O Estado do país 2026

Grandes egos necessitam de atenção. Especialmente quando se esteve numa posição inédita.



O meu bitaite... vai ser isto com uma pitada anti-imigração para ser mais relevante. Mas sempre meio passo antes do Chega.



Novamente, incerto se a Bichão vai acabar com a carreira. E em 2031, ainda terá idade aceitável para PR. Que não é nada um objetivo. Nada!

Bom ter a confirmação que houve gestão da imagem/perceção para captar (previsivelmente uma pequena secção dos) votantes do Chega. Quem diria? Um sofisticado nunca faria semelhante coisa!
 
Relativizas demasiado o homem do "3 Salazares".
Não vai haver nunca 3 Salazares ou lá o que isso seja, pois o tempo das Revoluções e golpes de Estado acabou e não estamos em África ou na América Latina. Os “3 Salazares” é uma força de expressão que poderá apelar a sentimentos nostálgicos de facções minoritárias da população, mas não passa disso, palavras. Para haver sequer um Salazar Portugal teria de sair do euro e da UE, o que colocaria imediatamente o país na mais profunda miséria. E o próprio Chega, ao contrário de um ou outro partido populista de Direita, como o UKIP de Nigel Farage, nunca defendeu oficialmente uma saída do euro ou da UE. Contudo, o PCP sempre defendeu esta saída abertamente, sem causar grande comoção entre a população e a comunicação social. Além disso, o BE teve várias vezes posições dúbias sobre a UE e o euro, que também nunca causaram receios ou polémicas. Se alguma vez Ventura for PM, governará preso à Constituição, aos tribunais, à União Europeia, ao BCE e à NATO. Não será nenhum fim do mundo, o meu maior receio de um Governo Chega prende-se com o equilíbrio orçamental e a despesa pública. O partido político mais perigoso e traiçoeiro que alguma vez existiu em Portugal e ainda hoje é tratado com paninhos de lã não é seguramente o Chega, mas sim o PCP. Ajudou a entregar as ex-colónias à URSS com consequências ruinosas que perduram até hoje, fome, miséria, guerras, corrupção; arruinou cerca de 200 grandes empresas com o PREC e lançou Portugal na miséria, o que rendeu uma intervenção do FMI em 1977 e outra em 1983, e se não fosse a entrada na CEE em 1986, outra bancarrota viria a caminho naquela época; atrasou Portugal cerca de duas décadas com a Constituição de matriz socialista e o descalabro financeiro e económico do PREC, sendo que o país só voltou a melhorar já em pleno cavaquismo, com reformas estruturais que abriram a economia, e com o financiamento europeu; expulsou um elevado número de professores universitários, a maioria pessoas de grande talento, para colocar no seu lugar amigos do partido e gente de Esquerda; promoveu o fim do Ensino Técnico e Industrial, com consequências que perduram até hoje e se traduzem na nossa baixa produtividade à escala europeia; esteve ligada a uma organização terrorista, as FP25, que matou várias pessoas inocentes, e auxiliou a ETA; teve a tentação de partir para a guerra civil para tornar Portugal uma Cuba, mas na hora H teve medo e desistiu.
 
J - 'uma espécie de sindicato de João Cotrim Figueiredo'
JCF - (gargalhada)
(...)
J - 'é mais ou menos isso'
JCF - 'é uma forma de congregar vontades'

Pá, é ouro :lmao:
 
Última edição:
J - 'mas enquanto... por exemplo, próximas presidenciais que são a título pessoal... já pensou nisso... daqui a 5 anos'
JCF - 'já pensei que (não consegui perceber) não pode ser desperdiçado'

Pá, deem um caneco qualquer ao tipo :winner:

:lmao:
 
Sim, relativizo. Primeiro porque é meramente metafórico. A Manuela Ferreira Leite também disse que a democracia devia ser suspensa uns tempos. Ela é um perigo para a democracia. Curiosamente disse isso quando éramos governados por alguém insuspeito como Socrates.

Segundo porque o conceito de "3 Salazares" pressupõe que um ditador partilha o poder com outros 2 ditadores. Não é assim que as ditaduras funcionam...

