O Estado do País

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As agências de rating são uns mauzinhos, assim como são velhacos aqueles que nos emprestam dinheiro a um juro cada vez mais insustentavel.. Mas acho piada, alguma esquerda e talvez nem só, quando vêm a público dizer que há que revoltar-nos, ir lá "dar cabo deles", "manda-los passear"! E então as contas, ordenados daqui a 15 dias quem as paga? O governo não, pois não há dinheiro.. Enfim, a esquerda pensa que culpa é da vontade, mas na verdade a culpa é de quem não teve vontade de governar bem e mais ainda de quem se absteve, de quem pensou "quanto pior, melhor" e de quem não apresenta soluções algumas!! São estes os políticos que temos da esquerda à direita sem excepção!
 
O défice que foi anunciado com pompa e circunstância foi conseguido à custa da operação dos fundos de pensões da PT, de PPP's e de vendas de património do Estado ao próprio Estado, para além disso a comunicação social tem referido uma redução do número de funcionários públicos na máquina central e um aumento no poder local, contudo parece que esses números não incluem os funcionários das empresas públicas.

Em suma, parece-me que muitos dos bons resultados anunciados recentemente foram conseguidos à custa de malabarismos e o número real de funcionários do sector público e a verdade das contas do Estado ainda está por esclarecer.
 
No meio das polémicas que envolvem as presidenciais, o BPN, o Big Brother, as telenovelas da TVI ou a morte do Carlos Castro a população portuguesa vai esquecendo uma discussão fundamental, e temo que acordaremos tarde demais para o problema: a família.

Portugal tem um dos índices de fertilidade mais baixos de toda a Europa, e se a situação não se inverter dentro de alguns anos o actual sistema de Segurança Social será insustentável, e poderemos mesmo assistir a uma redução gradual da população e a uma cada vez maior necessidade de imigrantes.

Com os actuais salários, horários de trabalho e estilos de vida praticados no nosso país é uma árdua tarefa constituir família e ter filhos. E começa a haver muitos casais que optam mesmo por nem ter um único filho.

Há uns meses, numa conferência, ouvi um professor da Faculdade de Economia do Porto dizer que a natalidade deveria ser uma prioridade nacional.

Isto consegue-se em primeiro lugar com uma mudança de valores, e em segundo lugar com medidas que a sociedade de mãos dadas com o Estado pode pôr em prática. Mas temo que seja uma discussão que não entrará nas prioridades dos portugueses nos próximos anos.
 
China quer via aberta para África e benefícios fiscais - Notícias - Jornal de negócios online

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463057



Agora entendo a razão do festejo com pompa e circunstância relativo ao sucesso de venda da dívida pública! Cá pra mim os chineses já trataram de tudo: recebemos uns quantos cá, damos-lhes mais benefícios fiscais e exportamos alguns chefes chineses para áfrica. Em contrapartida o sócras vai para a china, se isto por cá correr mal! Lol :)
 
China quer via aberta para África e benefícios fiscais - Notícias - Jornal de negócios online

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463057



Agora entendo a razão do festejo com pompa e circunstância relativo ao sucesso de venda da dívida pública! Cá pra mim os chineses já trataram de tudo: recebemos uns quantos cá, damos-lhes mais benefícios fiscais e exportamos alguns chefes chineses para áfrica. Em contrapartida o sócras vai para a china, se isto por cá correr mal! Lol :)

Pelo que vou lendo, há quem na Europa não veja com bons olhos estes negócios com a China. Há pouco tempo alguém na França disse que há uma estratégia política da China em relação à Europa. O Velho Continente, a Europa construída com base na herança de Atenas e de Roma, no judaísmo-cristianismo e no Iluminismo que se cuide... de um lado o Islão, do outro a Rússia e a China... cuidado.
 
Portugal pode, aparentemente, não ter muito para oferecer em contrapartidas à China. Mas é ilusório.. O que é que Portugal pode oferecer? Pode ser um parceiro mediador da China na Europa, é um voto "sim" aos seus negócios. Pode permitir participações da China em África e América do Sul. Pode beneficiar (continuar a beneficiar a nível fiscal) os investimentos chineses em portugal. Pode beneficiar com isenção de taxas, imagine-se que um dia se constrói um grande terminal/porto marítimo, sendo depois um porto de entrada da china para a europa. Pode concretizar licenciamentos de mais e maiores superfícies comerciais chinesas em portugal.

