O Estado do País

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IVA dos refrigerantes e livros passa de 6% para 23%


Esta noticia fez-me lembrar aquele período de racionamento que tivemos, durante a 2º guerra mundial, em que em Portugal era tudo ao kg e ao litro, mas agora aqui é ao contrário, há, mas é pra quem tiver dinheiro pra comprar, naquela altura não havia. Isto não estará a ficar tudo um pouco ao contrário, acho que há coisas mais inteligentes de tributar sem ser a comida e os livros. Se no tempo do outro senhor se queria a estupidificação das mentes e a fome neste então não sei o que lhe irei chamar com o caminho que estamos a tomar.

Depois ainda por cima aumentam as conservas, que é aquilo a que toda a gente recorre em último caso. Enfim.

Mário, citando o nosso querido Engenheiro Relativo, "Se o os pobres vêem aumentado o pacote de leite achocolatado para 23%, também os ricos vêem aumentada a Coca-Cola para 23%"!
:brucelee:
 
IVA dos refrigerantes e livros passa de 6% para 23%


Esta noticia fez-me lembrar aquele período de racionamento que tivemos, durante a 2º guerra mundial, em que em Portugal era tudo ao kg e ao litro, mas agora aqui é ao contrário, há, mas é pra quem tiver dinheiro pra comprar, naquela altura não havia. Isto não estará a ficar tudo um pouco ao contrário, acho que há coisas mais inteligentes de tributar sem ser a comida e os livros. Se no tempo do outro senhor se queria a estupidificação das mentes e a fome neste então não sei o que lhe irei chamar com o caminho que estamos a tomar.

Depois ainda por cima aumentam as conservas, que é aquilo a que toda a gente recorre em último caso. Enfim.

Vou ver Ayamonte e outras regiões fronteiriças a abarrotar de portugueses ao fim de semana a fazerem compras em Espanha, e eu vou ser um deles. Meter gasolina, compras. Vai ser um festim, em Ayamonte, Badajoz, Salamanca.
 
Livros a 23%? Sinto-me um revolucionário, convoquem aí umas manifestações que eu lá estarei!

No mundo médico e da nutrição sabe-se que os pobres são quem mais consome refrigerantes ou conservas.

É este o PS amigo dos mais necessitados?

Isto não vai acabar bem.
 
Este Orçamento...

- prevê o fim dos governos civis?

- a extinção de institutos e observatórios?

- a redução de regalias de detentores de cargos públicos?

- o cancelamento das grandes obras públicas?

- a moralização do regabofe que vai por muitas autarquias?

- despedimentos de funcionários públicos?

- o fim do financiamento de várias associações privadas?

Alguém me sabe responder?

PS: e das energias renováveis que estamos a pagar «bem baratinhas», ninguém fala? Em Espanha a polémica já rebentou, e por cá?

PS2: sacrificar os pobres e as classes médias é facil, mas quando toca a mexer nos cargos dos boys do PS e do PSD já custa, não é? E eu que pensava que a nobreza já não existia...
 
Os boys e os tachos do PS
O trabalho da revista Sábado mostra como o PS colonizou o Estado e as empresas públicas. O Estado, que Sócrates está sempre a defender, é uma mina de tachos faraónicos para os boys do PS.
Henrique Raposo (www.expresso.pt)
9:27 Quinta feira, 14 de Outubro de 2010
65 comentários

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I. O trabalho da Sábado vale por si, e não carece de muitos comentários. Tal como refere Gonçalo Bordalo Pinheiro no editorial, estamos a falar de pessoas com duas características: (1) ocupam "um cargo relevante no Estado (ou em empresas de que o Estado é accionista)", apesar de (2) "não terem um currículo na área". As jornalistas Ana Taborda, Maria Henrique Espada e Patrícia Silva Alves fizeram, assim, uma "lista de ex-governantes, ex-assessores, militantes socialistas ou pessoas com qualquer ligação a membros do governo que estão em lugares de destaque por decisão do mesmo governo".