Não vai haver nunca 3 Salazares ou lá o que isso seja, pois o tempo das Revoluções e golpes de Estado acabou e não estamos em África ou na América Latina. Os “3 Salazares” é uma força de expressão que poderá apelar a sentimentos nostálgicos de facções minoritárias da população, mas não passa disso, palavras. Para haver sequer um Salazar Portugal teria de sair do euro e da UE, o que colocaria imediatamente o país na mais profunda miséria. E o próprio Chega, ao contrário de um ou outro partido populista de Direita, como o UKIP de Nigel Farage, nunca defendeu oficialmente uma saída do euro ou da UE. Contudo, o PCP sempre defendeu esta saída abertamente, sem causar grande comoção entre a população e a comunicação social. Além disso, o BE teve várias vezes posições dúbias sobre a UE e o euro, que também nunca causaram receios ou polémicas. Se alguma vez Ventura for PM, governará preso à Constituição, aos tribunais, à União Europeia, ao BCE e à NATO. Não será nenhum fim do mundo, o meu maior receio de um Governo Chega prende-se com o equilíbrio orçamental e a despesa pública. O partido político mais perigoso e traiçoeiro que alguma vez existiu em Portugal e ainda hoje é tratado com paninhos de lã não é seguramente o Chega, mas sim o PCP. Ajudou a entregar as ex-colónias à URSS com consequências ruinosas que perduram até hoje, fome, miséria, guerras, corrupção; arruinou cerca de 200 grandes empresas com o PREC e lançou Portugal na miséria, o que rendeu uma intervenção do FMI em 1977 e outra em 1983, e se não fosse a entrada na CEE em 1986, outra bancarrota viria a caminho naquela época; atrasou Portugal cerca de duas décadas com a Constituição de matriz socialista e o descalabro financeiro e económico do PREC, sendo que o país só voltou a melhorar já em pleno cavaquismo, com reformas estruturais que abriram a economia, e com o financiamento europeu; expulsou um elevado número de professores universitários, a maioria pessoas de grande talento, para colocar no seu lugar amigos do partido e gente de Esquerda; promoveu o fim do Ensino Técnico e Industrial, com consequências que perduram até hoje e se traduzem na nossa baixa produtividade à escala europeia; esteve ligada a uma organização terrorista, as FP25, que matou várias pessoas inocentes, e auxiliou a ETA; teve a tentação de partir para a guerra civil para tornar Portugal uma Cuba, mas na hora H teve medo e desistiu.
Estamos a falar de André Ventura. O homem do “Deus, Pátria, Família” e dos “três Salazares”. O mesmo que defende o pedófilo Trump e o protetor de pedófilos Orbán sem hesitação. O líder de um partido onde abundam salazaristas assumidos, incluindo figuras como Pacheco de Amorim. Tudo isto é relativizado apenas porque o partido é de direita.

Antes uma direita autoritária no poder do que uma esquerda moderada, certo?
 
Estamos a falar de André Ventura. O homem do “Deus, Pátria, Família” e dos “três Salazares”. O mesmo que defende o pedófilo Trump e o protetor de pedófilos Orbán sem hesitação. O líder de um partido onde abundam salazaristas assumidos, incluindo figuras como Pacheco de Amorim. Tudo isto é relativizado apenas porque o partido é de direita.

Antes uma direita autoritária no poder do que uma esquerda moderada, certo?

Ai, filho, a paciência que tu tens. Isso também passa com a idade, by the way. Believe me!
 
Estamos a falar de André Ventura. O homem do “Deus, Pátria, Família” e dos “três Salazares”. O mesmo que defende o pedófilo Trump e o protetor de pedófilos Orbán sem hesitação. O líder de um partido onde abundam salazaristas assumidos, incluindo figuras como Pacheco de Amorim. Tudo isto é relativizado apenas porque o partido é de direita.

Antes uma direita autoritária no poder do que uma esquerda moderada, certo?

Não, é relativizado porque entre um populista e um passado que nos devia envergonhar, havia uma 3a opção. Continuo a dizer, o apoio ao socialismo vincula apenas aqueles que declararam esse apoio.

Já que meteste pedofilia ao barulho, nunca é demais relembrar como os socialistas se mexiam na justiça, ou em alguns sectores importantes da justiça. Provavelmente és novo, mas sim, isto aconteceu mesmo.



"O problema é que já está nas mãos de um juíz". É uma frase fantástica do actual presidente do conselho europeu que a maior parte dos portugueses esqueceu.
 
Não, é relativizado porque entre um populista e um passado que nos devia envergonhar, havia uma 3a opção. Continuo a dizer, o apoio ao socialismo vincula apenas aqueles que declararam esse apoio.

Já que meteste pedofilia ao barulho, nunca é demais relembrar como os socialistas se mexiam na justiça, ou em alguns sectores importantes da justiça. Provavelmente és novo, mas sim, isto aconteceu mesmo.



"O problema é que já está nas mãos de um juíz". É uma frase fantástica do actual presidente do conselho europeu que a maior parte dos portugueses esqueceu.

Falácia whataboutism everywhere. Um clássico.
 
