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Graves situações sociais entre os funcionários da empresa. Os funcionários confirmam aquilo que a empresa sempre desmentiu. Não há maior humilhação do que chegar à conclusão que uma jornada de trabalho não chega para viver.

Já aqui o disse uma vez mas volto a dizer...

Conheço minimamente o Pingo Doce e inúmeros colaboradores do mesmo. Uma das causas do sucesso desta cadeia alimentar está muito longe da guerra de preços. Existe uma filosofia inerente que se calhar foi inovadora em Portugal. Vejo muitos funcionários de hipermercados insatisfeitos... curiosamente nao vejo isso no PD. Vejo equipas motivadas, remuneradas satisfatoriamente em comparação com outros sectores e um apoio social que se reflecte muito para além do apoio económico.

Eu ás vezes penso que uma das raivas inerentes a esta cadeia tem mesmo a ver com isso... Ver pessoas satisfeitas num local de trabalho que certas forças políticas consideram de "exploratória" irrita... Quebra argumentação...

O que é certo é que a realidade no terreno mostra algo muito diferente, inovador... daí parte muito substancial do sucesso que a marca tem tido nos últimos anos.
 
Graves situações sociais entre os funcionários da empresa. Os funcionários confirmam aquilo que a empresa sempre desmentiu. Não há maior humilhação do que chegar à conclusão que uma jornada de trabalho não chega para viver.

Se há situações complicadas entre os funcionários são alheios à empresa que os ajuda, muitos deles afogados em dividas patrocinadas pela esquerda keynesiana. Tudo o que seja ajudar os mais desfavorecidos é considerado caridade fascista por toda a esquerda, portanto devo deduzir que é melhor deixar morrer as pessoas por moralismo parolo do que as ajudar. Ninguém vi, ninguém de esquerda fazer voluntariado ou ajudar os mais fracos, mas falar... falam de boca cheia e são os primeiros a ser contra a caridade fascista. As pessoas podem ter fome, mas não necessitam de ajuda, necessitam de subsidios do estado, isso sim, faz falta.
 
Não sei, nem me diz respeito. Quem trabalhou foi porque assim quis. Que me apresentem um relato de um funcionário do Pingo Doce que tenha sido obrigado a trabalhar, e depois falamos.

Mesmo que fosse obrigado a trabalhar achas que ia publicamente assumir que o foi? não me parece, a questáo do patronado trabalhar ou não tambem nao me diz respeito, mas há alguns que são contra, mas na prática usufruem dos direitos na mesma é só ai que queria chegar, nada mais...
 
Encher a casa de bujigangas ...


Ai Agreste, sempre tão extremista. Bujigangas? Paletes de leite, latas de peixes, etc, etc.
Ok, as pessoas que acorreram ao Pingo Doce não são, certamente as mais carenciadas - tinham cem ou mais euros para abastecer a despensa. Ok, foi um consumo desenfreado - esvaziaram prateleiras em ganancia desmedida e desarrumaram as lojas. Mas, que diabo, são consumidores e era 50% de desconto - não negligênciavel!
Agora, se eu também fui para lá? Não, não fui. Mais depressa esperava as tais 3 horas para ouvir Coldplay - e também não o fiz.

Que a atitude da Jerónimo Martins foi provocadora isso foi mas que o Código do Trabalho português está ultrapassado e urge revê-lo... É verdade!
 
Se há situações complicadas entre os funcionários são alheios à empresa que os ajuda, muitos deles afogados em dividas patrocinadas pela esquerda keynesiana. Tudo o que seja ajudar os mais desfavorecidos é considerado caridade fascista por toda a esquerda, portanto devo deduzir que é melhor deixar morrer as pessoas por moralismo parolo do que as ajudar. Ninguém vi, ninguém de esquerda fazer voluntariado ou ajudar os mais fracos, mas falar... falam de boca cheia e são os primeiros a ser contra a caridade fascista. As pessoas podem ter fome, mas não necessitam de ajuda, necessitam de subsidios do estado, isso sim, faz falta.