Enfim, pode-se muita coisa..

Não é que desgoste que haja um país que nos empreste dinheiro! Mas preferia que fosse sem interesses políticos.. E se não houvesse alternativa, que fosse a própria europa, sempre ficaria por cá o dinheiro na casa "leia-se Europa".

A China revela-se um país cada vez mais poderoso, inteligente e com excelente sentido de oportunidade!

Seria bom poder dizer "se não podes com eles, junta-te a eles".. Mas com que garantias, seria bom ou mau para um morto-vivo como nós?
Trata-se também de lutar ou aceitar uma nova ordem mundial que se está instalando, a europa e os estados unidos irão reduzir-se/reestruturar-se, e as grandes potências emergem de outros nomes como china, brasil, rússia, e outros..
 
Cavaco e a economia de mercado. É o único candidato que tem um serviço de SMS aberto. Quanto ganharão eles com isto?

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não pude deixar de me recordar desta crónica do RAP:

A pena leve de Bernard Madoff tem uma explicação: o julgamento foi feito com um descuido inaceitável. Em seis meses, Madoff foi preso, acusado e julgado.

Em Portugal daqui a 10 anos ainda estaremos a ler coisas sobre recursos do BPN, BCP, Faceoculta, etc

Despite the sarcasm of the author, I don't think he understood why the prossecution and conviction of Bernard Madoff was so fast and exemplar. The reason is simple:

The big mistake of B. Madoff was to con and steal from the very rich, should he have stolen from poorer people he will still be a free man today. Contrary to what many people think, the USA is not really a democracy, it is more like a moneycracy, 1 dollar = 1 vote.
 
Despite the sarcasm of the author, I don't think he understood why the prossecution and conviction of Bernard Madoff was so fast and exemplar. The reason is simple:

The big mistake of B. Madoff was to con and steal from the very rich, should he have stolen from poorer people he will still be a free man today. Contrary to what many people think, the USA is not really a democracy, it is more like a moneycracy, 1 dollar = 1 vote.

No caso de Código Processual Penal, tanto Portugal, os EUA, ou até o RU, não têm assim tantas diferenças.

Dão sempre grandes hipóteses de o criminoso se safar. Ou por prazos, ou por erro processual ou por não ficar totalmente provado (nem que exista uma mínima dúvida (tipo: que o cão gostava de fígado de frango)).

A grande diferença é no Código Penal.
 
Como evitar a entrada do FMI em Portugal

- Convencer o Benfica a manifestar interesse em comprar o FMI, o que fará com que acabe por entrar apenas no Porto ou, mais provavelmente, em Espanha ou na Inglaterra;

- Fazer um “Preço Certo” especial em que todos os concorrentes acertam até aos cêntimos no preço dos produtos, para mostrar que os portugueses percebem imenso de contas e finanças domésticas;

- Fazer os técnicos do FMI aterrarem de helicóptero em Felgueiras e emprestar-lhes uns óculos semelhantes aos do Francisco Assis;

- Dizer ao David Luiz e ao Luisão que os técnicos do FMI são os novos reforços do FC Porto;

- Apresentar os técnicos do FMI a um ex-concorrente de reality shows português e levá-lo a passar um fim-de-semana com eles num quarto de hotel em Nova Iorque;

- Pedir ao Jorge Sampaio para fazer o discurso de boas-vindas aos técnicos do FMI, manobra de diversão que os prenderia no aeroporto da Portela por dois anos e meio;

- Após o discurso de Jorge Sampaio, processar os técnicos do FMI e enredá-los nos corredores da Justiça portuguesa, manobra de diversão que os prenderia por mais oito ou nove anos;

- Fazer os técnicos do FMI assistirem nos EUA a uma edição do programa “Plano Inclinado” para se convencerem que nem mesmo eles conseguem fazer o que quer que seja para salvar Portugal;

- Receber os técnicos do FMI em Lisboa, levá-los para o Algarve e deixá-los a cargo do casal McCann;

- Receber os técnicos do FMI na Portela, dar-lhes boleia no automóvel de um reformado português e deixá-los voltar em direcção ao mar, para fora do País, em contra-mão;

- Tapar a fronteira nacional com o Fernando Mendes e o José Carlos Malato;

