O Estado do país 2026

A IL não alinha com estes partidos e pessoas. A IL é liberal, o Milei é libertário

Acho que te esqueceste de informar alguns ILs disso... Podes começar pelo MAL e pelo Blanco, assim de cabeça sem ir pesquisar... E o Rui Rocha, também, com os seus 'pontos de contacto'.
 
  • Gosto
Reactions: TiagoLC
O apoio de Montenegro a Marques Mendes revelou-se fatal. Isto prova que o povo está descontente com este governo.
E3yq3ZY.jpeg
 
O apoio de Montenegro a Marques Mendes revelou-se fatal. Isto prova que o povo está descontente com este governo.
E3yq3ZY.jpeg
Não concordo que tenha sido o apoio de Montenegro a derrubar Marques Mendes, o candidato não entusiasma ninguém e, ao contrário de Seguro que também pouco entusiasma, tem forte concorrência no seu eleitorado base.
A partir deste momento creio que as hipóteses de Marques Mendes chegar à 2ª volta são baixíssimas e Cotrim deveria começar a pedir o voto útil dos eleitores da AD.
 
Eu já não estava virado para votar nele antes, mas estes dois últimos debates do Marques Mendes, com o Gouveia e Melo e o debate a 11, fizeram-me ficar com uma imagem bem pior dele que no começo da campanha. A entrevista com o Geirinhas, sendo algo completamente diferente, também não lhe correu bem e não entusiasmou ninguém
 
Numa eventual 2a volta costuma-se dizer que vota-se no "menos mau" dos candidatos. Estou com dificuldade em escolher o menos mau dos candidatos na 1a volta.

Queria um candidato do espectro da direita sisudo, carrancudo e parco em palavras. Isto não invalida que reúna estas condições e não seja carismático. Mendes tem a vantagem de ser aquele que mais se expôs nos últimos anos. A história da clientela não tem ponta por onde se pegue. Mas é pouco carismático, não entusiasma, e o discurso do "um presidente da república não deve bla bla bla" (tal como Seguro) irrita-me solenamente porque embora concorde que há questões que um presidente da república "não deve", um candidato tem arriscar tem de dizer o que pensa.

O Seguro arrisca-se a ser PR quando a vasta maioria das pessoas sabe tanto sobre ele como sobre o Almirante.

Cotrim é acima de tudo imagem, é relativamente novo e mostra uma ruptura com o hábito. Isso é positivo, mas é inexperiente e acho que durante um eventual mandato o povo ia ficar chocado e surpreendido porque ainda não perceberam que quando votam num PR "unipessoal" com ideias, essas ideias vêm ao de cima na promulgação e veto de leis e diplomas. Como aquela gente que ficou chocada porque votaram num PR católico e devoto de Fátima que depois teve reservas em relação à eutanásia.

Gouveia e Melo era uma possibilidade. Pouco me incomoda que não venha dos partidos e seja militar. Mas as últimas 2 semanas enveredou pelo populismo, com a questão do Marque Mendes, demasiado ao ataque quando podia partilhar melhor as suas ideias.
 
  • Gosto
Reactions: Thomar e hurricane
A ideia de que as intenções de voto em Marques Mendes são um cartão amarelo ao governo parece-me bastante forçada.

Ontem, também se dizia que Marques Mendes está a ser penalizado pela crise na saúde... Acho que se o governo de António Costa não foi penalizado por 120 mortos nos incêndios ou pelos 300 mortos por dia do Covid, estamos falados no quanto esses eventos afectam as votações. Ainda para mais neste caso, em que o candidato nem tem a seu cargo actos de gestão ministerial.
 
A ideia de que as intenções de voto em Marques Mendes são um cartão amarelo ao governo parece-me bastante forçada.

Ontem, também se dizia que Marques Mendes está a ser penalizado pela crise na saúde... Acho que se o governo de António Costa não foi penalizado por 120 mortos nos incêndios ou pelos 300 mortos por dia do Covid, estamos falados no quanto esses eventos afectam as votações. Ainda para mais neste caso, em que o candidato nem tem a seu cargo actos de gestão ministerial.
O governo de Costa não foi “punido” diretamente pelos incêndios ou pela pandemia, mas isso não significa que esses episódios não tenham contribuído para um desgaste acumulado ao longo do tempo.

Aliás, a própria trajetória do governo de Costa mostra isso. Resistiu a choques graves no curto prazo, mas acabou por enfrentar um cansaço político progressivo, visível na erosão de confiança e, mais tarde, nos resultados eleitorais. O eleitorado português raramente reage de forma instantânea a um evento.

Aplicado a este caso, ninguém está a dizer que Marques Mendes é penalizado por atos de gestão na saúde. Mas num contexto em que há insatisfação com a prestação do governo, isso pode reduzir o entusiasmo por figuras associadas ao espaço político dominante.
 
O governo de Costa não foi “punido” diretamente pelos incêndios ou pela pandemia, mas isso não significa que esses episódios não tenham contribuído para um desgaste acumulado ao longo do tempo.

Aliás, a própria trajetória do governo de Costa mostra isso. Resistiu a choques graves no curto prazo, mas acabou por enfrentar um cansaço político progressivo, visível na erosão de confiança e, mais tarde, nos resultados eleitorais. O eleitorado português raramente reage de forma instantânea a um evento.

Aplicado a este caso, ninguém está a dizer que Marques Mendes é penalizado por atos de gestão na saúde. Mas num contexto em que há insatisfação com a prestação do governo, isso pode reduzir o entusiasmo por figuras associadas ao espaço político dominante.

O PS teve maioria absoluta em 2022. Perder as eleicoes para a AD em 2024 nada teve a ver com os incêndios e a pandemia.

Não tomo como líquida essa insatisfação geral com o governo. Por causa da greve da função pública? Não me parece estatisticamente relevante. Por causa da crise na saúde? A maioria dos portugueses já percebeu que o problema está centrado na grande Lisboa e que o problema vai bastante além de decisões governativas.

O governo que toma decisões para o Hospital de S. João ou Santo António no Porto é o mesmo que toma decisões para o Amadora-Sintra e para o Santa Maria...
 


-> https://cnnportugal.iol.pt/guerra/e...intensidade/20260112/694593a0d34e2bd5c6d555f6

A reestruturação do exército português prevê também uma nova atenção à defesa territorial dos arquipélagos portugueses. Nos Açores e na Madeira, o antigo conceito de uma guarnição estática está prestes a ser abalado, com a criação de uma postura defensiva mais ativa. Os alvos capacitários da NATO para Portugal preveem a criação de batalhões de infantaria ligeira de alta mobilidade, desenhados para negar acesso ao território.

Em simultâneo, para responder a um campo de batalha onde as fronteiras entre a paz e a guerra são cada vez mais difusas, o exército vai consolidar a edificação de duas unidades de Forças de Operações Especiais. O objetivo é ter equipas de elite autónomas, capazes de operar atrás das linhas inimigas ou em cenários de guerra híbrida, cumprindo uma das exigências mais específicas dos novos planos de defesa da NATO.

O que nega o acesso a ilhas pequenas e isoladas é dissuasão de longo alcance. Força aérea e marinha.

Deixem lá a guarnição estática na sua paz e descanso.

Exposições de material militar têm sempre sucesso junto da população, contudo.
 




Os bifes testaram um novo míssil anti-navio em Setembro passado.

Adivinhem qual deles será utilizado contra terceiros primeiro?

Malta continua a associar uma anexação da Gronelândia a um cenário Ucrânia-Rússia quando vai literalmente ser Venezuela 2.0.