O Estado do País

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Vamos lá ver se uma pessoa se entende? Alguém sabe o que é RSI?

Ou melhor alguém tem aqui na família algum desempregado? Se não tem já era altura de ter para começar a piar diferente.

Alguém sabe que as empresas públicas são todas segurança social? Sabem que a esmagadora prestação de serviços de saúde são empresas publicas.

http://dre.pt/pdf1sdip/2012/04/06901/0000200002.pdf

Queres ler eu já li este...

Sabes como é feito o calculo para a reforma antecipada se não tiveres a receber no ultimo ano?

Acho que aqui há pessoas que ainda não viram o que é ter os pais desempregados... Deviam ter no meu ponto de vista.

A reforma antecipada pode ser requerida desde que o beneficiário tenha pelo menos 55 anos de idade e que, na data em que os completou, tenha 30 anos de contribuições ou mais
» O cálculo da pensão é feito com base na fórmula aplicável atrás descrita. Ao montante apurado é aplicado um factor de redução de 0,5% por cada mês que faltar entre a data da reforma antecipada e os 65 anos. Exemplo: se faltarem 12 meses (1 ano), o montante apurado é reduzido em 6%; mas se faltarem 8 meses são retirados 4%
» Esta "penalização" pode, porém, ser reduzida ou anulada, se o beneficiário tiver mais de 30 anos de contribuições na data em que tiver completado os 55 anos de idade. Por cada grupo de 3 anos para além dos 30 são deduzidos 12 meses à idade que faltar
 
Agora como vês que as coisas são efectivamente diferentes, dizes que é encher chouriços.

Queres ver que não vai ser nas empresas publicas com segurança social que irá dar-se a redução dos funcionários públicos exigidos...

É esta a verdade e o Vince, diz que é para encher chouriços e daqui a pouco ainda ameaça censurar-me.

O problema não há simples reformas antecipadas no privado, essas tem ocorrido quando as empresas atravês de compensações promovem essa redução, e será o mecanismo que os Conselhos de Administração nas Empresas Publicas apostavam em fazer a redução.

Mas se quiseres censurar Vince, estás a vontade :thumbsup:
 
Ohhhh Vince não perco muito mais tempo contigo porque, vou colocar-te as coisas simples sobre a mesa.

Esse processo é a longos anos comum em todas as empresas publicas.

E é tudo igual!
 
Ohhhh Vince não perco muito mais tempo contigo porque, vou colocar-te as coisas simples sobre a mesa.

Esse processo é a longos anos comum em todas as empresas publicas.

E é tudo igual!

Até que a lei não saia no diário da república, e pelos vistos será para muito breve (já foi aprovada pelo cavaco silva), as alterações aos pedidos de pensão de velhice, por reforma antecipada, não serão efectuadas! Por enquanto mantém-se a mesma informação que está disponível em www.seg-social-pt em guias práticos, pesquisar "pensão de velhice", localizar no documento pdf a palavra "antecipada". Todos os pedidos que sejam efectuados antes da lei sair em diário da república são válidos, o que se diz na comunicação social não conta como data!

Ainda não sabemos NADA, acerca da nova lei! Quando for publicada, então saberemos! Enquanto não for aplicada, mantém-se o que está actual! A lei pelos vistos irá aplicar-se ao privado e ao público, ou seja, a quem desconte para a segurança social. De acordo com as condições actuais, só pode pedir reforma antecipada (salvo algumas excepções resultantes de leis anteriores, ou de actividade específica) quem tenha 55 anos com 30 anos de descontos que esteja numa situação de desemprego de longa duração (>1ano), ou que não tenha sido desempregado por vontade própria (e/ou por justa causa). Isto é a lei que ainda está em vigor, até que seja publicada outra em diário da república.

Se as empresas do estado são da segurança social!? O que posso dizer é que os contratos de admissão anteriores de 2008 todos são da CGD, após descontam para a segurança social, sendo que quem desconte para a CGA (Caixa Geral de Aposentações) pode optar por passar a descontar para o regime geral da Segurança Social. Não tem nada a ver com ADSE nem nada do género, eu desconto para a SS e não quis descontar mais 1.5% (penso que seja esta %) para a ADSE, são coisas diferentes (tem a ver com a saúde).

Como vão reagir as entidades públicas (administração central, local, regional e restanter institutos) perante esta lei?! Irá recusar pois o despedimento não dará direito a reforma antecipada (quando esteja em vigor, e tendo em conta as devidas condições).

