O Estado do País

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Há muito que defendo a seguinte ideia: os concertos e os bailaricos a nível local devem ser organizados por privados que assumem os riscos, como qualquer outra actividade privada. Era assim há mais de vinte anos atrás, pelo menos no Algarve. Na minha terra ainda existe um velho salão abandonado, onde um grupo de três sócios organizava concertos e bailes com os artistas populares da época. As entradas, obviamente, eram pagas. No entanto, o Estado, através do poder local, resolveu começar a utilizar o dinheiro dos nossos impostos para financiar pseudo cantores e pseudo actores da moda. Esta é mais uma das limitações da liberdade impostas pelo tão adorado socialismo, é mais um dos seus saques, é mais uma das suas imoralidades.



850 mil euros para Tony Carreira
Para que serve o Estado Social em Portugal? Bom, entre outras coisas, serve para gastar quase um milhão de euros com Tony Carreira. As nossas autarquias têm um belo sentido das prioridades.
Henrique Raposo (www.expresso.pt)

I. Num trabalho do jornal i, ficámos a conhecer alguns dos gastos do nosso querido Estado, o mesmo Estado que agora pegou no funil para nos obrigar a engolir um novo aumento de impostos. Só em mobiliário, o Estado gastou - em 2009 - mais de 32 milhões de euros (não se podem sentar em cadeiras velhas?). Em software, o Estado gastou 75 milhões (já ouviram falar em software 'livre'?). Em café, o Estado gastou 650 mil euros. Mas porquê? Tem de haver um bar com café subsidiado em todas as repartições e institutos públicos? Trabalhar para o Estado implica ter uma 'bica' ao preço de 1980?

II. Mas o mais irritante é mesmo a forma como as autarquias desbaratam dinheiro em festas e festinhas. Mas quem disse às autarquias que a sua função é distrair as massas? As autarquias não conseguem ter o chão limpo e o espaço urbano ordenado, mas fazem festas com os Xutos (quase meio milhão de euros) e com o Tony Carreira (quase um milhão de euros - só em 2009). Não tenho nada contra os artistas, mas tenho tudo contra as câmaras que desbaratam assim o dinheiro dos meus impostos. Comecem pelo óbvio, caros autarcas, e deixem-se de bailaricos faraónicos.


http://aeiou.expresso.pt/850-mil-euros-para-tony-carreira=f585220
 
Mais maravilhas do socialismo e do Estado Social.


O Governo britânico anunciou um pacote de diminuição dos gastos públicos. Por cá opta-se pelo mais fácil: subir impostos. Mas não existem impostos capazes de sustentar uma administração pública, a portuguesa, que gasta o que não tem no que não deve. Consulte-se, por exemplo, o portal disponibilizado pela Associação Nacional para o Software Livre que dá conta do universo dos ajustes directos. É um mundo que pode ir dos 784 mil euros gastos em agendas por munícipios, empresas públicas e institutos, nos anos de 2008 e 2009, aos 123 mil euros gastos pela EPAL em cabazes de Natal ou à decisão inexplicável do Governo Regional dos Açores de substituir-se aos partidos e encomendar um estudo de opinião sobre a Conjuntura sócio-política nas ilhas de São Miguel e na ilha Terceira, por sete mil euros.

Os ajustes directos do Estado são os trocos da despesa feita com o dinheiro dos contribuintes. Mas são trocos que já nos levam 1,2 por cento do PIB. Perceber como gastam os nossos impostos aqueles que passam cheques visados pelo contribuinte é uma espécie de filme de terror para qualquer cidadão que não se dedique a falsificar dinheiro ou a uns quaisquer tráficos: são milhões de euros desperdiçados em compras e encomendas ordenadas por serviços que muitas vezes eles mesmos só não foram extintos porque não houve coragem política para tal, como é o caso dos governos civis e de muitas juntas de freguesia. Provavelmente para fazerem prova de vida, estes serviços editam revistas, boletins, separatas e brochuras que, além de divulgarem a fotografia do senhor presidente, não se entende para que servem ou sequer se alguém as lê para lá do restrito círculo dos seus colaboradores. Por exemplo, fará sentido que o Governo Civil de Lisboa edite a revista Pessoas e Territórios, a Área Metropolitana de Lisboa as revistas Metrópoles e Estuarium, publicações que, como nunca vi, não sei se abrangem as mesmas temáticas da revista editada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo – CCDR LVT? Sendo que as ditas publicações nos idos de 2009 nos custaram 253 mil euros!

