O Estado do país 2026

Mas não haverá o risco de agravar a existência de uma possível bolha? Há mais de 700 mil casas vazias, e a população está a cair… além disso em alguns pontos até se está já a construir mais.

Na minha zona quanto mais barato construíres mais gente aparece para comprar segunda e terceira habitação e pouco ou nada sobra para os residentes, cada vez mais estou adepto do modelo do RU ou da Dinamarca, impostos altíssimos na segunda habitação, e até proibir estrangeiros de comprar.
Embora sejam medidas bastante restritivas, proibir a compra de casas por parte de estrangeiros ou pelo menos restringir a mesma, acho que já poderia ajudar qualquer coisa. No entanto, há sempre interesses por trás e falta de coragem.

Mesmo a portugueses, acho que impostos mais altos numa segunda ou terceira habitação também poderia ser ponderado. Conheço algumas pessoas que são proprietárias de dezenas de casas e alugam-nas a preços surreais. Essas casas não são de heranças, simplesmente enriquecem à custa da especulação e vão comprando outras e depois aqueles que precisam de comprar ficam a olhar para elas.

Duvido que haja muitos portugueses a comprar casas a 500/600 mil euros, mas o que é certo é que são vendidas.

Os negócios das imobiliárias nascem como cogumelos. Se isto alguma vez rebentar, não sei o que será de tanto negócio dessa área.

Eu vou só deixar isto aqui.

Um T0 a 172 mil euros em Viseu? Numa situação normal, nem na periferia de Lisboa valia isso. :wacko: Esta loucura já vai chegando a todo o lado.
 
A proibição de compra de casas em Portugal por estrangeiros devia estar sujeita ao princípio da reciprocidade. Se um estranheiro não pode comprar casas em Portugal porque é estrangeiro, então um português não devia poder comprar casa no estrangeiro porque é português.
 
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Embora sejam medidas bastante restritivas, proibir a compra de casas por parte de estrangeiros

Proibir a compra de casa a estrangeiros não me faz grande sentido. Os estrangeiros que vivem em Portugal têm tanto direito a comprar casa cá como os Portugueses. O que não falta é Portugueses emigrados que compraram casa nos seus países de acolhimento. Já estrangeiros não residentes é outra questão...
 
Proibir a compra de casa a estrangeiros não me faz grande sentido. Os estrangeiros que vivem em Portugal têm tanto direito a comprar casa cá como os Portugueses. O que não falta é Portugueses emigrados que compraram casa nos seus países de acolhimento. Já estrangeiros não residentes é outra questão...
Sim, não me expliquei bem. Quando me refiro a estrangeiros é aos não residentes.
Num país com uma crise na habitação sem precedentes devido a uma oferta escassa, haver casas a ser compradas por pessoas que raramente cá estão não faz muito sentido.

No entanto, haver casas até há. O que mais se vê são casas a cair nos centros históricos, embora poucos lá queiram morar. Nas cidades turísticas dá-se lugar ao AL.

Além disso, o que se vê muito agora em construção é linhas de luxo. Tudo dos 500mil euros para cima, claramente já não se pensa na classe média e baixa.
 
-> https://www.rtp.pt/noticias/politic...ra-atrair-jovens-para-forcas-armadas_n1738932

De acordo com um projeto de resolução hoje entregue no parlamento e que será apresentado terça-feira pelos dois partidos, o programa "Defender Portugal" teria a duração de três a seis semanas -- uma parte a cumprir em regime de internato - e seria destinado a jovens portugueses entre os 18 e os 23 anos.

O programa, segundo o diploma (uma recomendação sem força de lei), visa "a formação cívica, física e militar de jovens cidadãos e o reforço da ligação entre a sociedade civil e a Defesa Nacional".

Em troca, os jovens voluntários que concluam o programa têm direito a "uma retribuição única no valor de 439,21 euros" (correspondente a 50% do valor pago durante o período de instrução básica ao primeiro escalão remuneratório das Forças Armadas) e a "possibilidade de obtenção gratuita da carta de condução, em estabelecimentos militares habilitados".

Por outro lado, esse programa seria também valorizado nos concursos de acesso às Forças Armadas, forças e serviços de segurança, órgãos de polícia e bombeiros profissionais.

A proposta é bizarra.

Entre 3 e 6 semanas parece indicar que não fazem a mínima ideia do conteúdo do curso.

Em que consiste a formação cívica, física e militar? Como lidarão com candidatos com excesso de peso e/ou má forma física?

O regime de internato ocorreria nas instalações militares? Seria um mini-recrutamento?

É possível tirar a carta de condução em <6 semanas? Não haverá queixas das escolas? Na minha localidade os veículos de instrução são bastante antigos e os instrutores militares em teoria teriam muito mais trabalho.
 
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Sim, não me expliquei bem. Quando me refiro a estrangeiros é aos não residentes.
Num país com uma crise na habitação sem precedentes devido a uma oferta escassa, haver casas a ser compradas por pessoas que raramente cá estão não faz muito sentido.

No entanto, haver casas até há. O que mais se vê são casas a cair nos centros históricos, embora poucos lá queiram morar. Nas cidades turísticas dá-se lugar ao AL.

Além disso, o que se vê muito agora em construção é linhas de luxo. Tudo dos 500mil euros para cima, claramente já não se pensa na classe média e baixa.
Também estava a falar de estrangeiros não residentes. E isto nunca se poderia aplicar a cidadãos da UE, EEE e Suíça, por razões óbvias.

No caso do Algarve a melhor solução seria taxar a segunda habitação comprada após a promulgação da lei, com uma taxa de IMI muito superior, talvez 3%. A lei seria igual para todos, portugueses e estrangeiros. Quem arrendasse os imóveis comprados, estava isento.

Os algarvios estão fartos da situação actual, as casas estão ao dobro do preço de 2020 e ao triplo ou quádruplo de 2015, e ainda assim, continuam a ser vendidas a portugueses de outras regiões que depois as deixam fechadas quase todo o ano, ou a estrangeiros. Os algarvios estão a ser expulsos do Algarve basta ver dados recentes da AIMA, a gentrificação é brutal, não há nada assim no resto do país.
 
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Não faltam casas.

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A proposta é bizarra.

Entre 3 e 6 semanas parece indicar que não fazem a mínima ideia do conteúdo do curso.

Em que consiste a formação cívica, física e militar? Como lidarão com candidatos com excesso de peso e/ou má forma física?

O regime de internato ocorreria nas instalações militares? Seria um mini-recrutamento?

É possível tirar a carta de condução em <6 semanas? Não haverá queixas das escolas? Na minha localidade os veículos de instrução são bastante antigos e os instrutores militares em teoria teriam muito mais trabalho.

-> https://www.jn.pt/nacional/artigo/a...ovens-que-facam-voluntariado-militar/18080488
 
Já os Beatles se queixavam do mesmo.


Queixo-me do mesmo, eu e muita gente, tanto que já nem passo em algumas ruas. Há grupos que passam o dia na esplanada a fazer corte e costura e não se coíbem de inventar calúnias e boatos, seja de quem for. E agora com as redes sociais ainda têm mais material para cortar na casaca.