O Estado do País

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Penso que nesse item das prestações sociais há margem para cortar. Conheço pessoas com 23 ou 24 anos que recebem abono de família, pois ainda são estudantes. Os pais têm possibilidades, é um extra que serve no final do ano para futilidades. As ajudas dadas às associações recreativas, columbófilas, futebol, caçadores, e por aí fora, também podem sofrer um corte. Os exames nacionais de 12.º ano deveriam ser pagos na totalidade, apenas os mais carenciados não deveriam pagar. Também há margem para reduzir o tempo de atribuição do fundo de desemprego. Enfim, um corte de 20% neste item provavelmente punha fim ao défice. Haverá coragem?
 
Australianos desistem das Minas de Moncorvo
Semanas intensas de negociações entre concessionário e o Governo resultaram nesta decisão

Este desfecho colocou assim em causa um projeto de exploração de ferro com um investimento superior a mil milhões de euros na região de Moncorvo, com recursos medidos e indicados de 552 milhões de toneladas de minério e recursos inferidos de mil milhões de toneladas.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt...io-tinto-ferro-investimento/1360675-1728.html

Como diria Medina Carreira, num país que onde a justiça não funciona, onde a burocracia e burocratas estão em todo o lado, onde a saúde e educação são uma miséria nunca poderá atrair investimento estrangeiro de forma efectiva.

Só temos o que merecemos...
 
Australianos desistem das Minas de Moncorvo


Como diria Medina Carreira, num país que onde a justiça não funciona, onde a burocracia e burocratas estão em todo o lado, onde a saúde e educação são uma miséria nunca poderá atrair investimento estrangeiro de forma efectiva.

Só temos o que merecemos...

Penso que havia dúvidas sobre a rentabilidade do projecto. A Rio Tinto tem negócios por todo o mundo, portanto devem ter preferido investir noutro lado qualquer onde houvesse mais garantias de rentabilidade.

Nós somos um grande produtor de lítio, no entanto quem transforma e obtém o precioso elemento é a Alemanha, porque não temos fábrica cá, são os alemães que ficam com o valor acrescentado.

Os nossos capitalistas de pacotilha preferem sectores de rendas garantidas, triste que sejam os de fora que têm que vir explorar os nossos recursos.
 
Penso que nesse item das prestações sociais há margem para cortar. Conheço pessoas com 23 ou 24 anos que recebem abono de família, pois ainda são estudantes. Os pais têm possibilidades, é um extra que serve no final do ano para futilidades. As ajudas dadas às associações recreativas, columbófilas, futebol, caçadores, e por aí fora, também podem sofrer um corte. Os exames nacionais de 12.º ano deveriam ser pagos na totalidade, apenas os mais carenciados não deveriam pagar. Também há margem para reduzir o tempo de atribuição do fundo de desemprego. Enfim, um corte de 20% neste item provavelmente punha fim ao défice. Haverá coragem?

Já agora acrescenta privatizar todas as empresas públicas que dão lucro (assim, mata-se logo a galinha dos ovos de ouro, com a entrada de dinheiro fresquinho nos cofres do estado), ficando o estado com todas as que dão prejuízo. Os privados (e ex-governantes) e os banqueiros agradecem. Acabem depressa com qualquer concorrência entre os sectores público e privado :lmao:

Crianças portuguesas emigram para trabalhar

Há crianças portuguesas a emigrar por motivos de trabalho para outros países da União Europeia, e idosos maltratados, cujas famílias os retiram de lares para beneficiarem das suas pensões. É este o retrato que o comissário dos Direitos Humanos do Conselho da Europa, Nils Muiznieks, faz de Portugal.
O comissário visitou o País entre 7 e 9 de Maio e debruçou--se sobre o impacto das medidas de austeridade. "O aumento do desemprego e a diminuição das fontes de rendimento levaram as famílias a fazer uso do trabalho infantil, nomeadamente no sector da Agricultura", refere o comissário num relatório. Em relação aos idosos, Muiznieks diz ter conhecimentos do aumento de casos de extorsão, maus tratos e negligência.

