O Estado do País 2016

a praga do centralismo...

fora de Lisboa, Porto, Coimbra e Braga.... tudo vazio.

São necessárias outras políticas. É necessária outra abertura nas políticas de juventude. É necessário ocupar o nosso território.

Agronomia em Beja ficou com 44 vagas por preencher. Não se admite.
 
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Começo a achar que este assunto está a ser deliberadamente exagerado (especialmente nos círculos europeus) para esconder outras manobras mais graves...

Seixas da Costa avisa: PPE move influências contra Guterres

http://ionline.sapo.pt/artigo/52346...influ-ncias-contra-guterres?seccao=Portugal_i

O Barroso no GS nem é grande novidade. Basta ver quem por lá passou: Draghi, o ex-presidente Romano Prodi, o Carlos Moedas... Realisticamente, o que é que o DB vai trazer de novo? Pouco ou nada.

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O trabalho dela é proteger o orçamento europeu da corrupção e da fraude. Não é irónico que muito provavelmente vai subir de posto mediante ações igualmente desonestas e cinzentas? Mas pronto, é uma mulher e hoje em dia há quotas para cumprir em todo o lado (sendo ela também responsável por essa valência).

Novamente, a distância cria indiferença e ignorância. E isto leva a dois tipos de políticas: a regional/pacóvia e a supranacional/aristocrata.
 
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Universidade dos Açores - Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente
9022 Ciências Agrárias - 14 VAGAS
L121 Natureza e Património - 17 VAGAS

Universidade dos Açores - Faculdade de Ciências e Tecnologia
9041 Ciências do Mar - 17
VAGAS

Universidade do Algarve - Faculdade de Ciências e Tecnologia
L123 Gestão Marinha e Costeira - 16 VAGAS
9003 Agronomia - 18 VAGAS

Universidade de Aveiro
L094 Reabilitação do Património - 12 VAGAS

Universidade de Évora - Escola de Ciências e Tecnologia
9003 Agronomia - 15 VAGAS
9818 Ciência e Tecnologia Animal - 10 VAGAS

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Escola de Ciências Agrárias e Veterinárias
9086 Engenharia Agronómica - 14 VAGAS
9114 Engenharia Florestal - 17 VAGAS
9129 Engenharia Zootécnica - 16 VAGAS


Instituto Politécnico de Beja - Escola Superior Agrária
9003 Agronomia - 44 VAGAS
9350 Ciência e Tecnologia dos Alimentos - 24 VAGAS


Instituto Politécnico de Bragança - Escola Superior Agrária de Bragança
L016 Ciência e Tecnologia Alimentar - 36 VAGAS
9085 Enfermagem Veterinária - 46 VAGAS
9086 Engenharia Agronómica - 45 VAGAS
9129 Engenharia Zootécnica - 22 VAGAS
8401 Fitofarmácia e Plantas Aromáticas e Medicinais - 24 VAGAS

 
Universidade dos Açores - Faculdade de Ciências Agrárias e do Ambiente
9022 Ciências Agrárias - 14 VAGAS
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9041 Ciências do Mar - 17
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9818 Ciência e Tecnologia Animal - 10 VAGAS

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - Escola de Ciências Agrárias e Veterinárias
9086 Engenharia Agronómica - 14 VAGAS
9114 Engenharia Florestal - 17 VAGAS
9129 Engenharia Zootécnica - 16 VAGAS


Instituto Politécnico de Beja - Escola Superior Agrária
9003 Agronomia - 44 VAGAS
9350 Ciência e Tecnologia dos Alimentos - 24 VAGAS


Instituto Politécnico de Bragança - Escola Superior Agrária de Bragança
L016 Ciência e Tecnologia Alimentar - 36 VAGAS
9085 Enfermagem Veterinária - 46 VAGAS
9086 Engenharia Agronómica - 45 VAGAS
9129 Engenharia Zootécnica - 22 VAGAS
8401 Fitofarmácia e Plantas Aromáticas e Medicinais - 24 VAGAS

Tudo isso são cursos inúteis destinados ao desemprego que nem deviam estar abertos. Não há alunos, fecha.
 
não estou contente com a possível subida dos impostos indirectos para compensar os directos.

mas vamos aguardar pela proposta do orçamento pra saber concretamente de que valores estamos a falar.
 
