O Estado do País

  • Thread starter Thread starter Rog
  • Data de início Data de início
Estado
Fechado para novas mensagens.
Em 2011 o Autódromo do Algarve passará a ser auto sustentável e prevê-se boa época em 2012.
Combate a sazonalidade do Turismo do Algarve alavancando a economia local.

Fonte: País Real - RTP
 
a fina linha entre futuro e a miséria está em cada um de nós

atenção não vivemos na Ásia disse:
Não tenho nada, mas mesmo nada contra Asiáticos e Chineses mas anda muito boa gente que até costuma pensar bem que anda a dizer parvoíces. Como poderei expressar está ideia estão a ver Portugal? E a China? Os continentes? Direitos Humanos? Ambiente? Qualidade?

Nada a ver!!!

Cara CIP,

O caminho de qualidade no trabalho deve ser a aposta de Portugal, concorrer contra a Ásia não é solução ira inivitavelmente atirar-nos, Portugal, para nível de Terceiro Mundo pois o nosso mercado pela localização geografica é a Europa.

Não vejo a CIP reinvindicar redução de impostos a empresas que apostem formação, na investigação e na produção para exportação em Qualidade.

É essencial que o horário de trabalho seja produtivo, deve por parte do colaborador ter uma consciência pro-ativa na empresa que hoje em dia não acontece, contudo horário a mais provoca desgaste e falta de qualidade, erros que poderão ser caros. Somos já dos mais baratos da Europa, dos que tem mais horas de trabalho semanal entramos em recessão e caminhamos rapidamente para a categorização Terceiro Mundista e povo Falido.

Deverá ser agilizado o despedimento sim, para reforçar o compromisso trabalhador/empregador. Contudo algo que é grave é que deverá ser bem coordenado, algo que muito falha na nossa economia e espelho desta é as muitas chefias que existem na função publica, e não só, algumas por antiguidade (errado) não sabem executar de forma perfeita aquilo que comentam e ordenam.

As empresas vencedoras desde país, são aquelas que a palavra Formar e Adaptar estão no cimo da pirâmide. Certo Idiotas é que pensam que: Sacrificar e Despachar serão caminhos para algo.

Cada dia que passa, ficamos mais atrás, cada dia que passa seremos mais Terceiro Mundistas, por favor PAREM!

In Visto.Blog.pt
 
Vem lá bomba :assobio:

spsf.jpg
 
Muitos Socialistas não acreditam no Sócrates, poderá, acho estranho é o silêncio dentro do partido.
Grande maquina de propaganda e controle...
 
Muitos Socialistas não acreditam no Sócrates, poderá, acho estranho é o silêncio dentro do partido.
Grande maquina de propaganda e controle...

Para mim a máquina de propaganda e controle do PS é a maior, melhor, jamais vista, desde que existem partidos, não tenho dúvida alguma!
Tenho encontrado muitos mas muitos socialistas, afiliados até no partido, que não gostam do Sócrates, mas a máquina é tal, que simplesmente tiveram que o eleger quase com 100%! A cantiga deles é sempre a mesma, nem gosto muito do sócrates, mas os outros são piores. Ah e tal vais votar no paulinho das feiras ou na ferreira leite.. Ou então, quando pressionados, isso do eurostat é tudo mentira, mesmo sabendo que os dados são do governo! Ou então, ok o sócras fez dívida mas foi por causa da crise mundial (enfim, apenas 15 de 195 países no mundo pediram ajuda) ou por causa do PEC IV (mesmo sabendo que já só havia dinheiro para 1mês de salários, e sabendo que se tivessem pedido ajuda 1ano antes, o juro seria quase metade)! Chegam ao ponto de defender o sócras para acusar políticas passadas, e até com certa razão (foram mais 2FMI no passado do PS, mais as loucuras de cavaco na agricultura e dos boys de guterres), quando para mim tudo é bastante simples quando o que pretendemos é que a democracia funcione:
no meu voto vou julgar quem nos governou nos últimos 6 anos, mais nada! A quem me apontar o dedo ao passado antes destes últimos 6 anos, eu só respondo: meu amigo, é a tua opinião e respeito, mas corrige-me se não estiver enganado, então esses partidos do passado não foram já julgados em eleições, e por acaso não ganhou o sócras? É simples, cada partido tem a sua oportunidade, mas também deverá ser julgado! Eu se for a tribunal, não sou julgado pelo que os outros podem ou não cometer, mas sim pelo que cometi, neste caso nos últimos 6anos! (nenhum partido teve essa oportunidade para governar e implementar reformas essenciais)

quem achar que o país está bem e se recomenda, que vote no mesmo!
 
