O Estado do país 2026





Pessoalmente, ficaria a meio caminho na defesa porque arrisco escrever que nenhum dos defensores faz a mínima ideia se ela tem provas.

Tendo, o INEM ficaria ainda mais saturado porque estaria a acudir a um ataque terrorista em larga escala na IL. Feridos e mortos em todos os cantos, com os sobreviventes ou a autoflagelar-se ou em retiro espiritual.

Como duvido que o Cotrim tenha mandado mensagens porcas, pode ser um caso muito difícil de provar.
 
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Horas, horas e horas a discutir a palavra de um contra o outro. Com a agravante de numa uma sociedade infantilizada 2 adultos já não saberem resolver as coisas entre si sem um juíz.

Falta a tal figura do PR sisudo, carrancudo que tem coisas mais importantes para resolver no país do o que um "diz que disse" ou um "ele disse a palavra pilinha à minha frente".

Um Antonio Filipe continua a ser mais perigoso para a sociedade do que um alegado e eventual porco Cotrim.
 
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As autoras do livro ‘Metoo, um segredo muito público’ garantem que Inês Bichão, que acusa João Cotrim Figueiredo de assédio sexual, lhes relatou o caso a 13 de junho de 2024. “Uma mulher jovem veio ter com uma de nós e contou como estava a passar uma fase difícil da sua vida devido às situações de assédio sexual de que era alvo por alguém muito influente na IL”, escreveram Júlia Garraio, Maria João Faustino, Rita Santos, Sílvia Roque, num comunicado, nas redes sociais, em solidariedade com a advogada e “com todas as mulheres que denunciam violência sexista”.

O grupo só ficou a saber a identidade da alegada vítima “quando a sua fotografia surgiu na comunicação social” e ressalva que “este episódio não é o mesmo que ter presenciado assédio”. “Prova, todavia, que a acusação de assédio que foi noticiada não é uma efabulação de pré-campanha. Há, pelo menos, quase dois anos que ela foi feita a uma de nós em tom de confidência”, referem.

-> https://www.cmjornal.pt/politica/de...-livro-metoo-um-segredo-muito-publico-em-2024
 


Um cumprimento amigável não tem problema. Nem que seja entre 2 indivíduos com presenças sociais - diferente de personalidade - completamente opostas (estou a ser politicamente correto).

Liberais: Ventura? Inimigo da democracia!

Liberais: Nuno Afonso, Co-Fundador do Chega? [Silêncio] -> https://cnnportugal.iol.pt/videos/cnn-entrevista-nuno-afonso/67b2482a0cf28cf88767c494

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Ao deitar abaixo o Cotrim deve-se ter consciência que isso significa meter Ventura na segunda volta. Deveríamos estar a falar dos problemas do país, do papel do PR, da Constituição, saúde, economia, justiça, Rússia, EUA, NATO, etc. Estamos há quase uma semana a falar de uma alegação de um engate que correu mal, que raio de sociedade é esta?

Agentes da PSP torturaram pessoas, filmaram e partilharam num grupo de Whatsapp, há pouco tempo soube-se que um homem jovem foi violado em grupo numa corporação de bombeiros, numa praxe, e que o principal instigador já era reincidente mas no passado tudo foi abafado. Isto sim é que devemos discutir, os critérios de seleção das pessoas que entram nas forças de segurança, nos bombeiros, o abafamento de casos graves por medo. Quando os jornalistas foram ao Fundão reparei que muita gente tinha medo de falar, de dar a cara. Isto é normal? Não é. Mas andamos a discutir se o Cotrim tentou engatar uma assessora ou não. Queremos ser idiotas como os americanos? Acho que não.

Com tanta polémica vamos ter Ventura contra Seguro, o que será óptimo para o projecto de poder a longo prazo do Chega.
 
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Declaração de interesses. Eu não planeio votar nem em Cotrim nem em André Ventura.

Mas quem acha que esta foto traz alguma coisa de excepcional ou chocante, não está preparado para ver imagens dos corredores e da cantina da assembleia da República. Vocês acreditam mesmo que o despique parlamentar continua fora do hemiciclo ou dos programas televisivos? Acreditas piamente que um(a) deputado(a) do Livre ou do BE não se senta para almoçar ao lado do Pedro Pinto ou do Frazão e que falam de como cozinham em casa em vez de politica de imigração?
 
