Sim, concordo com o Frederico. Tenham medo sempre que alguém abre a boca para falar de desígnios nacionais, normalmente acaba em toneladas de subsídios para beneficiar uns quantos à custa de todos os outros. O futuro deste país passa por sermos pequenos porque somos pequenos, criativos e ágeis porque teremos que ser, não se coaduna com os grandes desígnios que são coisas normalmente pesadas e subsidiadas. Libertem a economia da burocracia e tantos impostos, que as coisas depois aparecem. O Estado que se dedique à tarefa que lhe compete, educação e justiça por exemplo. Deixem os desígnios da economia para as pessoas, eles lá aparecerão que as pessoas precisam de ganhar a vida e ninguém melhor do que as pessoas sabe como encontrar as oportunidades, não são os políticos de carreira feita fechados nos gabinetes que sabem encontrar esse caminho.
Ficaria mais barato e daria mais frutos que em todas as escolas básicas e de ensino secundário os alunos tivessem educação financeira, como se faz na Suécia ou em vários pontos dos EUA.
De resto, estando a população instruída, e tirando do Estado dos locais onde não deve estar, as coisas surgiriam espontaneamente. Os portugueses já não são o povo analfabeto e resignado de há cem anos.





