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Tenho praticamente tudo isso e muito mais na minha pequena horta caseira, ainda em fase de crescimento, semeado/plantado no início de Abril (apesar das ameaças do "Agreste" com o xixi dos animais, hehehe.)

Lamentavelmente moro num apartamento, pois caso contrário também produziria umas coisas. Contentar-me-ei em tentar produzir rebentos na cozinha :lmao: Já li o livro, falta o germinador :lmao: Também vai dar para poupar uns trocos, pois os frascos de rebentos de soja ou de outras leguminosas estão caros e por vezes a qualidade é duvidosa. Se alguém se quiser aventurar depois dou umas dicas. Uns rebentos de feijão ou soja caem muito bem nas saladas de Verão.
 
Na sequência do Pingo Doce e do surgimento de um observatório que ninguém sabia existir, eis que aqui estão mais alguns, não vou colocar tudo, podem ver no link, são demasiados... demasiada gente a mamar do Polvo.

:surprise::surprise::surprise:

PORRA, desconhecia a existência de tanto observatório, tanto tacho junto. Onde é que anda a direita no meio disto tudo ?
 
Desconfio que será nos próximos anos que nascerá uma direita verdadeiramente liberal em Portugal. Mas os salazarentos não serão bem vindos, aviso desde já. O que não falta por aí são comunistas e fascistas que não entendem o liberalismo.

Também acho que sim, mais que um partido de direita liberal, uma frente liberal transversal a todos os sectores da sociedade.
 
Desconfio que será nos próximos anos que nascerá uma direita verdadeiramente liberal em Portugal. Mas os salazarentos não serão bem vindos, aviso desde já. O que não falta por aí são comunistas e fascistas que não entendem o liberalismo.

Eles já existem, tenho-me surpreendido com a quantidade de liberais que desconhecia existir, eles existem e estão por ai, no PSD, CDS ou independentes, falta mesmo a criação de um partido que os junte a todos, um verdadeiro partido de direita liberal.

Penso que acima de tudo temos de agradecer ao PD ou ter lançado esta discussão na nossa sociedade de maneira massiva, ela existia mas apenas em cafés ou conversas privadas, o principal benificio do PD foi a discussão ideológia sobre um tema a tabu em Portugal, as pessoas começam a questionar-se.
 
Ora aí está algo muito bom.

Eu também cresço uma horta e acredito na produção e nos negócios locais baseados nisto.


Tenho praticamente tudo isso e muito mais na minha pequena horta caseira, ainda em fase de crescimento, semeado/plantado no início de Abril (apesar das ameaças do "Agreste" com o xixi dos animais, hehehe.)
 
Funcionários do Pingo Doce pagos a 500%
Quem trabalhou no 1º Maio vai ser remunerado a 500%, um valor acima do previsto no contrato coletivo de trabalho

Os funcionários das lojas Pingo Doce que trabalharam no feriado do dia 1 de maio serão pagos a 500%, apurou a VISÃO junto de fonte sindical. Está ainda por esclarecer se esse pagamento extraordinário será integralmente feito em dinheiro ou se inclui uma parte em tempo de descanso, como previsto no contrato coletivo de trabalho do grupo Jerónimo Martins, proprietário da marca.

A decisão, comunicada na passada sexta-feira através de uma circular enviada às lojas, assinada pelo administrador Pedro Soares dos Santos, destina-se a compensar o "extraordinário trabalho" das equipas operacionais. A administração reconhece, assim, que os funcionários foram sujeitos a um volume anormal de trabalho no dia 1 de maio quando, sem aviso prévio, as lojas Pingo Doce ofereceram um desconto de 50% sobre as faturas de compras de valor superior a 100 euros. A ação de promoção resultou numa corrida às lojas que, em alguns casos, registaram uma afluência cinco vezes superior ao normal para um dia feriado. Ao longo do dia, formaram-se longas filas de pessoas à entrada das lojas e junto às caixas de pagamento, com tempos de espera de 3 e 4 horas. Nalguns estabelecimentos, registaram-se inclusive incidentes que exigiram a intervenção das forças policiais.

A ação da Jerónimo Martins dividiu o país e a classe política em particular, com os partidos de esquerda a condenar a iniciativa de descontos no mesmo dia em que se comemorava o Dia do Trabalhador. Já os produtores e fornecedores da grande distribuição, que há muito se queixam do esmagamento das suas margens comerciais, viram as suas reclamações acolhidas pela ministra da Agricultura, Assunção Cristas, que em declarações ao Expresso prometeu legislar no sentido de pôr fim a este tipo de "situações inadmissíveis".

Além do pagamento a 500%, os trabalhadores do Pingo Doce que estiveram ao serviço, ou em gozo de folga, no passado dia 1, podem, até final da semana, fazer as suas compras nas lojas do grupo beneficiando de um desconto de 50%, em tudo idêntico ao que os clientes usufruíram no feriado. Apenas os que fizeram greve - convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio (CESP), afeto à CGTP -, como forma de protesto contra a abertura das lojas no Dia do Trabalhador - , estão excluídos dessa iniciativa. A direção do CESP condenou já a decisão da administração da Jerónimo Martins, considerando que "o direito à greve" dos trabalhadores está a ser posto em causa. Aquela estrutura sindical vai também enviar uma participação à Autoridade das Condições do Trabalho (ACT) sobre os acontecimentos do passado dia 1.

