O Estado do País 2016

Só a Grécia cresceu menos que Portugal. Portugal sempre solidário com a Grécia, até ao novo resgate para sermos solidários com o povo grego. :D

Mas, algum investidor vai investir o seu dinheirinho neste país, só se for algum maluco eu cá nunca investia neste país e com esta geringonça.

Esperemos mais resultados fantásticos nos próximos meses. :rolleyes:

Marcelo continua a passear e não faças nada enquanto é tempo, deixa o país afundar e anda de mão dada com a geringonça, ainda vais ser pior que o Cavaco. :rolleyes:
 
Só a Grécia cresceu menos que Portugal. Portugal sempre solidário com a Grécia, até ao novo resgate para sermos solidários com o povo grego. :D

Mas, algum investidor vai investir o seu dinheirinho neste país, só se for algum maluco eu cá nunca investia neste país e com esta geringonça.

Esperemos mais resultados fantásticos nos próximos meses. :rolleyes:

Marcelo continua a passear e não faças nada enquanto é tempo, deixa o país afundar e anda de mão dada com a geringonça, ainda vais ser pior que o Cavaco. :rolleyes:


O sr. Ministro das finanças não paga aos fornecedores ( e põe as respectivas empresas e famílias a pão e água) e está o problema do défice resolvido, pelo menos nos próximos 2 ou 3 meses...

É assim que os socialistas resolvem o problema da dívida. Criando calotes e mais calotes. :lmao::lol::lmao:
 
Se houvessem eleições cada vez que um governo não cumprisse o orçamento, não se fazia outra coisa. Independemente das opiniões que se tenha do PPC (pró ou contra) ele não é propriamente a melhor pessoa para falar em cumprimento de objetivos orçamentais. Nas palavras do próprio...

O chefe do executivo PSD/CDS-PP apontou, em particular, as metas fixadas para a redução do défice: "Na verdade, estes objectivos eram incumpríveis. Nenhum destes objectivos era alcançável pelos meios naturais que estavam previstos no programa de ajustamento".

"Os objetivos orçamentais eram absolutamente irrealistas e só foram cumpríveis em 2011, como se recordam, graças a medidas de caráter absolutamente extraordinário", acrescentou.

O Estado português teve de "fazer um ajustamento orçamental de cerca de 23 mil milhões de euros nesses três anos, representando cerca de 10 % do Produto Interno Bruto (PIB)", referiu.

"Por que é que aceitámos cumprir estes objetivos? Percebendo que nenhum destes objetivos era alcançável dentro de políticas como aquelas que estavam previstas, a alternativa era requerer um segundo programa para Portugal, antes sequer de iniciar o primeiro", alegou.

Mas enfim, há que ganhar eleições. A máquina partidária voraz já nem gosta muito dele.

---

1.6% de crescimento na Alemanha. Pouco, considerando que tem mais 1 milhão de pessoas quase inteiramente dependentes do apoio estatal. A sugestão de 'reformas' também se aplica a este país.

3.4% em Espanha. A venda de casas aumentou. O turismo também cresceu bastante. O RU está relacionado com ambos os casos. Já o défice vai rondar os 4%. E vai continuar alto até mais ou menos ao final da década.

1% em Itália. As previsões para o défice também subiram. O caso é mais grave que o português. Como tal será certamente tratado de forma muito mais benévola. Repito que chegará o dia em que os alemães vão fazer fila no Deutsche Bank para tentarem tirar o seu dinheiro. Será um caso semelhante ao que assiste no país seguinte:

0.9% na Finlândia. A ironia é tão grande... :rolleyes:
 
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Se houvessem eleições cada vez que um governo não cumprisse o orçamento, não se fazia outra coisa. Independemente das opiniões que se tenha do PPC (pró ou contra) ele não é propriamente a melhor pessoa para falar em cumprimento de objetivos orçamentais. Nas palavras do próprio...





Mas enfim, há que ganhar eleições. A máquina partidária voraz já nem gosta muito dele.

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1.6% de crescimento na Alemanha. Pouco, considerando que tem mais 1 milhão de pessoas quase inteiramente dependentes do apoio estatal. A sugestão de 'reformas' também se aplica a este país.

