O Estado do País 2016

Afinal, a CGD vai necessitar de uma recapitalizacao de 5000 milhões de euros ( pelo menos. É provável que seja mais, digo eu) , vai dispensar 2500 trabalhadores nos próximos 2 anos( embora sem despedir. Estranho este argumento, ou está uma multidão de funcionários à beira da reforma e não vão ser substituídos ou então falamos de prestadores de serviços, sendo nesse caso apenas um " Jogo de palavras ") e encerrar 300 balcões.

Estamos perante um novo " BPN " ou um novo " BES ", sem dúvida alguma.

Se fossem bancos privados, eram ladrões, gananciosos, aldrabões...

Mas como é um banco de capital público, já é azar, negócios que não correram bem, etc. como afirma o nosso camarada Agreste.

Ou como afirmam, nas entrelinhas, PCP e BE , que não se deve escrutinar a atuação nos últimos anos das administrações da CGD, pois ainda se corre o risco das pessoas pensarem que a gestão pública danosa é semelhante à privada.

Mas isso, qualquer pessoa esclarecida já sabe à muito, que a gestão pública é igual ou pior que a gestão privada.
 
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já estive num alfa aveiro-faro a passo de caracol entre o entroncamento e o oriente por avaria... houve mudança de comboio, depois na linha do sul fizemos muitos troços a 250kmh, só abrandamos em odemira por causa das curvas. Chegou a horas.

A caixa deve ter nesta altura uns 110-120 mil milhões em activos. 5 mil milhões é muito dinheiro para nós, os pagadores de impostos.
 
Entretanto, o fisco vai saber tudo o que os portugueses têm no banco já no próximo ano.

Já estou a ver o fisco a abrir um processo ao Sr. António da Esquina ( que faz uns biscates de vez em quando para ganhar mais algum) pela discrepância de 200 euros entre os rendimentos declarados e as suas poupanças no Banco.

Penso que já faltou mais para a obrigatoriedade de instalação de câmaras de vigilância nas residências particulares, para ver se ninguém esconde dinheiro debaixo do colchão.

Ao que parece, trata - se de dar seguimento a uma diretiva europeia.

De uma certa forma, estou de acordo com aqueles que defendem uma reformulação das instituições europeias. Em especial na correccao de uma perigosa deriva socialista, que começa a ser patente em algumas áreas.
 
Esta medida que trará o fim do sigilo bancário, tão desejado pelo PCP, não se estenderá, ao que parece, ao saldos à ordem (por enquanto...)

Mas é muito, muito perigosa, e chega ao ponto do Estado português passar a saber o que os emigrantes portugueses têm em bancos estrangeiros.

Recordo que há uns anos houve «iluminados» no Ministério das Finanças que queriam taxar as doações de pais a filhos acima de 500 euros! Recordo bem disto pois ainda estudava na universidade e houve grande alarido.

Esta medida visa abrir caminho em Portugal para uma coisa, começar a taxar as heranças, e começar a taxar o património acumulado. Pelo caminho começaremos a ver na comunicação social histórias de pessoas multadas para «assustar» o cidadão comum.

As consequências práticas disto serão devastadoras para a nossa Banca. Muitos portugueses por não confiarem no Estado deixarão de colocar poupanças no banco, voltará o colchão e explodirá o negócio dos cofres, muitos emigrantes pedirão nacionalidade noutros país, cortarão todos os vínculos com Portugal e deixarão de enviar remessas.

O Estado quer claramente controlar todos os nossos gastos, é um verdadeiro Estado Big Brother que a Esquerda está a pôr em Portugal, nem a PIDE foi tão longe.

Quando forem necessárias reformas que impliquem austeridade, já estou a ver o PCP a dizer que há tantos milhões nos bancos, malvados dos portugueses com poupanças, têm de ser taxados.

No médio prazo esta medida só trará mais empobrecimento e menos liberdade. Votaram no PS, BE e PCP? Pois bem, votaram no totalitarismo.
 
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A caixa deve ter nesta altura uns 110-120 mil milhões em activos. 5 mil milhões é muito dinheiro para nós, os pagadores de impostos.

Não te fies nos 'ativos' dos bancos. Os empréstimos concedidos pelos bancos são ativos. E em alguns deles tens como colateral ações que estão a cair a pique. A quantidade de ativos é irrelevante porque o seu valor está sujeito a variações. A qualidade é muito mais importante. De que serve ter um número incontável de edifícios quando não se tem liquidez?