II. Em Julho, quando Portugal era um paraíso na terra, o Governo colocou nas Estradas de Portugal mais uma administradora: Ana Tomaz (150 mil euros ao ano). "Na véspera da sua nomeação, esta engenheira civil sem qualquer experiência de gestão, era adjunta do secretário de Estado das Obras Públicas". Há muitos casos assim. É só ler, caro leitor. O meu caso preferido é o de Filipe Baptista, que, depois de ser assessor e secretário de Estado de Sócrates, passou a ganhar 198 mil euros na ANACOM. Ou seja, José Sócrates colocou um dos seus homens-de-mão numa entidade reguladora, para a qual ele não tinha CV. Este é o melhor retrato do socratismo: a ausência de rigor institucional (colocar um boy numa entidade reguladora é o mesmo que não ter respeito pela regulação e pela separação de poderes), e o favorecimento daqueles que defendem o PS - contra os inimigos do Estado Social, com certeza.

III. Vamos a outro caso, que não é tão chocante, mas que acaba por revelar o problema de fundo. Alexandre Rosa foi colocado no Instituto do Emprego e Formação Profissional, área em que não tinha qualquer experiência. As reacções deste senhor são bem interessantes. Diz ele: "Estes lugares são de nomeação política, é normal que se escolham pessoas em quem se tem confiança política! Eu executo políticas do governo". Ora, o problema está precisamente aqui. O problema está no facto de os altos postos da função pública estarem abertos ao saque do partido do poder (PS ou PSD). Como tem dito António Barreto, há que acabar com esta lei que possibilita ao Governo colocar os seus boys no topo da hierarquia do Estado. Estes lugares de topo devem ser ocupados por funcionários públicos (depois de um concurso livre e transparente) e não por boys.

IV. Eis, portanto, a história da Era Sócrates: a sociedade está um caco, a economia do comum dos mortais está uma miséria, mas a economia dos boys do PS está bem e recomenda-se. Não é por acaso que o PS passa a vida a defender o Estado. É que esse Estado, que nos consome os impostos, é a galinha de ovos de ouro dos socialistas, sobretudo daqueles que têm a sorte de ter o número de telemóvel do primeiro-ministro.


http://aeiou.expresso.pt/os-boys-e-os-tachos-do-ps=f609106
 
Portagens nas SCUT: DEM custa afinal 37 euros


Os CTT são para já o único local de venda do Dispositivo Electrónico de Matrícula (DEM). O preço inicial do dispositivo é de 27 euros mas a obrigatoriade de carregamento aquando da compra faz subir a quantia para 37 euros.

Ainda há muitas dúvidas por esclarecer quanto aos sistemas de pagamento disponíveis. No balcão dos CTT na Avenida dos Aliados, no Porto o cenário não é diferente.

Nas estações de correio, que são para já o único local de venda do Dispositivo Electrónico de Matrícula, os pedidos de adesão intensificaram-se na última semana.

Foram realizados mais de dois mil pedidos do DEM desde segunda-feira, dos quais mil e quinhentos são pedidos de isenção. Mas há quem opte por não comprar qualquer dispositivo. Guterres Brás é um deles. Diz que vai optar pelo pós-pagamento visto não ser um utiilizador frequente das SCUT.

O DEM tem um custo de 27 euros mas a quantia sobe necessariamente para os 37 euros, uma obrigatoriedade para quem aderir a este sistema de passagem nas portagens das SCUT. Apesar das dúvidas a atrasos de última hora, as portagens nas SCUT do Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata entram em vigor a 15 de Outubro.

Fonte: Sapo

Isto é quem mais pode roubar, 1º era 27 euros, agora são 37 euros, antigamente davam os 27 euros em portagens, agora paga-se mais 10 euros. Viva o PS! Viva a roubalheira! :angry:
Se Portugal fosse um país civilizado e o líder do PSD tivesse tomates fazia este governo cair já e não pactuava com tais medidas.

Ou então, que entre já o FMI em Portugal e que varra tudo.:)
 
IVA dos refrigerantes e livros passa de 6% para 23%


Esta noticia fez-me lembrar aquele período de racionamento que tivemos, durante a 2º guerra mundial, em que em Portugal era tudo ao kg e ao litro, mas agora aqui é ao contrário, há, mas é pra quem tiver dinheiro pra comprar, naquela altura não havia. Isto não estará a ficar tudo um pouco ao contrário, acho que há coisas mais inteligentes de tributar sem ser a comida e os livros. Se no tempo do outro senhor se queria a estupidificação das mentes e a fome neste então não sei o que lhe irei chamar com o caminho que estamos a tomar.

