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Renegociação da subconcessão Algarve Litoral poupa 155 ME à Estradas de Portugal
A Estradas de Portugal acordou ontem com a subconcessionária Rotas do Algarve Litoral uma redução de 155 milhões de euros ao contrato inicialmente previsto, com o cancelamento de quatro projetos de lanços e um novo plano para obras suspensas.
A Rotas do Algarve Litoral (RAL) é a responsável pelas obras de requalificação de EN125 (estrada nacional), que estão suspensas há quatro meses por dificuldades económicas do consórcio construtor.
Em comunicado, a Estradas de Portugal (EP) explica que as variantes de Odiáxere, Olhão, Luz de Tavira e da EN2 entre Faro e São Brás de Alportel foram retiradas do acordo com a RAL e que dentro de um mês aquela empresa vai apresentar um plano de trabalhos que visa o reinício dos trabalhos entretanto suspensos na EN125.
De acordo com o memorando de entendimento firmado pelas duas empresas, o plano de trabalho da RAL vai incluir os trabalhos de modernização da EN125 em toda a sua extensão, a construção das variantes a esta estrada em Lagos, Almancil/Troto, Faro e a ligação entre Guia e Albufeira.
O acordo permite uma poupança de 155 milhões que resultam de poupança no investimento em capital fixo e despesas operacionais e uma diminuição de despesa com pagamentos futuros à subconcessionária, ao longo da existência da subconcessão.
A longo prazo a EP estima poupar na ordem dos 500 milhões de euros.
O acordo estipula ainda que a Estradas de Portugal assume a responsabilidade de conservação e manutenção de cerca de 93 quilómetros que estavam integrados na subconcessão a partir de 01 de janeiro de 2014.
O memorando de entendimento e o contrato alterado serão analisados por entidades reguladoras, fiscalizadoras e financiadoras antes da sua entrada em vigor, acrescenta a EP.
Este é o sexto acordo celebrado no âmbito da renegociação das subconcessões, depois do Pinhal Interior, da Autoestrada Transmontana, do Litoral Oeste, do Baixo Tejo e do Baixo Alentejo.
Fonte: Região Sul
Finalmente, o Governo pôs fim ao regabofe que era a requalificação da EN125. Ainda bem, que a variante de Olhão foi à vida, quando esta mesmo variante levava casas, terrenos agrícolas situados na zona de Reserva agrícola. As variantes que ficaram são aquelas que já estão em construção, a de Faro é sem dúvida a variante mais necessária.
Para quando a privatização da CP? Está na hora e há muito tempo que já devia estar privatizada, só greves e mais greves. As pessoas compram os passes e depois não podem usufruir dos serviços, isto é uma autêntica vergonha. Tal como o frederico disse a CP no Algarve não serve ninguém, quando uma viagem demora 3 horas entre VRSA e Lagos e isto quando não se espera 1 hora em Faro para seguir viagem para Lagos. Quando o Cavaco Silva era 1ºministro o inter cidades fazia a viagem Lisboa-VRSA, agora fica em Faro.



