O Estado do País

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Nos EUA é feita uma coisa que não se faz em Portugal, publicam-se as listas de empregabilidade de cada curso e de cada universidade ao fim de um e cinco anos. E é interessante ver que nem as melhores do mundo têm 100% de empregabilidade, andam ali entre 90 e 95%.

Mas em Portugal há outro problema que já se arrasta há mais de 20 anos, é o desemprego maciço em certas áreas, e as coisas não mudam por falta de força política. Por um lado cada distrito quer ter uma universidade e uma miríade de cursos, logo há pressões das estruturas partidárias locais, depois há a autonomia das Universidades, o facto de muitos professores e assistentes estarem ligados a partidos, e ainda eleitoralismo e caça ao voto.

Pessoalmente defendo o encerramento de cursos, Universidades e politécnicos, a redução de vagas, e a aposta na qualidade. Não faz sentido este modelo de anfiteatros para teóricas para 300 alunos onde nem cabem 200, às quais mais de metade dos alunos não vai, reprovações maciças a cadeiras, a existência de praxes vergonhosas...

Sai mais barato ter 100 vagas em Lisboa, 100 em Coimbra e 100 no Porto para um curso x, do que ter o mesmo número de vagas distribuídas por Faro, Covilhã, Coimbra, Açores, Braga, etc.

Somos pobres, temos de encontrar formas de proporcionar qualidade a custo mais reduzido.

Deve-se apostar é na fiscalização dos concursos públicos, pois a maioria das universidades portuguesas tem qualidade no ensino para quem estiver interessado em apreender.

O pior é que quem anda nas praxes vergonhosas e que levam 10 anos a tirar um curso, são os primeiros a empregar-se quando saem da universidade, pois os papás e mamães trabalham nas instiuições públicas e colocam os filhos onde querem, ocupando o lugar dos alunos interessados e que lutaram para tirar uma curso superior, mas quando acabam, mesmo que tenham médias boas ficam no desemprego, pois não tem cunhas para entrarem no mercado de trabalho e falo por experiência própria. Não existe nada mais frustante do que ser aplicado nos seus estudos mas quando chega a hora de arrajar um trabalho ser ultrapassado nos concursos por pessoal que tem cunhas e que andou na universidade apenas a beber cerveja e a passar tempo.

É por isto que Portugal está da forma que está
 
Deve-se apostar é na fiscalização dos concursos públicos, pois a maioria das universidades portuguesas tem qualidade no ensino para quem estiver interessado em apreender.

O pior é que quem anda nas praxes vergonhosas e que levam 10 anos a tirar um curso, são os primeiros a empregar-se quando saem da universidade, pois os papás e mamães trabalham nas instiuições públicas e colocam os filhos onde querem, ocupando o lugar dos alunos interessados e que lutaram para tirar uma curso superior, mas quando acabam, mesmo que tenham médias boas ficam no desemprego, pois não tem cunhas para entrarem no mercado de trabalho e falo por experiência própria. Não existe nada mais frustante do que ser aplicado nos seus estudos mas quando chega a hora de arrajar um trabalho ser ultrapassado nos concursos por pessoal que tem cunhas e que andou na universidade apenas a beber cerveja e a passar tempo.

É por isto que Portugal está da forma que está


Portanto, deves saber que na função pública, por exemplo, nas autarquias, são feitos concursos, entrevistas, e dá-se nota máxima na entrevista a quem tem cunha, que assim passa à frente de quem tem melhor média e acabou o curso em menos tempo. Mas há outros esquemas. Por isso defendo um modelo «soviético», centralizado, só assim se conseguirá prevenir a cunha a nível local e regional enquanto a sociedade portuguesa não evoluir, o que demorará décadas.
 
Há vários foristas aqui no meteopt que já passaram por isso, de concorrerem a concursos do Estado completamente viciados à partida, e pior, fizeram queixa, e todas as entidades supostamente fiscalizadoras as ignoraram... é um Estado vicioso e corrupto que protege o próprio o sistema.

