O Estado do País

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O comunismo interessa e muito Irpsit.

O PC destruiu a economia portuguesa entre 1974 e 1976. Antes do dia 25 de Abril Portugal tinha para trás duas décadas de ouro em termos de crescimento económico e de evolução de indicadores sociais. Tudo sem endividamento externo, e apesar do problema da guerra colonial. As nacionalizações do PC e uma série de outras medidas trouxeram cá o FMI duas vezes em poucos anos. Mas o Partido Comunista ainda conseguiu pior. Escreveu os programas escolares enviesados, tomou as Universidades, instalou uma versão falsificada da História e lavou o cérebro às novas gerações com o ódio ao «patrão» fascista. Os comunistas dominaram quase todos os meios de comunicação social durante longos anos com todo o impacto que isso teve na formatação da opinião pública portuguesa.

Agora continuam em alta bloqueando reformas que outros países europeus já fizeram. Controlam a rua e dão uma falsa ideia daquilo que realmente a maior parte dos portugueses quer. Estão protegidos pela comunicação social e ninguém os questiona, ninguém põe em causa as suas medidas demagógicas e anti-democráticas. São populistas e viram a casaca para captar os votos dos ingénuos de movimentos sociais como os ambientalistas, as feministas ou os gays.

O Partido Comunista e o Partido Socialista são os principais responsáveis pela nossa miséria material e pela nossa dívida actual.
 
O comunismo interessa e muito Irpsit.

O PC destruiu a economia portuguesa entre 1974 e 1976. Antes do dia 25 de Abril Portugal tinha para trás duas décadas de ouro em termos de crescimento económico e de evolução de indicadores sociais. Tudo sem endividamento externo, e apesar do problema da guerra colonial.

Não me parece... :D

Se tomarmos a escala mundial por referência, a instauração do Estado-Providência ocorreu num número muito reduzido de países. Tal facto deve-se à provável conjugação de diversos factores. Antes de mais, à presença muito significativa de um bloco de países, na Europa de Leste, que representava um modelo, supostamente alternativo, ao sistema capitalista, e que durante algum tempo pôde constituir um potencial de atracção para os trabalhadores do «bloco ocidental». A necessidade de conter essa atracção, com todas as ameaças que ela podia acarretar para a preservação do status quo, obrigou o Capital a aceitar, ainda que a contragosto, uma maior redistribuição de riqueza. Outro factor importante para a formação do Estado-Providência, que tende a ser esquecido, relaciona-se com as formas de exploração colonial e neocolonial através das quais se deu uma transferência maciça e contínua de riqueza das regiões do Sul (ou Terceiro Mundo) para o Norte (ou Primeiro Mundo). Essa desigualdade sistémica permitiu beneficiar um número bastante limitado de trabalhadores à escala global, os quais se tornaram assim exploradores indirectos do proletariado e dos povos intensivamente explorados e depauperados do Sul, ou seja, da grande maioria da população mundial. Quando pensamos nas virtudes do Estado-Providência, convém não esquecer o imenso egoísmo, a gigantesca ausência de solidariedade entre o centro do sistema e as suas periferias, bases em que tais virtudes assentaram durante décadas.

Mário Machaqueiro
 
Uma ideologia que matou milhões pelo Mundo fora e que ainda hoje o seu secretário-geral diz que Coreia do Norte e Cuba são democracias acho que devia ter sido erradicado à muito. Faz-me MUITA confusão como é que e o fascismo é proibido em Portugal mas o comunismo não. MUITA confusão mesmo.
 
