O Estado do País

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Por várias razões faria todo o sentido que praticássemos estes horários...

Escolas, liceus, faculdades, diversas indústrias, função pública, empresas, escritórios, etc: 7 ou 8 às 12 e 13 às 15 ou 16.

Comércio: 9 ou 10 às 19 horas, encerrado ao Domingo.

Noite: bares e discotecas abertos apenas até à 1h ou 2h em vésperas de dias úteis.

Claro que há excepções diversas. Hospitais, farmácias, clínicas, museus, salas de cinema...

São estes os horários que se praticam actualmente, grosso modo, na maior parte dos países da Europa Ocidental.
 
Por várias razões faria todo o sentido que praticássemos estes horários...

Escolas, liceus, faculdades, diversas indústrias, função pública, empresas, escritórios, etc: 7 ou 8 às 12 e 13 às 15 ou 16.

Comércio: 9 ou 10 às 19 horas, encerrado ao Domingo.

Noite: bares e discotecas abertos apenas até à 1h ou 2h em vésperas de dias úteis.

Claro que há excepções diversas. Hospitais, farmácias, clínicas, museus, salas de cinema...

São estes os horários que se praticam actualmente, grosso modo, na maior parte dos países da Europa Ocidental.

E a picar cartão. Concordo em pleno :thumbsup:
 
Volto a referir que nesse horário rígido as pessoas para comprarem algo/resolverem algo necessitam de ausentar-se no seu trabalho, logo a não trabalharem.
 
Volto a referir que nesse horário rígido as pessoas para comprarem algo/resolverem algo necessitam de ausentar-se no seu trabalho, logo a não trabalharem.

O seu comentário é descabido. Se a maior parte sair do emprego às 16, têm até às 19 para ir ao comércio abastecer-se. E com a função pública aberta ao sábado de manhã, teriam uma manhã inteira para tratar de papeladas. No resto da Europa as coisas, grosso modo, funcionam assim e há mais qualidade de vida, tempo para segundo emprego e maior produtividade. Estive há dois anos em Itália, que é um país à nossa latitude, e o comércio encerra todo ao sábado pela tarde e ao domingo. Aliás, até boa parte dos restaurantes e cafés estão encerrados ao Domingo, que é um dia para se passear e estar com a família.

Não alinho nas destruição de certas tradições em nome do deus Mamon.
 
Estás a evidenciar a continuação de Portugueses de Primeira e de Segunda...
Função Pública e Escritórios vs Outros
Sem te esqueceres do facto de os de Escritorio não poderem tratar das suas coisas noutros Escritórios sem ser a fugir do seu posto de Trabalho.

Para preguiçosos temos a mesma latitude a Grécia...
 
Estás a evidenciar a continuação de Portugueses de Primeira e de Segunda...
Função Pública e Escritórios vs Outros
Sem te esqueceres do facto de os de Escritorio não poderem tratar das suas coisas noutros Escritórios sem ser a fugir do seu posto de Trabalho.

Para preguiçosos temos a mesma latitude a Grécia...

Curiosamente os horários que eu defendo são praticados na Alemanha, Reino Unido, Dinamarca, Holanda, etc., países com IDH e PIB bem mais alto que o nosso.

Quanto ao discurso dos portugueses de primeira e de segunda, o seu comentário volta a ser descabido e descontextualizado. Há profissões que terão sempre horários distintos, querer mudar isso é uma utopia. Haverá sempre profissões que terão horários nocturnos, outras terão horários diurnos, que não se quer submeter a este ou àquele horário que pense na hora de escolher um emprego. Mas, pelo que referi, por questões de saúde e produtividade laboral, é preferível que se trabalhe de dia, e durante a manhã e o início da tarde. Querer colocar igualdade de horários para todos é ridículo, não é por eu como médico ter de fazer urgências nocturnas que desejarei que o comércio esteja aberta ao fim-de-semana ou à noite para os outros serem prejudicados na sua qualidade de vida como eu serei. Quando penso nas regalias dos funcionários públicos que considero injustas penso noutros aspectos bem mais importantes, no emprego pela cunha, nos salários e reformas desajustados daqueles que se praticam no privado e desajustados da riqueza que o país produz, do excesso de funcionários, na impossibilidade ou dificuldade em despedir, etc. Mas aceito que cada profissão tenha o seu horário, e que cada um, na hora de escolher o seu futuro, pondere todos os aspectos da sua decisão e aceite todas as consequências. O modelo que proponho funciona bem noutras culturas europeias e seria adaptável à nossa cultura.
 
