O Estado do País

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Sinceramente...
Esta situação do politicamente correto, de que um estado e burocratas podem impor às pessoas o seu modo de vida delineado a "régua e esquadro", vai levar (já leva) ao fim a sociedade ocidental\ocidentalizada.

Esta castração da individualidade mais não é do que um retrocesso aos tempos das ditaduras de esquerda.
O estado não pode ditar o meu comportamento naquilo que me identifica, naquilo que me personaliza e naquilo que faz de mim um cidadão livre.

Cultivar alimentos para minha subsistência, criar animais para meu sustento é algo intrínseco à minha liberdade de definir o que quero para mim.
Não o impondo ao outro eu devo ser livre de criar o meu porco, de o matar, de o comer da forma que quero.
O estado não pode definir que o crie com a alimentação A, que o coloque no curral com as definições B, que o mate com a opção C, que o cozinhe da forma D...
O estado não pode legislar que adubo eu use na minha horta, que produtos eu possa ter (não falo aqui de cannabis ou afins), quando os apanhe, como os como...

Se assim for, daqui a pouco o estado vai definir regras como:

  1. Obrigatório 2 banhos completos por semana
  2. Obrigatório comer 1 salada, 1 sopa, alternar um prato de carne e outro de peixe, fruta à sobremesa e comer de 3 em 3 horas como definido na boa prática de alimentação
  3. Obrigatório dormir 8 horas por dia
  4. Proibido fumar
  5. Proibidas quaisquer bebidas alcoólicas
  6. Obrigatório.....
  7. Proibido.........


Afinal onde está a nossa liberdade individual? É um direito que assiste a cada um de nós. E um dever dos estados...
 
Sinceramente...
Esta situação do politicamente correto, de que um estado e burocratas podem impor às pessoas o seu modo de vida delineado a "régua e esquadro", vai levar (já leva) ao fim a sociedade ocidental\ocidentalizada.

Esta castração da individualidade mais não é do que um retrocesso aos tempos das ditaduras de esquerda.
O estado não pode ditar o meu comportamento naquilo que me identifica, naquilo que me personaliza e naquilo que faz de mim um cidadão livre.

Cultivar alimentos para minha subsistência, criar animais para meu sustento é algo intrínseco à minha liberdade de definir o que quero para mim.
Não o impondo ao outro eu devo ser livre de criar o meu porco, de o matar, de o comer da forma que quero.
O estado não pode definir que o crie com a alimentação A, que o coloque no curral com as definições B, que o mate com a opção C, que o cozinhe da forma D...
O estado não pode legislar que adubo eu use na minha horta, que produtos eu possa ter (não falo aqui de cannabis ou afins), quando os apanhe, como os como...

Se assim for, daqui a pouco o estado vai definir regras como:

  1. Obrigatório 2 banhos completos por semana
  2. Obrigatório comer 1 salada, 1 sopa, alternar um prato de carne e outro de peixe, fruta à sobremesa e comer de 3 em 3 horas como definido na boa prática de alimentação
  3. Obrigatório dormir 8 horas por dia
  4. Proibido fumar
  5. Proibidas quaisquer bebidas alcoólicas
  6. Obrigatório.....
  7. Proibido.........


Afinal onde está a nossa liberdade individual? É um direito que assiste a cada um de nós. E um dever dos estados...

A tua liberdade individual (começando pela subsistência alimentar) acaba no momento em que ela puser em perigo a capacidade dos grupos financeiros puderem continuar acumular dinheiro.



Agora se a inexistência de liberdades individuais é uma coisa de esquerda ou de direita, pois cada um que julgue por si.
 
Editado por um moderador:
Por falar em leis absurdas.

A Nova Zelândia prepara-se para proibir a produção própria de alimentos. De acordo com a lei prevista, produzir fruta ou vegetais num quintal para consumo próprio, dar alimentos de produção caseira a amigos e vizinhos, ou mesmo sementes ou ervas medicinais será proibido. Para tal, será necessária uma autorização prévia do Governo, e uma fiscalização, em nome da segurança alimentar. Imaginem se a lei é aprovada... e a moda pega!