O pior é quando apresentam queixa e ficam "queimados", sabendo que em concursos do estado não vale a pena concorrer porque não ficam, apenas porque apresentaram queixas.

não sei como é a corrupção aí no continente, mas ainda hoje recebi uma carta cm a notificação de um concurso em que na prova de conhecimentos o sujeito que ficou em primeiro lugar teve uma classificação de 15 valores e na entrevista 17. Um outro concorrente teve 17,5 na prova de conhecimentos e na entrevista 9,5, ou seja foi a nota minima para ela nem ter hipoteses de chegar perto de quem tinha a cunha.

já concorri a mais de 10 concursos públicos, desde técnico superior a assistente operacional, todos eles entraram pessoas que tinham cunhas e antes de fazer qualquer prova já sabia para quem era o "tacho".
 
As situações que descrevem, na maioria são de facto cunhas, mas outras não considero cunha, são apenas formas de contornar o sistema imposto, chocante? Não, nem por isso, eu próprio já passei por lá, fiz boa entrevista, tinha óptimo currículo e não deu em nada!

Eu explico: O mais difícil, é conseguir um estágio, estar a contrato, mas se formos merecedores do lugar e o dito lugar estiver disponível, não se extinguir o posto, haverá concurso! E normalmente o concurso, que é obrigatório, é desenhado de forma a que o estagiário consiga entrar, isto se gostarem do trabalho feito! Chocante? Reparem que na maior parte das vezes, o concurso inicial é um estágio, e só depois de aceite o bom desempenho se faz novo concurso à medida, salvo alguma excepção de cunha pura e dura onde se faz um concurso e entra-se logo efectivo! Isso sim é estranho acontecer..

A lei obriga a um segundo concurso sempre que o primeiro seja temporário! Pode parecer injusto, mas ao mesmo tempo é justo para quem mostrou trabalho no estágio! O que se pode dizer, é que não deveria ser necessário haver novo concurso, mas enfim, a lei obriga! E depois o que acontece é por vezes, dezenas ou centenas de candidatos revoltados, pela falta de transparência. Mas como digo, nem sempre é uma situação típica de cunha pura e dura, é apenas o cumprimento da lei e a forma de colocar quem merece e já deu provas de trabalho merecedor!
 
Pessoalmente defendo o encerramento de cursos, Universidades e politécnicos, a redução de vagas, e a aposta na qualidade. Não faz sentido este modelo de anfiteatros para teóricas para 300 alunos onde nem cabem 200, às quais mais de metade dos alunos não vai, reprovações maciças a cadeiras, a existência de praxes vergonhosas...

Sai mais barato ter 100 vagas em Lisboa, 100 em Coimbra e 100 no Porto para um curso x, do que ter o mesmo número de vagas distribuídas por Faro, Covilhã, Coimbra, Açores, Braga, etc.

Somos pobres, temos de encontrar formas de proporcionar qualidade a custo mais reduzido.

Sim e não, repara quando existe um numero grande de alunos num anfiteatro, o local é a unica coisa que se exige mais a organização, o corpo docente é basicamente o mesmo, muitos como dizes nem poem lá os pés, as universidades sabem bem disso, mas continuam a acolhê-los, mesmo sabendo que alguns desistem a meio. Mas até desistirem foram pagando um valor de propinas, que são hoje de valor considerável, essas propinas desses tipos que desistem ajudam a financiar o sistema de todos...
 