Esta medida que trará o fim do sigilo bancário, tão desejado pelo PCP, não se estenderá, ao que parece, ao saldos à ordem (por enquanto...)

Estás a começar a ter jeito para ministro da propaganda :D

Para encaixar todas estas novidades, o diploma prevê uma série de alterações de procedimentos e adaptação de sistemas informáticos por parte da banca, bem como as trocas de informações com os EUA e, automaticamente, com os países europeus e com a OCDE, já que existe uma diretiva europeia nesse sentido que é para cumprir.

http://economico.sapo.pt/noticias/f...ueses-tem-no-banco-daqui-a-um-ano_252611.html

Se a vontade do PCP se cumprisse, só os residentes portugueses eram sujeitos à medida. Os outros países poderiam rejeitar a participação (como fez a Suíça durante muito tempo; estou a assumir que o PCP continuaria a apoiar a não-intromissão nos assuntos internos de países alheios). Mas (também) é uma medida europeia. Algo que não queres abordar por motivos ideológicos :D

Escrito isto, são tudo medidas para atingir o pobre e o cidadão comum. Os grandes bancos vão continuar a ser multados por ajudar a evadir sanções e o fisco a clientes seletivos... Nada muda porque a criminalidade está sempre um passo à frente.
 
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Então mas Bruxelas é ou não é para ser obedecida de forma cega? Não andaram 4 anos e tal a dizer isso mesmo e a enxovalhar os que diziam que não era bem assim e que a obediência deve ter o bom senso como limite? Quando se diz que a França escapa a sanções porque é a França, tudo bem. Quando lhes toca no bolso, hipoteticamente, é o 'ai, Jesus'! Pois é... Depois admiram-se que o Brexit seja uma possibilidade real...
 
Fui comprar o Jornal de Negócios e a informação é pouco clara. Tanto quanto sabia o cruzamento de dados com outros países seria para valores muito elevados, acima do 200 ou 250 mil euros, por imposição da UE. A prova que isto pouco tem a ver com a UE é o facto de entrarem cerca de 100 países na troca de dados. Além do mais ficam muitas dúvidas, por exemplo, as contas à ordem serão vigiadas? A informação não é clara, parece que serão apenas depósitos a prazo. Poderá haver situações caricatas no futuro, por exemplo, em Portugal as famílias ajudam muito os mais jovens. Poderemos assistir a casos de pessoas perseguidas pelo Fisco porque recebem uma mesada de 300 euros dos avós, aliás já se falou no passado em taxar mesadas acima dos 500 euros. A perseguição ao sector paralelo é estúpida, eu contacto e contactei com pessoas pobres na minha profissão. Se formos a taxar vendedores ambulantes, mulheres a dias, vendedores de feiras, pequenos agricultores, basicamente deixa de compensar a essas pessoas trabalhar. E passam ou para o Estado Social, para as IPSSs ou emigram. É isto que o Estado quer? Aumentar a emigração e o número de dependentes? Está visto que o Estado não vai fazer absolutamente nada para se reformar e reduzir a despesa, provavelmente teremos IVA a 25% nos próximos tempos, impostos sobre heranças e tentativa de perseguição ao património acumulado lá fora, por exemplo, rendimentos de emigrantes. Eu conheço pessoas que já estão com medo e a desistir de investir, e isto começou logo em Outubro. Agora em Junho tem-se notado uma enorme presença da polícia nas estradas a mandar parar camiões e carrinhas.
 
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Uma mulher a dia ganha 5 euros à hora.

Não paga impostos.

Se for a pagar impostos 50% será para o Estado: Segurança Social, IVA, IRS. Sobrarão cerca de 2.5 euros. Se trabalhar 25 horas por semana, ficará com pouco mais de 60 euros no bolso. Compensa o risco? Não compensa. Se aumenta o preço para compensar a carga fiscal, perde os clientes. Estamos a falar de trabalhos incertos, estes pagos à hora. O que sucederá se começarem a perseguir estas pessoas? Elas emigram, passam para uma espécie de mercado negro onde abusos não são denunciados por medo ou passam para a assistência do Estado.

Mas oiço muitos PIDES da Esquerda a pedir que estas pessoas paguem impostos e passem factura. A JS até quer obrigar as prostitutas a colectar-se e a pagar impostos.

Depois digam que a Esquerda é amiga dos «pobrezinhos».
 