A falta de senso é tal que até a Direcção-Geral das Contribuições e Impostos acha conveniente adquirir pastas e esferográficas no valor de mais de seis mil euros “para a formação”. (Os ecopontos devem estar atulhados com estas pastas que se produzem a troco de tudo e de nada, neste país!) Já a autarquia lisboeta afectou 57 mil euros à pintura duns símbolos de bicicletas no alcatrão dumas ruas por onde nunca passou bicicleta alguma. E se passou ignorou olimpicamente os ditos bonecos, deslizando pelos sítios do costume, tanto mais que os símbolos se sumiram quase à velocidade a que se contam 57 mil euros.

Mas o ex-líbris deste universo é o brinde que é de borla para todos menos para quem o paga: a conta com os ditos brindes registados neste portal ultrapassa o milhão e meio de euros, entre 2008 e 2009. Sendo difícil descortinar o que levou a Casa Pia, em 2008, a afectar mais de 53 mil euros à “aquisição de brindes para a Feira da Juventude”, tenho de reconhecer que o município de Loulé é um caso digno de estudo em matéria de brindes: em Outubro de 2009, o dito município achou oportuno despender 54.965 euros em brindes, sendo certo que já em Julho do mesmo ano afectara quase 19 mil euros à mesma rubrica. Mas não acaba aqui a relação de Loulé com os brindes: tudo somado, durante 2009 o município de Loulé gastou 122 mil euros em brindes. Convenhamos que é muito brinde!

Note-se que esta contabilidade dos brindes não inclui o Carnaval, festividade que deixa de ter qualquer graça quando se percebe que, entre 2008 e 2010, nos custou mais de dois milhões de euros. A parte do leão das despesas carnavalescas, ou seja, um milhão, vai para os carros alegóricos, mas a despesa carnavalesca de que não me consigo libertar são os 73 mil euros gastos em “saquinhos (almofadas anti-stress) de arremesso” que o município de Loulé comprou no ano de 2009. Menos entendo que a Contratação dos serviços do actor Angélico Vieira, para Rei do Carnaval (desfile), em Vila Real de Santo António nos tenha ficado em mais de 16 mil euros. Quero crer, aliás, que estes números estão errados, pois ao que constato fazer desfilar uma escola de samba custa-nos 20 mil euros, embora se a dita escola fizer aquilo que os contratos definem como “trabalhos especializados” a conta suba para 23 mil. Enfim, é Carnaval, ninguém leva a mal, mas as contas essas é que nos colocam em constante Quaresma.

Esta vocação para festeiro de um Estado que cobra impostos em nome do social está patente nos mais de 18 milhões de euros gastos em espectáculos nos anos de 2008 e 2009. Os munícipios tornaram-se os grandes clientes dos artistas e, sem pretender discutir questões de gosto, tenho sérias dúvidas que uma autarquia, no caso a de Santarém, deva gastar mais de 260 mil euros para contratar um cantor, mesmo que esse cantor seja José Carreras. E embora o tango tenha recentemente ganho contornos políticos inusitados em Portugal, os 275 mil euros pagos em 2008 pelo munícipio de Lagoa por um espectáculo de tango são difíceis de entender, seja qual for o ritmo.

Exemplos não faltam. Basta ir procurá-los a http://transparencia-pt.org/. Meia hora de pesquisa é suficiente para concluir que ou conseguimos que a administração pública ganhe juízo ou então só nos resta dedicarmo-nos ao espiritismo e colocarmos o Alves dos Reis na Casa da Moeda. Creio que já estivemos mais longe.
*PÚBLICO


http://blasfemias.net/2010/05/28/ou-mudamos-de-vida-ou-a-vida-nos-muda/#more-27145
 
Ah!

Outra coisa: Cristóvão Colombo era PORTUGUÊS!!!

João Vaz Côrte Real, açoriano que descobriu a Terra Nova e a Costa do Labrador em 1472 (actual Canadá).

Cristóvão de Mendonça o português que descobriu a Austrália em 1522.

Hoje o Canadá e a Austrália podiam ser territórios de língua portuguesa.

Com isso meus amigos, vemos que não foram os espanhóis a descobrirem o continente americano, mas sim os portugueses os primeiros europeus da época moderna a pisarem solo americano, mas isso fica para outro tópico ;)

Viva Portugal!
Viva a Monarquia!

Como vês, a Republica "perdeu" Olivença.
A Monarquia, parte do mundo...


