O Estado do País 2016

mas quem é que vai criar e manter a aplicação?
os taxistas não querem aplicação nenhuma, querem é que os ilegais sejam expulsos do mercado.

subsidiar uma aplicação?
isso é de esquerda e a esquerda é uma treta, mas uma treta importante.

http://expresso.sapo.pt/multimedia/...enho-medo-nao-trabalho-na-Uber-quero-circular

Onde está a Caty Martins a insurgir-se contra violência de género e o repúdio do PCP? Não vai haver condenações associadas aos piropos? Onde está o Bloca de Esquerda?

O vandalismo de esquerda é sempre chique. Vale tudo porque é tudo fascista.

subsidiar uma aplicação?
isso é de esquerda e a esquerda é uma treta, mas uma treta importante.

Que eu saiba não há um governo fascista a impor a UBER fascista à população indefesa. És tu o fascista e o PCP também ele fascista que quer reduzir as opções das pessoas. Nem tu usas o transporte público. A tua ideologia cega-te.

a antral cede tudo o que tem e em troca recebe nada.

ESPECTÁCULO!

http://exameinformatica.sapo.pt//no...lemoveis.-Utentes-dizem-o-que-querem-num-taxi

Porque é que as pessoas usam a UBER? Lê esta notícia fascista cheia de motivos fascistas.
 
http://lifestyle.sapo.pt/familia/no...er-mais-alunos-a-frequentar-o-ensino-superior

Para quê? Para dizerem que têm um curso mas no fim, trabalham em caixas de supermercados. 1º de tudo, têm que criar emprego decentes, enquanto aqueles que agora tiram cursos e que muitos trabalham como empregados de supermercados e lojas de roupa, isto não irá longe. Só se o ensino superior, tornar-se como no básico e secundário, sem exames e sem reprovações e fazerem alunos com canudo em massa. :huhlmao:

Que tal, irem para cursos profissionais, mais vale ter um curso profissional onde se aprende a trabalhar a valer do que ter um curso superior em que a prática é zero. Depois, chegam ao mundo cá fora e apanham um choque com a realidade.
 
querem um serviço de taxi em que cada um vende o que quiser?

preços livres?
trajectos livres?
lugares sentados sem número limite?
qualquer tipo de carga?
sem quaisquer licenças?
ausência de lugares para receber e largar passageiros (pode ser em qualquer lugar)?
nenhum corredor prioritario?

então defendam isso.

escusam é de falar em inovações tecnológicas, conforto, formação, que isso é tudo treta.
 
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Portugal com excedente externo de 1,2% do PIB

No ano terminado em Junho, a economia portuguesa registou um excedente externo de 1,2% do PIB, contabilizou o Banco de Portugal. A poupança das famílias e das empresas mais que compensou o défice nas Administrações Públicas.

"No ano acabado no segundo trimestre de 2016, e tal como acontece desde o final de 2012, a economia portuguesa evidenciou capacidade de financiamento, no valor de 1,2% do PIB" escreve o Banco de Portugal numa nota enviada à imprensa, explicando que "a capacidade de financiamento da economia reflectiu a poupança financeira das sociedades financeiras, dos particulares e das sociedades não financeiras (respectivamente de 3,2%, 0,8% e 0,6% do PIB)".

"A soma destas poupanças, 4,6%, "foi mais do que suficiente para satisfazer as necessidades de financiamento das administrações públicas, que totalizaram 3,4% do PIB" explica ainda o banco central, que também fez as contas ao "stock" de activos financeiros de cada subsector face ao exterior, encontrando uma melhoria no conjunto da economia, incluindo nas administrações públicas.

Apesar dos défices, o Estado conseguiu melhorar a sua posição face ao exterior: "Os activos financeiros líquidos das administrações públicas aumentaram 2,3 pontos percentuais do PIB devido ao efeito positivo neste rácio da variação do PIB e das variações nos preços dos activos financeiros e dos passivos, que mais do que compensaram as necessidades de financiamento deste sector".

No que diz respeito ao total da economia, em Junho, registava-se "uma posição financeira líquida face ao resto do mundo de -105,6% do PIB, superior aos -108,4% do PIB registados no final do trimestre anterior", diz o banco central, que destaca que se mantém "a tendência de melhoria observada desde o início de 2014, apenas com uma breve interrupção no início de 2015".

Negócios
 
Novo indicador conclui que Portugal é o 21º país mais desenvolvido

A Social Progress Imperative e a Deloitte apresentam hoje, na Gulbenkian, os resultados do Índice de Progresso Social em 2016, um indicador que pretende ser um complemento ao PIB.

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Como medir o progresso e o desenvolvimento social de um país? Criado pela Social Progress Imperative (SPI), uma organização não-governamental, o novo Índice de Progresso Social vem redefinir a forma como é medido o progresso dos países, dando prioridade às questões com mais impacto nas sociedades e na vida das pessoas.

Em declarações ao Jornal Económico, Michael Green, diretor executivo da SPI, afirmo que o Índice de Progresso Social não pretende substituir outros indicadores, como o PIB, mas antes servir de complemento. Portugal está relativamente bem posicionado neste índice, ocupando a 21ª posição, praticamente ao mesmo nível que países como os Estados Unidos ou a França e à frente de uma potência económica como Itália (ver infografia), com 83,88 pontos. Mas apesar de uma melhoria face aos 81,91 pontos verificados em 2015, na primeira edição do índice, Portugal desceu três posições no ranking, face ao 18º lugar que ocupava no ano passado.

