O Estado do País 2016

Quando se fala de educação ninguém ouve os alunos, os pais mais conscientes, os bons professores.

Só a gritaria histérica de uma associação de pais politizada ou do Mário Nogueira, de teóricos que advogam teorias ultrapassadas que não funcionaram fora do país.

Mais uma vez quem decide não ouve o cidadão comum que o Estado deveria servir. E repito, não se admirem que apareça por aí uma Le Pen ou um Trump à portuguesa.
 
Mais uma vez quem decide não ouve o cidadão comum que o Estado deveria servir. E repito, não se admirem que apareça por aí uma Le Pen ou um Trump à portuguesa.

Por agora o período mais crítico já passou. As caras novas (Marinho e Pinto, Paulo Morais ...) foram largamente ignorados. Os restantes partidos de esquerda isoladamente não são ainda uma ameaça credível ao 2+1 (PS, PSD, CDS).

O que é que um Trump ou uma Le Pen poderiam trazer de novo à política portuguesa? Nacionalismo? Regresso ao escudo? Para isso já há o PCP e o BE. A extrema-direita portuguesa é irrelevante porque não há propriamente um problema com imigrantes. O apoio da população à esquerda é consistente com um país pobre. Mas isso termina nas medidas sociais. O povo português não é, ainda, explicitamente anti-UE. Nem é anti-federalista ao mesmo nível que a Europa de leste (mas contra estes será usado o papão russo para forçar a integração/cooperação).

Realisticamente, a Catarina do BE não tem muito carisma. E líderes femininas nunca têm o mesmo impacto que líderes masculinos. Já o Jerónimo é idoso. Não me parece que tenha a energia suficiente para cativar largas parcelas da população. Mas quanto a isso já escrevi que o Galamba do PS, o João, tem perfil para ser líder de um partido radical. Ainda em relação a este, quando o PSD falhava o défice a culpa era do partido e da austeridade. Quando o PS inevitavelmente falhar de quem vai ser a culpa? Duvido que o partido dele vá ter culpa do que quer que seja.
 
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Epa podem encerrar este tópico, que aqui não há espaço para o contraditório. E palas? Olha o respeito. Não sou burro para ter palas. Simplesmente sei pensar por mesmo. Não tenho partido nem ideologias nem votei no PS nestas últimas legislativas. Sou pelo direito e acho que o governo está agir bem e de boa fé neste assunto...

Desiste. Foi o que eu fiz. Been there, done that. Aqui, se fores apartidário (o que não significa não ter posição ideológica, claro!), o espaço é curtinho. Então agora com a azia em força (nalguns casos, com a passagem do tempo, já não é azia mas sim úlcera)... Entretanto desliguei-me também pelo que já referi, mas neste tópico já houve um pouco de tudo: machismo, xenofobia, apologia mais ou menos disfarçada da ditadura, enfim. Há pessoas com as quais discordo e que gostava de ler, mas essas também eram as que participavam menos frequentemente, coincidência ou não. Por último, corres também o risco de desaprender a escrever o teu idioma decentemente com tanta 'calinada' que para aqui vai. Escreve-se bastante, é verdade. Mas bastante mal, infelizmente, com a problemática complexa e aparentemente inalcançável do uso do verbo 'haver' à cabeça.
De volta ao saboroso 'exílio'.
 
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Desiste. Foi o que eu fiz. Been there, done that. Aqui, se fores apartidário (o que não significa não ter posição ideológica, claro!), o espaço é curtinho. Então agora com a azia em força (nalguns casos, com a passagem do tempo, já não é azia mas sim úlcera)... Entretanto desliguei-me também pelo que já referi, mas neste tópico já houve um pouco de tudo: machismo, xenofobia, apologia mais ou menos disfarçada da ditadura, enfim. Há pessoas com as quais discordo e que gostava de ler, mas essas também eram as que participavam menos frequentemente, coincidência ou não. Por último, corres também o risco de desaprender a escrever o teu idioma decentemente com tanta 'calinada' que para aqui vai. Escreve-se bastante, é verdade. Mas bastante mal, infelizmente, com a problemática complexa e aparentemente inalcançável do uso do verbo 'haver' à cabeça.
De volta ao saboroso 'exílio'.

Bons olhos te vejam , Claudia.:)
 
Enquanto não se sabe as causas da queda do avião do Egito, desconfio que será algo ao estilo das bombas na pasta de dentes ou nos sapatos. Tanto pode ter sido um tripulante como um comum passageiro (a grande preocupação é que enquanto não se sabe as respostas - algo que pode demorar meses ou anos - outros aviões podem cair nas mesmas circunstâncias. A destruição do avião sobre o mar não ajuda). Mas desconfio que a próxima histeria será a necessidade de se implementar os scanners de corpo inteiro que foram - e ainda são - extremamente polémicos nos EUA. À semelhança da espionagem em massa, e como em todas as situações de histeria, os factos nem serão discutidos...

A recent security audit found that TSA had failed to find fake explosives and weapons in 96 percent of covert tests.

... sendo que os factos mostram que as máquinas são um falhanço colossal. Nem em Israel há isso.
 
Epa podem encerrar este tópico, que aqui não há espaço para o contraditório. E palas? Olha o respeito. Não sou burro para ter palas. Simplesmente sei pensar por mesmo. Não tenho partido nem ideologias nem votei no PS nestas últimas legislativas. Sou pelo direito e acho que o governo está agir bem e de boa fé neste assunto...