Fraude na Segurança Social: café tinha 6 mesas e 79 empregados

A rede desmantelada pela Polícia Judiciária (PJ) do Porto por suspeitas de ter lesado a Segurança Social em vários milhões de euros em subsídios de desemprego e doença funcionava pelo menos desde 2005. Os serviços demoraram a dar conta da burla, mas várias situações agora detetadas eram escandalosas. Exemplos? O pequeno café no epicentro da trama, na Travessa Fonte do Pereiro, em Pedroso, Gaia, tinha 79 empregados para meia dúzia de mesas. De acordo com o «Jornal de Notícias», os supostos «empregadores» eram os pais de Alexandre Sabino, considerado o líder da organização, também suspeito de procuradoria ilícita e tido como estando ligado às lides sindicais. Era «engenheiro da UGT», mas falso.
Mas, de acordo com informações recolhidas pelo jornal, no esquema, desempenham papéis fundamentais um médico e um advogado de Vila Nova de Gaia, por especiais ligações a Alexandre Sabino. Outros cinco advogados da mesma comarca também aparecem citados no processo, por terem proposto no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto processos contra a Segurança Social, por suposta denegação de subsídios. Aliás, o procurador do Ministério Público propôs que o assistente técnico da Segurança Social detido pela PJ ficasse proibido de contactar com aqueles causídicos. Porém, acabou impedido de lidar com o sistema informático. Mas pode continuar a trabalhar.
A burla, pelas contas apuradas, já custou ao Estado mais de três milhões de euros. A notícia foi avançada esta terça-feira em comunicado pela Polícia Judiciária e revela que estão em causa esquemas que possibilitavam a centenas de pessoas receberem subsídio de desemprego, doença e pensões de reforma de forma indevida e em montantes elevados.
O Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Marco António Costa, já veio dizer que há mais casos de fraude em investigação e que este ano vai ser atingido um montante recorde. As detenções foram realizadas pela Polícia Judiciária, através da Diretoria do Norte, em inquérito titulado pelo Ministério Público de Vila Nova de Gaia, que desencadeou uma «vasta operação», denominada «Operação Teia social», visando «a cessação e desarticulação da atividade criminosa» do grupo de 15 pessoas.

TVI24
 
O norte... o coração da igreja católica... o motor industrial do país... o lugar dos mais baixos salários em convívio com várias fortunas... lugar onde mais desigualdades existem e onde mais gente recebe apoios sociais porque é efectivamente pobre e excluída.
 
O norte... o coração da igreja católica... o motor industrial do país... o lugar dos mais baixos salários em convívio com várias fortunas... lugar onde mais desigualdades existem e onde mais gente recebe apoios sociais porque é efectivamente pobre e excluída.

Olha que o Algarve... não tem mais pobreza porque dão à costa umas coisas que vêm de Marrocos...
 
Temos uma boa relação de kW/m2. Pobres nunca seremos, porque temos acesso a energia. E ainda nos falta o gás da plataforma continental.
 
O norte... o coração da igreja católica... o motor industrial do país... o lugar dos mais baixos salários em convívio com várias fortunas... lugar onde mais desigualdades existem e onde mais gente recebe apoios sociais porque é efectivamente pobre e excluída.

Que raio.
Efectivamente não conheces o Algarve.
Queres maior desigualdades que quintas como a do Lago, Vale de Lobos etc, vs populações que vivem em barracas/tendas e roubam, pela noite, as alfarrobas dos vizinhos?
 
Que raio.
Efectivamente não conheces o Algarve.
Queres maior desigualdades que quintas como a do Lago, Vale de Lobos etc, vs populações que vivem em barracas/tendas e roubam, pela noite, as alfarrobas dos vizinhos?

Almancil, Vale do Lobo, Vilamoura. Só style. Mas depois há a pobreza escondida em Quarteira, Olhão, Monte Gordo, Vila Real de Santo António...

Tendo as condições naturais que tem o Algarve já devia ter um PIB igual ou superior à média europeia.
 
Passos Coelho não se demite nem é demitido mas parece que toda a gente passa o tempo a fugir...