3.4% em Espanha. A venda de casas aumentou. O turismo também cresceu bastante. O RU está relacionado com ambos os casos. Já o défice vai rondar os 4%. E vai continuar alto até mais ou menos ao final da década.

1% em Itália. As previsões para o défice também subiram. O caso é mais grave que o português. Como tal será certamente tratado de forma muito mais benévola. Repito que chegará o dia em que os alemães vão fazer fila no Deutsche Bank para tentarem tirar o seu dinheiro. Será um caso semelhante ao que assiste no país seguinte:

0.9% na Finlândia. A ironia é tão grande... :rolleyes:

A Alemanha não é o que parece do ponto de vista social, muito menos a ideia que a nossa esquerda tem ou tenta transmitir as massas em Portugal.
Não tem ordenado mínimo, o sistema nacional de saúde não é um mar de rosas, têm desemprego, desemprego jovem, e a industria alemã não consegue absorver toda a população activa nem de longe de perto. Existem problemas sociais na Alemanha em muito maior numero que nos países escandinavos, fora os problemas internos que têm com a Alemanha de Leste e Europa de Leste.
 
Como o Professor João César das Neves diz Portugal até tem uma economia real mais ou menos decente, o problema mor está no Estado, com o seu excesso de despesa, com a promiscuidade com alguns interesses económicos e com o excesso de regulação ou as burocracias que destroem a actividade económica.

Em comparação com a Alemanha até temos algumas vantagens que poucos vêem, uma dessas vantagens é o facto de cerca de 80% das famílias serem proprietárias, a crise não se notou tanto em Portugal como se notou em Espanha ou na Grécia em parte devido a isto. As famílias têm a sua horta, e especialmente no Norte do país ainda se produz parte do que se come; além disso sendo proprietárias conseguem sempre um rendimento extra que ajuda a pagar despesas, com rendas de quartos, casas ou apartamentos, isto ainda é reforçado pelo facto de sermos um país com muito turismo no Verão.

Infelizmente para muitos estatistas este nossa vantagem é um empecilho, não é por acaso que nos últimos 15 a 20 anos surgiram tantas regras contra a pequena economia informal, que nem existem em países muito mais ricos que nós. O IMI, os elevados impostos sobre os arrendamentos, as leis do urbanismo, uma hipotética taxação das heranças, tudo isso são formas encapotadas de transferir riqueza das famílias para o Estado.

Se Portugal não fosse um país de pequenos proprietários, se fossemos como o Sul de Espanha ou algumas áreas da Alemanha a crise teria sido muito, muito mais grave, talvez bem pior que a grega.

Como não há rendimentos elevados devido ao atraso económico a tendência será para taxar património, é necessário cuidado pois está em curso um saque fiscal às famílias portuguesas, que nas últimas décadas por pura iliteracia económica e vaidade pessoal entraram no esquema vendendo ouro, arte e terras para pagar prestações de créditos.
 
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Essa situação do imposto sucessorio até acaba por ser um pouco caricata. Taxam - se as grandes heranças, pois os ricos que paguem a crise, mas por outro lado não se podem penhorar os palacetes de 500 mil euros das famílias abastadas ( embora cheias de dívidas) .
Há algo aqui que não bate certo...

Noutra onda, ao mesmo tempo que nos dizem que não há problema com as reformas daqui a 15/ 20 anos, simultaneamente a Segurança Social anda à cata de receitas extraordinárias.

Aqui há gato...
 
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Tudo na Natureza tem ciclos, tudo no Universo tem ciclos, a economia também funciona assim. Portugal não soube aproveitar nos últimos 200 anos todos os grandes ciclos de crescimento económico, de desenvolvimento cultural e social que a Europa teve por falta de qualidade das suas elites políticas e económicas.

