O Estado do País

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Re: Política e economia internacional

Mas essa afirmação dita assim é falsa, ouve-se muita vez, faz parte do discurso trauliteiro da extrema-esquerda, para revoltar as pessoas, mas não corresponde de todo à realidade. Antes pelo contrário, para aí metade do PSI 20 é que suporta uma boa fatia das receitas de impostos nacionais sobre empresas.

Em Portugal como a maioria sabe, apenas um terço das empresas paga impostos (IRC), e desse terço que pagam, para aí uma dúzia de grandes empresas (a maioria faz parte do PSI) constitui para aí um terço ou um quarto de toda a receita fiscal sobre empresas que há em Portugal.

O assunto a que tu te referes mas omites, não são as empresas, são os accionistas, as holdings, etc. Mas as empresas em si pagam todas impostos, como referi, um pequeno grupo de empresas do PSI é que são os grandes contribuintes nacionais nesta parte da receita fiscal, pelo que afirmar que não pagam impostos é uma afirmação falsa e manipuladora...

Sobre as holdings, hoje em dia as grandes sociedades tem complicadas estruturas de accionistas. Concordo inteiramente que haja tributação nestas áreas, sobre dividendos, mais valias, etc, o problema é que aqui há uns anos criaram uma lei em que em todos os níveis destas estruturas teriam que pagar impostos independentemente da natureza das operações, a certa altura eram impostos em cadeia uns em cima, que quando se chegasse ao final da cadeia, já não sobraria nada .... Isso levou a uma grande debandada de holdings para outros países, como Holanda e Luxemburgo. Já referi o assunto aqui anteriormente, quando muito se quer, tudo se perde, o Estado na sua gula quer aumentar a tributação à força, mas depois sucede exactamente o inverso.

Outra razão para a debandada teve a ver com a estabilidade legal e fiscal. No Luxemburgo há leis que regem holdings que tem mais de 100 anos. Em Portugal há leis que mudam a cada 2, 3 ou 4 anos. Os accionistas de grandes empresas naturalmente procuram ambientes legais estáveis, não se metem em países onde de um momento para o outro tudo muda.

Mas volto a referir, uma coisa são os impostos pagos pelas empresas, outra coisa é estarmos a falar das estruturas accionistas, de impostos sobre dividendos, etc. São coisas bastante diferentes.

Todos entenderam o que o Agreste referiu, que as empresas do PSI 20 pagam 1/10 (não há cálculos possíveis... nem a própria contabilidade anual da empresa é efectiva) de IRC em relação/proporção a qualquer média/pequena empresa (com contabilidade organizada).

Mas essa contabilidade extremamente imaginária dessas empresas consegue dissuadir qualquer investidor de risco num país de risco.
 
Como reclamar, sem dizer nada de concreto:

"Desemprego recorde é consequência das políticas erradas" do Governo

Para o PS, "este desemprego recorde é consequência das políticas erradas" do Governo e "de cinco erros crassos que estão a destruir o emprego em Portugal": "ausência de políticas de promoção e manutenção de emprego", "recusa em apostar no crescimento económico como alavanca de combate ao desemprego", "defesa ideológica da austeridade excessiva custe o que custar", "destruição da qualidade dos serviços públicos" e "seguidismo da política europeia da senhora Merkel".

Reportagem do Expresso segundo declarações de Miguel Laranjeiro

Expresso
 
Tecnovia: «Nunca na construção e obras públicas houve situação tão dramática»
Os 340 trabalhadores afectados pelo 'lay off' na empresa Tecnovia terão os seus contratos suspensos durante seis meses, afirmou hoje o presidente do Sindicato da Construção de Portugal, que pediu uma audiência «urgente» ao primeiro-ministro.

Falando à saída de uma reunião com a administração da Tecnovia, na sede da empresa, em Porto Salvo, Albano Ribeiro adiantou ter pedido na segunda-feira ao primeiro-ministro uma reunião «com carácter de urgência» para evitar uma «revolta social» dos trabalhadores no sector.

Salientando que os trabalhadores afectados pela suspensão temporária do contrato de trabalho vão perder «um terço do ordenado», o dirigente sindical explicou que o 'lay off' na Tecnovia se deve à paragem das obras nas concessões rodoviárias do Baixo Alentejo e do Algarve Litoral.

«Na reunião foi-nos dito que os trabalhadores estarão nesta situação durante um prazo de seis meses. Esta empresa vive uma situação muito dramática, uma vez que poderá cair, a curto prazo, de uma facturação mensal de oito milhões de euros para um milhão de euros, sendo que os encargos fixos mensais são de dois milhões de euros», afirmou.

Se tal acontecer, Albano Ribeiro prevê que mais trabalhadores poderão ser afectados pelo 'lay off', uma situação que classifica como «insustentável».