Não vai haver nunca 3 Salazares ou lá o que isso seja, pois o tempo das Revoluções e golpes de Estado acabou e não estamos em África ou na América Latina. Os “3 Salazares” é uma força de expressão que poderá apelar a sentimentos nostálgicos de facções minoritárias da população, mas não passa disso, palavras. Para haver sequer um Salazar Portugal teria de sair do euro e da UE, o que colocaria imediatamente o país na mais profunda miséria. E o próprio Chega, ao contrário de um ou outro partido populista de Direita, como o UKIP de Nigel Farage, nunca defendeu oficialmente uma saída do euro ou da UE. Contudo, o PCP sempre defendeu esta saída abertamente, sem causar grande comoção entre a população e a comunicação social. Além disso, o BE teve várias vezes posições dúbias sobre a UE e o euro, que também nunca causaram receios ou polémicas. Se alguma vez Ventura for PM, governará preso à Constituição, aos tribunais, à União Europeia, ao BCE e à NATO. Não será nenhum fim do mundo, o meu maior receio de um Governo Chega prende-se com o equilíbrio orçamental e a despesa pública. O partido político mais perigoso e traiçoeiro que alguma vez existiu em Portugal e ainda hoje é tratado com paninhos de lã não é seguramente o Chega, mas sim o PCP. Ajudou a entregar as ex-colónias à URSS com consequências ruinosas que perduram até hoje, fome, miséria, guerras, corrupção; arruinou cerca de 200 grandes empresas com o PREC e lançou Portugal na miséria, o que rendeu uma intervenção do FMI em 1977 e outra em 1983, e se não fosse a entrada na CEE em 1986, outra bancarrota viria a caminho naquela época; atrasou Portugal cerca de duas décadas com a Constituição de matriz socialista e o descalabro financeiro e económico do PREC, sendo que o país só voltou a melhorar já em pleno cavaquismo, com reformas estruturais que abriram a economia, e com o financiamento europeu; expulsou um elevado número de professores universitários, a maioria pessoas de grande talento, para colocar no seu lugar amigos do partido e gente de Esquerda; promoveu o fim do Ensino Técnico e Industrial, com consequências que perduram até hoje e se traduzem na nossa baixa produtividade à escala europeia; esteve ligada a uma organização terrorista, as FP25, que matou várias pessoas inocentes, e auxiliou a ETA; teve a tentação de partir para a guerra civil para tornar Portugal uma Cuba, mas na hora H teve medo e desistiu.
Oh Frederico defende as ideias que quiseres, vota em quem quiseres, mas usa parágrafos que isso é impossível de se ler homem! :wacko:
 
Tenho visto comentários ao Cotrim que não passam de ataques pessoais por causa das ideias que defende.

Ora as ideias da IL não são novidade nenhuma e são aplicadas em países europeus para onde os portugueses emigram à procura de uma vida melhor, como a Suíça ou Holanda.

O liberalismo da IL nunca foi aplicado em Portugal, pois historicamente o nosso país rejeita há séculos este tipo de ideologias. E porquê? Tira poderes e proteção às elites económicas e financeira. E são estes mecanismos de captura que têm mantido o país atrasado, e uma longa História de emigração dos melhores, que já vem do século XVI.

Quando ocorreu o 25 de Abril, as elites portuguesas, ao invés de optarem pela influência dos países protestantes ricos, como a Suíça, Holanda ou países nórdicos, optaram pelo socialismo da Alemanha do Leste ou da URSS. Ou seja, saímos de uma ditadura para ir beber na fonte de outro tipo de totalitarismo. Naquela altura, apenas o CDS rejeitou com firmeza o socialismo. Sá Carneiro optou por uma forma de socialismo moderado e democrático, a social-democracia, que em toda a Europa correspondia à Esquerda moderada, mas em Portugal, por pobreza intelectual e domínio da Extrema Esquerda nos meios de comunicação social, foi considerada uma ideologia de Direita. Com a bancarrota de 1977, Mário Soares meteu o socialismo na gaveta, e também se aproximou da social-democracia. Assim, até Costa criar a geringonça, PS e PSD mantiveram muitos pontos ideológicos em comum, durante décadas.

Qual é o resultado de 50 anos de uma Constituição socialista, entretanto alterada várias vezes para Portugal poder ser um membro da UE, e de alternância entre PS e PSD? A vida melhorou muito, sem dúvida, mas o país não convergiu com a Europa Ocidental, e está mais ou menos onde estava, em termos relativos, em 1974. Em democracia, houve apenas um grande período de convergência, entre 1986 e a entrada no euro. Não é hora de tentar algo diferente, e que outros já fizeram com sucesso? Em países como o Reino Unido, Holanda ou Dinamarca até o centro-esquerda aplica as ideias da IL…