Eu não tenho problemas com “raças”, tenho com algumas culturas. Em democracia isto é importante, pois quando um grupo se torna numeroso, vira resultados eleitorais. A cultura europeia da Europa Ocidental é única no contexto global, passou por profundas transformações que estiveram ausentes no resto do mundo. Por isso temos democracias, ausência de pena de morte, liberdades civis, Estado Social, etc. O resto do mundo não é necessariamente assim nem pensa como nós. Meter num país grandes números de pessoas sem uma cultura de trabalho ou ética de trabalho, quando um país tem Estado Social, cria a prazo um problema. É o que vemos em França com amplas franjas da comunidade magrebina. Não é também por acaso que na Dinamarca se concluiu que a imigração de alguns países causa prejuízos ao Estado Social. Será diferente em Portugal? Não será, na realidade será pior. Uma vez que esta pessoas acabam em sectores pouco produtivos, descontam em média metade de um português, como está no relatório da Segurança Social. Além disso têm um salário médio inferior ao salário mínimo! Os ditos lucros para a Segurança Social são uma farsa, essas contas não incluem os gastos presentes e futuros! E há muitas mais questões a ter em conta, desde as casas sobrelotadas, o aumento de alguns tipos de criminalidade, o aumento de algumas doenças, o facto deste tipo de imigração fomentar o crescimento do populismo, etc. Imigração sim, mas dar prioridade a pessoas da Europa, criar quotas para quem não é europeu, dar preferência a trabalhadores de Portugal e da UE, criar vistos temporários para trabalhos sazonais, fiscalizar os arrendamentos no terreno, tirar certos apoios sociais a quem não tiver x anos de descontos (como está a fazer o Governo de Esquerda do Reino Unido).
Num futuro próximo teremos centenas de milhar de pessoas a ganhar mal, num país com rendas exorbitantes, uma saúde e escolas públicas degradadas, onde se passeiam turistas ricos. Isto tem tudo para correr mal.