LAGOA:Trabalhador com corte no dedo passa por quatro hospitais

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Trata-se de uma história reveladora de uma "odisseia" de um doente que precisou de ser tratado e que teve de passar por quatro unidades hospitalares.Depois de cortar um tendão de um dedo na sequência de um acidente de trabalho, um homem passou por quatro hospitais até ser operado, quatro dias depois. Segundo o "Correio da Manhã", que descreve hoje esta história real, o incidente aconteceu no passado dia 13, no Parchal, em Lagoa. O trabalhador com cerca de 40 anos, foi transportado para o Hospital de Portimão, ao final da tarde.
Devido à falta de ortopedistas no Algarve, o homem foi transferido no mesmo dia, para o Hospital de Setúbal, no âmbito de um protocolo estabelecido com o Centro Hospitalar do Algarve. Quando pensava que ia ser sujeito a uma cirurgia, foi avisado de que iria ser transportado, já na madrugada do dia seguinte, para o Hospital de São José, em Lisboa. Ficou a aguardar mais de 12 horas até que foi alertado de que iria voltar a ser transferido, desta vez para o Hospital de Santa Maria.
Quatro hospitais e quatro dias depois, o homem de nacionalidade ucraniana foi finalmente operado e corre agora o risco de ficar incapacitado do dedo, avança o "CM".

Algarve Primeiro
 
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Desde que o PS chegou ao pote, o CHA virou um caos e com a nova administração então é melhor morrer do que ir ao CHA porque aquilo é um caos autêntico. O Governo promete médicos para o Algarve, mas pelo andar devem vir de camelos que nunca mais cá chegam, criticavam o governo anterior, estão no governo desde Novembro e ainda não resolveram o problema, o PCP e o BE calaram-se que isso já não interessa.

Se ocorre uma situação grave no Algarve, tem que vir helicópteros de Espanha para evacuar os doentes para Lisboa, esta é a realidade deste país e este governo não resolve nada, anda mais preocupado com as contas bancárias de cada um.
 
"A Caixa Geral de Depósitos NÃO PRECISA de CINCO MIL MILHÕES para se recapitalizar. Nem muito menos deveria despedir. Estas notícias constantes sobre esta falsa necessidade são tentativas de manipulação e intoxicação da opinião pública. São MENTIRAS. A Caixa Geral de Depósitos necessita, ISSO SIM, de uma auditoria para identificar os casos de crédito concedido sem as garantias adequadas. E carece duma intervenção judicial que puna os responsáveis por estes actos concertados de gestão danosa e corrupção; e recupere os activos em risco, confiscando bens de quem beneficiou desses créditos; e de quem os concedeu. A CAIXA TEM DE PASSAR A SERVIR O POVO E LIBERTAR-SE DO POLVO (do Bloco central de interesses,que continua aí)."

Paulo Morais
 
Uma mulher a dia ganha 5 euros à hora.

Não paga impostos.

Se for a pagar impostos 50% será para o Estado: Segurança Social, IVA, IRS. Sobrarão cerca de 2.5 euros. Se trabalhar 25 horas por semana, ficará com pouco mais de 60 euros no bolso. Compensa o risco? Não compensa. Se aumenta o preço para compensar a carga fiscal, perde os clientes. Estamos a falar de trabalhos incertos, estes pagos à hora. O que sucederá se começarem a perseguir estas pessoas? Elas emigram, passam para uma espécie de mercado negro onde abusos não são denunciados por medo ou passam para a assistência do Estado.

Mas oiço muitos PIDES da Esquerda a pedir que estas pessoas paguem impostos e passem factura. A JS até quer obrigar as prostitutas a colectar-se e a pagar impostos.

Depois digam que a Esquerda é amiga dos «pobrezinhos».

Não só não ajuda os "pobrezinhos", como assim controla as pessoas mantendo-as num patamar próximo ou mesmo na absoluta miséria (económica, intelectual e cultural) e não deixando que outros interfiram na continuidade desse sistema. É curioso ver quando as pessoas reclamam porque têm que pagar impostos altos e porque depois no fim pouco ou nada tem (seja no ordenado como no acesso a faculdades como a saúde e a justiça, já para não falar na reclamação da qualidade que grande parte dos sectores apresentam): o Estado terá e sempre será tanto ou mais maior quanto o povo assim o exigir. E quanto mais o Estado controlar centralmente tudo, menos liberdade haverá! Espero sinceramente que este governo de esquerda caia o mais depressa possível e não volte tão cedo ao poder. O governo anterior certamente que também cometeu muitos erros, mas prefiro um partido no poder que não afaste investidores (pelo contrário que tenta atrair investimento e capital nacional e estrangeiro) e que haja um rumo de crescimento sustentável (e Portugal terá que aprender isso porque a realidade será sempre superior) e não uma geringonça que em pouco tempo prejudicou e prejudica continuamente de forma inadmissivelmente grave Portugal.
 
