Depois de um pequeno-almoço com leite e pão, nada melhor que se manter a forma física com umas tacadas.
Bem visto pelo Governo.![]()

José Sócrates e Pedro Passos Coelho estão em ruptura total quanto à aplicação de mais austeridade em Portugal e mantêm em cima da mesa um clima de crise política.
Da troca de acusações de ontem saiu reforçada a ideia de que o País caminha, a passos largos, para um impasse: o Governo minoritário dos socialistas validou em Bruxelas propostas que não concertou previamente dentro de portas e, agora, corre o risco de não ter o apoio suficiente para as aplicar. Tendo em conta que a aplicação do PEC IV só necessita de ir ao Parlamento para validar as medidas que serão aplicadas em 2012 e 2013, no limite a crise tem uma data marcada: na aprovação do Orçamento do Estado para o ano que vem. Isto, claro, se não for antecipada.
O primeiro-ministro assumiu ontem que existiram alguns "equívocos" na forma como o Governo geriu a apresentação, em Bruxelas, de uma actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento sem ter tentado uma prévia concertação com o Presidente da República, os parceiros sociais e o maior partido da oposição. "Uma crise política não serve Portugal, só agrava a nossa credibilidade e confiança", insistiu Sócrates que desafiou o PSD a apresentar propostas alternativas às que o Governo já validou junto dos líderes europeus. O "essencial é o conteúdo" e "quem quiser provocar uma crise política, com a apresentação de uma moção de censura ou não aprovando o Orçamento do Estado para 2012 é livre de o fazer" mas isso "prejudicaria o País". Para Sócrates o conflito político continua a estar dividido em dois lados: os que "querem defender Portugal de um pedido de ajuda externa" e os que seguem o caminho do "oportunismo político" ou da "sofreguidão do poder". Sócrates vai mesmo apresentar, no Parlamento em Abril, uma resolução sobre o PEC.
Bruxelas admite que cobrança de portagens pode violar direitos de igualdade
A Comissão Europeia admite que o sistema de cobrança de portagens nas ex-SCUT possa estar a violar direitos de igualdade entre portugueses e espanhóis, adiantou o presidente Confederação dos Empresários da Galiza (CEG).
Antonio Fontenla adiantou que, em resposta a uma queixa enviada em Outubro contra o sistema de cobrança de portagens nas ex-SCUT do norte de Portugal, a Comissão Europeia afirmou «entender que este pode violar os direitos de igualdade que têm que existir entre os cidadãos dos dois países».
Para isso, acrescentou, a «Comissão Europeia referiu que já solicitou ao governo português informação adicional sobre o sistema de cobrança de portagens».
Considerando que a introdução de portagens nas ex-SCUT «está a causar grandes problemas, de uma forma tão discriminatória para Espanha, interrompendo muito uma eurorregião [Norte de Portugal/Galiza] que estava a funcionar muito fluidamente», o responsável adiantou ter «já enviado mais informação sobre o tema» para Bruxelas, em especial sobre a intenção do governo de introduzir novas portagens nas restantes estradas sem custo para o utilizador a partir de Abril.
Para o responsável, o Governo português «não pode» introduzir mais portagens, sendo que aos galegos não resta senão «ir ao Tribunal Europeu e à Comissão» Europeia.
«Entendo que às vezes é muito difícil, num momento tão delicado politicamente em Portugal como este, parar para raciocinar sobre o tema, mas da forma como está a incidir no turismo, noutras áreas e nas relações entre os dois países, não o podem fazer», considerou Fontenla.
Segundo referiu, a introdução de portagens nas ex-SCUT Norte Litoral, Costa de Prata e Grande Porto «provocaram uma quebra de 25% no turismo entre as duas regiões».
Relativamente às relações comerciais, disse, «estima-se uma redução entre 30 a 40%».
O presidente da CEG disse que as transportadoras espanholas, apesar de não quererem «transgredir a normativa portuguesa, de certo modo vêem-se impossibilitadas de não o fazer».
Antonio Fontenla frisou que os espanhóis «querem um sistema de cobrança efectivo», ou seja, que se retire um cartão ao entrar na auto-estrada e que se pague no final do trajecto.
O responsável reuniu esta manhã com o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), Carlos Lage, a quem transmitiu as suas intenções e preocupações relativamente ao assunto.
«As vantagens [da introdução de portagens] são muito menos do que os inconvenientes causados», disse, «isto é um obstáculo para nós».
António Fontenla lembrou ainda que, no âmbito do lançamento da macrorregião Norte de Portugal/Galiza/Castela e Leão, «estas medidas são muito desfavoráveis, porque, num momento de crise, queremos criar sinergias, melhorar esta eurorregião que está tão geograficamente afastada, e colocam-nos obstáculos».
Fonte: Sol

