O Estado do país 2026

Se a MAI pouco percebe de proteção civil, isso não é necessariamente um problema. Quando se tem uma vasta gama de responsabilidades diferentes, não se pode ser perito em tudo (só o Montenegro sabe verdadeiramente porque a escolheu). A correta ação é discretamente delegar a alguém mais competente e treinar bastante a comunicação para não se fazer figuras tristes.

Já houve bem pior. Da "Comissária europeia para Ajuda Humanitária e Gestão de Crises" e da 'Igualdade' -> https://commission.europa.eu/about/organisation/college-commissioners/hadja-lahbib_en

 
Quem está agastado por o poder local ter baixa autonomia e competências para resolução de crises e por o governo central estar demasiado afastado/desligado da crise local, tem que lutar por outros propósitos.
Leiria, Santarém e Setúbal são casos paradigmáticos de sitios que ao mesmo tempo estão demasiado perto para desenvolver competências próprias e locais mas demasiado longe para quem mora na metrópole se importar. Não é por acaso que sendo distritos populosos não têm, por exemplo, uma universidade pública.

Quanto à política de comunicação reconheço que falta a este governo algumas das competências do governo passado. Um Cabrita já teria muito mais facilmente mandado afastar os microfones e dito que, de alguma forma, a culpa da tragédia é do povo burrinho, inculto e que tem más práticas. E não mereceria contestação porque quem é dono da moral pode dizer essas coisas.
 
Agora pelo que entendo vai ser uma caça generalizada aos geradores mesmo em zonas que já têm luz há dias.

Que depois vão ser mantidos indefinidamente nas casas sem serem ligados, sem manutenção, e não vão funcionar quando forem precisos.

E é assim que vamos resolvendo estruturalmente os nossos problemas.

No Verão cá estaremos para a desgraça dos incêndios!
 
Já nem tenho palavras.


Continuo a preferir o 'às famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perderem a vida em função destes episódios adversos.'. Tem uma certa poesia. Não acredito que alguém tenha efectivamente escrito aquilo. Vou interpretar como um improviso que correu mal.
 
A devastação é impressionante e em tal escala que infelizmente todos os esforços desenvolvidos poderão ser entendidos como insuficientes. Em certos locais, a recuperação será mais rápida que em outros.

Todo o governo e estruturas associadas estão empenhados 24h/dia para minimizar os danos e reestabelecer o normal trânsito de bens e serviços, as condições de habitabilidade das casas e o normal funcionamento das empresas.

A tragédia não é local mas nacional tendo as fatalidades e a importância da região para a economia.

O evento ocorrido foi extremo e é muito difícil antever as reais consequências mesmo com uma previsão com dias de antecedência. Todos os elementos do governo estão tão afetados como a restante população.

---

Exemplo de cartilha para ser repetido sempre que adequado. Gratuita!

Os assessores de comunicação, absurdamente bem pagos, são incompetentes. O governo que os paga com dinheiro dos contribuintes é bronco e não aceita as sugestões. Ambas. Provavelmente ambas as opções.

Parece um governo em que o Montenegro não tem mão. Demasiados estão numa onda de autopromoção e a lancha do Montenegro foi 'o' mau exemplo. A sorte dele é que o Ventura está ocupado com o Seguro. Por agora.

Toda a discussão sobre a comunicação tem mais impacto mas distorce o que basicamente interessa. O que é que o governo (não) fez que podia ter agilizado toda a situação? O governo não tem bem a culpa dos militares não terem sido peticionados pela proteção civil, por exemplo.
 
Última edição:
A devastação é impressionante e em tal escala que infelizmente todos os esforços desenvolvidos poderão ser entendidos como insuficientes. Em certos locais, a recuperação será mais rápida que em outros.

Todo o governo e estruturas associadas estão empenhados 24h/dia para minimizar os danos e reestabelecer o normal trânsito de bens e serviços, as condições de habitabilidade das casas e o normal funcionamento das empresas.

A tragédia não é local mas nacional tendo as fatalidades e a importância da região para a economia.

O evento ocorrido foi extremo e é muito difícil antever as reais consequências mesmo com uma previsão com dias de antecedência. Todos os elementos do governo estão tão afetados como a restante população.

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Exemplo de cartilha para ser repetido sempre que adequado. Gratuita!

Os assessores de comunicação, absurdamente bem pagos, são incompetentes. O governo que os paga com dinheiro dos contribuintes é bronco e não aceita as sugestões. Ambas. Provavelmente ambas as opções.

Parece um governo em que o Montenegro não tem mão. Demasiados estão numa onda de autopromoção e a lancha do Montenegro foi 'o' mau exemplo. A sorte dele é que o Ventura está ocupado com o Seguro. Por agora.

Toda a discussão sobre a comunicação tem mais impacto mas distorce o que basicamente interessa. O que é que o governo (não) fez que podia ter agilizado toda a situação? O governo não tem bem a culpa dos militares não terem sido peticionados pela proteção civil, por exemplo.

Estás mesmo desatualizado, companheiro... Hoje basta pedir ao ChatGPT:

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Pela boca morre o peixe. Depois dos governos de Cavaco, Durão, Passos e Santana o PSD ainda não aprendeu a comunicar com os portugueses. Nisso os socialistas são muito mais espertos e eficazes! E o Chega aprendeu bem a lição na escola socialista!

Na verdade teria sido muito mais simples e rápido endereçar condolências 'às famílias daqueles que tragicamente perderam a vida nesta tempestade devastadora' do que aquilo que saiu da boca do PM. Calculo que não estivesse a ler e aquilo tenha sido uma coisa do momento que tenha saído mal. Já aconteceu a toda a gente. Se aquilo foi uma declaração preparada, há um infiltrado da oposição a tentar lixar o governo. Não me parece, sequer, necessário.
 


Novamente, a malta da substituição racial provavelmente vai ficar muito desiludida. E ainda nem se fala em recessão económica, que forçará a saída de muitos indesejados.

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Anulando a principal preocupação, continuam a ser full of shit que realisticamente não têm nenhuma solução para o problema.
 
Pânico!

Em 2025, foram estudados 87.708 recém-nascidos no âmbito do Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), mais 3.077 “testes do pezinho” comparativamente ao ano de 2024 (84.631). Coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética do Departamento de Genética Humana, o PNRN tem vindo a contribuir para o diagnóstico precoce na primeira infância, um dos pilares da saúde materno-infantil em Portugal.

2014 -> 83100
2015 -> 85058
2016 -> 87577
2017 -> 86180
---
2022 -> 83436
2023 -> 85764
 
-> https://rr.pt/noticia/pais/2026/01/...al-no-ano-passado-tem-mae-estrangeira/454057/

Dados do Instituto dos Registos e do Notariado, a que a Renascença teve acesso, dão conta de 89.162 nascimentos - mais 4.520 que os registados em 2024.
Segundo a mesma fonte, cerca de 28% dos bebés que nasceram em Portugal no ano passado têm mãe estrangeira.

Antes de 2025, o ano com mais nascimentos registados tinha sido 2012, com 89.841 bebés.

Qualquer casal ex-UE vai querer ter um filho com nacionalidade portuguesa por razões óbvias. Mas daí até ter >3...
 
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