Muitas dúvidas na CGD. Vamos ter um Verão quente, suspeito que há cada vez maiores probabilidades de novo resgate. Espero que desta vez Marcelo Rebelo de Sousa tenha a coragem que Cavaco não teve no passado e aguente o país no euro e na UE. Esperam-nos tempos difíceis, o público em geral está mal informado a e comunicação social está muito pró-Esquerda.

Já agora, os bandalhos de Lisboa armados ao pingarelho que estão contra os turistas saberão que se não fosse o Turismo pagaríamos juros muito mais altos e teríamos uma situação económica e financeira ainda mais difícil?

A Esquerda está a bloquear o inquérito ao que se passou na Caixa. Depois armam-se em heróis contra a corrupção (BE e PCP). A máscara dos comunistas está a cair e a sua verdadeira face tem de ser denunciada.
 
Desde que o PS chegou ao pote, o CHA virou um caos e com a nova administração então é melhor morrer do que ir ao CHA porque aquilo é um caos autêntico. O Governo promete médicos para o Algarve, mas pelo andar devem vir de camelos que nunca mais cá chegam, criticavam o governo anterior, estão no governo desde Novembro e ainda não resolveram o problema, o PCP e o BE calaram-se que isso já não interessa.

Se ocorre uma situação grave no Algarve, tem que vir helicópteros de Espanha para evacuar os doentes para Lisboa, esta é a realidade deste país e este governo não resolve nada, anda mais preocupado com as contas bancárias de cada um.

Algarvio os serviços públicos no Algarve estão dimensionados para uma população residente de 400 mil habitantes, mas a população explode no Verão, não é possível que as infra-estruturas e os serviços públicos não quebrem com mais de 1 milhão de pessoas em Julho e em Agosto. Repara, o sector privado está preparado para este aumento, muitos restaurantes, cafés e lojas abrem apenas na época alta. Mas o público não está, e isso é mais notório no SNS. Os pedantes de Lisboa que reclamam dos turistas deveriam viver o ano inteiro no Algarve e ver os transtornos que os lisboetas causam aos algarvios residentes nos meses de Julho e Agosto, filas na EN 125, filas no MB, prateleiras vazias em supermercados, falta de estacionamento, tempos de espera inacreditáveis no serviços de saúde, nos correios ou nos bancos. E não vemos movimentos organizados de algarvios com ares de vaidade a querer expulsar os turistas de Lisboa. Hoje um conhecido que tem um negócio turístico numa praia algarvia disse-me que estava farto dos turistas portugueses, e é uma pessoa natural de Lisboa. O Inverno correu bem com os estrangeiros, mas chegaram agora os turistas portugueses e começaram os problemas. Lixo no chão, barulho, reclamações por tudo e por nada, e gente com a «mania» que na realidade nada consome, existe a noção em alguns locais que os turistas portugueses quando chegam afastam os estrangeiros. Atenção, não tenho nada contra os alfacinhas, tenho sim contra algumas pseudo-elites residentes na capital. Tirando Lisboa o Algarve a a Madeira são as regiões mais ricas de Portugal e as únicas que se aproximam da média europeia, com os impostos que o Algarve dá a todo o país merecíamos mais médicos e enfermeiros no SNS, outra universidade, e também não deveríamos ter portagens na Via do Infante. Parece que o Algarve serve apenas para dar «mama» aos governos sediados na capital (outra região que foi seca por Lisboa foi o Litoral Norte).
 
Há evacuações de casos graves como sempre houve.
Qualquer caso de descoordenação entre serviços é sempre lamentável mas não deve ter sido esse o único doente transferido nesse dia.

Eu acho que se devia avançar para a requisição civil de médicos nas especialidades em falta e obrigar todos os alunos a pagaram a formação por inteiro se não aceitarem as vagas no serviço público tal como se fez na força aérea. Quem quis ir trabalhar para a aviação comercial, pagou por inteiro o curso de piloto.

o assunto CGD até agora não me agrada mas o PS ainda não apresentou o que negociou em bruxelas, que margens é que há em bruxelas para capitalizar o banco atingindo quem o prejudicou e não os trabalhadores.