«Nunca na fileira da construção e obras públicas houve uma situação tão dramática, por isso já pedimos ontem [segunda-feira] ao primeiro-ministro uma reunião com carácter de urgência para evitar a revolta social dos trabalhadores», disse.

O dirigente sindical apontou ainda o dedo ao ministro da Economia, que acusa de estar a tentar «varrer» o sector.

«Não aceitamos que o sector esteja a ser varrido pelo ministro da Economia (Álvaro Santos Pereira). Ele é tão insensível e tem tanta falta de respeito pelo ser humano que deve ser demitido pelo primeiro-ministro», sustentou.

Albano Ribeiro disse, contudo, que da reunião com a administração da Tecnovia resulta também que alguns trabalhadores afectados pelo 'lay off' poderão, entretanto, ser chamados ao trabalho, caso avancem as obras de requalificação de algumas estradas e obras de arte.

Com 720 trabalhadores em Portugal e 137 em Moçambique, Angola, Cabo Verde e Marrocos, a Tecnovia confirmou, numa nota divulgada na segunda-feira, o recurso ao 'lay off' «em virtude de motivos e circunstâncias de natureza económica, de mercado e estruturais».

A empresa já tinha justificado, em comunicado, a decisão com «o actual desajustamento entre as obras em carteira e a capacidade instalada da empresa, decorrente essencialmente da acentuada diminuição do investimento público, da continuada redução do número de concursos públicos abertos e adjudicados e da suspensão dos trabalhos nas subconcessões do Baixo Alentejo e do Algarve Litoral».

Por isso, informou ainda a Tecnovia, a decisão de «reduzir ou suspender a prestação de trabalho do referido universo de trabalhadores» tornou-se «inadiável», embora se trate de uma medida temporária, já que a empresa prevê «o reforço da carteira de encomendas, sobretudo no mercado internacional».

A empresa esclareceu ainda que vai garantir a execução de todas as obras e trabalhos actualmente em curso.

Lusa/ SOL

A era da obra pública socialista a chegar ao fim....
 
Tecnovia: «Nunca na construção e obras públicas houve situação tão dramática»

A era da obra pública socialista a chegar ao fim....

A Tecnovia e outras empresas de construção afins, deveriam fazer o que se faz no estrangeiro: planear um futuro sustentável, investir noutros sectores da economia onde continuamos a importar, ou caso não tenham coragem nem know-how para mudar de negócio, associar-se a outras empresas ou até deslocalizar-se! Quem é que acredita que daqui a uns anos lá vamos nós construir mais prédios e auto-estradas? Com que dinheiro? É de doidos.. Se atualmente nos falta competitividade e emprego é por causa dos impostos tão elevados. Mas os impostos devem-se à nova dívida (neste momento sem qualquer investimento público), pois estamos a pagar o que herdamos para os próximos 30anos! Mais dívida agora, significa infelizmente mais impostos e isso só nos leva a piorar mais a situação em que nos encontramos! Quem sabe investir são os privados, nunca o estado! O estado onde mete a pata, encarece tudo 300%, só serve para encomendar estudos e colocar boys na administração de empresas públicas, boys que não entendem um boi do negócio!
 
Hoje estive a jantar com um casal amigo de família. Têm uma pastelaria no Alto Alentejo que exporta já há alguns anos para Espanha, para a região da Estremadura espanhola. Uma multinacional andou a testar pastéis de nata de várias pastelarias portuguesas e escolheu-os para o fornecimento. Queriam qualidade e não tiveram em conta especial o factor preço. O investimento necessário para produzir diariamente milhares de pastéis, congelar e transportar para Madrid era muito elevado, pelo que equacionaram pedir um empréstimo... mas a Banca nacional está a travar tudo e o projecto anda há meses em águas de bacalhau. Eles já vendem para Espanha milhares de bolos portugueses diariamente!

PS: não tinham férias há quase dez anos... e têm de trabalhar ao fim-de-semana! Em atenção a muitos «indignados».
 
PS: não tinham férias há quase dez anos... e têm de trabalhar ao fim-de-semana! Em atenção a muitos «indignados».

Já estão a projectar redes de ethernet para tráfego de 100 terabit por segundo. É melhor largar os bolos e começar a jogar na bolsa. Carregam um daqueles programas de análise de mercado e fazem-se à vida como gente grande. Amanhã serão eles próprios o Banco.
 
Governo poderá fechar Canal 2 e concessionar todo o grupo RTP a privados

De acordo com esta solução, confirmada por António Borges, o Estado ficaria com a posse do grupo concessionado a um privado, que teria que obedecer a um caderno de encargos de forma a cumprir o serviço público.

Segundo a TVI, o privado que ficasse com a concessão arrecadaria as verbas pagas anualmente pelos portugueses através da factura da electricidade e que ronda os 140 milhões de euros. Esta seria a forma de o privado que ficasse com a concessão cumprir o tal caderno de encargos de serviço público.