Um debate agoniante entre Sócrates e Passos Coelho, onde estiveram cerca de uma hora para discutir duas ou três propostas, melhor, excertos de manifestos que os seus partidos envergonhadamente apresentaram na pré-campanha.
 
Eu sei que é a propaganda da esquerda que nunca chegará ao poder...

A desonestidade financeira de Salazar

Em tempos de regresso aos dogmas de uma concepção austeritária das finanças e das políticas públicas, é fundamental um olhar crítico que vá para além dos discursos oficiais e do coro dos comentadores do regime.

De um ponto de vista da esquerda, crescimento económico que não signifique desenvolvimento e melhoria das condições de vida das pessoas não é um resultado económico que seja, por si só, positivo. Do mesmo modo, um equilíbrio das contas públicas conseguido à custa da miséria e da fome do povo é um crime económico e social.

O dogma do equilíbrio financeiro e a luta contra o défice orçamental originaram a reputação de “grande estadista” do ditador Salazar – aliás foi por essa via que chegou ao poder. Contudo, e ainda que umas contas aparantemente honestas e equilibradas não sejam critério que possa justificar todas as violências físicas, culturais e económicas do regime; interessante é descobrir que tal honestidade financeira de Salazar não passa de uma farsa.

O equilíbrio financeiro tornou-se um imperativo constitucional em 1951, e apesar de representar, em “tempos difíceis”, um constrangimento , foi “escrupulosamente” respeitado. Ou pelo menos é o que dizem os dados oficias das contas públicas e, até hoje, toda a historiografia financeira, que nunca colocou os referidos dados em causa.

No entanto, um estudo do Professor Luís Madeira (publicado em artigo na revista da Société francaise d'histoire d'outre-mer, em 2010) demonstra, através da revelação da estrutura escondida das finanças públicas coloniais entre 1946 e 1974, como “o equilíbrio das finanças públicas construído pelo regime colonial não era um savoir faire resultante de um domínio profundo da ciência financeira, mas antes um truque de contabilidade bastante simples, relativamente comum nos universos do marketing e da propaganda política”.

O estudo centra-se nas finanças coloniais, mas o tipo de contabilidade usada na “metrópole” era o mesmo do dito “ultramar”. Na contabilidade duvidosa do regime, a classificação entre despesas ordinárias, receitas ordinárias, despesas extraordinárias e receitas extraordinárias é de uma falta de rigor gritante: bastando, por exemplo, uma simples decisão arbitrária de passar uma despesa ordinária para as despesas extraordinárias (consequentemente acedendo ao financiamento via empréstimos e impostos extraordinários) para que se repusesse o equilíbrio (fictício) entre despesas ordinárias e receitas ordinárias, “cumprindo” pela via da deturpação das contas o dogma constitucional.

Note-se ainda que “a natureza duvidosa das decisões de contabilidade não eram nem o único nem o principal problema estrutural das finanças das colónias portuguesa”. Consideráveis receitas e despesas relativas às colónias não se encontravam inscritas nas contas oficiais dos países colonizados. Na busca do rasto da desorçamentação, que com os outros truques baratos sutentava “o mito do equilíbrio permanente das contas públicas”, outras características da política e das finanças públicas salazaristas são reveladas.