Será a queda do Khadafi português (Sócrates).


Pena os portugueses não poderem pôr o Estado todo em "Auto-poupança" e não apenas os funcionários públicos. Pois é verdade, esquecia-me, o Estado só existe para gastar. A poupança suponho que seja em produtos de dívida do Estado, a ideia é os funcionários públicos emprestarem dinheiro ao Estado. Mas ... e se em vez de pagarmos mais impostos pudéssemos todos poupar mais ? Boa ideia não acham ?
Venho desta forma e muito angustiadamente solicitar que o ex-presidente, Exmo. Mário Soares que coloque uma trela no traste do cão chamado Sócrates.
Ultimamente este cão anda maluco por ter passado por um campo de golfe e os ricos senhores do bobby começaram a lançar bolas prao Sócrates ir atrás, sim pediram emprestadas a loja da colónia de férias de 5 estrelas, com empregados a recibos verdes, visto o iva estar para baixar para este desporto que patrocina o espírito de equipa e um corpo saudável… talvez com algum jeitinho ainda exista gasolina profissional para os carrinhos de golfe…
Contudo o cão chamado Sócrates não se fica por aí, tendo donos ricos vai a mesa dos que ainda conseguem por o comer em cima da mesa e rouba-lhes o bife, a coca-cola e outros demais artigos. Chupa o tanque dos carros que levam as pessoas ao emprego e leva aos seus donos como muito bem comportado…
E isto tudo porque nasceu na raça dos libertadores de abril, uma matilha que parece não querer deixar que o rumo do seu pais siga em frente sem lhes prestar a devida vassalagem
PEC IV vai hoje à AR. Mapa para uma crise política
O dia em que o Governo pode cair
23.03.2011 - 00:02 Por Nuno Sá Lourenço
Arranca esta quarta-feira a contagem decrescente para um novo Governo em Portugal. Com a discussão e votação do PEC IV, o país pode ficar a pouco mais de dois meses da realização de eleições legislativas.
Quatro partidos com assento parlamentar – CDS, PCP, BE e PSD – impuseram para esta quarta-feira a votação das medidas propostas pelo Governo de José Sócrates, que já assumiu que o chumbo do pacote implicará a sua demissão. Como os quatro partidos da oposição já anunciaram o voto contra – e tendo em conta que o PS não tem maioria no Parlamento – o PEC IV deverá ser chumbado.
Com a confirmação deste cenário, o país político tem uma grelha definida para a resolução da crise. Segundo a Constituição (CRP), José Sócrates terá de deslocar-se a Belém para apresentar a sua demissão formal do cargo de primeiro-ministro.
Entra então em cena o Presidente da República, que está forçado pela CRP a ouvir os partidos representados na Assembleia da República e o Conselho de Estado.
Cavaco Silva chama os partidos para perceber se existe a possibilidade do Parlamento encontrar uma nova solução de Governo. Esta solução parece remota uma vez que José Sócrates já garantiu não estar disponível para abandonar a liderança do PS, concorrendo mesmo esta semana para a reeleição ao cargo de secretário-geral. E o presidente do PSD, Passos Coelho, já fez saber que não aceita trabalhar com o actual chefe de Governo.
O mais alto magistrado da Nação terá assim de chamar os partidos para mais uma ronda de audiências em Belém com o intuito de os auscultar sobre a dissolução do Parlamento e data adequada para eleições antecipadas. Mais uma vez, o Conselho de Estado terá de ser ouvido.
Tendo em conta casos semelhantes ocorridos no passado recente, esta fase deverá levar cerca de duas semanas. Quando António Guterres se demitiu de primeiro-ministro após a derrota socialista em eleições autárquicas, o então Presidente Jorge Sampaio gastou dez dias.
Findo este processo, Cavaco Silva está mandatado pela Constituição para dissolver a AR e, no mesmo acto, marcar a data para novas eleições legislativas. Data essa que não pode ir além de 55 dias após o anúncio de dissolução.
O passo que resta é a formação de Governo. O Presidente chama o partido vencedor para que este indique um primeiro-ministro. No caso de maioria absoluta, esse partido põe de pé um Executivo de maioria.
Na eventualidade de nenhum partido conseguir atingir o número de votos necessários, o partido com mais votos forma Governo, embora sem garantia de que as suas propostas venham a ser aprovadas no Parlamento.
Esta situação de impasse pode ser politicamente resolvida com um acordo de coligação entre partidos com assento parlamentar. Uma solução que já foi admitida por Passos Coelho e para a qual o CDS se disponibilizou. Resta saber qual será a posição do PS.
O primeiro-Ministro José Sócrates abandonou hoje a Assembleia da República depois do discurso de apresentação do ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.
No final do discurso de Teixeira dos Santos sobre a apresentação do PEC, José Sócrates abandonou a sala do Parlamento em direcção ao seu gabinete no Palácio de São Bento, sem prestar quaisquer declarações ao jornalistas.
Destak