Depois ainda por cima aumentam as conservas, que é aquilo a que toda a gente recorre em último caso. Enfim.

Não se lembraram de dizer que era um imposto à obesidade. :lmao:
 
TGV avança no Orçamento
14 Outubro 2010 | 12:40
António Larguesa - [email protected]
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Continuação dos projectos das grandes obras públicas, aumento de impostos e da carga contributiva e baixo crescimento económico fazem parte das linhas gerais que Teixeira dos Santos apresentou de manhã ao CDS.
À saída da audiência do parlamento, o líder parlamentar dos populares, Pedro Mota Soares, lamentou que “com o maior endividamento de sempre o Orçamento continuar as grandes obras públicas (nomeadamente o TGV), com o maior desemprego de sempre não haverá estratégia de crescimento para alavancar o emprego e num momento em que temos a maior carga fiscal de sempre vamos ser confrontados com mais impostos e carga contributiva”.

“Os sinais que nos foram dados são negativos, preocupam-nos “, frisou Mota Soares notando que “o CDS fez muitas perguntas, infelizmente não teve muitas respostas”.

O partido liderado por Paulo Portas, que foi o penúltimo partido da oposição a ser recebido pelos ministros, - o PSD está neste momento no interior da sala do Governo – disse ainda ter percebido “claramente qual a receita fiscal e parafiscal esperada, mas o Governo é muito vago ao nível dos cortes que pretende fazer no aparelho do Estado”

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=448459
 
Como é que isto é possível? Eu utilizo regularmente comboios e chego à conclusão que deve ser das empresas com pior gestão em Portugal!


CP, Carris e Docapesca aumentaram “escandalosamente” salários de gestores em 2009
Marques Mendes denuncia empresas públicas que duplicaram remunerações
14.10.2010 - 22:51 Por Luciano Alvarez
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Depois de na passada semana ter divulgado uma longa lista de empresas e institutos públicos que, no seu entender, podiam ser extintos, o ex-líder do PSD Marques Mendes voltou hoje ao ataque. Desta vez, o alvo foram os ordenados dos gestores públicos.

O ex-presidente do PSD revelou quatro exemplos ocorridos em 2009, “ano de crise” e “com muita gente a passar dificuldades”, – os ordenados das administrações do Porto de Lisboa, Carris, CP e Docapesca foram elevados. Neste caso para o dobro.

Um dos casos relatado no seu comentário na TVI24 (Jornal das Dez), é o da CP. A empresa, que em 2009 teve prejuízos 231 milhões de euros (CP e CP Carga), passou a 12 de Junho do ano passado, por decreto-lei governamental, de Empresa Pública (EP) para Entidade Pública Empresarial (EPE). Um mês depois (13 de Julho), por despacho dos secretários de Estado do Tesouro e Finanças e dos Transportes, foram alterados os vencimentos dos seus gestores. O presidente que ganhava 4.725 euros passou a ganhar 7.225 euros (mais 52 por cento) e os vogais passaram de 4.204,18 euros para 6.791 euros (quase 60 por cento).

Outro exemplo é o da Carris. A empresa, que em 2009 teve cerca de 41 milhões de euros de prejuízo, viu, por decisão governamental, os ordenados dos seus gestores igualmente aumentados de forma significativa em Março de 2009. O presidente ganhava 4.204 euros e passou a auferir de um ordenado mensal 6.923 euros (mais 65 por cento). Já os vogais passaram de 3.656 para 6.028 (mais 65 por cento).

Mendes citou ainda as subidas de ordenados dos gestores da Administração do Porto de Lisboa. Lembrando que estes aumentos tiveram sempre o aval do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, o ex-líder do PSD revelou que em Junho de 2009 o presidente da empresa pública passou de 4.752 de ordenado mensal para 6.357 euros (mais 34 por cento). Já os vogais passaram de 4.204 euros para 5.438 (mais 29 por cento). Mendes afirmou que são apenas três exemplos – “mais há”. E lembrou que a sua fonte de consulta são documentos do próprio Estado, considerando estes aumentos “escandalosos”.