Prefiro o modelo de Teórico-Práticas, não mais de 30 pessoas na sala, com presença, excepto para os trabalhadores-estudantes ou para quem tiver outras justificações válidas. Esse modelo não é possível em Portugal porque não há dinheiro para professores, mas até poderia haver se houvesse organização, e sem subir propinas. Têm de fechar os cursos sem qualquer saída, que conduzem a desemprego maciço, ou fechar os cursos com poucas vagas, é preferível concentrar recursos em Lisboa, Coimbra e Porto, e apostar na qualidade! Sei que isto choca muita gente, mas repito somos um país pobre e é preferível fazer outras gestão e formar bem as pessoas com menos dinheiro! E por outro lado as famílias portuguesas são as que mais esforço financeiro fazem a seguir às britânicas para os jovens estarem no Superior, o Estado deveria reduzir propinas e aumentar drasticamente as camas em residências públicas. Ninguém toca no assunto, mas há uma carência grave de residências públicas em Portugal com qualidade, quer para estudantes quer para professores.
 
O pior é quando apresentam queixa e ficam "queimados", sabendo que em concursos do estado não vale a pena concorrer porque não ficam, apenas porque apresentaram queixas.

não sei como é a corrupção aí no continente, mas ainda hoje recebi uma carta cm a notificação de um concurso em que na prova de conhecimentos o sujeito que ficou em primeiro lugar teve uma classificação de 15 valores e na entrevista 17. Um outro concorrente teve 17,5 na prova de conhecimentos e na entrevista 9,5, ou seja foi a nota minima para ela nem ter hipoteses de chegar perto de quem tinha a cunha.

já concorri a mais de 10 concursos públicos, desde técnico superior a assistente operacional, todos eles entraram pessoas que tinham cunhas e antes de fazer qualquer prova já sabia para quem era o "tacho".


Exacto, o esquema é esse! Mas se toda a gente fosse colocada como os professores, acabava a festa!
 
Duas boas notícias:

1) A exploração de gás natural no Algarve poderá avançar. A região tem gás para suprir as necessidades do país durante pelo menos 15 anos. Mas poderá haver surpresas positivas e novas reservas.

2) A exploração de ferro em Moncorvo poderá avançar. Tal implicará um mega investimento e a construção de uma nova cidade industrial no interior.

Estão a surgir oportunidades que nos dão a hipótese de recomeçar. Esperemos agora que não se cometam os erros do passado.
 
A lei obriga a um segundo concurso sempre que o primeiro seja temporário! Pode parecer injusto, mas ao mesmo tempo é justo para quem mostrou trabalho no estágio! O que se pode dizer, é que não deveria ser necessário haver novo concurso, mas enfim, a lei obriga! E depois o que acontece é por vezes, dezenas ou centenas de candidatos revoltados, pela falta de transparência. Mas como digo, nem sempre é uma situação típica de cunha pura e dura, é apenas o cumprimento da lei e a forma de colocar quem merece e já deu provas de trabalho merecedor!

E uma pessoa que já deu provas noutra empresa, por exemplo, que tem mais experiência e provas dadas que um estagiário, mas de uma empresa privada, não tem oportunidade de trabalhar para o estado?

ou outro caso, em que apenas aceitam estagiários filhos de pessoal que trabalha nesses serviços? é justo para os outros?
 
