O Estado do País

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Será das intervenções do BCE ou do talento dos governantes índigenas? :lmao:

Quem saiba que te responda, agora o IGCP já fala em colocar a disposição do comum contribuinte títulos de dívida até agora vedados (mercado primário), pois é... o tempo da taxa acima dos 12%, 15%, 17% já lá vai, as carteiras de dívida dos bancos estão recheadas, vai ser o fartote quando atingirem a maturidade...
 
Não acredito em governantes talentosos, pelo menos eu não conheço nenhum..

Acredito mais que a austeridade comece a afetar outros países, enquanto os PIIG, tendam a estabilizar as contas para daqui a 5anos. Como outros países serão progressivamente considerados de risco, ou mesmo de lixo, irá sobrar dinheiro que provavelmente está já a favorecer-nos, resultando em taxas mais baixas.
 
As conquistas do senhor secretário de estado do turismo, o inteligentissimo liberal Adolfo Mesquita Nunes (CDS) sobre as empresas de animação turística. Lobbies? interesses instalados? Esta gente do CDS sabe-a toda!!! :lol:

«No seguimento das últimas notícias e críticas em relação à alteração do diploma para a Animação Turística, a APECATE veio dizer algumas palavras. E, tal como não podia deixar de ser, aqui estamos nós perante mais uma forma encontrada para nos CONTROLAR. Parece que estará tudo mais fácil, o Estado deixa de nos regular no início, mas depois atribui às associações o papel PIDESCO de regular e avançar com a caça às bruxas. Quem não fôr sócio não terá Selo de Qualidade, quem não tiver um mínimo de 400€ anuais para pagar a associações, fica de fora. E deixamos muito contentes de pagar uma taxa ÙNICA de 950€ (pagamos apenas 1 vez na vida) para pagar às associações mais de 400€ por ano. Façam as contas e em 3 anos terão já pago muito mais!»
 



Ontem, no Prós e Contras, um jovem de 16 anos, Martin Neves, contava como tinha iniciado o seu próprio negócio, a marca de roupa Over It. Eis senão quando uma investigadora da Universidade Nova de Lisboa, doutora em História Política e Institucional do ISCTE, o interrompe. (no video, aos 4:50). O Martim arrumou-a com uma frase. Mais tarde, a Doutora voltaria à carga com o Martim. É que para certos Doutores, o Martim é o protótipo do mal que devemos combater. Como conta Arnaldo Costeira, no Facebook, o problema da Raquel é a falta de noção do ridículo:

A FALTA DE NOÇÃO DO RIDÍCULO!…

A História é simples: Esta noite no Programa ‘Prós e Contras’, no qual se apresentavam em certa altura exemplos de empreendedorismo, um jovem com apenas 16 anos falava sobre determinação, vontade de fazer coisas e de motivação para a mudança e para a acção. Apresentava o SEU caso de sucesso… uma marca de roupa chamada “Over it” que, surgiu da vontade de estar na moda a preços suportáveis e que em menos de um ano, está a ganhar mercado on-line e off-line, com encomendas até no estrangeiro. A certa altura é ridiculamente interrompido por uma convidada, Raquel Varela, doutorada, investigadora em pós-doutoramento na U. Nova e no Instituto Internacional de História… Poderia ser um contributo para a motivação para o empreendedorismo, mas não! Obviamente não sabe o que significa empreendedorismo, mesm estudando a fundo e do ponto de vista académico as questões laborais e esquecendo que para se criar emprego é preciso, antes de tudo ter uma ideia de negócio sustentável. Foi uma intervenção completamente descabida… de uma desfaçatez atroz. São este tipo de intervenções que tolhem os sonhos dos que querem construir coisas novas, encontrar alternativas e ser donos do seu destino… mas este miúdo, o Martim Neves, deu-lhe uma lição!!! É que há o perfeito, o óptimo e o possível… ser empreendedor é arriscar quando não há alternativas… quando se tem vontade de materializar sonhos… e pelos vistos há quem confunda com capitalismo!… Parabéns Martim! Persegue o teu sonho e não passes por cima de ninguém… Cara Prof. Doutora Raquel Varela, o seu percurso académico é, de facto, impressionante e relevante… mérito seu, mas entenda que a sua investigação, apesar de ser importante, não cria postos de trabalho, os que tanto defende… são estes exemplos de empreendedorimo que podem fazer a diferença… hoje apenas o Martim, amanhã quem sabe, uma cadeia de lojas.

http://blasfemias.net/2013/05/21/martim-e-raquel/

Achei o momento espectacular um jovem cheio de futuro sem dúvida, boa sorte para ele.
 
