O Estado do País

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Parece que há uma espécie de combate interno entre o Ministério da Economia e o Ministério das Finanças!

Muito mais do que isso:

Álvaro vs Gaspar/Passos; Próximo combate Álvaro vs Portas; Próximo combate Álvaro vs Seguro; Próximo comb...

Sinceramente penso que ele ainda se encontra no Governo porque o Passos Coelho quer mostrar coesão e tenta não fazer grandes mexidas.

Ele torna-se num embaraço ao mesmo tempo ao Governo, aos principais países europeus e partidos políticos de oposição. Todos gostariam que Portugal tivesse um canal de incentivo a investimento estrangeiro, mas isso mexe em muitos interesses:

PSD Governo: Terão de idealizar cortes de 0,5 mil milhões de Euros no primeiro ano e que irão crescer nos anos seguintes (demorá uns anos a fazer efeito a medida)

CDS Governo: Foi indicação do PSD, senão seria um génio.


Alemanha; França, Holanda; etc. - Torna-se um país competitivo e com mão de obra barata.

Partidos de oposição: Tem de se abater o alvo para onde todos estão a olhar.
 
Portas: “Sou politicamente incompatível com TSU dos pensionistas"

PÚBLICO

16/05/2013 - 22:25

(actualizado às 23:20 de 09/05/2013)

Líder do CDS defende-se das críticas por causa da taxa sobre pensões e diz que “o limite não foi ultrapassado”.

Temos aqui um politico que se diz de Direita mas sustenta ideias de esquerda, será que estes politicos prometam opções ligadas à esquerda e depois fazem um volta-face e seguem a cartilha de direita?

Parece haver muitos "Case Study" na politica portuguesa para as ciências politicas estudarem.
 
Estará mesmo? :lol:

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Muito mais do que isso:

Álvaro vs Gaspar/Passos; Próximo combate Álvaro vs Portas; Próximo combate Álvaro vs Seguro; Próximo comb...

Sinceramente penso que ele ainda se encontra no Governo porque o Passos Coelho quer mostrar coesão e tenta não fazer grandes mexidas.

Ele torna-se num embaraço ao mesmo tempo ao Governo, aos principais países europeus e partidos políticos de oposição. Todos gostariam que Portugal tivesse um canal de incentivo a investimento estrangeiro, mas isso mexe em muitos interesses:

PSD Governo: Terão de idealizar cortes de 0,5 mil milhões de Euros no primeiro ano e que irão crescer nos anos seguintes (demorá uns anos a fazer efeito a medida)

CDS Governo: Foi indicação do PSD, senão seria um génio.


Alemanha; França, Holanda; etc. - Torna-se um país competitivo e com mão de obra barata.

Partidos de oposição: Tem de se abater o alvo para onde todos estão a olhar.

Álvaro dos Santos Pereira até é receptivo a um aumento do salário mínimo, ao contrário de colegas do Governo. Ele insiste muito é no corte de todos os impostos, e grandes cortes na despesa do Estado.
 
“Os meus filhos são Socialistas”, Autor Desconhecido
Não sei se são só os meus filhos que são socialistas ou se são todas as crianças que sofrem do mesmo mal. Mas tenho a certeza do que falo em relação aos meus. E nada disto é deformação educacional – eles têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência paternal como a aldeia do Astérix resistiu culturalmente aos romanos. Os garotos são estóicos e defendem com resistência a bandeira marxista sem fazerem ideia de quem é o senhor.

Ora o primeiro sintoma desta deformação ideológica tem que ver com os direitos. Os meus filhos só têm direitos. Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos. É tudo, absolutamente tudo, adquirido. Ele dão como adquirido o divertimento, as férias, a boleia para a escola, a escola, os ténis novos, o computador, a roupinha lavada, a televisão e até eu. Deveres, não têm nenhum. Quanto muito lavam um prato por dia e puxam o edredão da cama para cima, pouco mais. Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou humildade. Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, só o bem deles. Muito, muito deles.

O segundo sintoma tem que ver com a origem desses direitos. Como aparecem esses direitos. Não sabem. Sabem que basta abrirem a torneira que a água vem quente, que dentro do frigorífico está invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem forradinhos todos os anos, que o carro tem sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão as máquinas de multibanco. A única diferença entre eles e os socialistas com cartão de militante é que, justiça seja feita, estes últimos já não acreditam na parede – são os bancos que imprimem dinheiro e pronto, ele nunca falta.