A estupidez universal.
 
A tua liberdade individual (começando pela subsistência alimentar) acaba no momento em que ela puser em perigo a capacidade dos grupos financeiros puderem continuar acumular dinheiro.

Não me parece que seja por pressão dos grupos financeiros\económicos que esta questão se ponha.
Considera antes a posição dos "letrados" desta cultura ocidental\ocidentalizada que, a coberto de uma suposta maioridade intelectual, querem ser a voz de comando do povo e serem o pastor do rebanho...acham que são os donos da verdade e que aquilo que pensam é o que está correto. E se podem mandar, então teremos todos de obedecer.

Afinal o povo é "burro" e não sabe o que é melhor para si...

Há um grande desrespeito pelo comum dos homens. E há o senso comum que é tudo menos comum...que nos diz que devemos respeitar comportamentos e tradições. E que são parte integrante da nossa cultura.
 
Não, é o fim de uma certa forma de União Europeia. Aguardemos pelas eleições nos respectivos países até porque internamente em alguns deles, a crise da desregulação financeira vai rebentar.

Temos 2 problemas a curto prazo, os fascistas na Holanda que podem ganhar as eleições e os fascistas na Austria que podem regressar ao poder.
 
Não, é o fim de uma certa forma de União Europeia. Aguardemos pelas eleições nos respectivos países até porque internamente em alguns deles, a crise da desregulação financeira vai rebentar.

Temos 2 problemas a curto prazo, os fascistas na Holanda que podem ganhar as eleições e os fascistas na Austria que podem regressar ao poder.

Que vençam os "fascistas" (a relação do PVV holandês e do FPÖ austríaco com o fascismo não passa de bom e velho agitprop), parecem ser os únicos interessados em preservar suas nações tal como a conhecemos.
 
Notícias recentes falam de um novo aumento das exportações. Para além disso, o turismo, apesar da crise, não tem estado tão mal quanto isso. Resta saber se é por mérito próprio, ou se tal sucesso se deve aos problemas que se vivem no Norte de África, Próximo Oriente e Grécia.

Ora penso que agora nesta fase do campeonato já é possível fazer uma avaliação do Governo, e como cidadão deixo aqui algumas notas, e preocupações.

Conquanto seja positivo que Vítor Gaspar apresente resultados promissores, importa sublinhar que muito desse sucesso se deve ao aumento da carga fiscal e a um truque contabilístico, a transferência de um fundo de pensões. A orgânica do Estado permanece igual, e não se vislumbra para já nenhuma Reforma estruturante. O cenário permanece portanto preocupante. E os aumentos da carga fiscal irão matar a economia, juntamente com os juros galopantes que o país paga para se financiar.

Pelo contrário, surgem sinais preocupantes. As autarquias, por exemplo, terão liberdade para contratar no próximo ano. E não é certo que uma redução de freguesias traga uma poupança substancial. Como não haverá despedimentos, as câmaras poderão sempre integrar esses funcionários excedentários nos seus quadros. Parece ainda que o Governo desistiu da extinção de autarquias. Ora tal constitui um erro. Só poderá haver disciplina orçamental no poder local com uma redução substancial do número de municípios, com o fim das empresas municipais, com o fim dos subsídios às associações locais, com o fim de serviços subsidiados ou a custo zero (piscinas, por exemplo), com novas regras para constratação, com menos poderes (a nível de Ordenamento) e com auditorias frequentes feitas pelo poder central. Mas é no poder local que estão poderosas clientelas, que elegem ou deixam cair líderes partidários, e em torno das quais se movimentam poderosos interesses económicos.

A nível central, o Estado parece também não ter coragem para fazer cortes, especialmente a nível da prestação de serviços, onde a despesa até aumentará no próximo ano. O Governo português paga estudos e serviços de consultadoria aos privados, quando dispõe de mecanismos internos que lhe permitiriam obter os mesmos produtos a custo zero. E há, por exemplo, escritórios de conhecidos advogados que têm lucros assombrosos com esta brincadeira. Pagos por nós, claro.

