O Estado do país 2026

Como é óbvio, o Arroja está no partido certo.

Os 35 anos são mais ~29.

27 na Irlanda, 27 na Hungria, 28 na Bulgária, 27 no Chipre. Como dá para ver, a influência de Maria é insidiosamente poderosa. Até nega qualquer benefício fiscal.
 
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-> https://news.gallup.com/poll/697676/drop-religiosity-among-largest-world.aspx

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Sem músculo estatal, a pessoa típica tende a ser bem pouco condicionada pela sua religião. Como se estivesse a escrever algo inédito.

Ainda hoje a religião tende a não impedir atrocidades. Os tais anti-Maria do norte da Europa também não tiveram grande problema em anexar partes de outros continentes quando lhes foi conveniente.

De que forma é que a religiosidade (ou falta dela) do Salazar contribuiu para o enorme atraso português? Fossos económicos e educacionais nem sempre são de fácil remendo ou resolução.

Se o Salazar andava a esbanjar a cheta tuga em África, tendo em conta a tal infraestrutura que certas personagens referem como resposta às compensações da escravatura, não deveria o ídolo ser condenado como lesa-pátria, traidor, etc?
 
Última edição:
Ao saírem os membros problemáticos o partido ficará a prazo mais forte, fenómeno idêntico aconteceu no partido da Le Pen, que durante alguns anos foi correndo com os membros mais radicais.
Dificilmente vejo isso a acontecer num futuro próximo, a não ser que Ventura seja obrigado a sair da liderança do partido. Relembro que a "moderação" do partido de Le Pen só ocorreu quando o pai foi corrido do partido, e a filha tomou conta deste e tornou-o naquilo que é hoje em dia. :unsure:
 
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Tiro ao alvo é sempre fixolas. Se é realista, já outro assunto.

A maior eficácia é até 50 metros. Na Ucrânia o drone estaria em rápida aproximação - não necessariamente em trajetória fixa - e o atirador nem sempre teria o luxo de estar em posição protegida. Estar de pé, parado, em campo aberto é decisão extrema. O consumo de munição dependerá do atirador, condições meteorológicas, etc, e ninguém garante que não haja mais que um drone.
 
The extended magazine will hold seven 2 3/4-inch shells or six 3-inch magnum shells + 1 in the chamber. Assembly and disassembly are quick and easy and can be accomplished without tools

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A pouca proeficiência a recarregar a arma na presença imediata de drones FPV significa morte certa nas mãos de um operador minimamente competente (o que também demora).

Tiro ao alvo é sempre fixolas. Mas nem sempre representa a realidade.

 
Tem toda a razão, o senhor ministro. Há dois governos 'atrás' era grave. Agora é muito menos grave. Tal como a situação do SNS. Estava moribundo mas, felizmente, agora está quase a ter alta. Aleluia, Irmãos!

 
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Sem músculo estatal, a pessoa típica tende a ser bem pouco condicionada pela sua religião. Como se estivesse a escrever algo inédito.

Ainda hoje a religião tende a não impedir atrocidades. Os tais anti-Maria do norte da Europa também não tiveram grande problema em anexar partes de outros continentes quando lhes foi conveniente.

De que forma é que a religiosidade (ou falta dela) do Salazar contribuiu para o enorme atraso português? Fossos económicos e educacionais nem sempre são de fácil remendo ou resolução.

Se o Salazar andava a esbanjar a cheta tuga em África, tendo em conta a tal infraestrutura que certas personagens referem como resposta às compensações da escravatura, não deveria o ídolo ser condenado como lesa-pátria, traidor, etc?
Os valores da Polonia sao surpreedentes.
 
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Dificilmente vejo isso a acontecer num futuro próximo, a não ser que Ventura seja obrigado a sair da liderança do partido. Relembro que a "moderação" do partido de Le Pen só ocorreu quando o pai foi corrido do partido, e a filha tomou conta deste e tornou-o naquilo que é hoje em dia. :unsure:
Nao sei se o RN é assim tao moderado. Só quando chegar ao poder é que veremos o quao moderado é. Meloni mostrou moderacao mas só quando se tornou PM
 
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É preciso ter noção que a vitória do Montenegro há 2 anos não foi muito convicente.

- Ia coligado com outro partido, que valerá talvez 2% do eleitorado, sem essa coligação o resultado teria sido mais baixo;

- Ficou muito longe dos resultados de Passos Coelho;

- Ocorreu num momento especial em que o PM Costa sai no seio de um escândalo de corrupção e a população começa a sentir na pele as consequências da imigração descontrolada.

Contudo, o público português tem memória de peixe, basta ver que depois da Sócrates falir o país aceitaram o regresso das mesmas caras em 2015.

O PS continua a ter muito poder, não o substimem:

- a Esquerda domina a redação da Lusa e de todos os meios de comunicação social, a linha editorial de quase todo o jornalismo português é de Esquerda (não estou a falar de comentadores);

- O PS continua a ter um elevadíssimo número de autarquias;

- O PS está super presente dentro das Universidades (reitores, professores), IPSS (directores), Fundações, associações locais, etc.

- O PS de Costa deixou as instituições cheias de pessoas fiéis ao partido (ficaram furiosos com a ida de Álvaro dos Santos Pereira para o Banco de Portugal, pois é alguém que não controlam, e estão aflitos com o Tribunal Constitucional e a Procuradoria da República).

- O PS continua a ter um extenso eleitorado fiel: pensionistas, comunidade cigana, comunidades imigrantes, a maior parte dos funcionário públicos e do Estado paralelo.