Outro sintoma alarmante é a visão de futuro. O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que se vai passar logo à noite, o mais tardar. Eles não vão mais longe do que isto. Na sua cabecinha não há planeamento, só gastamento, só o imediato. Se há, come-se, gasta-se, esgota-se, e depois logo se vê. Poupar não é com eles. Um saco de gomas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões endereçado ao Largo do Rato: acaba tudo no esgoto. E não foi ninguém…

O quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas. Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem importância ou consequências. Ora esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras que alguém irá depois apanhar os cacos. Eles ficam de castigo é certo (mais ou menos a mesma coisa que perder eleições), mas quem apanha os cacos sou eu. Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer: o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa. No caso dos meus filhos o outro sou eu, no caso dos socialistas encartados o outro é o governo seguinte.

Por fim, o último mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. Acham que têm de ter tudo o que o do lado tem quer mereçam quer não. São autênticos novos-ricos sem cheta. Acham que todos temos de ter o mesmo e se não dá para repartir ninguém tem. Ou comem todos ou não come nenhum. Senão vão à luta. Eu não posso dar mais dinheiro a um do que a outro ou tenho o mesmo destino que Nicolau II. Mesmo que um ajude mais que outro e tenha melhores notas, a “cultura democrática” em minha casa não permite essa diferenciação. Os meus filhos chamam a esta inveja disfarçada, justiça, os socialistas deram-lhe o nome de justiça social.

A minha sorte é que os meus filhos crescem. Já os socialistas são crianças a vida inteira.

http://networkedblogs.com/LjeMq

Absolutamente espectacular.
 
Os romanos eram a ordem e a civilização. Percebo que a mãe seja pela barbárie.

Tudo é socialista mas nada de sexo, não vão os putos meter os dedos na tomada. Ou se calhar são homossexuais de armário a vida inteira.
 
O texto é de Inês Teotónio Pereira, deputada do CDS. Uma metáfora engraçada, comparar socialistas radicais a putos mimados.

Num acto de despero e justificando o injustificável tem sido moda algumas figuras da direita associarem a preguicite ou o ócio à esquerda, esquecendo que muitos da esquerda progrediram mais no mundo do trabalho que alguns direitistas ligados à politica. Olhando para o percurso profissional desta senhora não foge muito a essa regra.
Esse texto adequa-se a ela talvez, olhando para o seu curriculo, mais de 80% dos cargos ocupados são de nomeação politica ou ligados à politica. Sendo os outros quiçá advindos do mediatismo politico associado.

Provavelmente teve a vida mais ociosa que os pobres dos filhos provavelmente irão ter, este texto faz-me lembrar a velha máxima, chama-os de... antes que te chamem a ti... :D
 
A Espanha é um país laico?

A reforma da Educação aprovada pelo Governo espanhol do Partido Popular (direita) prevê que a nota na disciplina de Religião no ensino secundário volte a contar para a média.

A polémica reforma do ministro José Ignacio Wert suscita críticas de toda a oposição. Wert diz que as medidas são "um antídoto" para melhorar um sistema educativo que sofre um abandono escolar de 24,5% e obtém resultados medíocres nas avaliações internacionais.

"O que é que a qualidade da nossa educação tem a ver com a educação religiosa, com a religião católica, e a nota na disciplina de Religião passar a contar para a atribuição de bolsas ou para entrar em Medicina", contrapõe o líder do Partido Socialista (PSOE), Alfredo Pérez Rubalcaba.

A disciplina de Religião esteve sempre no centro do debate desde a transição do regime franquista, escreve o El País, com grandes polémicas porque a Concordata assinada pelo Estado espanhol com o Vaticano garante "o ensino da Religão Católica como matéria comum e obrigatória". Por isso, os bispos espanhóis sempre exigiram que a matéria confessional fosse alvo de avaliação e contasse para a média.

A oposição classifica os termos da reforma de Wert como "uma vitória para os bispos" – o El País, jornal conotado com o centro esquerda, não hesita em usar esse termo. Desde a década de 1990 que a nota de Religião não contava para a média escolar.

O jornal El Mundo, mais conotado com o centro-direita, também não se poupa a críticas: "Se nos parece excessivo pretender, como os partidos de esquerda, que este texto [a reforma] representa um regresso ao nacional-catolicismo, é certo que o ensino da religião em Espanha é doutrinário e que não devia contar para as notas".