ser Ver luz ao fundo do túnel disse:…vejo o país em discussão no parlamento
…
Vejo sem ver luz ao Fundo do túnel nem saber Onde Estamos? para Onde Vamos?
Vejo um discurso de constatação de uma realidade da deputada Heloísa Apolónia dos Verdes… Não sou verde tirando o meu Sporting que parece estar ainda mais moribundo que o próprio estado. Mas constatou bem a realidade… Todos os deputados de todos as bancadas já constataram, nós cidadãos constatamos, este será um ciclo sem retorno e sem fim, uma pequena bola de neve no início da sua descida do alto de uma montanha, instável e com um fim anunciado… o da Grande Avalanche…
E vejo só um grupo o do PS, arrogante, falsos e mentirosos encobrindo claramente a verdade, nem aceitam ver o real estado do país…
não sei se são merecedores de Ira ou de Pena.
… mas aceito a Pena pois a incompetência ficou bem Cara e estes deputados também foram enganados.
Existem politicas de direita em Portugal ? Não estou irónico, estou mesmo a perguntar.
Pra mim não devia haver ideologia e sim policias correctas, não direita ou esquerda.
, como alguns partidos fazem.
. Logo é uma Utopia isso de política certa.

O anúncio da demissão de José Sócrates do cargo de primeiro-ministro português levou dezenas de pessoas a sair à rua em Lisboa, festejando-o como se de uma vitória da selecção nacional de futebol se tratasse.
Em várias ruas da capital portuguesa, é possível ouvir-se o ruído de buzinas de automóveis e o regresso das famosas vuvuzelas sul-africanas, num registo festivo.
Chumbado o 4.º Programa de Estabilidade e Crescimento do executivo socialista, com o cunho colectivo de toda a oposição, José Sócrates demitiu-se esta quarta-feira, tal como havia prometido se as novas medidas de austeridade fossem rejeitadas no Parlamento.
Destak