Correio da Manhã
 
O mal começou com o PREC. Criaram-se monopólios. Antes havia 14 empresas de electricidade. Agora temos a EDP.

O mal começou com o Mendes Cabeçadas em 1926. Deitou abaixo a República e depois foi deitado abaixo pelo Carmona. Em seguida o Salazar tentou obter um empréstimo internacional igual ao que a República tentou obter. Os fascistas boicotaram a República, a República boicotou os fascistas.
 
Porque uns só podem quando os outros deixam e porque os outros podem sempre que quiserem...

Já tinhamos visto o negócio de 10 mil milhões de euros nos tanques de guerra com a Arábia Saudita. Agora sabemos que a Alemanha mantém um negócio de milhares de milhões de euros com o Irão apesar do bloqueio internacional.

A Arábia Saudita e o Irão são inimigos naquela região do globo...

http://www.jpost.com/IranianThreat/News/Article.aspx?id=276737
 
Isso é terrível, crianças a emigrar para trabalhar, que coisa, nunca tal tinha ouvido falar. Mas já agora, sabes para aonde foram essas crianças trabalhar ? Estou farto de procurar e não encontro mais nenhuma informação sobre esse assunto. Foram embora assim de um momento para outro, trabalhar noutros países ? Crianças ?
Presumo que tu saibas alguma coisa já que deste crédito à notícia, se tiveres mais pormenores, agradeço, pois a ser verdade gostaria de pelo menos compreender o que se passa, é que isso é mesmo bizarro.
Fico à espera de mais pormenores da tua parte. Já agora eu quando era puto trabalhei no campo quase diariamente a ajudar os meus pais na lavoura, espero que não considerem também isso trabalho infantil...

"(...) Os alertas do comissário Nils Muiznieks surgem num relatório que resulta de uma visita a Portugal, entre 7 e 9 de Maio, durante a qual se debruçou sobre o impacto da crise e das medidas de austeridade sobre os direitos humanos. “Durante a sua visita, o comissário foi informado de que, desde o início da crise, tem havido casos de crianças a migrar por motivos de trabalho para outros estados-membros da UE”, pode ler-se no relatório de 18 páginas."