Um pouco de rigor por favor, quando falas em "esquerda keynesiana" estás enganado, caso não saibas Hitler apoiou-se nas ideias keysianas para vencer a grande depressão da década de 30, Os economistas de Hitler rejeitavam o laissez-faire e admiravam Keynes, chegando até mesmo a se antecipar a ele de muitas formas. Similarmente, os keynesianos admiravam Hitler, como podes ver quando falas em "esquerda keysiana" podes estar a cometer um erro. Hitler para combater o desemprego criou uma enormidade de obras publicas aliás Hitler adoptou uma série de medidas quase antes de keynes acabar de explicá-las. Não estou com isto a fazer uma comentário critico à direita ou esquerda.

Sem as medidas poderia ser o colapso do capitalismo, nenhum sistema fica eternamente em equilibrio, obviamente o eterno investimento publica cria desiquilibrios na economia.

Podes ler mais em http://www.jstor.org/discover/10.2307/1830929?uid=3738880&uid=2&uid=4&sid=56131482853
 
p.s. Quem é esta PIDE? É que se for a ASAE ainda bem que existe. Acredito que o número de gastroentrites nos restaurantes desceu na última década!

Cozinha limpa, talheres e chávenas lavadinhos na máquina e tabaco só na rua é bem! :thumbsup:
Eu acho que a ASAE é considerado por muitos um bicho de sete cabeças, o que não corresponde bem à verdade. E olham que eu sei que há imensos exageros, uma vez um familiar meu foi participar numa matança do porco, a ASAE foi fazer uma fiscalização, confiscou o porco, mandou algum avaliá-lo, mas mesmo depois de este dizer que o porco estava em perfeitas condições de higiene mandou o animal ser deitado para o lixo e ainda obrigou os organizadores da matança a irem a tribunal para pagarem uma multa enorme:confused:... É claro que eu não concordo com nada disto!
Mas também fiquei muito contente por a ASAE existir quando estes descobriram que um restaurante que eu frequentava "reutilizava" pedaços de marisco meio-comidos pelos clientes para fabricar o molho para o arroz de marisco que eu tanto gostava... E pelo país fora devem haver muitos mais exemplos, não vejo o que isto tem a ver com a PIDE.
 
Sinceramente por motivos práticos acabava com a ASAE.

Quando o desemprego oificial atinge quase 16%, é urgente reverter esta taxa, antes que o pais entre em caos.

Acaba-se com a ASAE, e os vulgares cidadãos ficam livres de montar as suas feiras e de fazerem disso o seu ganha-pão. De que me interessa a mim se o pão cumpre ou não certa medida x ou y. Há que confiar nas pessoas. Há que liberalizar ao máximo o mercado dos pequenos. Estas medidas da ASAE só ajudam os grandes negócios que tem dinheiro e mão de obra para cumprir as regras. Claro que num mundo ideal e sem crise, as medidas higiénicas da ASAE são desejáveis. Mas nesta fase estas medidas complicam a vida dos pequenos comerciantes.

Há que ser prático e estar determinado por tudo possível para acabar com o problema enorme do desemprego.
 
Pronto, lá vêm os xuxa do costume, esta Cristas está-se a revelar uma palhaçada, ainda por mais se diz de 'direita'.

Um embaraço para o Governo, uma vergonha para o CDS e um perigo para o país: Supermercados: Ministra tem planos para evitar promoções inesperadas

A ministra da Agricultura revela que tem planos para evitar promoções inesperadas, um dia depois da polémica com a promoção de 50 por cento de desconto nos supermercados.

Assunção Cristas considera que está à vista a capacidade dos distribuidores para suportarem a nova taxa de segurança alimentar e sanitária.

