O Estado do país 2026

Esse último mapa são linhas de alta tensão entre produtoras de energia?

Mostra a infraestrutura elétrica da REN e os centros de geração. Não mostra a parcela da E-Redes -> https://datahub.ren.pt/pt/redes/rede-eletrica/
mapa-2025-frente-electricidade.jpg
 
Quais foram os extraordinários estragos que ocorreram em Arruda dos Vinhos que impossibilitam a realização de eleições no concelho?

Caso as eleições sejam adiadas em alguns concelhos a contagem de votos nos restantes concelhos é publicada? Ou só vale quando falta uma hora para os eleitores dos Açores terminarem de votar?
 
Esse último mapa são linhas de alta tensão entre produtoras de energia?
Em Portugal funciona assim:

REN: Centrais ( gás natural, hidroeléctricas, solar) -> transformadores elevadores -> MAT (400/220 KV/150 KV) -> Subestação de transporte (MAT-> AT / MAT -> MT)
As linhas de transporte que ligam o Norte ao Sul do país e a interligação a Espanha. Têm essa muito alta tensão para atenuar as perdas da linha durante o seu transporte

Por exemplo: As fábricas da Navigator são fornecidas pela MAT da REN

A partir daí pertence à
E-REDES: Subestação de distribuição MT( empresas, indústria, etc) -> postos de transformação (MT-> BT) -> consumidor final (220V/,400V)
 
A extrema-direita indiana (Hindutva) não tem grande apreço pela minoria islâmica e nem é preciso recuar muito para revisitar episódios internacionais brutais. Internamente, as vacas continuam a ser um tópico bastante polémico, entre outros. Violência continua a ser comum.

Escrito isto, desconheço a versão subjugadora internacional do hinduísmo quando comparando com o Islão.

Parece ser uma experiência fixolas para os jovens.

Parte da extrema-direita portuguesa é basicamente medíocre. Isso é bom ou mau?

 
Última edição:
O Presidente da Câmara de Leiria, Gonçalo Lopes, crítica a reposição de energia no concelho e o contato com as entidades responsáveis por esse trabalho, classificando o processo como “não muito transparente”, numa alusão à E-Redes, gestora da rede elétrica.

“Nós não temos uma visão do que é que vai acontecer amanhã em termos de evolução. Sabemos que a reposição de energia está muito lenta ”, sublinhou na edição especial da Renascença a partir de Leiria.

Gonçalo Lopes reforça que “a evolução é muito mais lenta do que ela nos é transmitida”. E sei que “há muitos postos de distribuição de energia, sobretudo nas aldeias, que estão deitados no chão”. E dessa forma, lembra, a energia até pode chegar àquele ponto, mas depois não pode ser transportada até à casa de casa um dos moradores.

-> https://rr.pt/noticia/pais/2026/02/...arente-do-restabelecimento-da-energia/458341/

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A REN – Redes Energéticas Nacionais tem em curso uma operação de larga escala para recuperar as infraestruturas danificadas pela depressão Kristin, mobilizando cerca de 250 trabalhadores e 50 meios pesados em todas as frentes de intervenção. No âmbito de plano de recuperação estabelecido, foram definidas prioridades que incluem os trabalhos necessários para recolocar, em primeiro lugar, novamente em serviço infraestruturas essenciais para o normal funcionamento do Sistema Elétrico Nacional (SEN).
As várias áreas da empresa estão desde as primeiras horas totalmente empenhadas na total recuperação de todas as infraestruturas afetadas, em articulação com a E-Redes, Red Eléctrica de Espanha, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e demais autoridades relevantes, nomeadamente as autoridades governamentais. A reposição total dos postes só deverá acontecer dentro de algumas semanas, de acordo com um plano já traçado que implicou a realocação de todas as equipas disponíveis para os trabalhos agora considerados prioritários.

-> https://www.ren.pt/media/noticias/r...fraestruturas-afetadas-pela-depressao-kristin

O processo de recuperação é um processo interno, o que promove a contínua expressão de suspeições e teorias por parte de demasiados agentes públicos.

Como é um fenómeno novo, diferente do anterior apagão, as elétricas deveriam da próxima vez publicar ou dar a uma agência terceira para esta publicar a localização geográfica geral dos danos e das parcelas entretanto normalizadas. Dar prazos é sempre chato porque 1001 coisas podem causar atrasos e isso só contribuiria para mais críticas.

Obviamente que não é agradável estar na situação miserável mas acho que ainda não há noção da anormalidade do evento. Continua a haver a ilusão de a presença do chefe da ProCiv ou 'avisos' não especificados poderiam ter mudado o que quer que seja. Mesmo que as elétricas tivessem dedicado meios de forma preventiva, o trabalho continuaria a ser moroso.
 
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  • Gosto
Reactions: hurricane e N_Fig
A malta de fora da calamidade destacada para a calamidade vai votar como...?



E quem diria que o Ventura iria parecer tão desesperado?

A falta de solidariedade geral para com o tipo indica o óbvio.
 
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A ministra Maria da Graça Carvalho revelou-se uma surpresa muito positiva. Tem uma comunicação clara e vê-se que sabe do que fala. É a única que tem estado diariamente no terreno. Finalmente alguém competente neste governo.
 
Apetece-me organizar um abaixo-assinado para que os emigrantes possam votar por voto postal nas Presidenciais. Não posso ir a Londres e portanto será um voto perdido.
Não concordo com voto postal, uma vez que não é garantida a sua segurança. É impossível de controlar, por exemplo, em contexto de violência doméstica, que o voto da vítima é livre, ou até, que o agressor não vota duas vezes.
Mas não me parece assim tão complicado, nem oneroso, alugar durante 1 dia uma sala de hotel nas maiores cidades de cada país e permitir uma assembleia de voto a uma distância razoável da maior parte dos emigrantes.

6a feira, ultimo dia de campanha, primeira 2a volta de presidenciais em 40 anos...

Alguma vez pensaram numa noite serena, sem comícios, arruadas e bandeirinhas?

Serão as primeiras eleições de uma nova era de eleições?
A (falsa) sensação de que está tudo decidido e a situação meteorológica adversa contribuíram para uma campanha muito apagada. Mas há 3 semanas houve comícios, arruadas e bandeirinhas. Apesar de tudo isso ter hoje muito pouca influência no sentido de voto da maior parte do eleitorado, parece-me que esta noite estranha é apenas conjuntural e não o início de uma nova era.