Fonte: PÚBLICO
 
Austeridade ameaça Direitos Humanos em Portugal, diz Comissário Europeu

O Comissário Europeu para os Direitos Humanos estima que as medidas de austeridade aplicadas em Portugal afetaram “de forma desproporcionada” os jovens, os idosos e os membros da comunidade cigana, representando, por isso, uma ameaça aos direitos humanos. No final de uma vista de três dias ao nosso país, Nils Muiznieks deu entrevistas à France Press e à Lusa mostrando-se preocupado com os dados que apontam para um agravamento das condições sociais das camadas mais desprotegidas.
“A austeridade orçamental (…) afetou de forma desproporcionada os direitos dos grupos mais vulneráveis, em particularmente os jovens, as pessoas de idade e os Rom (ciganos) ” conclui Muiznieks num comunicado emitido no final da visita a Portugal. “O que é essencial é colocar os Direitos Humanos no centro das estratégias económicas, e, sobretudo, num contexto de austeridade, não esquecer os mais desprotegidos”, precisou à France Press.
"É preciso mudar de políticas" - “É preciso mudar de políticas, quando se constata que os efeitos sobre os grupos precários são desproporcionados” diz o comissário europeu. Nesse sentido, Muiznieks diz que é preciso ter em atenção "a situação dos grupos vulneráveis, que têm mais dificuldade em defender os seus direitos", nomeadamente "crianças, idosos, pessoas com deficiência, imigrantes e membros da comunidade cigana".
A situação daqueles grupos em Portugal oferece "algumas preocupações" e "deve ser tida em conta quando se corta orçamentos e cria programas", destaca o comissário letão. Segundo declarou, os dados a que teve acesso, demonstram que “um número cada vez maior de crianças está a deixar a escola a fim de procurar emprego e assim ajudar a família”.
Exploração do trabalho infantil poderá aumentar - “Encorajei o governo a tomar medidas, (…) para evitar o reaparecimento da exploração do trabalho infantil” disse o comissário, que afirmou ter informações relativas à situação das crianças que apontam para um "aumento de pobreza, de abandono escolar, de negligência parental e de violência e abuso". "As crianças sofrem muito durante as crises", disse, realçando que o trabalho infantil "ainda não é um problema generalizado, nem houve um retrocesso até à dimensão que já teve no passado, mas há um risco real, no contexto da crise, com as crianças a deixarem a escola e as famílias em situação difícil, de o fenómeno voltar".
Em relação aos idosos Muiznieks alerta que “estão a ser retirados de lares por pessoas que querem beneficiar das suas pensões por não terem outros meios financeiros de apoio e os abusos contra idosos estão a aumentar".
Crise atinge mais mulheres e minorias - Simultaneamente, verifica-se por toda a Europa "uma feminização da pobreza", já que "as mulheres são mais afetadas pela crise do que os homens" e "as meninas estão frequentemente em maior risco do que os rapazes, sobretudo entre os imigrantes e a comunidade cigana", diz.
Em relação aos Rom , o comissário mostra-se inquieto sobre o impacto da austeridade sobre os 40 a 60 mil ciganos que vivem em Portugal, e que, segundo diz, “continuam a ser alvo de segregação e discriminação”. “É essencial não somente ajudar os Rom, mas também combater os preconceitos e os estereótipos entre a população” sublinhou o comissário.
De uma forma geral, Nils Muiznieks lamenta “a falta de informação sobre os efeitos da austeridade e deseja consultas mais intensivas das autoridades com a sociedade civil”. Apesar disso, o comissário europeu considera que o governo português está “ciente da situação”.
Elogios a algumas políticas do governo - Nils Muiznieks lembra ainda que um fator habitual em situações de crise é "o enfraquecimento das instituições nacionais de direitos humanos, como os provedores e os organismos para a igualdade", neste caso, porém, deixa elogios ao executivo. "Estou muito contente porque as autoridades portuguesas não cortaram o financiamento ao Provedor de Justiça e ao ACIDI (Alto Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural), instituições que desempenham "um papel fundamental em tempo de crise", frisa.
O comissário regista também como boa prática a existência de três linhas de atendimento da Provedoria de Justiça -- para crianças, idosos e pessoas com deficiência --, que, realça, têm registado "mais queixas sobre negligência". "Em tempos de crise e de corte de orçamentos, toda a gente sofre, mas alguns grupos sofrem mais do que outros. As autoridades portuguesas estão conscientes disso", frisa o comissário, elogiando o Programa de Emergência Social, aprovado pelo Executivo em agosto do ano passado para prevenir os efeitos da crise financeira. "É cedo para dizer" se aquele programa será suficiente para "ajudar os que estão mais em risco", mas "é um bom passo", considera.