Como salienta Luís Madeira, “a simples análise das contas oficiais das colónias é útil apenas ao estudo da propaganda do regime”. Essa propaganda contabilistica sustenta o mito da prioridade orçamental do “desenvolvimento económico dos países colonizados e da primazia do esforço financeiro do regime no desenvolvimento humano dos povos colonizados”. Quando, como demonstra o estudo, os principais gastos do regime com as colónias foram em benefício direto do regime e dos interesses coloniais: por um lado, autênticos subsídios às exportações da metrópole para as colónias resultantes dos custos das ineficiências (e consequente colapso) do Espaço Económico Português (1961-71); por outro, os gastos da Guerra Colonial, que apenas visavam manter o regime ditatorial e o domínio sobre o império colonial.

Há muita história mal escrita que precisa ser corrigida para ser bem contada. E em tempos de regresso aos dogmas de uma concepção austeritária das finanças e das políticas públicas, é fundamental um olhar crítico que vá para além dos discursos oficiais e do coro dos comentadores do regime. Compreender os interesses que suportam e se alimentam do discurso dominante é tão útil para a releitura da (afinal) desonestidade financeira de Salazar, como para revelar o que se esconde, hoje, na “inevitabilidade” e no programa único do FMI e companhia. Como disse Simone de Beauvoire, "o presente não é um passado em potência, ele é o momento da escolha e da acção".

Nota: Luís Madeira. "Manipulation et propagande: l'équilibre salazarien des finances publiques dans l'empire colonial portugais (1946-1974)." Outre-mers: revue d'histoire. Volume 98 #366-367 2010. pp. 299-315. O abstract deste artigopode ser lido na biblioteca científica digital Refdoc.fr, INstitut de l’Information Scientifique et Technique - Centre National de la Recherche Scientifique.
 
Eu vou dizer apenas uma coisa para a nossa querida esquerda, antes de Salazar já havia miséria.
Na URSS havia miséria, em Cuba ainda há Miséria.
Querem que escreva mais?
 
Eu vou dizer apenas uma coisa para a nossa querida esquerda, antes de Salazar já havia miséria.
Na URSS havia miséria, em Cuba ainda há Miséria.
Querem que escreva mais?

Muito se gosta de associar esquerda a Cuba, Coreia do Norte etc, é o mesmo que associar a direita Portuguesa a Hitler e outros. Hoje os partidos e os ideários políticos estão transformados não têm nada a ver.

Na Altura de Salazar a economia portuguesa, continuou a ser predominantemente rural e a ser altamente supervisionada pelo regime, continuava a ser atrasada em relação às grandes economias da Europa. No fim da década de 60, Portugal era um dos países com um rendimento per capita mais baixo da Europa, significando que possui uma mão-de-obra barata. Muitos agricultores portugueses praticavam a agricultura de subsistência. Por isso, quase 2 milhões de pessoas, na grande maioria deles oriundos das zonas rurais, emigraram, ou para as cidades , ou para o estrangeiro, principalmente França. Uma economia sem capacidade produtiva e de exportação.

E haveria muito mais para contar das misérias de Salazar.

Referente a Cuba, se Portugal sofresse o embargo económico pela Europa como Cuba sofre dos Estados Unidos, hoje estaríamos pior do que eles.

Mesmo assim estão com crescimento económico de 1,9% bem maior que a recessão Portuguesa, Taxa de desemprego de 1,7% sendo este valor constituído na maioria por pessoas inactivas para trabalho. No Plano de saúde altamente subsidiada pelo estado conseguem ser uma referencia mundial. Taxa de alfabetização de 99,8%. O facto da insularidade, sem apoios externos de relevo como existem na Europa Cuba ate tem tido um grande desempenho, e esta bem posicionada no indice de desenvolvimento humano.

Se Concordo com o regime Cubano Ditatorial ? NUNCA ! Não concordo com ditaduras sejam de que espectro politico forem. Por isso não consigo perceber haver tanto fervor em volta de um ditador como Oliveira Salazar.
 
Desculpa a extrema direita, que partidos da extrema esquerda portuguesa lutaram para banir depois do 25 de abril e constitucionalmente baniram poderá ser associada a Hitler sim.

Mas a extrema esquerda é o PCP e BLOCO sim, vai contar essa treta a outros que aqui não para parvos.