Além disso, ter em conta isto: neste momento Portugal está com custo de vida de país rico e rendimentos de país da Europa do Leste. E o PSD continua a não aprender com os erros e a não saber comunicar para o povo português. Nisto o PS continua a ser muito, muito melhor. Mas há uma excepção dentro do PSD, o PSD Madeira...

Concordo com quase tudo, mas a partir do momento que o Chega tem a representação que tem, não é possível comparar os actuais resultados eleitorais do PSD com os que existiam na era pré-Chega.

Tenho alguma dificuldade em perceber a estratégia do PS, se esta passar por virar-se novamente para aquela esquerda do Pedro Nuno Santos, da Alexandra Leitão, da Isabel Moreira e afins.

Tenho para mim que 80% dos votantes do PS acham que o Hamas não é boa gente e que o principal problema da Palestina não é Israel. Também tenho para mim que 80% do eleitorado do PS acha que a imigração deve ser controlada e não quer ghetos islâmicos no meio de Lisboa. Também tenho para mim que 80% dos votantes do PS não quer saber se existem ou não retretes para meninos que se dizem meninas ou meninas que se dizem meninos.

O eleitorado do PS é por natureza moderado, da esquerda económica e defende um estado social forte, defende um peso relevante do estado na vida das pessoas, e defende que finanças é aquilo que tenho na carteira hoje. Voltar a ir à procura dos nichos da extrema esquerda não me parece inteligente 1 ano depois da direita ter mais de 60% dos votos.

O ponto do "controlo" da imprensa é importante, mas eu falaria mesmo no "controlo" do próprio estado. Da mesma forma que um árbitro num jogo de futebol consegue favorecer uma equipa sem erros claros, também o PS historicamente deixou sementes para conseguir "minar" o estado por dentro para provocar desgaste e crítica da população quando a direita é poder.
 
É preciso ter noção que a vitória do Montenegro há 2 anos não foi muito convicente.

- Ia coligado com outro partido, que valerá talvez 2% do eleitorado, sem essa coligação o resultado teria sido mais baixo;

- Ficou muito longe dos resultados de Passos Coelho;

- Ocorreu num momento especial em que o PM Costa sai no seio de um escândalo de corrupção e a população começa a sentir na pele as consequências da imigração descontrolada.

Contudo, o público português tem memória de peixe, basta ver que depois da Sócrates falir o país aceitaram o regresso das mesmas caras em 2015.

O PS continua a ter muito poder, não o substimem:

- a Esquerda domina a redação da Lusa e de todos os meios de comunicação social, a linha editorial de quase todo o jornalismo português é de Esquerda (não estou a falar de comentadores);

- O PS continua a ter um elevadíssimo número de autarquias;

- O PS está super presente dentro das Universidades (reitores, professores), IPSS (directores), Fundações, associações locais, etc.

- O PS de Costa deixou as instituições cheias de pessoas fiéis ao partido (ficaram furiosos com a ida de Álvaro dos Santos Pereira para o Banco de Portugal, pois é alguém que não controlam, e estão aflitos com o Tribunal Constitucional e a Procuradoria da República).

- O PS continua a ter um extenso eleitorado fiel: pensionistas, comunidade cigana, comunidades imigrantes, a maior parte dos funcionário públicos e do Estado paralelo.

Além disso, ter em conta isto: neste momento Portugal está com custo de vida de país rico e rendimentos de país da Europa do Leste. E o PSD continua a não aprender com os erros e a não saber comunicar para o povo português. Nisto o PS continua a ser muito, muito melhor. Mas há uma excepção dentro do PSD, o PSD Madeira...
A vitória de Luís Montenegro concretizou-se por ser vista como uma alternativa ao partido que governou durante 8 anos e que não soube aproveitar uma maioria absoluta, não foi por ter grande prestígio como político.
Além disso, o PNS não tinha e continua a não ter boa reputação junto da população devido aos escândalos em que esteve envolvido e, portanto, dificilmente iria ganhar. Se alguma vez LM tivesse concorrido contra António Costa tinha perdido.

Nas eleições de 2025 saiu reforçado porque na primeira legislatura até estava a fazer um bom trabalho e eu também estava a gostar de ver algumas mudanças, mas em menos de 1 ano conseguiu estragar tudo.

No entanto, já agora espero que consigam terminar a legislatura e que ainda mostrem algum trabalho bem feito.
É certo que em eventuais novas eleições vença quem vencer, já dificilmente conseguirá maioria absoluta. O PS se voltasse a vencer teria mais dificuldades em governar do que o PSD porque não tem ninguém à esquerda com quem possa negociar. Apenas o Livre tem alguma expressão, mas não dá para aprovar o quer que seja. O que poderia acontecer era uma espécie de geringonça, mas à direita.

Espero, sinceramente, que não coloquem lá ninguém da ala mais radical no futuro. Caso contrário, é mesmo morte anunciada do partido como quase aconteceu com o PNS.
 
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Já há quem diga que o aumento do abandono do Ensino Secundário se deve à convergência do salário mínimo com o salário mediano...

Em boa verdade nos últimos 20 a 30 anos houve:

- estagnação dos salários dos licenciados, e redução do seu poder de compra, via aumento da carga fiscal e inflação;

- subida gradual do salário mínimo;

- descida dos salários ou rendimentos em algumas profissões por causa da imigração descontrolada dos últimos 9 anos.

Se um licenciado recebe um ordenado próximo daquele que recebe alguém sem estudos não há incentivo para estudar...
 
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