Tudo isso são cursos inúteis destinados ao desemprego que nem deviam estar abertos. Não há alunos, fecha.

??? :huh:

Há muitos cursos inúteis, mas não são com toda a certeza a maioria dos cursos presentes naquela lista do Agreste, o problema é que alguns daqueles cursos são difíceis e a malta agora quer é ir para Desporto, Educação Social, Sociologia, Educação Básica entre muitos outros, que enchem as vagas e conduzem os alunos licenciados para caixas de supermercado...
 
São inúteis porque todos aqueles cursos formam para ir para o desemprego. Que perspectivas é que um gajo tem ao ir para um daqueles cursos? É apenas a minha opinião!

E depois não podemos comparar o prestígio de uma universidade no littoral com uma do interior, nem o curso em si. Excepção feita à Universidade da Beira Interior que muito evoluiu nos últimos anos. De resto, raro é o aluno que realmente quer ir para uma dessas faculdades, são basicamente o último recurso.
E esses cursos que referiste, são iguais.
 
http://economico.sapo.pt/noticias/d...ase-da-espanhola-que-esta-nos-107_256833.html

A Espanha está sem governo e os juros da dívida está em 1.07#, Portugal tem um governo podre já vai os juros em 3.24%, que continuem a subir, que vamos ver quem é que vai apanhar Pokemóns, quem vai levar é o povinho que nunca mais aprende.

http://economico.sapo.pt/noticias/c...ate-e-manda-passos-cacar-pokemons_256828.html

Está tão bom, que o Centeno já diz que a tarefa dele é evitar um segundo resgate, por isso, já se sabe vem aí um segundo resgate, mais 1 aninho e bomba rebenta...
 
São inúteis porque todos aqueles cursos formam para ir para o desemprego. Que perspectivas é que um gajo tem ao ir para um daqueles cursos? É apenas a minha opinião!

E depois não podemos comparar o prestígio de uma universidade no littoral com uma do interior, nem o curso em si. Excepção feita à Universidade da Beira Interior que muito evoluiu nos últimos anos. De resto, raro é o aluno que realmente quer ir para uma dessas faculdades, são basicamente o último recurso.
E esses cursos que referiste, são iguais.

Alguns dos cursos que estão naquela lista não são inúteis e têm empregabilidade, eu que o diga sou licenciado em Engenharia Florestal pelo Politécnico de Bragança (IPB) e estou a trabalhar na minha área de formação.

Isso do prestigio estar nas universidades do Litoral tem muito que se lhe diga, o IPB foi considerado a 7ª melhor instituição do ensino superior a nível nacional, sendo o melhor politécnico.
http://www.brigantia.pt/noticia/novo-ranking-reforca-ipb-como-melhor-instituto-politecnico-do-pais

ou A 17ª a nível nacional com mais de 100 institutos de ensino superior avaliados ou a 1562ª a nível mundial em mais de 11mil universidades.
http://www.webometrics.info/es/Europe_es/Portugal

Isto tudo para dizer que não é assim tão mau estudar no Interior, nem o Litoral é sinal de qualidade, fora dos grandes centros também há boas escolas com bons professores e com boa empregabilidade, os meninos é que não querem sair da beira dos papás que vivem nos grandes centros (Lisboa, Porto, Braga, Coimbra)! :D
 
Em 2014:

António Costa diz que há uma "terceira via": aumentar a riqueza

http://expresso.sapo.pt/politica/an...a-uma-terceira-via-aumentar-a-riqueza=f876317

Ainda agora vinha a ouvir na rádio o primeiro-ministro e o primeiro-ministro explicava que os portugueses têm de saber que se o objetivo é reduzir o défice, há duas formas: ou aumenta os impostos para aumentar a receita ou faz corte dos salários para baixar a despesa. (...)