A Monarquia iria sem dúvida salvar ou ajudar a salvar o país dessa crise de há décadas sem fim, mobilizando os empresários portugueses para serem mais competitivos em preço, qualidade e inovação, contribuiindo para o desenvolvimento sustentado das empresas, a criação de emprego e para o reforço da internacionalização dinamizando a economia portuguesa e sobretudo elevar a auto-estima e o amor próprio dos portugueses.

VIVA O REI!
VIVA A MONARQUIA!

Não é um rei que vai chegar e ditar ordens!
Era morto ainda antes de tomar posse do que quer que fosse. E não tenho qualquer dúvida disso.
Se hoje em dia não há respeito pelos professores/educadores, como é que se poderia seguir uma monarquia?
 
Caros amigos, devemos procurar discutir o estado do país, sem polítizar demasiado (se é que é possível, é difícil na verdade..), mas se nos discuidamos vamos parecer mais um blog do contra-tudo e todos. Digo isto sem querer atingir nem magoar a opinião de ninguém. Mas penso que não devemos cair na tentação de generalizar tudo, por ex: existiram com certeza bons presidentes assim como existiram com certeza péssimos monarcas (portugal com todo o ouro das colónias atrasou-se na revolução industrial por vontade própria, para quê investir em máquinas industriais a carvão/vapor, caminhos de ferro, se o ouro era suficiente? Suficiente para alguns, para outros restava a lavoura e o pagamento da renda das terras). Não existe ninguém que seja 100% excelente ou 100% péssimo! E todos nós somos patriotas, mesmo os madeirenses, os açoreanos, os "portistas", assim como os emigrantes! Mesmo aqueles que dizem não sentir tanto o valor da pátria, acredito que numa situação mais sensível sejamos um povo que se une e nessa circunstância ninguém nos bate, ninguém nos derrota, assim foi durante 900anos, verdade? E mesmo que um dia o federalismo europeu aconteça, seremos sempre um povo com identidade própria, unidos e prontos para dizer basta!
 
Como vês, a Republica "perdeu" Olivença.
A Monarquia, parte do mundo...

Durante a Monarquia pelo que estudei Portugal conquistou grande parte do mundo vigorando a mesma em Portugal pelo menos até à Grande Revolução de 5 de Outubro de 1910 sendo suplantada posteriormente pela Républica.
Portugal ganhou muito com a Monarquia mas foi graças aos ímpetos republicanos que ecoavam na Europa em meados do século XIX que a mesma é implantada no nosso país fazendo com que esse país definhasse cada vez mais perdendo até então as suas últimas colónias. Lembre-se o Ultimato Britânico em que Portugal foi obrigado a retirar-se de África com o rabinho entre as pernas e sem dar nem um pio face aos ingleses. Foi a maior humilhação que os portugueses passaram.


Não é um rei que vai chegar e ditar ordens!
Era morto ainda antes de tomar posse do que quer que fosse. E não tenho qualquer dúvida disso.
Se hoje em dia não há respeito pelos professores/educadores, como é que se poderia seguir uma monarquia?

Então continuem a votar nos queridos políticos republicanos, porque já quase 50% dos portugueses não se importariam de ser espanhóis. Até um ceguinho de olhos vendados sabe que é emergente uma reforma política em Portugal. É graças a esses políticos (que na altura dos comícios prometem mundos e fundos) que a educação nesse país é o que é. Uma vergonha!
Agora se querem ser monárquicos ou republicanos aí já é outra história. O país está nas mãos de quem realmente quer o melhor para o povo e para o país. Não para os mesmos broncos do costume nem para os traidores que são capazes de vender a sua alma e cruzar a fronteira por uns trocos a mais. Que provas Portugal quer mais para aceitar que a República não triunfa nesse país? Tá tudo cego? Óme pla vossa saudinha!!
Porque será que a maior parte dos países europeus com um regime monárquico são os mais ricos e os mais bem sucedidos que outros de regime republicano»??? Pois...pois... coincidência será?»

Há que dar mais relevo ao que a Familia Real portuguesa faz, e consequentemente fomentar a sua participação na vida quotidiana portuguesa pelos meios de Comunicação Social.
Temos que educar o povo português as muitas vantagens da implantação de uma Monarquia em todos os aspectos, económicos e principalmente patrióticos.
Há que explicar ao povo português de uma forma subtil que os republicanos apoderaram-se do poder por meios menos dignos (assassinio!).
Temos que respeitar os republicanos, mas Portugal é um Pais Monárquico desde a sua essência quer queiram quer não. A própria História o diz.
 