A Directora-Geral do Tesouro apresentou à ministra das Finanças a demissão do cargo que já foi aceite, confirmou ao i fonte oficial do Ministério das Finanças. Elsa Roncon Santos continua porém em funções até ser substituída pelo que é esperada hoje para a audição na comissão parlamentar de inquérito aos swaps das empresas públicas. O caso tem envolvido a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, pelos contratos que esta assinou quando era directora financeira da Refer. A demissão de Elsa Roncon Santos foi avançada pelo Correio da Manhã que invoca divergências entre a equipa da Directora-Geral do Tesouro e a ministra das Finanças e ex-secretaria de Estado do Tesouro. Não são conhecidas razões oficiais para o pedido de demissão, mas a sua aceitação coincide com a ida de Roncon à comissão parlamentar de inquérito hoje, uma audição que foi marcada na quarta-feira da semana passada.
 
O norte... o coração da igreja católica... o motor industrial do país... o lugar dos mais baixos salários em convívio com várias fortunas... lugar onde mais desigualdades existem e onde mais gente recebe apoios sociais porque é efectivamente pobre e excluída.

Desculpa lá, mas deves viver num outro Algarve que eu não vivo.

A localidade onde existe mais pobreza é Olhão, e é um dado tão revelador disso que são os 5 bairros sociais que existem em Olhão. Haverá no país mais alguma localidade onde existe tantos bairros sociais como Olhão tem? Que emprego existe em Olhão? Olhão é e será sempre o dormitório de Faro, basta fazeres um inquérito em Olhão e saberás onde trabalha a maior parte da população de Olhão.

Agreste, centra-te em Quarteira e agora olha à volta para Vilamoura, Quinta do Lago ou Vale do Lobo será que vais dizer que não existem desigualdades no Algarve? Eu cada vez, que vou a Vale do Lobo sinto-me deprimido, porque vejo vivendas que mais parecem umas barracas coitados deles, quando entro num bairro social em Olhão parece-me que estou numa Quinta do Lago luxuosa só com altos carros tipo Ford Fiesta e outros tudo carros de alta cilindrada.

Já agora, o frederico falou de umas coisas que dão à costa vinda de Marrocos, Agreste faz uma pesquisa dos últimos anos e ficarás a saber onde dá mais coisas dessas à costa e vais ver que é em Olhão.

Sem ser o turismo onde é que o Algarve vai gerar mais riqueza, a agricultura a maior parte é de subsistência e poucos investem na agricultura, basta veres os terrenos abandonados que existem no Algarve. :rolleyes: Sem ser o turismo e os serviços, o Algarve morreu em termos económicos e temos que fugir daqui e ir para o Norte. :rolleyes:
 
Disseram-me que essas coisas que dão à costa estão a matar a fome a muita gente, pois o transporte em mão rende 50 a 75 euros a quem o faz.

Em Tavira e arredores boa parte dos jovens foram estudar e já não voltaram mais, muitos emigraram para Inglaterra, outros para a Suíça, porque não há emprego. Em VRSA ficaram uns quantos porque estão «amalhados» na empresa municipal e na câmara. Outros que ficaram vivem em casa dos pais e dão uma ajudinha na mercearia ou no café da família.

Sem agricultura moderna e sem indústria não haverá certamente solução para a região.

O turismo não está a matar a fome a ninguém nem a dar emprego. Em Altura, Manta Rota, Cabanas, Vale Caranguejo, as vivendas só são utilizdas 15 dias ou 30 dias por ano, e os donos já nem estão a pagar a empregadas de limpeza nem a jardineiros para cuidarem das casas. Agora a construção parou, ficaram as casas e os apartamentos fantasma. Ninguém vive com 1000 euros que ganha em dois meses.
 
EXpliquem-me com que legitimidade, sendo esta a palavra usada por comunistas e bloquistas a torto e a direito, o PCP, PEV, BE e PS estão em conversações para formar governo? :confused:
 
isso é problema do Cavaco.

Governo não existe como se percebeu hoje quando a secretária de estado do tesouro disse em comissão parlamentar que a ministra das finanças mentiu descaradamente sobre os swaps.

Como em política nada fica vazio, o espaço deixado vago por um governo que não existe é ocupado por propostas alternativas.
 
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