Além disso, neste cenário que o Governo tem em cima da mesa, o privado que ficar com a concessão pode explorar espaços publicitários na televisão, mas fica limitado aos actuais seis minutos de publicidade por hora permitidos à RTP, em vez dos 12 minutos que as televisões privadas podem explorar.

António Borges, consultor do Governo para as privatizações, confirmou que este é um cenário que está a ser estudado.

Em entrevista à TVI, o economista e antigo vice-presidente do PSD considerou que esta é uma “hipótese muito atraente”, por dar a um operador privado “melhores condições” para gerir a empresa.

“O Estado deixa de ficar com responsabilidades” na gestão, mas “não perde completamente” a possibilidade de, mais tarde, vir a recuperar a concessão.

António Borges, questionado sobre se já existem interessados na privatização da RTP, respondeu: “Não temos manifestações formais” de interesse.

Confrontado com a possibilidade de a privatização abrir a porta a despedimentos na RTP, António Borges admitiu que o futuro operador poderá despedir “se entender que tem pessoas a mais”.

Sobre a RTP2, o gestor afirmou que o canal deverá mesmo fechar, seja em que circunstância for, por ter custos muito elevados e baixas audiências.

Neste momento começo a questionar o que pensam estes governantes no que será a função do Estado.

Não se trata de minimizar a despesa de um Estado "gordo" (vejamos o factor cultural e educativo), mas sim tornar toda a despesa do Estado um dado contabilístico de produto.
 
Governo poderá fechar Canal 2 e concessionar todo o grupo RTP a privados



Neste momento começo a questionar o que pensam estes governantes no que será a função do Estado.

Não se trata de minimizar a despesa de um Estado "gordo" (vejamos o factor cultural e educativo), mas sim tornar toda a despesa do Estado um dado contabilístico de produto.

Não percebo nada deste governo, mas penso que se arrisca a ser o pior dos ultimos 30 anos. Sem visão, sem estratégia, sem respeito pela "nação" que representam.

A questão da RTP é um assunto sério, teve um percurso importante na educação e evolução da nossa sociedade, em décadas onde não havia internet, nem as vias de comunicação que hoje existem. Claro que é impensável continuar com os esbanjamentos que nessas décadas foram somando para competir com os canais privados, mas o seu futuro não pode ser discutido por um parasita qualquer ou uma unica força politica.

A minha opinião é que a RTP1 devia ser vendida a privados na totalidade, e a Rtp2 mantinha o mesmo formado não competindo para as audiências e subsidiado somente pela já suficiente taxa de audovisuais que toda a gente paga através da EDP. Aa fusão das rádios ( RDP, Antena 1, 3 ) também será necessário.

Com apenas um canal que não se demitisse de um serviço público de qualidade, com uma rádio, penso que o modelo seria sustentável.

Agora entregar a concessão a um privado pagando-lhe quase 200 milhões de euros, colocando a taxa de audovisuais nas mãos do clientismo privado tenham santa paciência. Ficar com 3 canais na TDT é a ideia mais ridicula, ao menos fechem mas liberem as licenças, façam como na França ou Espanha.

Este governo parece ser constituido por amadores, penso que o CDS já começa a perder a paciência com estas trapalhadas. O governo anterior mostrava-se bem mais preparado mal por mal....
 
TDT com 3 canais... :lol:

O canal dois até deve ser dos com maior audiência a certas hora, tem programas de crianças a manhã toda, séries "sitcoms" com qualidade à tarde e depois das notícias; enquanto os outros canais passam séries nacionais que sinceramente parece que são todas iguais desde sempre.

Chegou a ter 2 séries à tarde, mas deve ter sido há 7 ou 8 anos que passaram a só dar uma.

Sobre o governo, parece-me que como é tudo pessoal que nunca viveu como vive o Português comum estão estremamente tapados para a realidade das coisas. Façam como nalguns países e metam ministros a viver com o ordenado mínimo, aumentava logo para pelo menos 1000€/Mês :rolleyes:
 
Um fellatio a Balsemão

O homem que se vangloriou em tempos de produzir Presidentes da República ganhou outra vez: não só cada família portuguesa continuará a pagar 56 euros por ano para que a RTP não faça concorrência no mercado de publicidade à SIC e à RTP, como o estado abdicará do encaixe financeiro com a venda do segundo canal para não irritar os senhores dos mídia. Muito provavelmente, o novo canal gerido por privados será um misto de RTP1 e RTP2, fazendo ainda menos concorrência à SIC e TVI, permitindo-lhes absover ainda mais receitas de publicidade. Uma grande vitória para donos desses canais com os derrotados do costume: os contribuintes.
A avalanche de notícias sobre o Ministro Relvas (que, ficamos a saber agora, não é só um espertalhão que actua nos limites da legalidade, mas também um covarde incompetente) provavelmente parará agora. Quando os partidos não são capazes de escolher pessoas acima de qualquer suspeita para gerir dossiers importantes, colocando-os à mercê dos interesses dos tubarões da imprensa, sabemos que a democracia tem um grande problema. Quando nos apercebemos que é Balsemão, que ninguém elegeu, quem tem a última palavra sobre políticas governamentais, sabemos que já não vivemos em democracia.

http://oinsurgente.org/2012/08/24/um-fellatio-a-balsemao/

Os "neoliberais" querem pôr os contribuintes a pagar uma taxa para o Balsemão não ter concorrência no mercado publicitário.