“Desde que foi criado, há mais 80 anos, sempre notámos que havia algo de errado com o PIB. Esta não é a medida perfeita para as nossas vidas. O PIB diz que as bombas e as prisões, por exemplo, podem ser progresso. O PIB também não diz nada sobre o ambiente, sobre igualdade ou justiça. Sempre soubemos isso. Acho que nos últimos 10 anos, com as alterações climáticas, a primavera árabe e a crise financeira global, foi crescendo a necessidade de ir para lá do PIB, e há atualmente um grande consenso à volta deste tema”, disse o responsável, que hoje participa num colóquio que a Deloitte promove na Fundação Gulbenkian, em Lisboa. A Deloitte é parceira da SPI.
“O propósito do Social Progress Index não é substituir o PIB, mas constituir um complemento. Este índice está desenhado para, em conjunto com o PIB, apoiar os líderes governamentais, gestores e a sociedade civil, a pensar o quão inclusivo é o desenvolvimento económico de um país e ajudar aqueles decisores a tomarem melhor as suas decisões”, disse. E frisou: se um país foca-se somente no desenvolvimento económico, a estratégia está incompleta. É fundamental pensar tanto no progresso social como económico”.

Um índice baseado apenas em indicadores sociais
O Índice de Progresso Social não integra indicadores económicos. É baseado exclusivamente em indicadores sociais para medir e apurar os resultados de um determinado ambiente social. É isto que, segundo Michael Green, o distingue de outros indicadores, como o Índice de Desenvolvimento Humano da OCDE. “Não dizemos que a componente económica não interessa, o que dizermos é que ao criarmos uma forma rigorosa de medir o progresso social, para acompanhar o desenvolvimento económico, que é medido pelo PIB, nós podemos efetivamente perceber qual a relação entre o PIB e progresso. E o que descobrimos é que o PIB não é o destino. Quanto mais rico se torna um país, o progresso social tende a aumentar, mas não é tão linear”, disse.

“Portugal tem feito um bom trabalho”
Michael Green destacou os resultados obtidos no nosso país. “Portugal ocupa a 21ª posição no ranking global e os EUA a 19 posição. Os EUA têm um maior PIB per capita, o que significa que não têm feito um bom trabalho em reverter o PIB em progresso social”, defendeu.
“Portugal tem, de facto, feito um bom trabalho, o que é um pouco raro, especialmente em países desenvolvidos. Em indicadores sobre a tolerância, inclusão e liberdade de escolha apresenta bons resultados, e alguns países estão interessados em perceber como os atingiram”, concluiu.


http://www.jornaleconomico.sapo.pt/...-conclui-portugal-21o-pais-desenvolvido-78934
 
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Reactions: frederico e MSantos
Afluência às urnas nos Açores era de 29% às 16 horas

A afluência às urnas nas eleições legislativas regionais nos Açores era de 29,29 por cento às 16:00 locais (mais uma hora em Lisboa), segundo dados da Direção Regional de Organização e Administração Pública (DROAP).

No universo de 228.160 eleitores, votaram 66.825 até às 16:00, de acordo com a informação da DROAP.

Segundo esta direção regional, há quatro anos, até à mesma hora, tinham votado 34,37 dos eleitores tinham exercido o direito de voto nas legislativas regionais.

Nas eleições regionais de 2008, a abstenção registou a maior taxa de sempre neste tipo de sufrágio, com 53,34% dos 192.943 eleitores a não votarem.

Há quatro anos a abstenção situou-se nos 52,14%.

http://www.dnoticias.pt/pais/afluencia-as-urnas-nos-acores-era-de-29-as-16-horas-GA211558
 
PS sem habitual festa no centro de Ponta Delgada

http://www.acorianooriental.pt/noticia/ps-sem-habitual-festa-no-centro-de-ponta-delgada

A cabazada acabou por ser apenas uma vitória simbólica nominal porque perderam um deputado. As projeções não estiveram lá muito bem.

Como abstencionista não tenho muito para escrever sem ser isto: O concelho mais envelhecido de S. Miguel, Nordeste, foi o que teve menos abstenção -> +-45%. Nos restantes esteve sempre a rondar os >60%. A malta jovem não está muito virada para a política. No Brexit aconteceu o mesmo. Serão que estão mal habituados? Ou descrentes?

Volto a enfatizar a cabazada do PCP. Se não fosse o veterinário eles iriam desaparecer :D

http://www.rtp.pt/acores/politica/n...loca-as-flores-acima-dos-partidos-video_51709
 
Se não votaste... que te interessa se os partidos ganham ou perdem?

A autonomia, o orçamento próprio resolve-se com a abstenção. Quero lá saber!
Se as pessoas não votam nem organizam partidos-movimento-etc... a autonomia acaba.

E tudo por causa da redução em 1/3 no símbolo do partido, o qual impossibilitou alguns votantes de votarem correctamente na CDU :D
Parafraseando o saudoso Badaró: "É po..li..tica!!!!" :lol:

É uma irregularidade. Os símbolos, siglas e sinais de identificação são iguais para todos os partidos no boletim de voto.
 
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É uma irregularidade.

@Agreste efectivamente pode ter havido uma irregularidade, mas todos sabemos a quantidade de votos que a CDU consegue numas eleições nos Açores.
Há muitos anos que trabalho com a política no dia-a-dia e o que os políticos mais gostam é arranjar desculpas para mascarar a realidade. Creio que na sua vida também terá visto e vivido isso...
Como disse, falando nos sketchs do Badaró em que ele aparecia como uma marioneta movimentada pelos políticos e a sua grande arte de "bem dizer" (o bem fazer já não é tão linear), não me revejo na forma e conteúdo da política nacional, onde o demérito, os compradrios e a corrupção andam de mão dada... Tal seja por este motivo que muitos não votam, pois sabem que, mesmo votando nunca irão mudar o sistema e os interesses.
Claro que é esta a minha opinião e, mesmo que não tem a mesma opinião, respeito-a.