Agora estamos claramente num ciclo de estagnação e de baixo crescimento, e provavelmente assim ficaremos por muito tempo. Os tempos exigem poupança, contenção, mais trabalho, mais esforço individual, mais resiliência. Contudo é também nestes tempos que se prepara o novo ciclo de crescimento que virá e que passará pelo aproveitamento das novas tecnologias de que já dispomos, e que permitirão que trabalhemos menos horas por semana, com mais produtividade, que muitas profissões passem a ser exercidas a partir de casa a tempo parcial ou inteiro, ou que a esperança média de vida aumente até aos 90 anos obrigando a rever as leis sobre o trabalho (por exemplo, deixar trabalhar que tem saúde até à idade que assim entender, por que motivo um investigador com 70 anos e intelecto em bom estado deve ser obrigado a aposentar-se contra a sua vontade?).

Em Portugal temos actualmente um Governo que vive ainda nos anos 70, não percebe que os novos tempos exigem austeridade nas contas públicas, menos regulação da actividade económica, e reformas que permitam a sustentabilidade futura do Estado Social. Este impasse já aconteceu num passado recente, Marcelo Caetano e a brigada do reumático do Estado Novo não percebiam que o Império estava fora do tempo e que a sociedade queria mais liberdades no plano social e cultural, e o Regime caiu. Tivéssemos tido uma transição suave quando Salazar partiu e o PREC teria sido certamente evitado, com toda a destruição de capital que houve, tendo resultado em duas bancarrotas imediatas e décadas de atraso, ainda hoje sofremos as consequências nefastas do PREC.
 
Portugal é um dos países da Europa melhor posicionados para tirar partido da nova revolução industrial, contudo não será com impostos altos e excesso de regulamentação da economia que conseguiremos, ainda serão a Grécia ou a Espanha a passar-nos a perna.
 
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Portugal é um dos países da Europa melhor posicionados para tirar partido da nova revolução industrial, contudo não será com impostos altos e excesso de regulamentação da economia que conseguiremos, ainda serão a Grécia ou a Espanha a passar-nos a perna.

Essa revolução industrial até certo ponto está a ser exagerada. Excluindo algumas coisas como por exemplo olhos biónicos há muito produto aí que, realisticamente, não tem grande utilidade. Aumentar a conectividade entre o telemóvel, o frigorífico e a máquina de lavar roupa não será propriamente um avanço tão grande como a criação do telemóvel, do frigorífico e da máquina de lavar roupa.

Pessimista permanente com sou até já fico com receio com alguns caminho que a ciência está tomando. Enquanto que alguns veem na edição do ADN e nas experiências com ADN sintético uma forma de erradicar as doenças, eu vejo um projeto aliciante para a indústria militar. Foi o contribuinte, através dela, que mais contribuiu para o avanço da ciência (sendo a NASA um bom exemplo). E a qualquer momento (se é que já não foi) um qualquer exército pode adquir e/ou investir numa dessas empresas que por aí surgem. Eu lembro-me deste filme e não acho que isto seja muito rebuscado dentro de 25 anos:



E sim, vai haver uma experiência para ressuscitar os mortos. Se há uma coisa que a mais humilde das pessoas e o pior dos ditadores partilham é a morte. De certeza que se quer perturbar esse equilíbrio?

Há muitas outras coisas como isto:



Com a massificação da impressão 3D e com a construção de robots em casa isso vai ser uma 'boa' profissão no futuro. Assassino a soldo de alta tecnologia...
 
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Este país está bom é para quem não trabalha. Porque, aquele que trabalha não basta andar a trabalhar ainda tem que levar com multas injustas. Ser multado num estacionamento para cargas e descargas aonde está a efectuar-se uma descarga é insólito, mas não em Portugal. :facepalm: Realmente, agora é a burocracia do costume, enfim... mais vale viver do estado do que andar a trabalhar, pelo menos, evita-se ser multado por estar a trabalhar.
 
Portugal é um dos países da Europa melhor posicionados para tirar partido da nova revolução industrial, contudo não será com impostos altos e excesso de regulamentação da economia que conseguiremos, ainda serão a Grécia ou a Espanha a passar-nos a perna.

