O Estado do País

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«Os aviões civis podem aterrar hoje mesmo no Montijo, sem qualquer problema, nem quaisquer custos acrescidos. No entanto, uma metamorfose mais elaborada do aeródromo militar do Montijo (1) e a sua transformação no aeroporto Low Cost de Lisboa seria da máxima conveniência, até para almofadar as vibrações negativas decorrentes da improvável privatização da TAP, ou, como é opinião minha e de muita gente, de um spin-off da empresa, que a mantenha nas mãos do Estado, mas sob um regime de administração mais inteligente, eticamente irrepreensível e espartano!

Manobras desesperadas do lóbi cavaquista do embuste imobiliário da Ota em Alcochete montaram uma verdadeira barragem de tiro ao Álvaro (como alguém escrevia com graça) em volta deste tema e de outros que muito incomodam a nomenclatura que nos conduziu à bancarrota. Não nos esqueçamos, porém, que um tal Fantasia, da SLN/BPN, vizinho da rainha de Belém na urbanização da Coelha, adquiriu 250 milhões de euros de terrenos à volta do prometido NAL de Alcochete, quinze dias antes de Sócrates anunciar o abandono do NAL na Ota!»
http://o-antonio-maria.blogspot.com/

O ministro Álvaro dos Santos Pereira começa a ser bombardeado por todos os lados. Parece que incomoda...
 
Lido no Courier Internacional. A Islândia está a dar o pontapé de saída da crise, graças a uma forte aposta no sector produtivo. A energia barata, proveniente do aproveitamento geotérmico, permite ao país a produção de alumínio a baixo custo, que depois é exportado para a Europa, Canadá e EUA. No entanto, os islandeses estão algo cépticos, e pedem um desenvolvimento económico sustentável e gradual, pois temem danos ambientais e o nascimento de uma nova bolha. :D

:lmao:

Pois, também não entendo qual é a pressa, quanto mais sustentáveis melhor, ninguém nos apressa.
 
Lido no Courier Internacional. A Islândia está a dar o pontapé de saída da crise, graças a uma forte aposta no sector produtivo. A energia barata, proveniente do aproveitamento geotérmico, permite ao país a produção de alumínio a baixo custo, que depois é exportado para a Europa, Canadá e EUA. No entanto, os islandeses estão algo cépticos, e pedem um desenvolvimento económico sustentável e gradual, pois temem danos ambientais e o nascimento de uma nova bolha. :D

Tudo começou da sua solução para a crise.

O resultado foi uma moeda que desvalorizou extraordinariamente e uma inflação louca.

Neste momento o valor de um produto para exportação é muito mais apetecível para o comprador estrangeiro.

Pelo mesmo produto exportado agora recebem cerca de 50% do valor em Dólares.

A vantagem é que pode permitir um melhor equilíbrio da balança comercial, devido aumento brutal do valor dos produtos importados e faz com que muitos deles comecem a ser produzidos localmente.

Um dos grandes problemas da Islândia era a grande dependência de importações (algo que compreendemos devido à localização da ilha) e esta crise conseguiu diminuir esse facto.

O poder de compra dos islandeses é que foi reduzido para cerca de metade, não conseguindo cativar uma boa parte da mão-de-obra estrangeira que desempenhava lá funções.
 
Quais? A única coisa onde estamos claramente à frente é na saúde pública, temos melhores indicadores e um melhor sistema de saúde.

Não tinha falado no factor a saúde pública, esse era claro.

Falo em tradição e cultura de liberdade. Qualquer turista norte-americano te pode referir que é algo que não existe nos EUA, mas até se compreende devido à multiculturalidade.
 
... E daí que estejam todos furiosos por lá, a levarem políticos a tribunal, que é o que deveríamos fazer por cá também.

E por cá o ragabofe continua, o presidente da Câmara Municipal de Barcelos refere que irá compensar monetariamente todos os funcionários municipais no valor dos subsídios de férias e natal. Além disso estamos a falar de um município com quase 100% de dívida.

É só credibilidade que demonstramos ao exterior.
 
CGD foi o banco que captou mais novos depósitos a prazo​

CGD, BES, BCP e Montepio captam 82% dos novos depósitos a prazo.​


Num momento em que a guerra pelos depósitos sobe de tom em Portugal, os números mostram que a oferta de super-depósitos não é sinónimo de captação de recursos. Alguns dos bancos mais agressivos na oferta de taxas de juro, como o banco BiG, o Banif, Santander ou Popular, viram a larga maioria das aplicações fugirem para outros bancos.

De acordo com os números divulgados pela Associação Portuguesa de Bancos (APB), sexta-feira, a carteira de depósitos da banca aumentou 13,9 mil milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Caixa Geral de Depósitos (CGD), BES, BCP e Montepio - que estão entre os bancos menos agressivos na oferta de depósitos a prazo - captaram 82% das novas aplicações, ou 11,4 mil milhões.

A grande surpresa neste lote é o Montepio que conseguiu captar mais depósitos que o BPI (413 milhões) e o Santander Totta (1,1 mil milhões) juntos, e quase tanto quanto o alcançado pelo BES ou pelo BCP. Em contrapartida, BiG, Banif e Santander captaram 0,29%, 6,64% e 8,14% dos novos depósitos, enquanto a carteira do Popular perdeu 170 milhões de euros.