Quanto ao privado, é como até aqui.. Se despede o trabalhador, a entidade empregadora paga a respectiva indemnização ao trabalhador! Não é por não se ter direito à reforma antecipada (quando entrar em vigor, e tendo em conta as condições), que as empresas vão decidir despedir mais ou menos.. As empresas privadas são diferentes do sector público, despedem em geral quando não precisam de tantos trabalhadores para as suas encomendas (normalmente têm uma "bolsa" de trabalho temporário), e em geral são os mais jovens que sofrem (menor indemnização), isto genericamente falando..
 
Até que a lei não saia no diário da república, e pelos vistos será para muito breve (já foi aprovada pelo cavaco silva), as alterações aos pedidos de pensão de velhice, por reforma antecipada, não serão efectuadas!

Paulo aqui o cego é quem não quer ver.

No Inicio desta Página disse:
http://dre.pt/pdf1sdip/2012/04/06901/0000200002.pdf

Queres ler eu já li este...

E Paulo, eu sou vou dizer isto mais uma vez a maioria das Empresas Publicas tem objectos de contratação colectiva AE, ACT's em que o processo de pré-reforma esta muito bem delimitado e o sistema é o da segurança social!

Porque isto foi aprovado no segredos dos Deuses? Porque haveria administrações a discordar, mais do que qualquer Sindicato ou Entidade Patronal Privada que em alguns casos tem figuras iguais. Porque o Álvaro Santos Pereira que tem a reestruturação dos Transportes na manga não ia gostar...

Não sabes do que falas, vocês vivem num país que não é o meu, não percebo!

Está feito, promulgado e publicado. É lei, seca e simples acaba qualquer Pré-Reforma dentro da Segurança Social, PONTO.
 
Se determinado caminho, hoje com os dados que hoje disponho não concorde mas esse caminho não foi só aqui, e que fique claro.

Não quero com isto dizer que aceite o precisamente contrário.

Até que eu fazer qualquer sacrifício para meu estado, descurando de também cumprir as minhas obrigações. Sendo até hoje uma pessoa de mais bem que o próprio Estado. Não é rumo de um país, para mim não o é!
 
Gosto dos zunzuns que andam no ar... diz-se que o FMI se aproxima da Espanha.

Não deve ser nada normal o Sarkozy passar a campanha eleitoral a falar da Espanha.
 
A actual dirigente do FMI foi lá posta pelos EUA e pelos j. que dominam sector financeiro. Não esperem boa coisa. A Grécia ainda não foi corrida do euro porque está tudo a ser preparado, a Alemanha, o RU e os EUA precisam de tempo...
 
A actual dirigente do FMI foi lá posta pelos EUA e pelos j. que dominam sector financeiro. Não esperem boa coisa. A Grécia ainda não foi corrida do euro porque está tudo a ser preparado, a Alemanha, o RU e os EUA precisam de tempo...

Na miséria já parece que está, faltamos nós...

Ai Islândia, Islândia... Foste a única com Juízo.
 
O pior é que a Grécia anda a passar por tudo e vai acabar por sair do Euro.
Dá-me uma dor de alma, não me parece que estejam a chorar só para as câmaras aquilo esta a doer e a sério!

E vão acabar como tu dizes-te:
Eu sinceramente começo a achar que o ideal é mesmo darmos o calote, para o país ver o que é ter que viver sem crédito e défices durante imensos anos e fora do Euro, a austeridade actual será uma brincadeira de criança comparado a isso.

Nós também...
 
Gosto dos zunzuns que andam no ar... diz-se que o FMI se aproxima da Espanha.

Não deve ser nada normal o Sarkozy passar a campanha eleitoral a falar da Espanha.

Não poderá ser o "zunzun" que mais se goste de ouvir em que a troika intervirá na nossa vizinha Espanha. Mais um país na mira da miséria que varre a Europa, no entanto quiçá possa ter ecos positivos, não seja um despertar para as consequências das políticas desastrosas impostas a estes países em dificuldade.

Pobre Europa, tanto prometia e acabou transformada num painel de pobreza...
 