O BCE (Banco Central Europeu), explicado de FORMA INFANTIL‏

O Que é o BCE?
- O BCE é o banco central dos Estados da UE que pertencem à zona euro, como é o caso de Portugal.
E donde veio o dinheiro do BCE?
- O dinheiro do BCE, ou seja o capital social, é dinheiro de nós todos, cidadãos da UE, na proporção da riqueza de cada país. Assim, à Alemanha correspondeu 20% do total. Os 17 países da UE que aderiram ao euro entraram no conjunto com 70% do capital social e os restantes 10 dos 27 Estados da UE contribuiram com 30%.
E é muito, esse dinheiro?
- O capital social era 5,8 mil milhões de euros, mas no fim do ano passado foi decidido fazer o 1º aumento de capital desde que há cerca de 12 anos o BCE foi criado, em três fases. No fim de 2010, no fim de 2011 e no fim de 2012 até elevar a 10,6 mil milhões o capital do banco.
Então, se o BCE é o banco destes Estados pode emprestar dinheiro a Portugal, ou não? Como qualquer banco pode emprestar dinheiro a um ou outro dos seus accionistas.
- Não, não pode.
Porquê?!
- Porquê? Porque... porque, bem... são as regras.
Então, a quem pode o BCE emprestar dinheiro?
- A outros bancos, a bancos alemães, bancos franceses ou portugueses.
Ah percebo, então Portugal, ou a Alemanha, quando precisa de dinheiro emprestado não vai ao BCE, vai aos outros bancos que por sua vez vão ao BCE.
- Pois.
Mas para quê complicar? Não era melhor Portugal ou a Grécia ou a Alemanha irem directamente ao BCE?
- Bom... sim.... quer dizer... em certo sentido... mas assim os banqueiros não ganhavam nada nesse negócio!
Agora não percebi!!..
- Sim, os bancos precisam de ganhar alguma coisinha. O BCE de Maio a Dezembro de 2010 emprestou cerca de 72 mil milhões de euros a países do euro, a chamada dívida soberana, através de um conjunto de bancos, a 1%, e esse conjunto de bancos emprestaram ao Estado português e a outros Estados a 6 ou 7%.
Mas isso assim é um "negócio da China"! Só para irem a Bruxelas buscar o dinheiro!
- Não têm sequer de se deslocar a Bruxelas. A sede do BCE é na Alemanha, em Frankfurt. Neste exemplo, ganharam com o empréstimo a Portugal uns 3 ou 4 mil milhões de euros.
Isso é um verdadeiro roubo... com esse dinheiro escusava-se até de cortar nas pensões, no subsídio de desemprego ou de nos tirarem parte do 13º mês.
- As pessoas têm de perceber que os bancos têm de ganhar bem, senão como é que podiam pagar os dividendos aos accionistas e aqueles ordenados aos administradores que são gente muito especializada.
Mas quem é que manda no BCE e permite um escândalo destes?
- Mandam os governos dos países da zona euro. A Alemanha em primeiro lugar que é o país mais rico, a França, Portugal e os outros países.
Então, os Governos dão o nosso dinheiro ao BCE para eles emprestarem aos bancos a 1%, para depois estes emprestarem a 5 e a 7% aos Governos que são donos do BCE?
- Bom, não é bem assim. Como a Alemanha é rica e pode pagar bem as dívidas, os bancos levam só uns 3%. A nós ou à Grécia ou à Irlanda que estamos de corda na garganta e a quem é mais arriscado emprestar, é que levam juros a 6%, a 7 ou mais.
Então nós somos os donos do dinheiro e não podemos pedir ao nosso próprio banco!...
- Nós, qual nós?! O país, Portugal ou a Alemanha, não é só composto por gente vulgar como nós. Não se queira comparar um borra-botas qualquer que ganha 400 ou 600 euros por mês ou um calaceiro que anda para aí desempregado, com um grande accionista que recebe 5 ou 10 milhões de dividendos por ano, ou com um administrador duma grande empresa ou de um banco que ganha, com os prémios a que tem direito, uns 50, 100, ou 200 mil euros por mês. Não se pode comparar.
Mas, e os nossos Governos aceitam uma coisa dessas?
- Os nossos Governos... Por um lado, são, na maior parte, amigos dos banqueiros ou estão à espera dos seus favores, de um empregozito razoável quando lhes faltarem os votos.
Mas então eles não estão lá eleitos por nós?
- Em certo sentido, sim, é claro, mas depois.... quem tem a massa é quem manda. É o que se vê nesta actual crise mundial, a maior de há um século para cá.
Essa coisa a que chamam sistema financeiro transformou o mundo da finança num casino mundial, como os casinos nunca tinham visto nem suspeitavam, e levou os EUA e a Europa à beira da ruína. É claro, essas pessoas importantes levaram o dinheiro para casa e deixaram a gente como nós, que tinha metido o dinheiro nos bancos e nos fundos, a ver navios. Os governos, então, nos EUA e na Europa, para evitar a ruína dos bancos tiveram de repor o dinheiro.
E onde o foram buscar?
- Onde havia de ser!? Aos impostos, aos ordenados, às pensões. De onde havia de vir o dinheiro do Estado?...
Mas meteram os responsáveis na cadeia?
- Na cadeia? Que disparate! Então, se eles é que fizeram a coisa, engenharias financeiras sofisticadíssimas, só eles é que sabem aplicar o remédio, só eles é que podem arrumar a casa. É claro que alguns mais comprometidos, como Raymond McDaniel, que era o presidente da Moody's, uma dessas agências de rating que classificaram a credibilidade de Portugal para pagar a dívida como lixo e atiraram com o país ao tapete, foram... passados à reforma. Como McDaniel é uma pessoa importante, levou uma indemnização de 10 milhões de dólares a que tinha direito.
E então como é? Comemos e calamos?
- Isso já não é comigo, eu só estou a explicar...