Como já referi, a economia portuguesa só considera recuperar com uma redução substancial dos impostos e um corte de pelos menos 30% na despesa pública. Há muito por onde cortar sem mexer nos apoios aos mais pobres ou sem cortar reformas e salários da classe média e média-baixa, e sem cortar na qualidade do ensino ou do SNS. As portagens nalgumas auto-estradas, como a A22, as subidas recentes do IVA e de outros impostos irão matar a economia portuguesa e lançar o país numa recessão sem precedentes. Tal levará a um aumento da dívida externa em percentagem do PIB, falências e redução da receita fiscal. E o que fará depois o Estado? Lançará mais impostos?

Portanto, pelo que foi exposto, o Governo, de 1 a 10, tem 5. O monstro continua gordo, a carga fiscal é exageradamente elevada para a economia que temos e não se vislumbram cortes. Por este caminho, se não houver uma mudança de rumo, Portugal empobrecerá drasticamente. Na minha opinião, só um corte susbtancial da despesa e uma redução concomitante da carga fiscal poderáo salvar a economia lusitana. Portugal precisa urgentemente de um choque fiscal!
 
. As portagens nalgumas auto-estradas, como a A22, as subidas recentes do IVA e de outros impostos irão matar a economia portuguesa e lançar o país numa recessão sem precedentes.

pela primeira vez vejo que a tua posição em relação as Scuts não é tão fundamentalista, pois é, foi preciso haver portagens para se ver que realmente essas estradas são deveras estruturantes e necessárias. Não são eco de caprichos ou fetiches politicos, nem obras de genese esquerdista. Elas são de fato necessárias. Este fim de semana, houve uma feira aqui na zona, feita de uma parceria entre uma associação portuguesa da raia e outra de municipios da zona da Salamanca. Varios pequenos empresários portugueses e espanhois fizeram este certame onde se esperava haver uns milhares de pessoas. Da parte de Espanha apenas vieram os ditos e mais meia duzia de politicos, as pessoas poderiam vir pelas estradas dos anos 80, essas estradas que muitos defendem que um pouco melhoradas servem na mesma. Mas não vieram, as scuts são caras, andar uns quantos km fica hoje muito caro, isso sim vai dizimar a economia, vão uns tantos para a rua, vao mais uns subsidios de desemprego por tempo indeterminado, vão menos uns impostos para o estado, no fundo fazendo bem as contas, a introdução de portagens vai ser um presente envenenado para as contas públicas.

(desculpem alguns erros e falta de acentos, por vezes respondo em segundos, o tempo é escasso)
 
Pórtico de portagem na Via do Infante incendiado e destruído a tiro

O pórtico de cobranças de portagens de Boliqueime, na Via do Infante (A22) foi atingido esta madrugada a tiro de caçadeira e os equipamentos eléctricos foram incendiados.

O ataque destrutivo do sistema de leitura de matrículas ocorreu cerca das 2h20, numa altura em que é muito reduzido o número de veículos a circular. Por coincidência, foi durante este fim-de-semana que as autoridades policiais – PSP, GNR e SEF - desenvolveram uma acção especial na luta contra a criminalidade, desde os bares da rua do crime em Faro até acções de fiscalização na Via do Infante.

Os técnicos da Estradas de Portugal estão a avaliar os estragos e tentar repor os danos causados no pórtico, não sendo ainda previsível a data para a reentrada em funcionamento do sistema.