Fonte: RTP
 
Crianças e idosos mais vulneráveis

“Os grupos sociais mais vulneráveis têm sido os mais atingidos pelas medidas de austeridade implementadas em Portugal”, a afirmação é de Nils Muiznieks, Comissário do Conselho da Europa para os Direitos Humanos, que em Maio esteve em Portugal com uma delegação. No relatório da visita, agora apresentado, Nils Muiznieks sublinha que “o governo deve reforçar os esforços para mitigar o impacto negativo da crise financeira, em particular nas crianças, idosos e ciganos”.
Em Portugal reuniu com as autoridades nacionais, organizações da sociedade civil e o comérico e também com os sindicatos. Foi a aprtir da sua observação, em Maio, que Comissário do Conselho da Europa para os Direitos Humanos contruiu o relatório que agora se apresenta. A equipa que se delocou ao nosso país avaliou os impactos da crise financeira e das medidas de austeridade junto da população. Para além dos grupos de risco já referidos o relatório evidência as dificuldades sentidas no momento pelas organizações envolvidas na promoção e defesa dos direitos humanos.
Segundo o relatório apresentado pelo comissário do Conselho da Europa a pobreza infantil está a aumentar em Portugal. Isto acontece como consequência da elevada taxa de desemprego e das medidas de austeridade tomadas entre 2010 e 2011. Segundo o relatório os cortes nos benefícios de cuidados infantis, os preços crescentes de cuidados de saúde e de transportes públicos, bem como o aumento do número de despejos como um resultado da falta de pagamento de hipotecas, causam um impacto particularmente negativo sobre os direitos das crianças.
O rigor orçamental está, igualmente, a afectar a educação com uma particular chamada de atenção para o ensino superior. A redução na atribuição de bolsas de estudo para estudantes universitários terá levado ao afastamento de um considerável número de alunos. “O sistema de ensino Português”, diz o relatório, “continua a ser confrontado com o desafio de uma percentagem elevada de alunos que abandonam a escola muito cedo”.
Embora reconheça a necessidade de algumas medidas implementadas pelo Governo, o Comissário mostra a sua preocupação com o impacto por elas causado alertando para o perigo de colocarem em risco “as conquistas alcançadas na última década”. Neste sentido apela ao governo português para que “preste especial atenção ao potencial impacto da crise sobre a violência doméstica contra crianças, bem como sobre o trabalho infantil.”
No que toca aos idosos afirma-se o envelhecimento de Portugal, que tem neste momento 18% da sua população acima dos 65 anos de idade. Vulneráveis à pobreza os idosos são também apontados como um grupo de risco perante as actuais medidas fiscais. O congelamento de pensões e de benefícios fiscais são factores que expõem esta população fragilizada. O Comissário considera preocupante que muitas famílias estejam a retirar os idosos dos centros de cuidados residenciais a fim de beneficiar de adicional renda na forma de suas pensões.
Também os grupos de etnia cigana são referidos neste relatório onde se congratula a adopção, em Janeiro, Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades ciganas e se apela à sua aprovação formal. Neste contexto, o Comissário sublinha a importância de se reforçar a luta contra o racismo e a discriminação colocando o tema no topo das agendas das autoridades.
Por último, e reunindo tudo o que foi dito anteriormente, é saudada a decisão de não afectar “desproporcionalmente” as estruturas nacionais de defesa dos Direitos Humanos, como é o caso do Provedor da Justiça, que continuam a cumprir com os seus mandatos. No entanto é apontada a difícil situação em que se encontram muitas organizações Não Governamentais e instituições de caridade que prestam apoio a grupos vulneráveis. O aumento da população carenciada e a diminuição das suas verbas prejudicam e, em alguns casos, comprometem o seu trabalho.

Fonte: Cáritas Portuguesa
 
REPORT by Nils Muižnieks, Commissioner for Human Rights of the Council of Europe, Following his visit to Portugal, from 7 to 9 May 2012

Strasbourg, 10 July 2012

Summary

Commissioner Muižnieks and his delegation visited Portugal from 7 to 9 May 2012. In the course of his visit the Commissioner held discussions with national authorities, civil society organisations and trade unions concerning the impact of the financial crisis and fiscal austerity measures on the enjoyment of human rights, and more specifically social and economic rights. He paid particular attention to the situation of children, the elderly, the Roma, and the work of domestic organisations involved in the promotion and protection of human rights, and the present report focuses on these issues.

(...)

Nonetheless, experts,21 civil society organisations and trade unions have expressed their concern at the fact that the financial crisis, growing unemployment and the shrinking sources of family incomes due to the austerity measures have led families to make use of child labour once again, notably in the informal economic sector and agriculture. During his visit the Commissioner was, in particular, informed that since the beginning of the crisis, there have been cases of children migrating for work purposes to other EU member states. In a context already marked by high rates of early drop-out from school (see above), the Commissioner believes that particular vigilance is required from the authorities to monitor possible developments in this field and that programmes aiming at preventing child labour should not be discontinued.

(Ler aqui o resto do relatório)
 
Adoro estes relatórios de instituições europeias. Seja qual for a questão, austeridade, clima, alimentação, herpes labial, micoses na unha ou o flagelo do lalala, há sempre um grupo que nunca é atingido, ou pelo menos se mantém à margem: os homens caucasianos ou arianos, heterossexuais com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. Estes são imunes a tudo. A restante população sofre desgraçadamente com todos os flagelos.