A Grécia :eek: sinceramente não encaro a Grecia sequer como um concorrente português seja no que for, talvez só no azeite. Além de mais se falamos em geopolítica a Grecia geograficamente é o pais da UE mais distante do nosso território, estando num cenário totalmente oposto ao nosso.
Sinceramente não invejo a situação da Grécia, é por isso que essa moda, esse rotulo, esse estigma do sul da Europa é um tanto ou quanto perigoso, pois o sul da Europa, além de não ser um bloco( ao contrário do centro da europa e dos países que rodeiam a Alemanha) o sul da europa têm paises que têm muito pouco em comum, o que não acontece com o centro da Europa todo ele muito homogéneo e geograficamente próximos, o que cá os nossos politicos referem-se a Norte da Europa é tão e somente o centro da Europa que gravita na orbita da potência Alemanha, nem Norte da Europa( com a excepção dos Finlandeses-até mais russos que escandinavos em muitos aspectos esses a mim não me enganam desde que atiraram bocas sobre Portugal que os tenho atravessados na garganta :lol:) .
Mas como disse não invejo a Grécia e assusta-me esta politica externa portuguesa de quererem ser gregos á força, a Grécia está ao lado de uma Turquia que cada vez da sinais de uma esquizofrenia no mínimo preocupante ao qual existem feridas não saradas entre gregos e turcos onde actualmente a fome de expanção está sem duvida no lado Turco, a Grecia é a porta de entrada de migrações de um Médio oriente em guerra com 200 milhões de pessoas, e de uma asia central com biliões de pessoas, onde já tem largas centenas de milhares diria até talvez um milhão ou mais de refugiados/migrantes, a Grécia tem uma Rússia praticamente ao lado, tem o Cáucaso, Ucrania, Bulgaria, Macedonia, minorias desintegradas epah :surprise: tempestade perfeita, deixai-os lá estar como estão, Grécia é um pais excelente, sou solidário com os gregos, nos temos e partilhamos de problemas de ordem economica identica, fomos vitimas da austeridade, a Historia da Grecia clássica é um legado civilizacional , mas nos definitivamente não somos gregos, nem deveremos querer estar naquele saco de gatos desculpem a sinceridade e assuta-me esta grecia oh mania das nossas elites e do nosso governo, pois somos países com realidades totalmente destintas

A nossa "guerra" é no Atlântico e ai poderemos assumir uma posição de destaque numa nova ordem que ai venha, tem de haver é estratégia politica não diabolizar os States, e olhar só para as Africas e Chinas como parece que muita gente em Portugal quer, os nossos concorrentes e aliados estratégicos são Marrocos, França, Irlanda, Espanha, Reino Unido, e até Itália.

Não consigo enteder onde a Grécia pode ser um concorrente em relação a Portugal estamos em tabuleiros totalmente distintos, e sinceramente temo que a Grecia não acabe bem, Russia, Turquia, o Médio oriente quase ao lado, acho que temo infelizmente que os anos de ouro gregos já passaram e possam vir a ter problemas muito mais graves que nos, desde de terem uma reacção da extrema direita, até terem migrações biblicas, terem uma Russia de um lado e uma Turquia de outro e uma UE de outro lado, não vejo como a Grécia possa correr bem, não os vejo como concorrentes, nem como primos afastados sequer, acho que estão em outro mundo, numa outra realidade que não a nossa.
 
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A Grécia :eek: sinceramente não encaro a Grecia sequer como um concorrente português seja no que for, talvez só no azeite. Além de mais se falamos em geopolítica a Grecia geograficamente é o pais da UE mais distante do nosso território, estando num cenário totalmente oposto ao nosso.

Geoestrategicamente a Grécia continuará a ser importante. O gás russo e da Ásia central passará necessariamente pela Turquia (ao invés da Ucrânia; é o que dá os golpes de estado). Da Turquia há dois destinos possíveis. Itália ou Grécia. Os países do sudeste europeu irão querer a rota terrestre porque implicará muita receita.