O presidente da Região da Catalunha, o nacionalista Artur Mas, anunciou que recorrerá ao Tribunal Constitucional se a lei não for modificada. No entanto, Mas tem ainda outros motivos para se irritar com a lei, por dificultar o ensino em língua catalã.



http://www.publico.pt/mundo/noticia...ota-na-reforma-da-educacao-em-espanha-1594813

Não compreendo como é possível que uma disciplina que ensina uma cartilha doutrinária que não pode ser alvo de críticas pois estamos a falar de dogmas seja paga pelos contribuintes. É inaceitável, tal como é inaceitável que haja EMRC nas escolas portuguesas.
 
Gráfico com a evolução da cotação da dívida nacional a 10 anos no mercado secundário nos últimos 5 anos:

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Juros da dívida portuguesa mantêm-se em queda e voltam a renovar mínimos de 2010
17 Maio 2013

Os investidores continuam a pedir rendibilidades mais baixas na negociação de títulos de dívida nacional, o que as continua a conduzir a valores inéditos desde antes do pedido de ajuda externa de Portugal. A folga que se sente no mercado nacional acompanha um sentimento que se verifica também noutros países periféricos.
As taxas de juro associadas à dívida portuguesa continuam em queda. O que assinala que os investidores exigem um retorno cada vez mais baixo quando negoceiam títulos de dívida nacional.

No caso das obrigações portuguesas a 10 anos, as taxas de juro implícitas estão a perder terreno há quatro sessões, cedendo esta sexta-feira 2,5 pontos base para serem negociadas nos 5,255%. Os investidores que compravam títulos de dívida lusitana não pediam uma taxa em torno deste valor desde Agosto de 2010.

Também é necessário recuar ao mesmo mês de 2010 para encontrar uma rendibilidade (“yield”) tão reduzida nas obrigações portuguesas a cinco anos, que perdem 3,9 pontos base para os 4% no mercado secundário, de acordo com as taxas genéricas da Bloomberg. As “yields” perdem terreno em todos os principais prazos.

A descida das rendibilidades pedidas pelos investidores reflecte a subida do preço das obrigações. Estes activos estão a tornar-se mais atractivos dado que há uma percepção de menor risco a eles associados, o que faz com que o seu preço aumente - e, então, em consequência, as taxas de juro implícitas caem.

Apesar do silêncio do Fundo Monetário Internacional, a Comissão Europeia já aprovou a sétima avaliação ao programa de ajustamento português. Além disso, Portugal deu mais um passo no trajecto de regresso ao mercado de dívida primário, onde o Estado emite dívida directamente.

Na quarta-feira passada, a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), que gere a dívida portuguesa, vendeu títulos de dívida a seis e 12 meses, tendo registado fortes quedas nas taxas pedidas pelos investidores.

O desempenho da dívida portuguesa no mercado primário tem, então, consequência no mercado secundário, onde os investidores trocam os títulos comprados anteriormente ao Estado. É nesse mercado secundário que as taxas estão hoje em mínimos de 2010.

Alívio nos juros da dívida em Espanha e Itália

Embora tenham vindo a cair para valores que não se registavam em dois anos e meio, as taxas implícitas às obrigações portuguesas permanecem em valores elevados comparativamente aos restantes países periféricos, igualmente afectados pela crise da dívida.

A descida das taxas de juro associadas à dívida nacional acompanha um movimento que se regista nos restantes países periféricos. Em Espanha, as rendibilidades estão a perder hoje entre 5 e 10 pontos base. A taxa de juro implícita às obrigações espanholas a dez anos está nos 4,2%, depois de ter superado os 7% no Verão passado.

No mercado italiano, as “yields” também marcam desvalorizações da mesma amplitude, embora a taxa a dez anos siga já nos 3,9%.

Na Grécia, as taxas de juro nos prazos mais curtos continuam em níveis proibitivos, embora a rendibilidade associada às obrigações helénicas a dez anos esteja em mínimos de Junho de 2010, pouco depois do primeiro pedido de resgate (Abril do mesmo antes). Segue, na sessão de hoje, nos 8,22%.

A Bloomberg indica que o facto de a inflação na Zona Euro ter recuado, em Abril, para 1,2%, sinaliza a expectativa de mais medidas de estímulo por parte do Banco Central Europeu (BCE) – já que não se precisa de concentrar tanto na preocupação com a subida da inflação. Com esse sentimento, os investidores sentem-se mais propensos a procurar activos mais arriscados, como os títulos de dívida. A maior procura leva a uma subida do preço, o que empurra as taxas de juro para descidas que se verificam, igualmente, nas obrigações alemãs e francesas.

Negócios

De salientar a descida espectacular das yields Gregas nas últimas semanas! :thumbsup::thumbsup::thumbsup:
 
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