Ao deitar abaixo o Cotrim deve-se ter consciência que isso significa meter Ventura na segunda volta. Deveríamos estar a falar dos problemas do país, do papel do PR, da Constituição, saúde, economia, justiça, Rússia, EUA, NATO, etc. Estamos há quase uma semana a falar de uma alegação de um engate que correu mal, que raio de sociedade é esta?

Agentes da PSP torturaram pessoas, filmaram e partilharam num grupo de Whatsapp, há pouco tempo soube-se que um homem jovem foi violado em grupo numa corporação de bombeiros, numa praxe, e que o principal instigador já era reincidente mas no passado tudo foi abafado. Isto sim é que devemos discutir, os critérios de seleção das pessoas que entram nas forças de segurança, nos bombeiros, o abafamento de casos graves por medo. Quando os jornalistas foram ao Fundão reparei que muita gente tinha medo de falar, de dar a cara. Isto é normal? Não é. Mas andamos a discutir se o Cotrim tentou engatar uma assessora ou não. Queremos ser idiotas como os americanos? Acho que não.

Com tanta polémica vamos ter Ventura contra Seguro, o que será óptimo para o projecto de poder a longo prazo do Chega.
Exatamente. Os EUA estao em vias de invadir a Gronelandia e colocar em causa toda a arquitectura internacional Ocidental, afetando Portugal, membro fundador da NATO, mas nao é isto que se discute. Eu pelo menos nao sei a opiniao dos candidatos sobre este tema.
 
Dois deputados encontram-se no hotel de campanha. O que era suposto fazerem, começarem à porrada?

Sabes que há um oceano de diferença entre andar à porrada e dar um abraço, certo? É que a julgar pelo teu comentário, ou é um ou é outro. Isso é ridículo. Olha, a mim ninguém me apanha a dar um abraço a um elemento da vara. Eu nem um aperto de mão dou a alguém que não respeite. Pessoas de quem não goste mas com as quais sou obrigada, por algum motivo, a conviver (poucas, felizmente, e muito raramente): bom dia, boa tarde, boa noite. Que é o mesmo que faço a qualquer estranho.
 
Jornalista: Que se passou com a Inês?

Cotrim: Nada se passou. É um atentado político. Queixa já feita.

vs

Pedro Pinto: 'tão pá, quesse passou c'a gaja?

Cotrim: F***-**, a gaja não gosta de p*** nem larga nem longa

Se as paredes tivessem ouvidos... :lmao:
 
Dois deputados encontram-se no hotel de campanha. O que era suposto fazerem, começarem à porrada?
Correção: Cotrim cruza-se com figuras do Chega num hotel (possivelmente foram jantar), em plena campanha presidencial, depois de semanas a fazer campanha contra o Chega e André Ventura.

Não é ilegal, é apenas politicamente elucidativo e explica a confusão dos últimos dias eheh.
 
Agentes da PSP torturaram pessoas, filmaram e partilharam num grupo de Whatsapp, há pouco tempo soube-se que um homem jovem foi violado em grupo numa corporação de bombeiros, numa praxe, e que o principal instigador já era reincidente mas no passado tudo foi abafado. Isto sim é que devemos discutir, os critérios de seleção das pessoas que entram nas forças de segurança, nos bombeiros, o abafamento de casos graves por medo. Quando os jornalistas foram ao Fundão reparei que muita gente tinha medo de falar, de dar a cara. Isto é normal? Não é.

Eu sei que, muito provavelmente, nem te passa pela cabeça essa hipótese mas a raiz dos problemas (muito pertinentes, por sinal!) que abordaste no teu post é a mesma daquela que desvalorizaste por completo (e eu não me refiro à denúncia contra Cotrim em particular mas à questão do assédio sexual, no trabalho e não só). Sim, às vezes, as vítimas do machismo e da masculinidade tóxica também são homens. E, pasme-se, às vezes, as perpetradoras são mulheres.
 
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