A entrada da Turquia na UE (ou mesmo a liberalização dos vistos) será um desastre cultural e económico. Há muito cidadão turco que se irá deslocar para a Alemanha. Se mesmo agora há patrulhas sharia em alguns países o cenário irá piorar. Representação democrática será abrir a porta a mais conflito intercultural.

a Grecia é a porta de entrada de migrações de um Médio oriente em guerra com 200 milhões de pessoas, e de uma asia central com biliões de pessoas, onde já tem largas centenas de milhares diria até talvez um milhão ou mais de refugiados/migrantes, a Grécia tem uma Rússia praticamente ao lado, tem o Cáucaso, Ucrania, Bulgaria, Macedonia, minorias desintegradas epah :surprise: tempestade perfeita, deixai-os lá estar como estão

A Grécia é a porta de entrada da OTAN nos Balcãs. Deixar a Grécia cair na mão de russos ou chineses é um objetivo geoestratégico que não pode ocorrer. Ainda para mais porque é uma região tumultuosa (é o que dá o multiculturalismo em nações pobres sendo a França o oposto).

A nossa "guerra" é no Atlântico e ai poderemos assumir uma posição de destaque numa nova ordem que ai venha, tem de haver é estratégia politica não diabolizar os States,

Realisticamente a Roda da Seda nunca será muito relevante para Portugal. A Grécia é o país mais próximo da China na via marítima (mas em termos terrestres está longe da Europa Central). Há ainda a rota ferroviária direta para a Alemanha, quando os problemas burocráticos forem resolvidos. Se as calotas polares derreterem o suficiente os maiores beneficiados serão os mesmos (Europa do Norte). Os tempos de consumismo desenfreado dos EUA já passaram. A realidade futura será mais austera. Com todos os problemas que daí advirão.

Não consigo enteder onde a Grécia pode ser um concorrente em relação a Portugal estamos em tabuleiros totalmente distintos, e sinceramente temo que a Grecia não acabe bem, Russia, Turquia, o Médio oriente quase ao lado, acho que temo infelizmente que os anos de ouro gregos já passaram e possam vir a ter problemas muito mais graves que nos, desde de terem uma reacção da extrema direita, até terem migrações biblicas, terem uma Russia de um lado e uma Turquia de outro e uma UE de outro lado, não vejo como a Grécia possa correr bem, não os vejo como concorrentes, nem como primos afastados sequer, acho que estão em outro mundo, numa outra realidade que não a nossa.

A Grécia é o estado-tampão face à turbulência do Médio Oriente (em palavras mais realistas, o primeiro estado que será sacrificado). Especialmente se houver golpes de estado na Turquia. Algo que será complicado de gerir se houver liberdade de movimentos.
 
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Interessante como este pais do ponto de vista bancário está nesta maré anti-UE, mas depois tolera tanto os nossos nacionais que arrebentaram e arrebentam e querem continuar arrebentar com a nossa banca. Como é que a UE nos pode levar a sério?
 
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O que se passa no Algarve merecia muitas reportagens de jornalismo de investigação, ele foi o Autódromo do Algarve, o PIN falido junto ao Guadiana a norte de Castro Marim, a cratera do Verde Lago na Praia Verde, a falência do Alisuper, as mega urbanizações falidas em torno de Tavira, seria interessante saber quem emprestou o dinheiro, em que condições e com que garantias, seria interessante também perceber como a dívida de VRSA desde que saiu o Presidente Murta aumentou mais de 10 vezes. Todos estes buracos estão na nossa Banca, quem os fez? Nomes e ligações partidárias? A verdade tem de se saber.
 
Historicamente fomos muito tempo uma sociedade extractiva pobre, elites capturando o Estado para conseguirem monopólios, concessões ou travar a alfabetização e a ascensão do povo e da pequena burguesia. O mercado comum foi em parte tolerado devido ao dinheiro que chegava via fundos comunitários, aos cargos políticos bem remunerados que Bruxelas oferece, e aos juros baixos que o BCE permite. Ao contrário do que sucede em Inglaterra, onde vastas porções da sociedade acreditam piamente nas vantagens do livre comércio, aqui não há muitos adeptos desses modelos sociais e económicos que permitem a liberdade comercial e a ascensão pelo mérito. Genericamente os nossos grandes empresários não gostam do trabalho, do risco, da inovação, preferem um mercado interno protegido e regulado. Cuidado pois com as vozes que vão começar a surgir contra a UE e a globalização.
 
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