O Estado do País

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Flaviense,

Eu não estou muito consciente da realidade portuguesa, mas não existem ainda muitos apartamentos por vender e as propriedades ainda não são vendidas a preços bastante elevados (apesar de provavelmente a 50% do que eram há 3 anos)? Não me parece que tenhámos atingido o mínimo dos preços no mercado imobiliário, mas isso é o meu palpite. Acho que os preços ainda estão muito inflacionados. Quem detém esses apartamentos por vender? As imobiliárias ou os bancos? Obrigado pelo teu input.

Tenho pessoas na família que investem na construção. O que sei é isto:

- Os preços dos terrenos ainda não baixaram e estão super inflacionados. Um terrenos agrícola ou um terreno dentro da REN em muitas regiões do país tem o preço de um terreno urbano, por isso a compra de terrenos para agricultura está fora de questão. Quem compra só poderá reaver o dinheiro com imobiliário. E com imobiliário, terá de apostar ou nas moradias para classe alta, e aí poderá haver espaços verdes, ou então no mamarracho e na moradia em banda, pois de outra forma será difícil ter uma margem de lucro atractiva.

- Os preços do que já está construído não podem baixar muito mais porque os terrenos foram muito caros. Há já apartamentos e moradias que são vendidos com margem de lucro quase nula! Mas o que impede a redução dos preços é mesmo o custo do espaço.

- A procura de casa própria, de casa para segunda habitação ou de lojas para restauração, pastelaria ou comércio continua elevada, mas os bancos já não emprestam dinheiro...


O grande problema está no custo do espaço, que ficou exorbitante nos anos 90. Nos anos 80 ainda era possível comprar terrenos e pagá-los com os lucros da agricultura.

Resolver o problema do mercado fundiário é essencial para o relançamento da economia. Há proprietários com terras abandonadas que estão há 10, 15 ou 20 anos à espera de um comprador milionário. Pedem 3, 4 ou 5 vezes mais que o verdadeiro valor comercial da propriedade. Quem quer comprar terra para investir na agricultura ou na indústria não pode devido aos preços dos solos e à falta de terra para arrendar.
 
O secretário de Estado da Energia é a primeira baixa no Governo de Pedro Passos Coelho. Henrique Gomes - que deverá ser substituído no cargo por Artur Trindade, director da entidade reguladora do sector energético (ERSE) - apostou na reestruturação do sector e no corte de custos que têm um impacto na tarifa energética, mas fê-lo contra os operadores do sector e acabou numa guerra que resultou na sua demissão.

Já se percebeu bem quem manda no País, não são os governos mas sim os "lobbies"...

A privatização da EDP levada por este governo foi um disparate. A EDP deu de lucro em 2010 1079 milhões, foram alienados ao grupo Chinês 21,35 % por cerca de 2693 milhões de Euros e mais umas contrapartidas.

Não esquecer nos dividendos que o estado passa a perder e na provavel perda de impostos aliados a algum off-shore que o grupo Chinês não vai pagar.

Um negócio à PSD....
 
Já se percebeu bem quem manda no País, não são os governos mas sim os "lobbies"...

A privatização da EDP levada por este governo foi um disparate. A EDP deu de lucro em 2010 1079 milhões, foram alienados ao grupo Chinês 21,35 % por cerca de 2693 mil milhões de Euros e mais umas contrapartidas.

Não esquecer nos dividendos que o estado passa a perder e na provavel perda de impostos aliados a algum off-shore que o grupo Chinês não vai pagar.

Um negócio à PSD....

Contudo não gostei da conversa do governo os dividendos são para distribuir aos dia de 31 de Dezembro de 2011, visto os lucros serem do investimento até fim 2011.
 
Quando tempo falta para se levar a tribunal quem assinou estes contratos ? Um deles está de férias fugido de Portugal, devia estar numa cadeia. Outros estão no Parlamento a mandar bocas por causa da austeridade.

O principio nas Scuts não é mau, as negociatas das parcerias públicas ou privadas é que nem por isso, foi mais uns a meter uns trocos e a capitalizar as suas empresas.