Independentemente da opinião que se possa ter sobre austeridade (a nova designação para a expressão "pagar a tempo e hora", ou saldar as dívidas, parece que é mau só gastar o que se tem), este relatório está um mimo:

Em relação aos idosos Muiznieks alerta que “estão a ser retirados de lares por pessoas que querem beneficiar das suas pensões por não terem outros meios financeiros de apoio e os abusos contra idosos estão a aumentar".

Os idosos serem retirados dos lares, até acho uma medida positiva. Na prática, os novos desempregados, ao terem mais tempo disponível para estarem com os idosos, e ao terem menos dinheiro para pagarem o lar, trazem-nos para casa. Se os tratarem como deve ser é um ponto positivo. Idosos mal tratados, e pessoas que lhes ficam com as pensões, sempre houve e sempre haverá, infelizmente.

Simultaneamente, verifica-se por toda a Europa "uma feminização da pobreza", já que "as mulheres são mais afetadas pela crise do que os homens"

Lá tinha que vir a parte do feminismo, ainda um dia me vão explicar esta "feminização da pobreza".

Em relação aos Rom , o comissário mostra-se inquieto sobre o impacto da austeridade sobre os 40 a 60 mil ciganos que vivem em Portugal, e que, segundo diz, “continuam a ser alvo de segregação e discriminação”

A austeridade provocou que os ciganos continuassem a ser alvo de discriminação. Provavelmente, hoje já estariam totalmente integrados, se não fosse a austeridade.

"Estou muito contente porque as autoridades portuguesas não cortaram o financiamento ao Provedor de Justiça e ao ACIDI (Alto Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural), instituições que desempenham "um papel fundamental em tempo de crise"

Eu, que nem sei para que serve o ACIDI, gostava que me explicassem o papel fundamental que essa instituição desempenha, em tempo de crise ou em tempo de vacas gordas. Não duvido que desempenhará um papel fundamental para as pessoas que lá trabalham, a quem por via indirecta eu pago os ordenados.

Austeridade ameaça Direitos Humanos em Portugal, diz Comissário Europeu

Proponho um bombardeamento aéreo, a executar pela NATO, para proteger os Direitos Humanos em Portugal (esta frase é tão parva, que só merece uma resposta igualmente parva).

A redução na atribuição de bolsas de estudo para estudantes universitários terá levado ao afastamento de um considerável número de alunos. “O sistema de ensino Português”, diz o relatório, “continua a ser confrontado com o desafio de uma percentagem elevada de alunos que abandonam a escola muito cedo”.

Então mas o problema não era o trabalho infantil? Já há crianças nas universidades? Numa época em que na maior parte dos cursos, há excesso de licenciados, em que é que esta questão afecta os Direitos Humanos?
 
Portagens transformam Algarve em “zona de guerra”


Comissão de Utentes promete endurecer a luta com “ações-surpresa” durante o verão.

A Comissão de Utentes da Via do Infante está a preparar um novo “plano de luta” contra as portagens. O JA sabe que os protestos podem subir de tom e envolver a ocupação e corte da estrada nacional 125, em plena época alta do turismo e do tráfego rodoviário. O comissão declarou ainda todo o Governo e o Presidente da República como “personas non gratas no Algarve”…

Fonte: Jornal do Algarve

Esta comissão de utentes é uma verdadeira palhaçada. O Algarve em zona de guerra. :lmao::lmao:

Os meios de comunicação social também ajudam, até a RTP e a TVI percorreram a EN125 entre Lagos e VRSA em 3 horas e picos. Então, 3 horas e picos é muito, devem querer andar a 120 km/h como andam na A22. Quanto ao corte da EN 125 é mesmo bom e que as forças policiais actuem com força contra esta gente da treta e que só querem prejudicar a imagem do Algarve. Eu cá ando na EN 125 como sempre andei e nunca precisei de andar na A22 por isso, acho bem as portagens e quando preciso ando na A22 e por acaso já andei na A22 com portagens e aquilo é uma maravilha quase deserta e não tenho qualquer problema em pagar. Pensei que com a introdução de portagens o caos ia aumentar na 125, mas o caos é o mesmo para entrar em Faro seja com A22 sem portagens, seja a A22 com portagens. :lmao:
 
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