O Estado do país 2026

Também não percebo o que partidos políticos estão lá a fazer. Que me lembre não era assim.
O Chega é esperto, e quem é parvo que não seja. Está a captar fortemente o voto jovem, sabe usar as redes sociais e aproveita bem os erros da oposição. O Livre poderia ser um partido que captasse o voto jovem, mas não tem gente para isso. O candidato que apresentaram para PR tinha boas intenções e era bom rapaz mas isso não chega, e o Tavares não convence. Está por surgir um partido Verde de Centro-esquerda em Portugal. E se surgir e tiver bons quadros, vai papar o PS.
 
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Rita Matias decidiu apresentar a jovens estudantes, na Futurália, a teoria da "Grande Substituição", um mito com origem literal no pensamento nazi. O irónico é que a própria Rita é neta de uma goesa.

Isto está a escalar para um terreno perigoso, e é difícil perceber como é que este tipo de propaganda pode ser difundido sem qualquer problema.


Parte dos partidos de esquerda acreditam e apoiam essa suposta "grande substituição" mas porque pensam que vão ganhar votos com os imigrantes e dos seus descendentes, até houve recentemente um debate entre o Miguel Prata Roque e o Miguel Morgado em que o do PS disse basicamente algo como "eu se fosse à direita tinha cuidado que estes imigrantes vão todos votar à esquerda". De realçar que eu acho que eles estão errados, basta ver os ganhos do Trump em 2024 com os latinos e os asiáticos, mas que a teoria é alimentada também por esse lado, é
 
Eu não digo que este país é irreformável?


Aqui em Inglaterra têm poucos meses para dividir tudo, se não há divisão vendem rapidamente. Não há heranças indivisas.
 
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Parte dos partidos de esquerda acreditam e apoiam essa suposta "grande substituição" mas porque pensam que vão ganhar votos com os imigrantes e dos seus descendentes, até houve recentemente um debate entre o Miguel Prata Roque e o Miguel Morgado em que o do PS disse basicamente algo como "eu se fosse à direita tinha cuidado que estes imigrantes vão todos votar à esquerda". De realçar que eu acho que eles estão errados, basta ver os ganhos do Trump em 2024 com os latinos e os asiáticos, mas que a teoria é alimentada também por esse lado, é
Uma coisa é certa, os imigrantes viram eleições quando se organizam, basta pensar no Brexit, com o voto a favor da saída dos imigrantes da Commonwealth (os da UE sem nacionalidade não puderam votar, ao contrários dos da Commonwealth, que queriam na maioria a saída da UE) ou na recente eleição do MP em Manchester, com a vitória do Green Party graças ao voto muçulmano (isto apesar do líder do GP ser judeu e gay).
 
Se Costa não tivesse caído ou se Pedro NunoSantos tivesse ganho seria dado o direito de voto a imigrantes com residência e sem nacionalidade, como era vontade do Livre, do BE e de alguns deputados do PS. Estaríamos a falar de centenas de milhar de novos eleitores, que nao votariam na sua maioria na Direita. Vamos supor uma abstenção de 50% nestes imigrantes, penso que seria o suficiente para equilibrar mais o Parlamento e dar mais deputados à Esquerda, especialmente ao BE e Livre. O somatório Chega+IL+AD teria uma valente queda. Bem sei que muitos brasileiros bolsonaristas votam no Chega, mas também há muitos brasileiros que apoiam o Lula, e depois ainda há as comunidades dos outros países, e essas, por conveniência, votariam em massa na Esquerda. Um amigo meu trabalha com indianos, e disse-me que o líder da comunidade pediu para votarem PS nas últimas eleições, a todos os que já têm a nacionalidade.
 
Parte dos partidos de esquerda acreditam e apoiam essa suposta "grande substituição" mas porque pensam que vão ganhar votos com os imigrantes e dos seus descendentes, até houve recentemente um debate entre o Miguel Prata Roque e o Miguel Morgado em que o do PS disse basicamente algo como "eu se fosse à direita tinha cuidado que estes imigrantes vão todos votar à esquerda". De realçar que eu acho que eles estão errados, basta ver os ganhos do Trump em 2024 com os latinos e os asiáticos, mas que a teoria é alimentada também por esse lado, é

Não me parece que analisar a possibilidade de alguns imigrantes tenderem a votar mais à esquerda esteja no mesmo plano que apoiar ou promover um suposto plano para substituir populações brancas.

Aliás, essa ideia de que a esquerda tem um plano maquiavélico para substituir os brancos em troca de votos está enquadrada na teoria de substituição que o Chega defende que existe.
 
Não me parece que analisar a possibilidade de alguns imigrantes tenderem a votar mais à esquerda esteja no mesmo plano que apoiar ou promover um suposto plano para substituir populações brancas.

Aliás, essa ideia de que a esquerda tem um plano maquiavélico para substituir os brancos em troca de votos está enquadrada na teoria de substituição que o Chega defende que existe.

É matemática. Vais a alguns dos subúrbios de Lisboa e vês que a população imigrante tem 3 ou 4 filhos e os portugueses têm um (quando têm). Não é difícil imaginar o que serão as coisas daqui a 20 anos.

Além disso, vejo casais jovens portugueses progressivamente a ir para morar para o Oeste e a deixar os subúrbios da capital. Vejo pessoas reformadas, que passaram toda a vida na região de Lisboa, a adquirir casa no Norte, perto de outros familiares.

Se há uma transformação que não está a acrescentar mas sim a substituir, então é uma substituição.