Começa-se a ouvir ao fundo o "ruído" Sócrates ao fundo, tanto por algumas figuras como do próprio Presidente da Républica, talvez criando um desvio de atenções ou uma desculpabilização da ineficácia presente em conseguir levar isto a bom porto. Independentemente que tenham ou não razão em alguns pontos apontados dão uma imagem de fraqueza e de desnorte, tal como ajudam a criar algumas divisões entre Portugueses e mais importânte acabam por criar algumas divisões politicas dispensáveis nesta altura onde se precisa de alguma unânimidade por parte dos dois maores partidos.
 
Olhão põe a concurso 1170 camas turísticas


O Plano de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL) obriga a concurso público a criação do Núcleo de Desenvolvimento Turístico, a ser desenvolvido por privados. Localização do empreendimento não está definida.

O concurso a que obriga o PROT ALGARVE para a criação do Núcleo de Desenvolvimento Turístico (NDT), fora dos perímetros urbanos em qualquer Unidade Territorial, “não apresenta localização previamente definida e inicia-se o processo, com uma proposta de Termos de Referência, a submeter a parecer do Observatório do PROTAL, para verificar da conformidade com as orientações gerais”, especificam os termos de referência do concurso lançado.

Assim, certo é que ao Município de Olhão corresponde a Unidade Territorial Sul e Barrocal, que por sua vez integra a Sub-Unidade Territorial de Olhão/ Fuzeta/Moncarapacho.

Além do PROT, será necessário também cumprir o PDM e o Plano de Urbanização do Parque Natural da Ria Formosa e ainda respeitar a faixa de retaguarda de 2.500 metros delimitada pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Vilamoura/Vila Real de Santo António.

Acresce a perequação, ou seja a quantidade de terreno necessário para “alojar”o número de habitantes (utilizadores) na área a utilizar pelas 1170 camas, que varia de acordo com as regras das reservas agrícolas, ambientais e ainda da orla costeira.

Trata-se de um processo complexo do qual a abertura do concurso é o primeiro passo, dado a 7 de fevereiro quando foi aprovado pela Assembleia Municipal do Olhão, da câmara liderada pelo socialista Francisco Leal e já publicado em Diário da República.

Seguir-se-á o desenvolvimento do concurso público, caso surjam promotores imobiliários interessados no desenvolvimento do NDT que terão de apresentar em 90 dias a sua intenção e que será previamente objeto de celebração de um contrato de urbanização entre o Município de Olhão.

A concretização do Núcleo de Desenvolvimento Turístico fora das áreas urbanas passa pela elaboração de um Programa de Ação Territorial (PAT), que engloba o Plano de Urbanização ou de Plano de Pormenor da área de interesse dos particulares e está sujeito a Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) e eventual Estudo de Impacto Ambiental para minimizar impactos negativos.

Antes porém, a proposta para este Programa de Ação Territorial será apreciada por um júri formado por três representantes da Câmara Municipal de Olhão, um representante da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento do Algarve (CCDR – Algarve) e um representante do Turismo de Portugal.

Embora não esteja ainda referenciado o local do Núcleo de Desenvolvimento Turístico de Olhão nem a sua extensão, o que irá influir diretamente no preço do terreno do novo empreendimento, o autarca Francisco Leal avança desde já que o investimento será de cerca de 200 milhões.

Para o autarca, “a criação destas 1170 camas no concelho, que ainda tem muito para crescer em turismo de qualidade, é uma mais-valia importante. Acreditamos que surgirão vários interessados em investir no nosso concelho, agora que o concurso para o NDT de Olhão está em marcha”.

Embora se ignore igualmente a tipologia do empreendimento e se este vai ocupar o número máximo de camas permitido, o autarca afirma também que serão criados 500 postos de trabalho.

Os Termos de Referência, o Programa de Procedimento e o Caderno de Encargos do procedimento concursal para a implementação do Núcleo de Desenvolvimento Turístico (NDT), na Unidade Territorial Litoral Sul e Barrocal de Olhão estão disponíveis aqui

Fonte: Observatório do Algarve

Crise no Imobiliário onde? Tá a cama em monte moss. :lmao::lmao: O dia que sair o PS da CMO eu faço uma verdadeira festa.
 