Volto a referir está querendo comparar com países que no Inverno caso da Alemanha e Bélgica anoitecem as 16/17h e tem NEVE...

O meu horário funciona bem demais, quando estava em horário normal é que era um stress :lol:

NY não dorme, nem Tokyo. Será que é por ter Y no nome?...
 
Mas a saída de Portugal do euro não teria consequências dramáticas?
Se a saída for gradual e negociada, não é nada dramático. Reintroduz-se o escudo, as importações baixam, as exportações sobem, o desemprego cai, o turismo sobe, os imóveis transaccionam-se, o desemprego e o deficit baixam. Desaparece o colete de forças do euro. Podemos respirar de novo e recuperar a soberania de Portugal (pelo menos em parte), que nos foi roubada de forma gradual.

Se a solução é tão fácil, por que é que esse cenário assusta tanto os líderes políticos portugueses?
Os políticos e banqueiros, com grande poder, não se assustam. Eles querem é assustar os cidadãos, para que estes não lhes tirem o poder. Aliás, nunca se assiste a um político ou banqueiro a apresentar razões concretas para tal e fazem da discussão objectiva tabu. Os políticos e banqueiros são marionetas do poder, que está agregado nas mãos dos bancos, incluindo os centrais, no FMI, no Banco Mundial, nas bolsas e em algumas famílias de alta finança.
http://economia.publico.pt/Noticia/o-euro-e-uma-doenca-cronica-e-os-resgates-sao-aspirinas_1507866

O que poucos sabem, e ninguém diz abertamente. Quem está por detrás do euro como projecto? Quem são essas famílias da alta finança? Quem é a elite? Tema a desenvolver...
 
Volto a referir está querendo comparar com países que no Inverno caso da Alemanha e Bélgica anoitecem as 16/17h e tem NEVE...

O meu horário funciona bem demais, quando estava em horário normal é que era um stress :lol:

NY não dorme, nem Tokyo. Será que é por ter Y no nome?...

Já lhe disse que Itália está à nossa latitude e pratica os horários que defendo. E em Espanha o comércio encerra todo ao Domingo.

Quanto a Nova Iorque e Tóquio, são dois casos muito especiais por se tratarem de mega metrópoles, com áreas urbanas que têm o dobro da população de Portugal. E em termos de qualidade de vida, o Japão e os EUA, mas em particular os EUA, não são bons exemplos. A Europa Média é tão ou mais rica que o Japão e os EUA e os cidadãos têm mais qualidade de vida.
 
Eu falei de Segunda a Sábado das 08h às 22h, pode-se reduzir o horário de trabalho para 35h semanais, com exclusividade sem direitos a arranjinhos, folguinhas ou desenrasques.

Em tudo o Sector Terciário (Função Pública e Comércio)

Bom exemplo é o horário alargado das lojas do cidadão. E evitava-se a desertificação das cidades por mais algumas horas.

Podemos fazer melhor que os OUTROS
 
Eu falei de Segunda a Sábado das 08h às 22h, pode-se reduzir o horário de trabalho para 35h semanais, com exclusividade sem direitos a arranjinhos, folguinhas ou desenrasques.

Em tudo o Sector Terciário (Função Pública e Comércio)

Bom exemplo é o horário alargado das lojas do cidadão. E evitava-se a desertificação das cidades por mais algumas horas.

Podemos fazer melhor que os OUTROS

Esse é o problema que está a difundir-se pelo Ocidente, a extrema flexibilidade do horário de trabalho.

A empresa não irá contratar mais trabalhadores para compensar o aumento do horário de trabalho, irá é modificá-lo de forma em que haja mais trabalhadores nos períodos em que supostamente haverá mais necessidade deles. Ou seja, um exemplo, um trabalhador poderá trabalhar das 08H00 às 12H00 e nesse mesmo dia voltar a trabalhar das 18H00 às 22H00.

Antigamente esses períodos de maior trabalho eram colmatados através do uso de jovens na forma de "part time", mas através de uma nova fórmula da flexibilização de trabalho aproveitada com a recente crise, muitos empresários europeus e sobretudo norte-americanos, utilizaram a fragilidade laboral para conseguirem maximizar o factor trabalho/valor produzido através da não contratação desses jovens e diversificar o horário dos seus trabalhadores residentes.