(Circulando pela net)
 
E uma pessoa que já deu provas noutra empresa, por exemplo, que tem mais experiência e provas dadas que um estagiário, mas de uma empresa privada, não tem oportunidade de trabalhar para o estado?

ou outro caso, em que apenas aceitam estagiários filhos de pessoal que trabalha nesses serviços? é justo para os outros?

Hazores, não digo que não tenhas razão! Mas a própria lei propicia que tal acabe por acontecer!

Queres ver o exercício? Eu explico: tu referes no 1o exemplo, a possibilidade de um candidato que tem provas dadas no seu currículo no privado (tal como eu tenho)! Ora, imagina que ele concorre a um contrato temporário e entra! Depois imagina que se gostarem do seu trabalho até lhe renovam mais 2x (o limite possível), então terá de haver, POR LEI, novo concurso público de admissão de pessoal senão vai para a rua por fim de contrato, certo? Como é que pode ser ajudado esse tal indivíduo de que falas que era muito bom no privado mas que já lhe faltam 2 ou 3 meses de contrato no público? Fácil se gostarem dele: o concurso pode ser desenhado à sua medida, e até pode saber previamente quais as questões a que vai ser entrevistado (raras vezes), mas uma coisa é certa, se aos outros candidatos faltar um certificado que seja (mencionado no CV) é penalizado, e o tal teu amigo que até gostam do trabalho dele e o querem lá, safa-se e até o avisam se faltar alguma coisa!

Podes dar os exemplos que quiseres, mas só entra quem é desejado entrar, quem mostrou trabalho (falo de candidatos que são na realidade estagiários em fim de contrato, ok)!

O último caso/exemplo que referes, nem vale a pena comentar, é a isso que chamo cunha pura e dura! Esses exemplos são tristes, e além desses posso referir outros que são de lamentar, exemplo: como é que alguém licenciado em história ou filosofia entra para uma empresa municipalizada a chefiar um sector de manutenção numa de exploração de água? Como é que mecânicos, electricista e outros tecnicos se sentem ao ser chefiados por alguém que entrou de cunha que nem sequer é engenheiro, economista ou gestor, dá para entender?
 
Gostei da explicação Gerofil!!
No fundo dá para relacionar um pouco com o vídeo que ecobgc colocou.

A quem gosta de explorar esses campos aconselho a verem o filme "Dividocracia" que é fácil encontrar.

Em livro, " Clube Bilderberg - Os senhores do mundo" de Daniel Estulin.
 
Lido no Courier Internacional. A Islândia está a dar o pontapé de saída da crise, graças a uma forte aposta no sector produtivo. A energia barata, proveniente do aproveitamento geotérmico, permite ao país a produção de alumínio a baixo custo, que depois é exportado para a Europa, Canadá e EUA. No entanto, os islandeses estão algo cépticos, e pedem um desenvolvimento económico sustentável e gradual, pois temem danos ambientais e o nascimento de uma nova bolha. :D
 
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