O líder da Comissão de Utentes da Via do Infante, João Vasconcelos, por seu lado, repudiou o acto que considera “criminoso e lesivo dos interesses dos cidadãos”, mas enfatiza o apelo ao “boicote” às portagens através da não utilização da A22. “Não apoiamos os actos de violência, essa não é a nossa forma de acção”, sublinhou. O que está a suceder, acrescentou, é que as pessoas estão “mesmo a boicotar a A22, usando como via alternativa a Estrada Nacional (EN) 125, que está um caos”.

http://www.publico.pt/Sociedade/portico-da-via-do-infante-incendiado-e-destruido-a-tiro-1524726
 
Não é a destruírem os pórticos que as portagens vão ser retiradas. Desde de 5ªfeira que a A22 têm portagens. Eu cá, continuo a fazer o mesmo trajecto pela EN125 entre Olhão e Faro e vice-versa, não tenho notado grande aumento de tráfego, como alguns querem fazer sobressair em algumas notícias, a única diferença é um ligeiro aumento dos camiões TIR que eram raros vê-los na 125 e agora é mais fácil encontrá-los. A única coisa que eu vejo que aumentou é a fiscalização na 125 por parte da Brigada de Trânsito ou o nome que eles têem agora, e acho muito bem, que a malta anda com o pé pesado.

Quanto ao turismo, vi muitos espanhóis neste fim de semana e mesmo no feriado a passearem aqui no Algarve. Quando a 125 tiver requalificada com os nós feitos fora das localidades, a 125 é uma excelente alternativa.

Em Olhão foram roubadas matrículas na madrugada do dia 8 no mesmo dia em que entraram em vigor as portagens. http://temponoalgarve.blogs.sapo.pt/436708.html

Se as portagens fosse a minha maior preocupação era bom sinal, o desemprego que existe no Algarve é bem mais grave do que as portagens.
 
Funcionário ferido após novo ataque a pórticos na A22

Os pórticos de cobrança de portagens na Via do Infante (A22), no sentido Algoz-Guia, estão a arder. Um funcionário da empresa concessionária foi atingido por um tiro.

Um funcionário da Euroscut Algarve foi esta noite atingido por um tiro, depois de se deslocar ao pórtico da zona da Guia que estava a arder, mas ficou ferido sem gravidade, disse fonte oficial à Agência Lusa.

O funcionário da empresa que gere e explora a Via Infante de Sagres (A22) deslocou-se ao local dos pórticos que começaram a arder esta noite, ao quilómetro 43, no sentido Algoz-Guia (Albufeira), e foi atingido "por um tiro de caçadeira", especificou a fonte da GNR.

Os pórticos de cobrança de portagens na Via do Infante (A22), no sentido Algoz-Guia, começaram a arder esta noite.

Alertado às 20h09, o Comando Distrital de Operações de Socorros enviou para o local do incidente seis elementos e uma viatura. Fontes do CDOS e da GNR adiantaram à Agência Lusa que a estrutura se localiza ao quilómetro 43 no sentido Algoz-Guia (Albufeira).

Na madrugada de segunda-feira um outro pórtico de cobrança de portagens na A22, junto ao nó de Boliqueime, foi baleado e uma estrutura de apoio com meios informáticos incendiada.

O incidente ocorreu cerca das 02h40, quando várias câmaras de leitura instaladas no pórtico foram destruídas com recurso a arma de fogo, adiantou a mesma fonte, que disse desconhecer se os pórticos ficaram inutilizados e qual a dimensão dos estragos na estrutura de apoio.

Fonte: Lusa

Que vergonha, por causa das portagens quase matam uma pessoa.
Se o Algarve já tem a criminalidade elevada e a hóteis é vergonhoso, que a polícia apanhem e punem os criminosos que andam a fazer isto. Isto passa lá para fora e esta imagem de tiroteio, pórticos a arder é isto que a região que vive do turismo quer. Não é as portagens que vai acabar com o turismo no Algarve mas sim a criminalidade violenta que assola a região.

Sou algarvio, mas sou contra este tipo de violência, o Algarve é a região que pode menos queixar-se, porque somos uma região rica, pior estão os habitantes do interior do país esses sim, são os maiores prejudicados das portagens.
 
Sou algarvio, mas sou contra este tipo de violência, o Algarve é a região que pode menos queixar-se, porque somos uma região rica, pior estão os habitantes do interior do país esses sim, são os maiores prejudicados das portagens.

Ainda a semana passada a cadeia de hoteis CS - Carlos Saraiva, com hoteis de 5 estrelas em São Rafael, nos Salgados e em Portimão, despediu 400 trabalhadores.
 
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