Estado perderá... e gastará milhões de euros no processo. Portanto ou Costa está a encenar tudo para enganar o PCP e o BE, ou quer ir mesmo em frente. Contudo o PCP e o BE não perderão a oportunidade para arrasar o PS se se sentirem enganados. Costa começa agora a provar o veneno que injectou no «sistema» político... está encurralado e o final disto tudo será a sua saída do PS que será tomado pelos seguristas. Aguardemos...
 
Não é por causa dos exames nacionais que os alunos do ensino básico reprovam de ano, avança o Expresso na edição deste fim de semana. De acordo com a publicação, o impacto que estas provas têm na decisão sobre se o aluno passa ou chumba é residual.

Entre 2009 e 2015, a percentagem de alunos (do 4º, 6º e 9º ano) que partiu para o exame de Português ou Matemática com nota positiva e que acabou por ter negativa por causa do desempenho que teve foi, no máximo, de 3%. Em 2015, por exemplo, a percentagem de alunos que reprovou a matemática, no 9º ano, por causa do resultado do exame foi de 0,3%.



A nota que os alunos têm no exame representa 30% da avaliação final. Se um aluno tiver 5 ou 4 na nota interna, pode até ter zero no exame que, ainda assim, garante que tem um resultado final positivo. Já, ao contrário, um aluno que tenha uma avaliação interna negativa, de 1 ou 2, precisa de ter pelo menos 4 para passar.

Hélder de Sousa, diretor do IAVE, explicou ao Expresso que as avaliações internas podem ter-se tornado mais exigentes para prevenir taxas de retenção maiores em anos de provas. Afirmando que “os sistemas sem avaliação entram em declínio”,o diretor do IAVE diz que houve uma “histeria social” que fez com que os exames servissem “para tudo”, quando deviam, na opinião de Hélder de Sousa, servir para dar informação sobre o que os alunos sabem ou não.

http://observador.pt/2015/12/19/exames-do-ensino-basico-quase-sem-impacto-nos-chumbos/
 
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O sorteio Fatura da Sorte vai passar a dar certificados de aforro, em vez de automóveis, como acontece desde 2014, altura em que foi criado para incentivar os contribuintes a pedirem fatura, adiantou à Lusa fonte do Governo.

A alteração ao prémio da Fatura da Sorte deverá acontecer a partir de abril, devendo o valor do certificado de aforro ser semelhante ao do prémio atual, que ronda os 40 mil euros.

Esta alteração apenas deverá ocorrer em abril do próximo ano, porque ainda existem automóveis em 'stock' para atribuir, adiantou à Lusa fonte governamental.

O regulamento do concurso prevê a atribuição de um prémio, sem o especificar, aos contribuintes que pedem fatura e lhe associam o seu número de identificação fiscal (NIF), limitando apenas o valor anual que pode ser gasto em prémios -- dez milhões de euros, incluindo imposto de selo.

http://expresso.sapo.pt/sociedade/2...r-certificados-de-aforro-em-vez-de-automoveis

@Vince
 
Última edição:
Chegámos a um ponto, depois dos últimos 4 anos, em que fica tudo muito surpreendido quando alguém diz que tenciona mesmo cumprir (ou tentar fazer o que for possível para cumprir) o que prometeu.
Dito isto, excelente ideia a dos certificados de aforro. A parolada dos Audi vai acabar.
 
Não estou alegre pelo cumprimento de promessa nenhuma. Estava apenas a referir-me à surpresa evidenciada por muito boa gente aqui relativamente à insistência em coisas que foram promessas eleitorais. Ora, depois dos últimos 4 anos, quase se entende que se ache estranho, depois de se apanharem sentados com o rabo na cadeira do poder, não mandarem imediatamente às urtigas o que haviam prometido. Claro que nesse caso iriam criticar a quebra das promessas. Como não aconteceu, criticam a insistência no cumprimento das mesmas. :D
 
Relativamente ao prémio das faturas, esta solução dos certificados, é pior para os cofres do estado. Repito, é pior do ponto de vista do estado.