Os bancos portugueses foram, na zona euro, os que mais aumentaram a remuneração das aplicações a prazo no último ano. A taxa de juro média para os novos depósitos mais do que duplicou nos últimos 12 meses, de 1,84% para 4%. No entanto, o regulador pretende agora limitar a remuneração destas aplicações, tal como já aconteceu em Espanha, por considerar que as elevadas taxas de juro podem comprometer a solidez financeira do sistema português. De acordo com o "Jornal de Negócios", o Banco de Portugal irá mesmo avançar com medidas para travar a escalada das taxas, as quais passarão pela penalização dos rácios de capital dos bancos. Isto num momento em que as instituições tentam reforçar os capitais próprios.

Link: http://economico.sapo.pt/noticias/c...ptou-mais-novos-depositos-a-prazo_129727.html
 
Pedro Passos Coelho defende privatização da RTP e da RDP
2010-04-13

Despartidarizar, desgovernamentizar e desestatizar são os três “D” que Passos Coelho defendeu hoje, segunda-feira, na entrevista a Miguel Sousa Tavares, apontando em concreto a privatização da RTP e RDP e de outras empresas estatais, como a ANA e a TAP.

Porque o Estado deve sair dos negócios e ser reduzido o poder interventivo do Governo na esfera pública, afirmou o novo líder do PSD, na SIC.

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1542418&page=-1

Reestruturação da RTP prevê manutenção de canal com receitas publicitárias

24.10.2011

O Governo aprovou hoje o plano de reestruturação financeira da RTP, que inclui a venda de um dos canais generalistas em 2012 e prevê receitas publicitárias no canal que ficar no grupo estatal, segundo fonte ligada ao processo.


Num comunicado distribuído à imprensa após uma reunião entre a administração da RTP e o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, sobre o plano de sustentabilidade económica e financeira do grupo para os próximos dois anos, o Governo reitera a intenção de vender uma das licenças de um dos canais generalistas - RTP1 ou RTP2 - até final do próximo ano.

“O canal subsistente da responsabilidade da empresa não será um canal meramente residual”, lê-se no comunicado assinado pelo ministro da tutela.

Ao que a Lusa apurou junto de fonte ligada ao processo, o canal que não for vendido será generalista e terá receitas publicitárias.

No final da reunião, o presidente da RTP, Guilherme Costa, escusou-se a avançar detalhes, remetendo para uma conferência de imprensa que irá realizar-se hoje em Lisboa e onde o conselho de administração da RTP fará a apresentação do plano de sustentabilidade económica e financeira da empresa.

“O plano hoje aprovado garante aos portugueses a salvaguarda da ‘marca’ RTP enquanto referencial histórico-cultural no mundo da radiotelevisão e radiodifusão nacionais e da lusofonia, sem prejuízo das adaptações indispensáveis exigidas pela sociedade e pelo mercado”, o que “implica que um novo conceito de serviço público de rádio e televisão - em nenhuma circunstância posto em causa no futuro próximo - deverá ser tido em consideração e desenvolvido”, refere o comunicado.

Este novo conceito será analisado após as conclusões do grupo de trabalho criado para o efeito e liderado pelo economista João Duque.

No documento, o Governo “sublinha o empenho da empresa em reduzir significativamente os seus custos até 2013 como um bom exemplo do que deve ser realizado relativamente a todo o sector empresarial do Estado”.

http://www.publico.pt/Economia/plano-preve-manutencao-de-canal-com-publicidade_1518005

Mesmo sendo a gozar, já deve haver alguns a pensar assim:

DECO recebe 50 mil cartas por dia com reclamações de eleitores do PSD que se queixam que compraram um Passos Coelho e receberam um Sócrates

Os eleitores portugueses que compraram Pedro Passos Coelho já acabaram de rebentar todas as bolhinhas de plástico que acondicionavam o candidato a primeiro-ministro dentro da embalagem e estão agora a prestar mais atenção ao desempenho do produto.

As queixas começaram a chegar à DECO em número avassalador esta semana, ultrapassando o número de queixas contra bancos, seguradoras, PT e ZON. “Eu comprei o Passos Coelho no dia 5 de Junho. Durante o Verão não o usei. Entretanto, o Passos Coelho teve uma avaria, chamada de Orçamento de 2012. Eu fui à loja onde comprei o Passos Coelho e disse aos senhores que comprei um primeiro-ministro que ia reduzir a despesa do Estado e afinal deram-me um primeiro-ministro que não funciona e que só aumenta impostos. Até levei a caixa e tudo. Disseram-me que não dava para arranjar e que aquilo é mesmo assim. Eu pedi para me desligarem a máquina para evitar mais complicações, mas eles disseram-me que só dá para desligar daqui a 4 anos. Nunca mais compro nesta loja. Filhos da puta, enganaram-me mesmo bem”, queixou-se uma cliente.

http://inimigo.publico.pt/Noticia/Detail/1517978
 
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