Não me importaria que Portugal voltasse a ser uma Monarquia, mas com ou sem Casa Real, continuaríamos a ser pobres e a estar longe da Europa rica e desenvolvida.
 
Durante a Monarquia pelo que estudei Portugal conquistou grande parte do mundo vigorando a mesma em Portugal pelo menos até à Grande Revolução de 5 de Outubro de 1910 sendo suplantada posteriormente pela Républica.
Portugal ganhou muito com a Monarquia mas foi graças aos ímpetos republicanos que ecoavam na Europa em meados do século XIX que a mesma é implantada no nosso país fazendo com que esse país definhasse cada vez mais perdendo até então as suas últimas colónias. Lembre-se o Ultimato Britânico em que Portugal foi obrigado a retirar-se de África com o rabinho entre as pernas e sem dar nem um pio face aos ingleses. Foi a maior humilhação que os portugueses passaram.




Então continuem a votar nos queridos políticos republicanos, porque já quase 50% dos portugueses não se importariam de ser espanhóis. Até um ceguinho de olhos vendados sabe que é emergente uma reforma política em Portugal. É graças a esses políticos (que na altura dos comícios prometem mundos e fundos) que a educação nesse país é o que é. Uma vergonha!
Agora se querem ser monárquicos ou republicanos aí já é outra história. O país está nas mãos de quem realmente quer o melhor para o povo e para o país. Não para os mesmos broncos do costume nem para os traidores que são capazes de vender a sua alma e cruzar a fronteira por uns trocos a mais. Que provas Portugal quer mais para aceitar que a República não triunfa nesse país? Tá tudo cego? Óme pla vossa saudinha!!
Porque será que a maior parte dos países europeus com um regime monárquico são os mais ricos e os mais bem sucedidos que outros de regime republicano»??? Pois...pois... coincidência será?»

Há que dar mais relevo ao que a Familia Real portuguesa faz, e consequentemente fomentar a sua participação na vida quotidiana portuguesa pelos meios de Comunicação Social.
Temos que educar o povo português as muitas vantagens da implantação de uma Monarquia em todos os aspectos, económicos e principalmente patrióticos.
Há que explicar ao povo português de uma forma subtil que os republicanos apoderaram-se do poder por meios menos dignos (assassinio!).
Temos que respeitar os republicanos, mas Portugal é um Pais Monárquico desde a sua essência quer queiram quer não. A própria História o diz.

O ultimato inglês foi em 1890.
Logo, segundo as tuas palavras, a maior humilhação que alguma vez o povo português sofreu, foi no tempo da monarquia.

E também no tempo da monarquia tivemos uma dinastia espanhola.
Acho que não foi lá muito boa. Pelo menos segundo a história que eu estudei.

É óbvio que não estamos no caminho certo, e que assim não vamos longe.
Mas não é a evocar fantasmas do passado que vamos melhorar.
Não me parece que seja esse o caminho!
 
O ultimato inglês foi em 1890.
Logo, segundo as tuas palavras, a maior vergonha que alguma vez o povo português sofreu, foi no tempo da monarquia.

E também no tempo da monarquia tivemos uma dinastia espanhola.
Acho que não foi lá muito boa. Pelo menos segundo a história que eu estudei.

É óbvio que não estamos no caminho certo, e que assim não vamos longe.
Mas não é a evocar fantasmas do passado que vamos melhorar.
Não me parece que seja esse o caminho!

Eu sei que o Ultimato Britânico foi em 1890, Apenas fiz referência a esse triste episódio. Não há que culpar a Monarquia de nada, mas sim a República. É o meu ponto de vista e de todos aqueles que ainda realmente se importam com esse país e que preferiam mil vezes morrer a ser espanhol.
Pelos vistos a rebeldia de D.Afonso henriques ao virar o rabo aos espanhóis em querer ter um bocado de terra independente no lado Ocidental da península foi tudo em vão. Hoje vejo que se ele não tivesse teimado de pés juntos a independencia do Condado Portucalense, quem sabe hoje o povo lusitano estaria bem melhor de vida ao ser Espanhol... É um caso para pensar.

A Dinastia Espanhola foi fruto de um lapso na coroa portuguesa. Os portugueses confiaram demais nos espanhóis e o resultado foram 60 anos de presença castelhana em território português. Outra vergonha! O único sítio que não se rendeu tão facilmente aos espanhóis e que durante uns tempos ainda permaneceu um pequeno reduto português, preferindo morrer a ser espanhol foram os Açores que deram forte luta. Veja-se a Batalha Naval de Vila Franca do Campo e a Batalha da Salga por exemplo!