Uma coisa é oferecer um audi de 40mil euros, que fica ao estado por 20mil. Outra é oferecer 40mil e ainda ter de remunerar juros dos certificados. Ou seja, sobra menos receita para fazer face a eventuais necessidades.

Parece que não mas 20mil x 12 mais juros, são quebra de receita à volta de 250mil/ano o que equivale a favorecer 1000-1500 beneficiários de RSI.
 
desaparece a ostentação, promove-se a poupança.

Segundo as notícias, o Banif tinha interessados na compra, mas o anterior Governo não avançou com concurso. O Sérgio Monteiro não tem tempo para tudo. Era de esperar que o anterior Governo, de Passos e Portas, responsável, entre outros, pela reforma do Estado e pela venda do Novo Banco, tivesse deixado uma solução para o problema, como por exemplo, uma subscrição pública para ajudar na defesa dos lesados do Banif. Ou então, se calhar, a opção do ex-Governo foi deixar correr. Eles não nos pagam, "é dinheiro que está a render", como disse o ex-PM. Portanto, enquanto eles não nos pagarem é dinheiro que rende a bom juro. Só temos de esperar e ficamos ricos.

Quanto está a render de juros o BANIF? De Sócrates a Coelho... foram 15 anos de lixo.
 
Parece que não mas 20mil x 12 mais juros, são quebra de receita à volta de 250mil/ano o que equivale a favorecer 1000-1500 beneficiários de RSI.

Não acho que toda a gente vá manter o dinheiro todo durante muito tempo nos CTT. De qualquer das formas, o resgate poderá ser feito a partir do 1º trimestre após a aquisição do produto. Portanto, a quebra de receitas por pessoa não deverá ser muito grande.

Nisso discordamos, eu e o @Vince. Acho que é mesmo por causa de Portugal ser um país viciado em raspadinhas e Euromilhões que o novo prémio não diminuirá o interesse por parte da população. Em termos líquidos, o novo prémio é superior ao Audi. Porque é a que população não vai querer?
 
Não acho que toda a gente vá manter o dinheiro todo durante muito tempo nos CTT. De qualquer das formas, o resgate poderá ser feito a partir do 1º trimestre após a aquisição do produto. Portanto, a quebra de receitas por pessoa não deverá ser muito grande.

Nisso discordamos, eu e o @Vince. Acho que é mesmo por causa de Portugal ser um país viciado em raspadinhas e Euromilhões que o novo prémio não diminuirá o interesse por parte da população. Em termos líquidos, o novo prémio é superior ao Audi. Porque é a que população não vai querer?

Tantos que ganharam o Euromilhões em Portugal e estoiraram com o dinheiro todo. O mesmo acontecerá a esses certificados de aforro, qual dinheiro a render, os portugueses são bons é a estoirarem.

Agora, dizerem que os portugueses não ganham para o combustível dos Audis deve ser por isso, que existem tantos em Portugal e conheço alguns que mais vale ter um Audi e passar fome do que ao contrário. :rolleyes:
 
Não acho que toda a gente vá manter o dinheiro todo durante muito tempo nos CTT. De qualquer das formas, o resgate poderá ser feito a partir do 1º trimestre após a aquisição do produto. Portanto, a quebra de receitas por pessoa não deverá ser muito grande.

Nisso discordamos, eu e o @Vince. Acho que é mesmo por causa de Portugal ser um país viciado em raspadinhas e Euromilhões que o novo prémio não diminuirá o interesse por parte da população. Em termos líquidos, o novo prémio é superior ao Audi. Porque é a que população não vai querer?
Não digo que a população deixe de participar, até porque parte dela já se habituou. Contudo no teu comentário apenas te referiste aos juros, enquanto eu enfatizei mais a despesa num aspecto: o estado não gasta 40mil no carro, gasta uns 20mil (porque os impostos não contam).
 
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