A ministra entende que a campanha de 50 por cento dos supermercados do grupo Jerónimo Martins é a prova.

http://oinsurgente.org/2012/05/02/grotesco/
 
Xuxas parte II

Pingo Doce arrisca coima de 15 mil € por supermercado​

A cadeia Pingo Doce arrisca o pagamento de uma coima de 15 mil euros pela campanha do feriado de 1 de Maio, que pode ser multiplicada por supermercado, explica o presidente da Autoridade da Concorrência. “São sanções que podem ir até cerca de 15 mil euros por infracção”, diz Manuel Sebastião à Renascença.

Questionado se a coima pode ser multiplicada por supermercado, o responsável deixa a hipótese em aberto: “Vamos ver como é que o assunto se pode configurar”.

Manuel Sebastião explica que Autoridade da Concorrência só actua depois de receber um auto de notícia da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), que deve concluir as investigações em menos de uma semana.

Em declarações à Renascença, o presidente da Autoridade da Concorrência diz que está em causa a violação da lei através de vendas abaixo de custo e esclarece que o regulador só entra em campo se a ASAE concluir que houve ilícitos.

“A Autoridade da Concorrência não está no terreno, não se desloca aos diversos locais onde essa possível infracção terá sido cometida”, refere Manuel Sebastião.

Em causa está a promoção dos supermercados Pingo Doce, que ofereceu descontos de 50% em compras acima de 100 euros, o que provocou uma corrida às compras.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=60704

A violenta resposta socialista por parte do 'Polvo' não se fez esperar, vergonhoso.

Autoridade da concorrência essa que diz que NÃO HÁ CARTELIZAÇÃO na Galp, quando todo o combustivel em Portugal é comprado à GALP ao preço que eles bem entendem. Triste País socialista.
 
Pronto, lá vêm os xuxa do costume, esta Cristas está-se a revelar uma palhaçada, ainda por mais se diz de 'direita'.

Como diz o título do post: GROTESCO.

E olham que eu sei que há imensos exageros, uma vez um familiar meu foi participar numa matança do porco, a ASAE foi fazer uma fiscalização, confiscou o porco, mandou algum avaliá-lo, mas mesmo depois de este dizer que o porco estava em perfeitas condições de higiene mandou o animal ser deitado para o lixo e ainda obrigou os organizadores da matança a irem a tribunal para pagarem uma multa enorme:confused:... É claro que eu não concordo com nada disto!

Um exemplo de actuações inúteis, pidescas e sem sentido. A culpa não é só da ASAE, é principalmente de sucessivos governos e parlamentos que têm aprovado legislação neste sentido, muitas vezes encorajadas ou mesmo impostas, pelas palermices que vêm de Bruxelas.

p.s. Quem é esta PIDE? É que se for a ASAE ainda bem que existe. Acredito que o número de gastroentrites nos restaurantes desceu na última década!

Cozinha limpa, talheres e chávenas lavadinhos na máquina e tabaco só na rua é bem! :thumbsup:

O problema da ASAE, para além do "overacting" que caracteriza todas as suas acções, é que actua com excesso de zelo tremendo. O caso exposto pelo N_Fig é apenas a ponta do iceberg.

Falemos da higiene nas cozinhas. Meter no mesmo saco a existência de baratas, ou a existência de colheres de pau não faz qualquer sentido. E nada justifica que se feche um estabelecimento. Nós, como seres racionais, possuidores de livre arbítrio, poderemos decidir o que queremos fazer.

A actuação correcta era, após a inspecção da autoridade, a publicação do relatório em local visível no estabelecimento. Quem não se importar de comer em estabelecimentos que usem colher de pau, come, quem se importa, sai. Eu não me importo.
 
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:D:lmao::lmao:
 

Acompanhei de longe esse acontecimento, num país onde o 1º de Maio é um comum dia de trabalho, e achei brilhante.
Tenho de lhe tirar o chapéu!

E quanto ao texto, demonstra exactamente aquilo que eu penso.

Há famílias que com esta promoção pouparam quase o suficiente para pagar a renda da casa este mês! Não é isso fantástico?
E chamam-lhes zombies? Por amor de Deus! ...
 
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