É óbvio que se consegue ver o resultado na prestação familiar desses trabalhadores.
 
Não faço a mínima idéia porque continuam a discutir aqui os horários.. Em portugal os horários são livres há muito tempo! Na função pública costuma ser das 9h às 17h com excepçôes relativas a horário livre, limitado ou por turnos. No privado é como se queira! Normalmente o privado adapta-se à necessidade dos clientes portugueses, mas quando a maioria dos clientes são estrangeiros (ex: indústria automóvel), os horários passam a ser os mesmos dos clientes, ou até mesmo dos fornecedores consoante a importância do "manter-se em contacto com.."! A definição do horário de trabalho não deve deve ser definida e decretada por lei, mas sim por imperativo de maior eficiência específica de cada entidade empregadora! Há dúvidas de que este não seja o caminho acertado?? Só se forem teimosos e cegos, pois o importante são os clientes, sempre assim foi e será!
 
(...) Os serviços deveriam abrir, tal como as empresas, às 8 horas. Haveria uma hora de almoço, às 12h, e depois as pessoas trabalhariam até às 15 ou às 16 horas. Entre as 16 e a hora do jantar, assim, haveria tempo para estar com a família e os amigos, ir às compras, ao ginásio, ao curso de inglês, ter um segundo emprego, etc. CONCORDO

Para além disso, as aulas, seja nas escolas até ao secundário, seja nas faculdades, deveriam começar sempre às 8, e terminar, às 13, 14 ou 15 horas. NÃO CONCORDO (os horários escolares propriamente ditos são demasiado curtos, há muitas disciplinas a mais sem qualquer interesse e os alunos pouco aprendem até ao 12º ano; vá à China e veja 3 turnos escolares diários: manhã, tarde e, imagine, noite)

Por cá os horários, com frequência, são feitos à medida dos interesses dos professores e não do rendimento e organização dos alunos. DISCORDO (Você próprio sabe que está a mentir)

Há muito que se perdeu a cultura de serviço público por parte dos funcionários do Estado, mesmo dentro das elites. CONCORDO (a culpa está nos pais que arranjam um tacho para os filhos na função pública; veja o exemplo de todas as juventudes partidárias, desde a direita à esquerda) A mim próprio, em tempos, tive a oferta de férias pagas durante 15 dias na Itália; só tinha que tornar-me filiado na JS.

Os adolescentes e jovens adultos portugueses vão para a cama tardíssimo, e é um caso muito especial na Europa, somos o povo que se deita mais tarde. E não é uma marca cultural, pois a geração dos meus pais e dos meus avós não foi assim. É muito comum os jovens saírem à noite até à 1, 2, 3, 4 ou mesmo 6 da madrugada, em vésperas de dias de aulas, ou ficarem no computador até tarde. CONCORDO (A culpa é dos pais que se estão nas tintas para o que os filhos fazem)
 
A regra básica é estar disponível na hora em que mais convém ao cliente! Isto é válido para todas as empresas, incluindo serviço público. A questão do consumo energético é secundário quando o cliente principal pesa muito mais!
 
Ainda não é uma norma em Portugal, mas para lá caminha.

Mas o problema aqui discutido é os horários de trabalho / problemas sociais e familiares.

Como é óbvio, o empresário tenta maximizar a rentabilidade da sua mão de obra com a produção, mas é isso um dos factores desta sociedade fracturada e cada vez com menos valores.

A família é a base dos valores de uma sociedade, se os progenitores estão ausentes, os descendentes nunca irão absorver esses valores.

Tens razão, Lousano! Estou plenamente de acordo.. Mas isso é o óptimo, e o óptimo como todos nós sabemos, é inimigo do bom! Se Portugal fosse um mercado fechado para fora, essa seria a solução ideal sem sombra de dúvida. Mas a realidade é outra.. É também uma questão de organização, de quanto se está disponível a produzir para um monte, ou então apenas uma questão de sobrevivência da empresa!

Será que o estado deve regular aqui cegamente? Enfim, meter a pata na definição dos horários sem ter em conta as especificidades de cada empresa? São cada vez mais tempos passados, é a minha opinião, apesar de estar de acordo com a importância da família, claro que sim!!

Mas eu sou suspeito, já trabalhei 12 a 14h por dia, e a 5min de casa! Para mim sem emprego nada somos nem nos sentimos realizados!
 
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