- Levar os técnicos do FMI a uma escola, dizer que são professores e deixar os alunos portugueses e respectivos pais fazerem aquilo que melhor sabem;

- Trazer de volta o Santana Lopes e o Ribau Esteves para destruírem o País ainda antes de os técnicos do FMI terem tempo de cá chegar;

- Fingir que o guarda-redes do Sporting, o Hildebrand, é primeiro-ministro, para os técnicos do FMI pensarem que Portugal já se transformou oficialmente num protectorado alemão;

- Tentar que alguém arranje o número de telefone do Paulinho Santos;

- Agora que o Arnold Schwarzenegger ficou sem emprego, enviá-lo ao ano 1109 para ma tar a D. Teresa e o filho que carrega no ventre, cortando o problema pela raíz;

- Fechar as luzes e fazer pouco barulho para os técnicos do FMI pensarem que não está ninguém em Portugal. Não custa tentar. VE

Inimigo Público

http://inimigo.publico.pt/Noticia/Detail/1475418

:lmao::lmao::lmao::lmao::lmao::lmao:
 
Com o PM no Qatar e o PR algures por aí em campanha, who's in the house??

Não estivessem os cravos tão caros, olhem que.. Era um saltinho até ao poleiro! Mas também quem lhe pega? Portugal está assim como o Sporting neste momento.. :)
 
Com o PM no Qatar e o PR algures por aí em campanha, who's in the house??

Não estivessem os cravos tão caros, olhem que.. Era um saltinho até ao poleiro! Mas também quem lhe pega? Portugal está assim como o Sporting neste momento.. :)

Já me disseram que parte das nossas chefias militares usam avental. Depois, estamos dentro da UE e da zona euro. Portanto, esse cenário está posto de parte.

O que vem aí é simples. Cavaco Silva vencerá as eleições à primeira volta. O desemprego manter-se-á estável, obrigando cada vez mais portugueses a emigrar. Com os cortes salariais na função pública, e o aumento dos impostos, o clima de descontentamento popular será cada vez mais preocupante. Os juros da dívida pública manter-se-ão em torno dos 7%. Tudo isto gerará uma enorme pressão sobre o Governo, mas não acredito que haja qualquer pedido de demissão. Sócrates só sairá se a Assembleia for dissolvida e se perder depois nas urnas. Também duvido que Cavaco Silva opte por esta via. Em suma, mais do mesmo. Como alguém disse recentemente, enquanto os pais portugueses pagarem as contas, não haverá jovens nas ruas.

Entretanto, este fim-de-semana soube uma história curiosa. A minha empregada de limpeza contou-me que o presidente da câmara de Matosinhos pretende comprar um ou dois estádios, mas já está a decorrer um abaixo-assinado promovido por um membro do PSD para travar a compra, o qual está a ter uma elevada adesão popular. Perguntei-lhe então por que razão parte da população estava contra a tal compra do estádio (ou dos estádios), e a resposta foi esta: «acha que eu ando a trabalhar para pagar mais aos mamões e sustentar o futebol com o meu dinheiro?».
 
Metade dos portugueses acha que o país está pior que antes do 25 de abril

As atuais condições económicas e sociais são piores do que há 40 anos, antes do 25 de abril. É esta a opinião de 46% dos portugueses, segundo um estudo apresentado hoje por Belmiro de Azevedo.

Quase metade dos portugueses (46%) considera as atuais condições económicas e sociais piores do que há 40 anos, antes do 25 de abril, segundo o estudo 'As escolhas dos Portugueses e o Projeto Farol'.

"Os cidadãos desresponsabilizam-se e acreditam que a globalização representa uma concorrência", afirmou hoje Belmiro de Azevedo, membro da comissão executiva do Projeto Farol, que pretende traçar um guia para o desenvolvimento do país até 2010.

Na cerimónia de apresentação deste estudo, o empresário realçou que "além dos portugueses estarem mal informados sobre o grau do desenvolvimento do país das últimas décadas, conclui-se também que desconfiam dos poderes instituídos, apontam o Estado como figura central no desenvolvimento do país e sentem-se desconfortáveis com a globalização".

Expresso

(...)

Agora o povo unido
nunca mais será vencido
nunca mais será vencido

Tá-me a parecer que agora é versão ninguém vence Socrates ou o PS e PSD :lmao:
 
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