Editado por um moderador:
Só teria feito bem a esses doutores terem trabalhado enquanto estavam a estudar, como fazem os holandeses ou os ingleses, para aprenderem o que é a vida. A dita doutora estava claramente com inveja, é um sentimento tramado e muito comum numa percentagem preocupante da população portuguesa. Em Portugal só cai bem quem se anda a lamuriar, ser forte e ambicioso torna-nos um alvo da matilha de inúteis que por cá pululam.
 
Boa sorte ao Martim, é disto que o País precisa. :thumbsup:

Por um lado até foi bom aquela Senhora ter tido aquela intervenção, porque deu oportunidade ao Martim de brilhar e de reforçar a sua imagem e a da sua marca. :thumbsup:
 
O martim é empreendedor. As prostitutas de viseu também são empreendedoras. É preciso é ter noção do ridículo porque mais vale um salário qualquer que salário nenhum.
 
As prostitutas de viseu também são empreendedoras

Valha-me Deus. Arranje outro exemplo para defender as suas causas. Não perca a Razão. Apesar do seu extremismo, radicalismo e palavras agrestes, respeito-o. Tenha, por isso, a sinceridade de admirar o Martim pela iniciativa e pela simplicidade como se apresentou e pela forma digna e serena com que respondeu àquela burguesinha de esquerda sem, sequer, erguer a voz. Além de inteligente é educado. Cá em casa (onde a faixa etária varia dos 14 aos 89 anos) todos viram e ouviram a intervenção apreciando-a e avaliando-a de forma extremamente positiva. Este Martim é um dos muitos e válidos Homens do nosso Portugal de amanhã. Eu acredito e aposto neles :)
 
Interessante... os candidatos do PSD nas próximas eleições autárquicas não são do PSD. São de outro partido qualquer. Não se percebe de que partido são. Serão independentes? Que partido é este que esconde o partido de onde é? Será que a Comissão Nacional de Eleições não pode mandar retirar esta propaganda falsa?

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Lamentável enquanto linha de pensamento, é um menino de 16 anos com todo o mérito de ser empreendedor a vender roupas para jovens, achar que mais vale estar empregado mesmo que mal pago recebendo o misero salário mínimo nacional, do que exigir salários dignos e direitos laborais. Será que esse menino empreendedor sabe quantos euros vale o salário mínimo nacional?

Garantido é que esse menino empreendedor sabe que quanto menos os trabalhadores receberem de salário mais competitivo será o produto que vende.

Claro que estar empregado é melhor que estar desempregado mas se seguirmos essa linha de pensamento aonde iremos chegar?

Será que passaria a ser melhor trabalhar sem direitos, só para se ter trabalho?

Quem lucra com a competitividade aumentada á custa de baixos salários?

Quem vai comprar a produção se os trabalhadores não vão ter dinheiro?

Se seguirmos a linha de pensamento do menino empreendedor, não será que o melhor mesmo é que a bem do emprego se trabalhe de graça, talvez a troco do jantar ou do almoço?

Não seria melhor este menino empreendedor, estuda desenvolver o conhecimento adquirir formação académica, que lhe permita ter uma visão solidaria e o mais igualitária possível da sociedade?

Não lhe retirando mérito, para o rapaz, a melhor opção seria estudar, as exigências do empreendorismo de hoje estão em consonância com as visões mais humanistas da sociedade. Os saberes intrinsecos ao senso comum morrem no seu ciclo curto de conhecimento.

Acredito em alguma projecção de curto prazo dado o mediatismo da cena televisiva, mas a psicologia das multidões funciona apenas num curto espaço de tempo.