Fechar o tópico apenas porque não gostas de alguns posts?

Se escreves algo, tens que te sujeitar a outras respostas.

Não te faltei ao respeito. Noutro dia também disseste que eu devia ter vergonha por ter defendido a reforma da lei sindical. E defendo sim, embora não seja contra a existência de sindicatos.

Também sou apartidario, mas não sou apolitico.

E também penso pela minha cabeça e com muita ironia pelo meio, caso ainda não tenhas percebido.
 
Desiste. Foi o que eu fiz. Been there, done that. Aqui, se fores apartidário (o que não significa não ter posição ideológica, claro!), o espaço é curtinho. Então agora com a azia em força (nalguns casos, com a passagem do tempo, já não é azia mas sim úlcera)... Entretanto desliguei-me também pelo que já referi, mas neste tópico já houve um pouco de tudo: machismo, xenofobia, apologia mais ou menos disfarçada da ditadura, enfim. Há pessoas com as quais discordo e que gostava de ler, mas essas também eram as que participavam menos frequentemente, coincidência ou não. Por último, corres também o risco de desaprender a escrever o teu idioma decentemente com tanta 'calinada' que para aqui vai. Escreve-se bastante, é verdade. Mas bastante mal, infelizmente, com a problemática complexa e aparentemente inalcançável do uso do verbo 'haver' à cabeça.
De volta ao saboroso 'exílio'.


Cláudia, saúdo o teu regresso. Mas regressa do teu saboroso exílio e diz - me só uma coisa.
Isso do machismo, xenofobia, autoritarismo, úlceras, atropelos à língua portuguesa era para mim?

Fico a aguardar uma resposta.
Fica bem.
 
:lmao:
Por agora o período mais crítico já passou. As caras novas (Marinho e Pinto, Paulo Morais ...) foram largamente ignorados. Os restantes partidos de esquerda isoladamente não são ainda uma ameaça credível ao 2+1 (PS, PSD, CDS).

O que é que um Trump ou uma Le Pen poderiam trazer de novo à política portuguesa? Nacionalismo? Regresso ao escudo? Para isso já há o PCP e o BE. A extrema-direita portuguesa é irrelevante porque não há propriamente um problema com imigrantes. O apoio da população à esquerda é consistente com um país pobre. Mas isso termina nas medidas sociais. O povo português não é, ainda, explicitamente anti-UE. Nem é anti-federalista ao mesmo nível que a Europa de leste (mas contra estes será usado o papão russo para forçar a integração/cooperação).

Realisticamente, a Catarina do BE não tem muito carisma. E líderes femininas nunca têm o mesmo impacto que líderes masculinos. Já o Jerónimo é idoso. Não me parece que tenha a energia suficiente para cativar largas parcelas da população. Mas quanto a isso já escrevi que o Galamba do PS, o João, tem perfil para ser líder de um partido radical. Ainda em relação a este, quando o PSD falhava o défice a culpa era do partido e da austeridade. Quando o PS inevitavelmente falhar de quem vai ser a culpa? Duvido que o partido dele vá ter culpa do que quer que seja.

Estás á espera que duas mega potências do nosso mundo ocidental, fundadores da NATO os EUA e a França mudem para uma direita radical e populista e que tudo fique na mesma ?:lol:
Esquece lá isso e as ordens mundiais que conhecemos hoje. Apesar de Portugal,Espanha,Irlanda e o Reino Unido serem paises que parecem imunes a direita radical caso as coisas mudem nos States e em França tudo mudará de forma tao drastica que ainda não conseguiremos medir actualmente.


As coisas em Portugal estão muito politicamente correctas e estabilizadas, a questão é com os dados de imprevisibilidade.
 
Última edição:
não é de esquerda mas tem as propostas possíveis de aprovar pelo PS.
Estamos onde sempre estivémos, dependentes dos alemães.
Eu já estava fora da UE.
 
No congresso do PS, o PS decidiu virar à esquerda e aproximar - se ao BE.

Por mim, nada tenho a obstar, cada partido faz as escolhas que quer e escolhe os seus parceiros. E escolhe também os seus processos, sejam de pasokizacao, sejam outros quaisquer.

Só espero é que nas próximas eleições digam logo ao que vêm e quais são os seus parceiros e não finjam ser um partido do centro - esquerda apenas para sacar votos como se viu nas últimas eleições.
 
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O PS tornou-se o grande partido da captura. Avental, construtoras, escritórios de advogados, funcionalismo militante, uma ou outra corporação profissional.

Se volta a estoirar o país como Sócrates temo pelo futuro de Portugal. O PS é um partido importante em democracia mas radicalizou-se e não tem gente séria lá dentro.
 
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Lá diz o povo, não se pode habituar mal as pessoas.

O PS e o PSD vão ser vítimas das próprias benesses que deram a algumas facções da sociedade portuguesa. Nunca as deveriam ter dado e agora se as tirarem vão perder votos para os extremos. A nível local há casos escandalosos, desde milhares para grupos de festas e de caçadores até idas a Cuba gratuitas que poderiam ser feitas em Portugal a preços mais baixos. O problema começa nas autarquias e se a coisa ficar feia virá um Marquês de Pombal pôr ordem nas instituições. Não é admissível que haja autarquias a oferecer excursões, concertos de Tony Carreira ou festas da Maya. Isto tem de acabar!