Para o dirigente socialista, "há uma outra receita" que Passos Coelho "não sabe, nem quer aprender", mas há que "lhe ensinar".

"Há uma terceira via, que é aumentar a riqueza", declarou o presidente da Câmara de Lisboa, referindo que se houver aumento de riqueza estão criadas as condições "para a consolidação das finanças públicas".

Já na altura era ridículo. Agora é, ou devia ser, ainda mais.

Na altura do governo PPC escrevi aqui que muito dificilmente o governo de AC faria muito diferente em termos de crescimento económico. Este está a devolver rendimentos e a fazer gincana para tapar os buracos (coisa que os bancos não ajudam). O anterior continuaria a cortar rendimentos e o crescimento continuaria a ser medíocre (seriam as tais 'vagas de austeridade'). O desgaste seria óbvio e mais cedo ou mais tarde o governo cairia. As exportações - a tal salvadora - já estavam a cair no final do governo PPC (muito por culpa das refinarias):



Lá está, ganhar quota de mercado é mais fácil quando há expansão económica robusta do que quanto há estagnação/lentidão.



'Estamos', à semelhança da Irlanda, quase a recuperar o mesmo número de trabalhadores antes da crise.

Promoções já representam quase metade das vendas dos hipermercados

As vendas promocionais nos hipermercados passaram de 39,7% no primeiro semestre de 2015 para 44,8% nos primeiros seis meses deste ano e a tendência é para continuarem a crescer, segundo a diretora-geral da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição.

http://observador.pt/2016/09/13/promocoes-ja-representam-quase-metade-das-vendas-dos-hipermercados/

Provavelmente será muito difícil discernir entre as promoções 'reais' (produtos em final de validade por exemplo) e as 'irreais' (o estabelecimento aumenta o preço e anuncia o anterior como promoção). Isto está relacionado como o crédito ao consumo, que não obstante aquelas notícias periodicas que geram muita indignação (o português gasta muito, acima das suas possibilidades)...





... o crescimento da procura interna até tem sido mais ou menos estável desde 2014 (governo PPC).

Numa sociedade tão endividada como a portuguesa...



... que parte do novo crédito está a ser usado para fazer rollover às dívidas passadas?

Itália desce estimativas de crescimento económico

Na sua última previsão, realizada em Abril, o Governo, estimava um crescimento de 1,2% em 2016 e de 1,4% no próximo ano. Este valor está bastante abaixo das expectativas para a zona euro que o Banco Central Europeu aponta para 1,7% este ano.

http://economico.sapo.pt/noticias/italia-desce-estimativas-de-crescimento-economico_256793.html

O Renzi desceu os impostos primeiro que PT. Sem surpresa, a estratégia está a falhar.

To go forward, Europe must lift up its left-behind, ECB's Draghi says


"We must devote more attention to the redistributive aspects of integration," Draghi said. "I do not think there will be significant progress in terms of opening up markets and competition if Europe does not listen to the demands of those left behind by a society built on the pursuit of wealth and power."

http://www.reuters.com/article/us-europe-draghi-idUSKCN11J1WM?il=0

Realisticamente mais uma recessão não é bem-vinda porque ainda não se recuperou da última. Os bancos centrais arriscam-se a perder toda a credibilidade que têm (não têm necessariamente a culpa dos problemas dos países mas são empurrados contra a parede devido aos políticos que não podem fazer cortes em larga escala para não haver rebelião geral). Da parte dos governos só resta uma opção: investimentos públicos em larga escala com retorno incerto.

Quem me lê já conhece a minha retórica fatalista. A revolução industrial aumentou a produtividade e aproximou povos. A revolução digital em larga escala trará mais eficiência do que inovação. A curto prazo haverá um fosso enorme entre as pessoas mais velhas, tendencialmente menos habituadas com a tecnologia, e as mais novas (já se vê isso). A médio prazo haverá um excesso de mão-de-obra crónica.



No jobs, no money. No money, no consumption. No consumption, no economy.
 
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