Aliás já deviam ter sido banidos também ou retirar a proibição da formação de extrema direita da nossa constituições. São muito falsos nisso!
 
Não percebes porque muita gente se refere a Salazar? Olha a primeira é que não tinha dividas, a segunda é que foi ele que na republica se importou pela primeira vez construir escolas no rural (Sim a anterior Republica baseava-se a organizar elites), foi aí que começou a formar-se técnicos (mão de obra qualificada)
Estava a dar-se ferramentas as pessoas para elas viverem pela primeira vez.

Se retirares a Guerra (e aí há muita coisa mal explicada também) economicamente o emprego e alfabetização cresciam de forma expoencial.
Mas não a custa do subsidio mas sim do trabalho.

Podia continuar a debitar mas é melhor não...

Sei que apenas hoje caminhamos rapidamente para uma classe trabalhadora que tem de trabalhar para o seu sustento, para o sustento do estado e dos vadios no subsidio.
E aí é que a nossa extrema esquerda querida continua a lutar, é nesse caminho...
 
Desculpa a extrema direita, que partidos da extrema esquerda portuguesa lutaram para banir depois do 25 de abril e constitucionalmente baniram poderá ser associada a Hitler sim.

Mas a extrema esquerda é o PCP e BLOCO sim, vai contar essa treta a outros que aqui não para parvos.

Aliás já deviam ter sido banidos também ou retirar a proibição da formação de extrema direita da nossa constituições. São muito falsos nisso!

Hoje no quadro politico Português existem partidos da posição mais à esquerda à mais à direita. Repara no Partido Nacional Renovador, é um partido assumido de uma posição "muito" à direita, basta ver os manifestos e seus valores fundamentais, por isso essa ideia que uns existem e os outros não porque não têm base legal é completamente descabido. Isso foi o que o Sr. Alberto João Jardim falou há tempos mas dele já se espera tudo.

O facto de alguns "muito" à direita não terem "pouso" na Assembleia da Republica, não tem a ver com constituições mas sim com a vontade do povo.

Existem partidos bem à esquerda e bem à direita, se bem que alguns podem não revelar totalmente as suas verdadeiras posições ideológicas.
 
Partido Comunista Português tem:
Comissão Central de Controlo
000088w9


Queres que passe mais uns segundo na página? É que deves passar o tempo lá mas não vês nada...
 
Knyght, poderíamos estar aqui a noite toda a debater razões mas não vale a pena encher este tópico com dogmas ideológicos.

O regime do Salazar não queria um grande desenvolvimento intelectual, sabes porque? isso poderia por em causa o seu próprio regime. A sua politica baseada num proteccionismo bacoco era mais apoiada em músculos do que na cabeça.
" preferia braços fortes que mentes irrequietas" mas isso iria-se traduzir num atraso enorme do País, aliás graças a isso uma grande quantidade de cérebros fugiram e nunca mais voltaram.

A questão da divida pública, é preferível estarmos endividados mas com infra-estruturas e capital humano do que cheios de ouro e a morrer de fome.

Isso já aconteceu na altura de D. Joao V (séc XVII) como já citei num tópico anterior, nessa altura Português com o seu império colonial tinham grandes reservas de ouro, vindos do Brasil, no entanto éramos um País muito mais atrasado que Inglaterra, Holanda, França, etc. Não tínhamos uma politica económica. Não se produzia nada, era tudo importado.
 
Eu Não faço parte do PCP, não nego que poderão ter uma disciplina apertada, no entanto até os partidos mais liberais a têm. Ou achas que algum deputado na Assembleia da Republica vota totalmente de sua consciência? existe nos pontos fundamentais uma rígida disciplina de voto. E de certeza deves conhecer casos. Repara aí na Madeira, quantos deputados do PSD se atrevem a votar em questões fundamentais contra a politica de voto do PSD? Não me acredito que todos pensem da mesma forma.

Com isto despeço-me com Votos de Bom Fim de Semana!
 
Estado
Fechado para novas mensagens.