Automobilistas estrangeiros desesperam na Via do Infante

Os espanhóis esperaram, e desesperaram, para entrar em Portugal, pela fronteira do Guadiana, neste período da Páscoa. O sistema de portagens, instalado na Via do Infante (A22), à saída da ponte, é "confuso, ineficaz". Muitos, mesmo sem querer, acabam na EN125, contribuindo para congestionar ainda mais esta via de elevada sinistralidade.

A Estradas de Portugal (EP) procurou, nos últimos três dias, "humanizar" o serviço de cobrança de portagens na A22, colocando na fronteira de Castro Marim/Vila Real de Santo António uma funcionária para ajudar os automobilistas a operarem a máquina de pagamento. O movimento das mini-férias da Páscoa serviu para testar o que já se sabia: até para pagar se criaram dificuldades aos turistas.

O casal João e Lola, na casa dos 30 anos, está entre os muitos espanhóis que apreciam a gastronomia portuguesa. Neste sábado, quando viram o sol a brilhar, decidiram partir de Huelva. "Como funciona?", pergunta Lola, bem disposta, ao aproximar-se da máquina de pagamento de portagens. A funcionária da EP pergunta-lhe para onde vai, mas Lola ainda não sabe, a ideia é mesmo "andar por aí". Quando o destino é incerto, aconselha a funcionária, é melhor comprar um bilhete de 20 euros, válido por três dias - pode entrar e sair da A22 as vezes que quiser. "Mas nós só vimos comer, vamos a Tavira, voltamos para casa". Para fazer o trajecto, ida e volta - diz a tabela - a portagem a pagar é de 4,60 euros. Mas a mesma tabela adverte que "o mínimo que o dispositivo cobra são dez euros".

"E se não pagarmos, o que acontece?", questiona João. A pergunta fica sem resposta e a funcionária da EP sugere que, nesse caso, para não se sujeitarem a coimas, o melhor é meterem-se na EN125. Lola não sabe se percebeu bem a resposta, uma vez que nem ela fala português nem a funcionária castelhano.

"Serviço personalizado"

Outro condutor de Madrid dirige-se com a família a Vilamoura. "Conheço bem Lisboa e Porto, venho pela primeira vez ao Algarve", diz. Mostra o dispositivo electrónico de identificação do veículo que usa nas auto-estradas espanholas e pergunta se é válido em Portugal. Após um telefonema, a funcionária da EP esclarece que não serve.

Ontem, ao contrário do que sucedeu nos dois dias anteriores, não houve filas para pagamento, mas os automobilistas continuavam a protestar, por acharem as portagens "caras e, ainda por cima, difíceis de pagar". Manuel Horta, emigrante em França, andava de um lado para o outro sem saber o que fazer: "Já fui à policia e nem eles sabem dizer-me como posso pagar as portagens". Andou pela Via do Infante, com a viatura de matrícula estrangeira, sem pagar. Nos Correios disseram-lhe "que o sistema não lia matrículas estrangeiras". A representante da EP encolhia os ombros.

A meio da manhã, chega ao local o director regional da EP. Sobre a confusão do sistema de cobranças, Luis Pinelo, disse ao PÚBLICO que o apoio de informação no local só decorreu no período da Páscoa. Para os restantes dias, existe um número de apoio, que remete para o call center da empresa, em Almada. E acrescentou que na estação de serviço de Olhão existe um "serviço personalizado, a funcionar 24 horas".

O serviço personalizado é o funcionário da bomba que, quando não está a receber os pagamentos do combustível ou a vender chocolates e bolachas, também presta informação sobre o pagamento das portagens. Anton Bergario, de mapa na mão, aproxima-se dele, adiantando que pretende ir a Faro e "talvez um pouco mais adiante". O empregado da gasolineira avisa: "Se não me disser para onde quer ir, não o posso ajudar". O espanhol pretendia, como turista, descobrir a região, sem rumo certo. "Já passou dois pórticos sem pagar", disse o empregado, passando ao lado, para atender novo cliente. Por fim, o visitante admite querer conhecer também Albufeira. "Isto é confuso, muito confuso - o normal seria passar, e no fim pagar", protesta. O empregado, sorrindo, observa: "Isto é todo o dia assim ..."

Fonte: Publico

Que grande trapalhada, palhaçada e exige medidas para que esta situação não volte a repetir-se, é vergonhoso para o Algarve. A região vive do turismo não pode ter esta recepção aos turistas. Espero que o governo tome medidas para que isto não volte a acontecer no futuro.:angry::mad:
 
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