Apesar da sua visão astigmata, desejo-lhe os melhores sucessos!
 
Lamentável enquanto linha de pensamento, é um menino de 16 anos com todo o mérito de ser empreendedor a vender roupas para jovens, achar que mais vale estar empregado mesmo que mal pago recebendo o misero salário mínimo nacional, do que exigir salários dignos e direitos laborais. Será que esse menino empreendedor sabe quantos euros vale o salário mínimo nacional?

Garantido é que esse menino empreendedor sabe que quanto menos os trabalhadores receberem de salário mais competitivo será o produto que vende.

Claro que estar empregado é melhor que estar desempregado mas se seguirmos essa linha de pensamento aonde iremos chegar?

Será que passaria a ser melhor trabalhar sem direitos, só para se ter trabalho?

Quem lucra com a competitividade aumentada á custa de baixos salários?

Quem vai comprar a produção se os trabalhadores não vão ter dinheiro?

Se seguirmos a linha de pensamento do menino empreendedor, não será que o melhor mesmo é que a bem do emprego se trabalhe de graça, talvez a troco do jantar ou do almoço?

Não seria melhor este menino empreendedor, estuda desenvolver o conhecimento adquirir formação académica, que lhe permita ter uma visão solidaria e o mais igualitária possível da sociedade?

Não lhe retirando mérito, para o rapaz, a melhor opção seria estudar, as exigências do empreendorismo de hoje estão em consonância com as visões mais humanistas da sociedade. Os saberes intrinsecos ao senso comum morrem no seu ciclo curto de conhecimento.

Acredito em alguma projecção de curto prazo dado o mediatismo da cena televisiva, mas a psicologia das multidões funciona apenas num curto espaço de tempo.

Apesar da sua visão astigmata, desejo-lhe os melhores sucessos!

Incrível ao que a dor de cotovelo/acumulação de cera nos ouvidos chega.
Tantos canudos para quê?

O que o Martim disse, e passo a citar, foi:

“Mas esses tais trabalhadores que ganham o ordenado mínimo pelo menos não estão no desemprego.”

E não disse mais nada.

E o que é que daí se percebe? Que pelo menos recebem algum mais do que aqueles 17,7% que ou não recebem nada, ou recebem (a maioria) menos que o salário mínimo.

Mais nada!
 
É por coisas destas que nunca me filiei em nenhum partido nem nunca me passaria pela cabeça meter-me na politica, porque o objectivo é apenas ganhar votos e não servir o país.

A ideia é: usem o cartaz para escreverem o que quiserem mas não apaguem os símbolos do partido, não se escondam, não nos tratem como consumidores. Isto também foi visível na propaganda de 2009 e é sempre o PSD a fazer isto. Nunca coloca o símbolo do partido nos cartazes. A diferença em Faro foi de 100 votos.

Essa das "marcas" de roupa é demais, sei que no Reino Unido têm todos uma marca de roupa, desenham um logo qualquer, pedem para imprimir numa T-shirt na net, e poof, têm uma marca de roupa... :lol:

Este martim já era... sexta-feira aparecerá outro martim que nos vai explicar que é possível vender uma mão cheia de nada e que o nada é um excelente negócio. A plateia voltará a aplaudir.
 
as respostas no face do ''Over it''

Gostei particularmente desta :
''Martim (e todos os teus apoiantes), sabes que €20 ou €30 por uma camisola é um preço "over it" para uma pessoa que receba o salário mínimo? Essas pessoas compram camisolas a €5... quando podem.
A tua opinião não é completamente errada, mas não tens ainda a maturidade necessária para perceber o que a Raquel Varela disse. E o que ela disse foi muito simples: O salário mínimo não chega. Não chega para que tenham uma vida minimamente confortável, quanto mais para comprar a tua roupa. Se queres que a tua empresa expanda, e eu espero que sim, precisas que as pessoas tenham mais do que o salário mínimo no bolso, e eu também espero que sim.
Pergunta aos teus pais quanto ganham e questiona-os se, com o salário mínimo, pagariam as suas despesas e ainda te punham um computador na secretária...''


http://aventar.eu/2013/05/22/perguntas-ao-martim/

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