Mais camas no Algarve? Estão doidos? Construir mais para quê? E renovar o que já está feito, não? Estamos loucos, construir mais e mais para depois abandonar, uma febre de apresentar betão fresco, mas de recuperação ninguém fala.

Há mega empreendimentos às moscas, onde quase nenhuma moradia foi vendida, aí no Sotavento. Muitos nem vão avançar, pelo menos para já, e acrescento, ainda bem! Há hotéis, pensões e residenciais que já nem abrem no Inverno, e antes esta estação era uma pequena época alta, graças aos estrangeiros que fugiam do rigor invernal do Norte.

E mesmo assim querem mais camas?

A verdade sobre o dinheiro que a Banca portuguesa meteu aí no Algarve no imobiliário ainda está por contar. No Algarve e em Tróia. São muitos, muitos milhões que a banca corre o risco de não reaver devido às loucuras cometidas nos últimos anos!

Sobre o imobiliário, deixo alguns números.


Inicialmente, nos anos 90, o lote ficava por cerca de 25 000 euros. E eram espaçosos. Depois, no final dos anos 90, subiu para o dobro. Antes da crise, o lote para moradia familiar já rondava os 100 000 euros. A construção, para T3, sem ser em banda, com material de média qualidade, e isolamento térmico, fica por cerca de 80 000 euros. Nesta situação, antes da crise, o construtor vendia a 250 000 euros, e tinha margem de lucro de cerca de 50 000 euros.

Portanto, o que encarecia as habitações era o preço do lote e a margem de lucro do construtor.

Agora, com os impostos que se pagam, mesmo abdicando totalmente da margem de lucro, o construtor não pode descer muito abaixo dos 200 000 euros, por moradia.

Falei em 80 000 euros para o custo da construção. Mas, a maioria dos construtores não opta pela qualidade. Nestes casos, as margens de lucro ainda são maiores. E nas moradias em banda as margens de lucro podiam ser muito boas! Na Praia Verde eram vendidas a 250 000 euros há 12 anos! Em banda, com cerca de 110 m2!
 
Barómetro: Cavaco obtém pior avaliação de sempre para um PR

Os portugueses mostraram-se mais críticos, em Fevereiro, face à actuação dos políticos (líderes partidários e Presidente da República), com Cavaco Silva a apresentar o saldo de imagem mais baixo de sempre para um Presidente da República Portuguesa (PR). (...)

Link da Noticia Completa (Diário Digital)
 
Santos Pereira quer fundos comunitários para combater desemprego e não “para construir rotundas”
15.03.2012 - 18:51 Por Lusa, PÚBLICO

29 de 32 notícias em Economia« anteriorseguinte »

(Foto: Rui Gaudêncio)
O Governo vai reorientar os fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) para o combate ao desemprego “em vez de usar o QREN para construir rotundas”, insistiu hoje o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira.

“A maior parte dos fundos comunitários foi usada para um modelo de crescimento económico errado, baseado na ilusão de que o investimento público gera crescimento. O resultado foi o maior endividamento nacional dos últimos 160 anos”, argumentou Santos Pereira no Parlamento, que debate esta tarde a execução do QREN, a pedido do PS.

No quadro da reprogramação do QREN está já em curso a reavaliação dos financiamentos para os programas operacionais sem execução há mais de seis meses, e que deverá estar concluída dentro de um mês.

Em causa estão projectos parados há mais de meio ano ou que foram aprovados mas estão sem contrato celebrado ou com um baixo nível de realização. Na prática, os que estiverem sem execução física e financeira perdem as verbas atribuídas. Os fundos são orientados para investimentos nas áreas da competitividade e do emprego.

“Em vez de utilizar os fundos do QREN para obras públicas de utilidade duvidosa, [eles serão reorientados] para os portugueses, para o combate ao desemprego”, acrescentou o ministro.

Deputados da oposição acusaram o Governo de querer usar os fundos comunitários para reduzir o défice, ignorando a economia: “Temos provas da prevalência de preocupações financeiras na execução dos fundos comunitários”, disse o socialista Fernando Medina.

“As consequências dramáticas do condicionamento da gestão do QREN à consolidação orçamental, aos planos da troika, têm consequências dramáticas, a perda de muitas centenas de milhões de euros”, disse o comunista Agostinho Lopes.