Pode ser conversa de "elevador" mas oiço muitas vezes na linha de Sintra as pessoas dizerem "já não é a mesma coisa" ou "mas não é a mesma coisa" já para não dizer o típico "no Amadora-Sintra nem pensar".

Isto é indepentemente das pessoas serem de esquerda ou de direita. É uma constatação generalizada.
 
O que nós fazemos? Temos rituais, um ritual, como o nome diz, é um guião que nós praticamos sempre que nos encontramos. E esse ritual utiliza uma linguagem simbólica, que nos ajuda a perceber melhor o mundo, percebermos melhor a nós mesmas e a nossa relação com o mundo.

Depende da loja, nós temos lojas em que é feito em cima da Bíblia, e temos lojas que é feito em cima da Declaração de Princípios da Grande Loja, há outras lojas que o juramento é feito sobre a Torá, sobre a Declaração dos Direitos do Homem. Varia. Geralmente, as lojas de rito francês é sobre a Declaração de Princípios. Algumas de escoceses também, mas também há umas que juram sobre a Bíblia.

O que é isso do rigor e da exigência?

Nós temos um ritual que deve ser cumprido de forma rigorosa.

Não se põem em tronco nu como os homens?

Não, não. A iniciação, que é um momento mesmo muito forte...

As mulheres também ficam com os olhos vendados?

Também ficam com os olhos vendados.

Mas que tipo de perguntas é que são feitas?

Se está disposta a melhorar, a renegar o vício. São perguntas rituais. O processo é todo feito antes, não é na altura que a seleção é feita.

-> https://sol.iol.pt/2025/12/06/um-dos-objetivos-da-maconaria-e-melhorar-o-homem-e-a-humanidade



Confesso que ainda não tive paciência para ler os manuais maçónicos. Há que acrescentar à lista para troçar com mais especificidade.

Continuo a não perceber como é que os rituais ridículos os tornam mais competentes.

Foi por terem ficado com a pilinha de fora que o Arnaut e os - cito - irmãos se lembraram se criar um SNS? Isso quer dizer que a criação do SNS dependeu da exposição comunitária da pilinha?

As mulheres mostram-se em lingerie? Há algum tipo de critério? Que conhecimento espetacular adquiram por terem vestido cuequinhas de renda vermelhas da Intimissimi?

A abordagem à Maçonaria continua a ser o oposto do que deveria ser.

E nenhum jornalista se dá ao trabalho de ler os manuais maçónicos antes de entrevistar a classe? É porque literalmente está tudo na 'net!
 
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É matemática. Vais a alguns dos subúrbios de Lisboa e vês que a população imigrante tem 3 ou 4 filhos e os portugueses têm um (quando têm). Não é difícil imaginar o que serão as coisas daqui a 20 anos.

Além disso, vejo casais jovens portugueses progressivamente a ir para morar para o Oeste e a deixar os subúrbios da capital. Vejo pessoas reformadas, que passaram toda a vida na região de Lisboa, a adquirir casa no Norte, perto de outros familiares.

Se há uma transformação que não está a acrescentar mas sim a substituir, então é uma substituição.

Pode ser conversa de "elevador" mas oiço muitas vezes na linha de Sintra as pessoas dizerem "já não é a mesma coisa" ou "mas não é a mesma coisa" já para não dizer o típico "no Amadora-Sintra nem pensar".

Isto é indepentemente das pessoas serem de esquerda ou de direita. É uma constatação generalizada.

Ah, acreditas na teoria do Chega, afinal. Isto só faz confusão à malta que não gosta de ver negros "em excesso" na rua. É racismo, portanto. Se fossem brancos, este alarido não existia.
 
Eu não tenho problemas com “raças”, tenho com algumas culturas. Em democracia isto é importante, pois quando um grupo se torna numeroso, vira resultados eleitorais. A cultura europeia da Europa Ocidental é única no contexto global, passou por profundas transformações que estiveram ausentes no resto do mundo. Por isso temos democracias, ausência de pena de morte, liberdades civis, Estado Social, etc. O resto do mundo não é necessariamente assim nem pensa como nós. Meter num país grandes números de pessoas sem uma cultura de trabalho ou ética de trabalho, quando um país tem Estado Social, cria a prazo um problema. É o que vemos em França com amplas franjas da comunidade magrebina. Não é também por acaso que na Dinamarca se concluiu que a imigração de alguns países causa prejuízos ao Estado Social. Será diferente em Portugal? Não será, na realidade será pior. Uma vez que esta pessoas acabam em sectores pouco produtivos, descontam em média metade de um português, como está no relatório da Segurança Social. Além disso têm um salário médio inferior ao salário mínimo! Os ditos lucros para a Segurança Social são uma farsa, essas contas não incluem os gastos presentes e futuros! E há muitas mais questões a ter em conta, desde as casas sobrelotadas, o aumento de alguns tipos de criminalidade, o aumento de algumas doenças, o facto deste tipo de imigração fomentar o crescimento do populismo, etc. Imigração sim, mas dar prioridade a pessoas da Europa, criar quotas para quem não é europeu, dar preferência a trabalhadores de Portugal e da UE, criar vistos temporários para trabalhos sazonais, fiscalizar os arrendamentos no terreno, tirar certos apoios sociais a quem não tiver x anos de descontos (como está a fazer o Governo de Esquerda do Reino Unido).

Num futuro próximo teremos centenas de milhar de pessoas a ganhar mal, num país com rendas exorbitantes, uma saúde e escolas públicas degradadas, onde se passeiam turistas ricos. Isto tem tudo para correr mal.