Para o antigo presidente do PSD, não é a qualidade dos gestores que está em causa, mas sim “a falta coerência governativa e a ausência de moralidade neste tipo de comportamentos”. E perguntou, face aos casos que denunciou: “Que autoridade moral tem o ministro das Finanças para cortar salários e aumentar impostos quando, também em ano de crise, faz chorudos aumentos de vencimentos?”. E tirou uma conclusão: “Neste sector da Administração do Estado não há crise – ou se multiplica o número de administradores, ou se multiplicam os vencimentos, ou se multiplica uma coisa e outra.”

Sobre o Orçamento do Estado para 2011, que amanhã será apresentado pelo Governo, Marques Mendes acha que vai passar, porque entende que o PSD “vai acabar por se abster". Mas tinha um “recado” para o Governo que acusou de estar a “fazer jogo duplo”. “Verdadeiramente quer que o Orçamento do Estado chumbe", acrescentou.


http://www.publico.pt/Política/marq...-publicas-que-duplicaram-remuneracoes_1461022
 
Medidas são "brutais" porque chegam "demasiado tarde"

Portugal poderia perfeitamente dispensar uma dose tão "brutal" de austeridade, tivesse o Governo reconhecido o descontrolo orçamental e tomado atempadamente as medidas necessárias. Hoje, não há alternativa.

Quem o diz é Medina Carreira, João Salgueiro, Campos e Cunha e Henrique Neto, do grupo de trabalho da SEDES, a propósito do primeiro aniversário do Governo Sócrates II.

“Tudo o que se passou neste longo ano de política orçamental foi contrário ao bom desempenho da nossa economia. Foi uma política inconsistente, hesitante, em estado de negação da realidade e, como tal, sempre tardia e com custos acrescidos para os portugueses”, escrevem, num artigo conjunto publicado no jornal “Público”.

“O Governo reagiu tarde e por pressão exterior, em vez de agir com antecipação e com convicção. Por tudo isto, este Governo não falando, atempadamente, com verdade e com sentido de responsabilidade desbaratou credibilidade necessária para enfrentar com sucesso os graves problemas e os desafios mais imediatos e mais urgentes que Portugal e os Portugueses enfrentam”, acusam.

“Há dez meses havia alternativas, agora qualquer opção será sempre brutal”, constatam.

Quanto ao Orçamento de 2011, o empresário e os três economistas escrevem que, se não passar, “naturalmente Portugal dá um passo de gigante para o precipício financeiro de que o país se aproxima”.

Mas, alertam, “apenas a sua aprovação não é suficiente e o País necessita de um orçamento que afaste de forma clara o espectro de um recurso ao FMI”. Insistir nas grandes obras públicas, advertem, é mau sinal.

Jornal de Negócios
 

INCREIBLE, INCREIBLE, INCREIBLE:surprise::surprise::surprise:

ES LO MISMO QUE DIJERON AQUÍ.

"Bajar los impuestos es de izquierdas"
José Luis Rodríguez Zapatero, 2002 (antes de vencer en las elecciones).

Este año ha subido los impuestos y ha bajado el salario en un 5% a los funcionarios públicos y no van a subir las pensiones.

Dijeron lo mismo y han hecho lo mismo, nunca lo hubiera imaginado.


NO OBSTANTE.

Estas medidas no fueron tomadas por el gobierno (al menos en España).

La Unión Europea obligó a España a bajar su deficit fiscal, Zapatero dijo que lo haría a partir de 2012 (proximas elecciones), pero la Unión Europea dijo que NOOOOO, debía hacerlo ahora. Si no lo hacia ahora entonces fuera mejor salir del euro y volver a la peseta, comenzar de nuevo todo y estar como Argentina.
 
É simplesmente surreal este comportamento, não é de uma pessoa normal, é de alguém que se calhar acredita nas próprias mentiras e perdeu a noção da realidade e do ridículo, ou mais provável, acha que somos todos tolos.

Pois é Vince, quem mete no mesmo saco o pão, o leite, e a Coca-Cola...o homem não deve estar mesmo nada bem dos circuitos neuroniais!

 
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