Pelo Bloco de Esquerda, Catarina Martins considerou que “o QREN continua tão opaco, tão incompreensível como era”. “Não é possível a ninguém neste país fazer planos de investimento contando com o QREN, porque nem se percebe como funciona. Continua completamente opaco”.

Santos Pereira concordou: “O QREN, como está constituído actualmente, é um instrumento altamente burocrático. Por isso é que para lá da reprogramação estratégica estamos a trabalhar numa reprogramação técnica”.



http://economia.publico.pt/Noticia/...emprego-e-nao-para-construir-rotundas-1538057
 
Governo não se opõe ao regresso de António Borges à Jerónimo Martins. :lol:

http://economia.publico.pt/Noticia/...-de-antonio-borges-a-jeronimo-martins-1538212

António Borges – ministro-sombra das privatizações, parcerias, recapitalizações da banca e outras idas ao pote – auferirá um rendimento mensal de 25 mil euros que terá de dividir com os outros cinco economistas que coordena, tudo gente polivalente.

(não gosto de citar este jornal mas...) Fará a sua consultoria, diz-nos o Expresso, a partir do seu gabinete de administrador, reparem no detalhe, da fundação Champalimaud.

Pobre do descartável Álvaro. Enfim, esta flexibilidade laboral de Borges deve ser o preço a pagar para atrairmos o “talento” de topo da Goldman Sachs –“gigantesca lula-vampiro enrolada na cara da humanidade, com o seu tubo de sucção alimentar incansavelmente fossando em busca de tudo o que lhe cheire a dinheiro”


E um interessante dossier sobre 2 personagens do jornalismo português...

Balsemão e Crespo: Muito mais forte é o que os une… a Kaúlza de Arriaga

Quando a polémica estalou perguntei aqui no MÉRDiA: Será que desta vez o Crespo, ao invés do alarido que fez quando foi censurado no Jornal de Notícias, se vai calar?

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Mário Crespo, em Moçambique, ao lado do general Kaúlza de Arriaga, de quem era adjunto

A resposta tem sido evidente. Não mostra t-shirts na Assembleia de República, não pede comissões de inquérito e nem sequer reage quando vê Balsemão tirar-lhe o tapete e repetir, qual papagaio, que “O ‘Expresso’ já tomou a decisão que tinha a tomar”, ao mesmo tempo que lhe continua a dar asilo na SIC.

Estranho? Nem por isso, se tivermos em conta que estas duas personagens merdiáticas partilham uma experiência de vida que terá sido seguramente marcante, a convivência e conivência, no caso de Balsemão mais do que elogiada, com Kaúlza de Arriaga, esse grande general sem vitórias, responsável pelo massacre de Wiriamu (o maior crime de guerra cometido nas antigas colónias), fundador do partido de extrema-direita “Movimento para a Independência e Reconstrução Nacional” (MIRN), figura do mais reacionário que havia no Estado Novo e que foi ainda responsável pela operação Nó Górdio, para ele “um sucesso” que o tornava o “segundo melhor perito do mundo em guerra subversiva, logo a seguir a Giap- célebre chefe militar nas guerras da Indochina e do Vietnam” , para a História um falhanço…

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O sorriso de Balsas diz tudo sobre o prazer que tinha em servir Kaúlza

O general que pode ser retratado, como o fez, em 2004, José Pedro Castanheira, curiosamente no Expresso (estaria Balsemão a tentar lavar-se dos pecados ou deixou escapar esta na censura?), com uma simples frase: “Kaúlza de Arriaga foi comandante militar em Moçambique, defendeu teses racistas e quis derrubar Marcelo Caetano, que via como “traidor”.

Kaúlza, para que se fique com uma ideia da personagem, é autor de prosas como esta: “Nós não seremos capazes de manter a dominação branca, que constitui um objectivo nacional, a não ser que o povoamento branco se efectue a um ritmo que acompanhe e ultrapasse, mesmo que ligeiramente, a produção de negros evoluídos“.