No ano passado, foi primeira vez que as lojas da cadeia Pingo Doce abriram portas ao público no 1º de Maio, assim como o concorrente Continente, ignorando as fortes críticas dos sindicatos. Os funcionários foram compensados acima do acordado no contrato coletivo de trabalho, com o pagamento extraordinário a 300 por cento, com direito a uma folga, em vez dos normais 200% acrescidos de uma folga. Apesar das tentativas da VISÃO, a Jerónimo Martins não esteve disponível para um comentário.

Visão

Então os trabalhadores não tinham sido explorados ?
 
Os sindicatos é tudo uma mixórdia, eu cá trabalho e não preciso de sindicato para nada. Os sindicatos estão contra tudo, quer para o bem dos trabalhadores quer para o mal dos trabalhadores e mais existem muitas empresas a fecharem onde a maioria é culpa dos sindicatos. Os sindicatos querem é tacho como o governo, o resto que se lixe. Também eu trabalhei no dia 25 de Abril e não foi por isso que eu morri e deram um dia de folga.

Vou é trabalhar para o Pingo Doce e faria com todo o gosto o 1º de Maio.:D
 
Façam o referendo. Perguntem aos portugueses se querem ou não o comércio e as grandes superfícies com abertura ao Domingo e feriados. Ou se preferem o modelo em vigor no resto da Europa (encerramento aos Domingos, feriados, e antes das 20 horas). E assim acaba a polémica.
 
Façam o referendo. Perguntem aos portugueses se querem ou não o comércio e as grandes superfícies com abertura ao Domingo e feriados. Ou se preferem o modelo em vigor no resto da Europa (encerramento aos Domingos, feriados, e antes das 20 horas). E assim acaba a polémica.

Eu acho que não deviam trabalhar nos feriados e nos Domingos, mas não me parece que seja essa a posição da maioria dos portugueses, que gostam de aproveitar os dias em que não trabalham para ir ao "shopping":rolleyes:...
 
Eu acho que não deviam trabalhar nos feriados e nos Domingos, mas não me parece que seja essa a posição da maioria dos portugueses, que gostam de aproveitar os dias em que não trabalham para ir ao "shopping":rolleyes:...

Isso acontece porque temos horários péssimos e uma grande desorganização!

Lá fora a maioria dos trabalhadores sai do trabalho às 15 ou 16 horas. Só há aulas de manhã, nos colégios e nas faculdades, ou até às 14 ou 15 horas. E não se trabalha ao fim-de-semana. Isso acontece para que as pessoas tenham tempo para os seus hobbies, ter um trabalho em part-time, ter tempo para a família.

Na minha faculdade, por exemplo, seria muito difícil colocar aulas apenas de manhã, no entanto teoricamente é possível. Primeiro seria quase impossível convencer todos os professores a isso, depois não haveria provavelmente instalações suficientes para esse tipo de organização. Mas como os alunos têm em média 4 a 5 horas de aulas por dia, toda a gente poderia entrar às 8 horas e sair às 12 ou 13 horas. Ficava a tarde livre para estudar ou para fazer outras coisas. Aumentaria a produtividade e isso teria reflexos no rendimento dos estudantes.

Muitos serviços públicos poderiam dar o exemplo, abrindo às oito horas, colocando apenas meia hora de almoço e encerrando às 15 ou 16 horas. Poderiam abrir ao Sábado de manhã, até ao meio-dia, para quem trabalha durante a semana.

Com esta organização de horários a maioria dos trabalhadores ficaria com 4 a 5 horas livres durante a tarde para consumir. E assim, o comércio poderia encerrar ao Domingo, feriados e Sábados pela tarde. Os trabalhadores teriam assim mais tempo para estar com a família!
 
Já coloquei no tópico sobre a electricidade, mas também fica bem aqui, atendendo aos gastos absurdos que as 9 novas barragens irão ter, isto num país sem dinheiro...e que mais uma vez, seremos todos nós a pagar...

Fica aqui o video integral da reportagem "Faturas de Betão"
 
Começou a festa.....

Pingo Doce começou a cobrar custo da promoção de 50% a fornecedores

Fornecedores que não aceitem “pagar” o custo da campanha temem que os seus produtos sejam retirados dos supermercados do grupo JM.

Os fornecedores dos supermercados Pingo Doce, detidos pelo grupo Jerónimo Martins, estão a ver os seus piores receios confirmarem-se: os custos da polémica campanha de 50% de desconto em compras a partir de 100 euros, realizada no 1º de Maio, será repercutida nas facturas que os produtores vão receber nas próximas semanas.

Fontes do sector das bebidas - em que se incluem sumos, águas, vinhos, refrigerantes e bebidas espirituosas - confirmam ao Diário Económico que "a promoção, decidida de forma unilateral pelo Pingo Doce, será paga pelos fornecedores".

Confrontada com esta acusação, fonte oficial do grupo liderado por Pedro Soares dos Santos defende que "não estamos a repercutir o investimento que fizemos na acção do 1º de Maio nos fornecedores", admitindo apenas que o Pingo Doce "trabalha com mais de dois mil fornecedores e alguns estão alinhados com o reforço de competitividade que o Pingo Doce está a fazer".

A cadeia de supermercados assumiu recentemente que iria apostar numa política de preços baixos e na marca própria como estratégia para contornar a redução do consumo e, em consequência, no volume de vendas.

http://economico.sapo.pt/noticias/p...-da-promocao-de-50-a-fornecedores_144035.html
 
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