Esperamos pela capas do Expresso a elogiar Miguel Relvas, agora que se começou a comportar como um bom estadista, obediente aos verdadeiros donos país.

A democracia está definitivamente suspensa, o país está a saque, e não há saída para mudar isto.
 
Procurem os textos e livros do Eduardo Cintra Torres sobre a TV em Portugal. Vale a pena.

Basicamente é isto:

- Fim da RTPN: não é necessária pois já existe a SIC Notícias e a TVI 24.
- A RTP Memória pode ficar, limita-se a reproduzir séries, filmes e programas antigos.
- Fim da RTP Madeira e RTP Açores. Nos arquipélagos quase toda a população tem serviços de tv pagos.
- RTP1 e RTP2: fusão num só canal público. Aposta nas séries de qualidade estrangeiras, informação mais reduzida e seleccionada, abertura à sociedade, produção documental nacional. Enfim, fazer o que a TVI e a SIC não fazem, fazer serviço público.
 
Procurem os textos e livros do Eduardo Cintra Torres sobre a TV em Portugal. Vale a pena.

Basicamente é isto:

- Fim da RTPN: não é necessária pois já existe a SIC Notícias e a TVI 24.
- A RTP Memória pode ficar, limita-se a reproduzir séries, filmes e programas antigos.
- Fim da RTP Madeira e RTP Açores. Nos arquipélagos quase toda a população tem serviços de tv pagos.
- RTP1 e RTP2: fusão num só canal público. Aposta nas séries de qualidade estrangeiras, informação mais reduzida e seleccionada, abertura à sociedade, produção documental nacional. Enfim, fazer o que a TVI e a SIC não fazem, fazer serviço público.

A RTP Informação é mais vista que a TVI24 e nos incêndios da Madeira e do furacão Gordon bateu a SiC Notícias. A RTP Informação faz falta, tem muito melhor informação que a TVI 24. Essa tua opinião de acabarem com a RTP Informação é caricata, a Espanha tem a TVE 24, se calhar um dia, para vermos boa informação se calhar tenho que ver a Al-Jazeera para ver o que se passa em Portugal.

O que não faz falta nenhuma é a RTP Memória que passado é museu.

Já agora, não fosse a UE nem a Euronews tinhamos em Português, porque nem isso temos direito. Vergonha em quanto outros países reforçam o serviço público em Portugal acabam com tudo.

Quanto às estações regionais devem continuar a existir, essa de se extinguir porque todos teem televisão paga é outra coisa caricata. Diz-me qual foi a televisão que melhor fez a cobertura, dos incêndios da Madeira, do furacão Gordon, da tragédia da Ilha da Madeira a 20 de Fevereiro qual foi a estação que melhor relatou os factos? Não foi a RTP Madeira, nem a SIC Notícias falava da tragédia na Madeira, a RTP foi a 1ª estação a relatar a tragédia.

Para ti, que estás no continente é muito fácil falar, imagina lá o que é viveres no meio do oceano, que eu saiba não são assim tantas notícias que dão nos canais de informação sobre as ilhas. Eu se fosse morador de uma dessas ilhas gostaria de ver a informação, seja ela da Madeira ou dos Açores num bloco informativo, porque gosto de estar informado do que se passa na minha região.

Se a RTP for vendida a privados, vou pedir à EDP a isenção da taxa de audiovisual, para quê pagar, essa taxa se tenho televisão paga em casa.

Porque não acabam já com tudo, fechem tudo as empresas todas e vai tudo para o desemprego. Portugal é um país do 3ºmundo completamente.

Pobre povo português, cada vez mais vai ser mais ignorante, fica com 4 canais no tdt, em que 2 canais um é novelas, o outro é novelas e casa dos segredos, o outro é para assistirem ao circo na Assembleia da República é isto que os portugueses gostam, nem precisam da RTP, porque só com os 3 canais ficam realizados, mas quando acordarem estão tão incultos que ainda pensam que voltaram ao século XIX.
 
para mim a RTP 2 era claramente o melhor canal de tv e o mais perto do serviço publico

isto é uma vergonha!

A tdt deveria incluir todos os canais rtp,incluindo as rádios
 
Estado
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