Crespo foi, em 1972, colocado no Gabinete de Imprensa Militar de Kaúlza, enquanto, onze anos antes, Balsemão foi ajudante de campo do então Coronel e Sub-Secretário de Estado da Aeronáutica e de tal forma se empenhou em agradar a Kaúlza que chegou mesmo a ver o seu empenho distinguido com um louvor por ter tido “uma colaboração para além da que seria devida às suas funções de ajudante de campo“, em particular na redacção da revista Mais Alto:

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O que quereria Kaúlza de Arriaga dizer de Balsemão quando escreve ” para além da que seria devida às suas funções de ajudante de campo”?

http://merdiadevida.wordpress.com/2...uito-mais-e-o-que-os-une-a-kaulza-de-arriaga/
 
Défice do Estado dispara: é quase o triplo de 2011

O défice do Estado ascendeu, em Fevereiro de 2012, a 799 milhões de euros, quase o triplo do verificado no mesmo período do ano anterior, revela a Direção Geral de Orçamento.

Nos primeiros dois meses de 2011, o défice provisório do Estado foi de 274 milhões de euros, de acordo com a síntese de execução orçamental, divulgada esta terça-feira.

Um salto justificado pelo aumento da despesa em 241 milhões de euros, e uma receita efetiva perdida de 312 milhões.

Receitas fiscais caem mais de 5%

Só em temos de impostos, a receita desceu 5,3%, para 5,63 mil milhões de euros, ou seja, o Estado deixou de arrecadar 315,3 milhões.

A receita com IRC sofreu uma quebra de 46%, menos 136 milhões de euros, seguida pela quebra no ISV (Impostos Sobre Veículos) de 61 milhões (menos 44,6%).

Também a receita com o ISP (impostos sobre produtos petrolíferos) caiu: menos 26 milhões, ou seja um corte de 6,7%, para um total de 363 milhões de euros.

Por outro lado, a receita com o IRS (Impostos Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares) aumentou 0,3% face a 2011.

«De notar que, no período em análise, a receita de IVA não reflete ainda os efeitos resultantes da reestruturação das taxas introduzida no Orçamento de Estado de 2012. Estes efeitos só serão integralmente registados na receita de IVA do segundo trimestre», lê-se no documento.

Crise aperta, despesa com subsídio de desemprego aumenta

A despesa com subsídio de desemprego cresceu 18%, o que demonstra um aumento de 62,5 milhões de euros do que em igual período de 2011. O aumento da despesa com ações de formação profissional também cresceu cerca de 59 milhões de euros.

RTP faz aumentar a despesa do Estado

Já do lado da despesa verifica-se um aumento de 241 milhões de euros.

A contribuir para este aumento está a transferência de 348 milhões de euros para a RTP, para a amortização de passivos financeiros, assim como a regularização de responsabilidades financeiras relativas a concessões rodoviárias, de 21 milhões de euros.

Também o aumento da despesa com juros e outros encargos (+ 175,3%), que se deveu à emissão, em 2011, de uma nova linha de obrigações de Tesouro, com pagamento de cupão anual em Fevereiro e cujo encargo este ano ascendeu a 225 milhões de euros. Não fosse este efeito, a taxa de variação homóloga da despesa estaria em linha com o previsto para 2012.

«De referir que, em anos precedentes, não existia nenhuma série de Obrigações do Tesouro com pagamento de juros em fevereiro», acrescenta o documento da DGO.

Há ainda um acréscimo de 13,2% da transferência visando o equilíbrio financeiro do sistema de pensões e um incremento das transferências para a Segurança Social em 4,5%, no âmbito da transmissão do fundo de pensões dos bancos.

Redução da despesa com pessoal e saúde

A redução com pessoal caiu 8,8%, com remunerações certas e permanentes; o decréscimo da despesa é mais notório no Ministério da Educação e Ciência, o que reflete a redução de efetivos nas escolas.

Há ainda a diminuição das transferências correntes destinadas ao financiamento do Serviço Nacional de Saúde (-8,7%); à contribuição financeira para o orçamento da União Europeia (-10,2%) e à administração local (-5,6%).

Fonte: Agência Financeira


E ainda não chegámos ao momento crítico, julho/agosto.
 
O que significa défice provisório do estado em fevereiro 2011?? Provisório significa real ou estimado?! Será que esse défice provisório incluiu os buracos que entretanto foram sendo descobertos?
 
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