Mas vá lá que Portugal em 1707 tomou Madrid com as suas tropas sob o comando do Marquês das Minas, e é em Madrid, que o exército português proclama D. Carlos III como Rei de Espanha.

A historiografia espanhola está cheia de mentiras, enganos e falsidade e aproveita a união dinástica para dar uma ideia de grande poder da Espanha "Una Grande y Libre" (Arriba España y Viva Franco). Por exemplo, basta dizer que eles até dizem que Fernão de Magalhães era espanhol, Colombo espanhol, etc etc... Roubam sistematicamente os ícones de orgulho português para se afirmarem como uma grande potência europeia... o que de facto até não é mentira...
 
Não é uma questão de Olivença ser uma pequena vila ou deixar de ser. Olivença é território Português e como tal deve ser devolvido como ficou acordado no tratado de Viena e os que os espanhóis assinaram mas nunca chegaram a cumprir, só isso mostra a sua posição de arrogância para com o nosso país e o atropelo de ordens acordadas num tratado internacional.

Mas já algum de vocês foi a Olivenza? Uma vila onde moram espanhóis, que falam castelhano. Quando falei da alegada pertença a Portugal num café, nenhum dos presentes era favorável a tal, assumem-se como espanhóis, e com gosto. Querer que uma vila pertença a Portugal, contra a vontade dos próprios habitantes, só por causa de um tratado com 200 anos só pode, com todo o respeito, ser uma "birra".

Há que dar mais relevo ao que a Familia Real portuguesa faz, e consequentemente fomentar a sua participação na vida quotidiana portuguesa pelos meios de Comunicação Social.

Façamo-lo então:

"Tornar obrigatório o ensino da educação sexual resume-se a dizer: forniquem à vontade, divirtam-se, façam o que quiserem mas com higiene".

Duarte de Bragança, 15-05-2010

Tem que começar a haver um boa reforma na política e na economia portuguesa. Párem e fechem as fronteiras de uma vez às Zaras, aos Santanders, Cortes Ingleses e afins, e começem por produzir e dar a conhecer à Europa e ao mundo o que é nosso e o que de melhor se faz por cá. Temos que mudar essa política de uma vez. STOP às importações e apostem mais nas exportações. Até AJJ já se refere a Portugal como a "Sicília Hispânica".

Isto posto desta forma tem um nome: xenofobia. Até aceito que em tempos de crise se defenda algum proteccionismo económico, mas então tinha que se juntar a Benetton, o Barclays, o Credit Lyonnais, o McDonalds, etc.
O que é bom em Portugal é reconhecido no estrangeiro. Se as empresas espanholas têm mais qualidade ou melhor implementação no mercado, é por seu mérito.
 
Façamo-lo então:

"Tornar obrigatório o ensino da educação sexual resume-se a dizer: forniquem à vontade, divirtam-se, façam o que quiserem mas com higiene".

Duarte de Bragança, 15-05-2010

Não vejo onde está a mentira! Resume-se a isso. Aliás hoje em dia temos de pensar assim.

Amor? Hoje em dia já é raro resume-se a decidir onde vamos por causa da nossa actividade profissional, as mulheres estão cada vez mais receptivas a estar por pagar (ou chegar todas as noites com presente ou ficam com dores de cabeça) e sejamos coerentes já ninguém segura as pontas!

Por isso que venha a educação sexual para ensinar que seja uma fornicação limpa de micróbios que eu não quero ficar doente!
 
Mas já algum de vocês foi a Olivenza? Uma vila onde moram espanhóis, que falam castelhano. Quando falei da alegada pertença a Portugal num café, nenhum dos presentes era favorável a tal, assumem-se como espanhóis, e com gosto. Querer que uma vila pertença a Portugal, contra a vontade dos próprios habitantes, só por causa de um tratado com 200 anos só pode, com todo o respeito, ser uma "birra".

A questão de Olivença, que velho fantasma ressurgido de um passado mal coordenado… :rolleyes:

Concordo com o David sf nesta questão, a realidade actual é outra e certamente bem diferente da que quando Portugal poderia ter adoptado uma posição eventualmente mais firme e quiçá de acordo com medidas inseridas num contexto político mais sustentável e por isso mais credível, o que não acredito que tal tenha sido possível…

Se vivesse em Olivença, diante de uma opção de escolha em que nacionalidade a cidade seria integrada, teria que “tentar” descobrir que benefícios iria encontrar na anexação ao estado português. Sinceramente tenho dúvidas da existência desses benefícios! :rolleyes:
 
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